BRASÍLIA (Notícias da OIT) – A luta contra o trabalho infantil no Amazonas contou, neste ano, com o apoio de dois tradicionais rivais no Festival Folclórico da cidade de Parintins, cuja repercussão é nacional. Em uma ação articulada com a iniciativa da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Estado, que contou com a assistência técnica da Organização Internacional do Trabalho (OIT), os bois Garantido e Caprichoso participaram de um trabalho de conscientização contra o trabalho infantil. “Unidos contra o Trabalho Infantil” foi o slogan utilizado para garantir a necessidade de fortalecer a rede de proteção contra o trabalho infantil no interior do Estado. Em uma ação recente, a fiscalização afastou do trabalho infantil 23 crianças que estavam trabalhando irregularmente em postos de lavagem, oficinas e borracharias em Manaus, informou a auditora fiscal do Trabalho Karina Andrade. “A OIT forneceu subsídios para o desenvolvimento dos trabalhos no Amazonas, com assessoria técnica da coordenação do projeto para a construção de todo os processo de articulação, intercâmbio de materiais de conscientização e comunicação e apoio na redação de textos orientadores para as discussões”, disse Antonio Carlos de Mello, que coordena um projeto da OIT para a erradicação do trabalho infantil no Estado de Mato Grosso.
Wálter Fanganiello Maierovitch critica a ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal de Justiça, por ter dito que com o processo do chamado “mensalão” a Nação julgará o próprio Supremo. Segundo o nosso colunista, quem será julgado é o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que denunciou os acusados de participar do esquema criminoso. Procedente ou não a denúncia? Eis a questão.
O fato de que Gurgel mereça a precedência no julgamento da opinião pública não invalida a ideia da senhora Calmon, na qual sinto a constatação em lugar da pressão. Não é que o STF faça jus à confiança coral do povo brasileiro. Nem sempre foi impecável na atuação, pelo contrário. Sem contar os passos em falso dados por este ou aquele ministro. Primeiro entre eles, dentro das composições mais recentes, Gilmar Mendes.
Ayres Britto. Confiamos na batuta do maestro. Foto:Carlos Humberto/SCO/STF
Autoritário até a truculência, Mendes é aquele que chamou às falas o presidente Lula. E denunciou ser vítima do grampo, executado pelos agentes da Abin, de suas conversas com o amigão Demóstenes Torres, escuta que nunca houve e, mesmo assim, resultou no desterro para Portugal do chefe da agência, o honrado delegado Paulo Lacerda, melhor diretor da Polícia Federal das últimas décadas.
Mendes é sócio de um instituto de ensino, a contrariar a Lei Orgânica da Magistratura, que exige dedicação exclusiva, e não hesitou em convocar, na qualidade de professores, colegas do Supremo. Por exemplo, Eros Grau quando ministro. Tertúlias de felizes e pontuais consumidores de pizza, convictos de sua impunidade. Mendes é também acusador de Lula ex-presidente, apontado, um mês depois dos eventos alegados, como autor de pressões para influenciar seu voto no processo do “mensalão”. Foi desmentido inexoravelmente pelo próprio ex-ministro Nelson Jobim, anfitrião do encontro com Lula.
Na reportagem de capa desta edição, Mendes volta à ribalta, e por causa de circunstâncias destinadas a esclarecer de forma decisiva as razões do seu voto contrário ao envolvimento do ex-governador Eduardo Azeredo no “mensalão” das Alterosas. A suspeição de Mendes no processo que se inicia é muito mais que evidente. Talvez não seja o único ministro que a justifica. Veremos o que veremos. De saída, CartaCapital declara confiar na batuta do presidente do STF, Ayres Britto, figura de todo respeito.
Que o nó seja desatado, e não pela espada de Alexandre, o macedônio, é da conveniência da Nação em peso, inescapável juiz dos comportamentos do Supremo diante de uma questão tão crucial na perspectiva do futuro do País, emergente superdotado e até hoje cerceado pelos herdeiros da casa-grande, elite (elite?) prepotente e hipócrita, feroz e covarde. Não é por acaso que o Brasil contou com torturadores eméritos, capatazes e jagunços imbatíveis nos seus misteres. E até hoje é incapaz de negar, pela força da Justiça, a validade de uma lei da anistia imposta pela ditadura civil-militar.
CartaCapital sempre entendeu que o “mensalão”, com o significado de mesada do suborno, nunca foi provado, embora houvesse evidências de outros crimes, igualmente graves. Espera agora por um julgamento digno da Suprema Corte de um país democrático e civilizado, sem excluir de pronto possibilidade alguma.
De sorte a cumprirmos dignamente o compromisso com o jornalismo honesto, ancorado na verdade dos fatos, a partir desta edição passamos a publicar a contribuição de um grupo de professores de Direito da PUC de São Paulo, análise estritamente técnica das condições iniciais e dos desenvolvimentos do processo. Trata-se de um trabalho que alia profundidade à isenção, e que prosseguirá ao longo de toda a demanda. CartaCapital faz questão de diferenciar-se de quem se antecipa à sentença final na impafiosa certeza de ter já identificado executores e mandantes. Esperamos, apenas, que se faça justiça, a bem do Brasil.
O presidente do Banco Central Europeu declarou nesta 5ª feira que fará o que for preciso para salvar a Espanha e a Itália da moratória iminente - e o fará de modo suficiente. Ato contínuo os juros tombaram; as bolsas dos dois países subiram. Eureka! Mas, então, por que não o fez antes, há menos de uma semana, por exemplo, quando o mesmo Mário Draghi, cobrado a agir, declarou que o BCE não estava a serviço de países? A resposta começa por aí.
O banco central de UE não foi concebido para servir à sociedade européia, mas aos mercados financeiros que definiram sua supremacia nos alicerces de uma união batizada nas águas neoliberais do tratado de Maastricht. O colapso da ordem neoliberal descarregou sobre esse tabuleiro o peso das contradições letais: aquelas que se confrontam com os seus próprios termos e reduzem as opções a uma conversa entre a morte e a agonia.
Isso explica a diversidade de sentenças peremptórias emitidas pelo normalmente pacato Draghi em tão curto espaço de tempo. Ele e todo aparato definido em Maastricht estão sendo cobrados a servir a uma demanda para a qual não foram concebidos. Enquanto a engrenagem das finanças desreguladas reinava inconteste , o crédito abundante emprestava ares de harmonia entre as instituições e a sociedade. O dinheiro jorrava dos ricos para a periferia. Bolhas se multiplicavam para satisfação de ambos os lado. O fastígio do laissez faire financeiro levaria capitais europeus a bancarem também festa equivalente do outro lado Atlântico, nos EUA, convalidando o novo way of life de consumo sem poupança, com desindustrialização à tiracolo.
Era funcional. O afluxo de recursos externos servia para financiar o rombo das importações chinesas, que revertiam em compra de títulos do Tesouro gringo pelos próprios chineses, mas também por europeus e até latino-americanos. Americanos animados trocaram o emprego pela corretagem da própria casa, incorporando-se a uma corrente que, como se sabe, rompeu-se em 2007 e fundiria em 2008.
Quando o lubrificante da roldana global foi chamado a retornar ao bolso dos seus donos, basicamente bancos e fundos, o cheiro de queimado impregnou o ar. O aparato ao qual o BCE pertence foi convocado então a cumprir seu dever: servir aos mercados. A julgar pelo pêndulo em que se transformou a língua de Mário Draghi cumprir o dever não é tão simples assim. Reconduzir trilhões em créditos de volta aos bolsos de origem implica obter juros em dia.
Quando o investimento feito propicia o lucro imaginado - não é o caso dos 700 mil imóveis encalhados no mercado espanhol -ou a venda do próprio trabalho equilibra as contas, tudo bem. De um modo geral, não é este o cenário na UE. A renda européia medida pelo PIB encontra-se em retração e tão cedo não se recupera; 30% da economia regional quebrou;o desemprego atinge mais de 18 milhões de pessoas e fulmina 25% da sociedade no caso espanhol.
A tentativa de transferir esse gigantesco mico das mãos privadas (salvar bancos locais, basicamente) para os Tesouros nacionais, associada a uma contenção de gastos para honrar os juros, revelou-se um desastre de proporções ferroviárias. De um lado, a recessão aborta a receita fiscal; de outro, a despesa financeira explode pressionada por juros crescentes cobrados por quem se dispõe a financiar Estados à beira da moratória.
Até dezembro, a Itália encara uma rolagem total de dívidas da ordem de 400 bi de euros, mais um déficit de 100 bi, que vai se acrescentar à divida velha. Outros 400 bi de euros terão que socorrer a equação fiscal da Espanha no mesmo período. O peso do juro nesse conjunto é asfixiante. Até a crise de 2007, a Espanha pagava cerca de 17 bi de euros por ano aos rentistas; em 2012 pagará quase 35 bi de euros. Sua dívida cresceu 102% desde então; a conta dos juros saltou 104% . O contraste com a Alemanha, onde as percentagens são, respectivamente, de 33,5% e apenas 2,3%, é influenciado pela fuga de capitais.
Mais de 500 bilhões de euros saíram da economia espanhola e italiana no ano passado em busca de segurança e qualidade nos cofres soberanos alemães, americanos e suíços. A correnteza permite que os ricos se financiem a juros negativos, repassados a banqueiros, que esfolam Madrid e Roma impondo-lhes taxas acima até de 7,5%, como foi o caso dos últimos dias.
Para afrouxar esse torniquete de muitas voltas Draghi terá que adquirir toda a dívida soberana que não encontrar comprador no mercado - cerca de um trilhão de euros apenas nos casos de Espanha e Itália. A resistência da cúpula do euro a esse aspirador converge para uma palavra: inflação. Apesar da recessão apontar em sentido contrário, os detentores da riqueza temem que uma inundação de dinheiro na praça desvalorize seus direitos de saque sobre os endividados, fazendo na prática aquilo que a política já deveria ter feito: uma desvalorização brutal de ativos. A ver.
A educação e os brasileiros perderam hoje um grande educador e um importante militante das lutas das causas sociais e democráticas do Brasil: O Prof. Aloísio Teixeira, que durante oito anos foi reitor da UFRJ, e deixa um grandioso legado na área do ensino superior e nas lutas pela redemocratização do país. Sua direção como Reitor da UFRJ foi um marco na História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que recentemente completou 90 anos.
Toda a sua trajetória desde quando estudou no Colégio Militar do Rio de Janeiro esteve a serviço da luta pela justiça social e pela democracia brasileira. Ao lado de seu pai e de vários outros dirigentes políticos soube articular uma ampla frente política que procurou construir a resistência democrática contra as forças golpistas e reacionárias que tramavam contra o Brasil e contra a liberdade. Sua vida e suas ideias continuarão a iluminar o caminho para a consolidação de um novo projeto nacional de desenvolvimento em nosso país.
A delegada Ana Cristina Melo Santiago, chefe da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) do Distrito Federal, afirmou que a intimação do suspeito apontado pela assessora parlamentar Denise Leitão Rocha é o primeiro passo da investigação para apurar o vazamento do vídeo íntimo. Em entrevista ao EXTRA, Denise havia afirmado que o responsável por espalhar o vazamento é o homem que aparece com ela nas imagens.
A delegada Ana Cristina Melo Santiago, chefe da Delegacia de Atendimento à Mulher do Distrito Federal (DF), em evento da Semana de Combate a Violência Contra a Pessoa Idosa, em 11 de junho de 2012 Foto: Divulgação GDF
- O primeiro passo é ouvir essa pessoa, pois ele pode explicar a situação. Pode confessar de cara e explicar o contexto. Caso ele negue que foi ele, o passo seguinte é identificar o provedor do vazamento e ver de que máquina partiu - explicou a delegada, sem revelar o nome do suspeito.
Segundo Ana Cristina, a investigação será conduzida pela equipe da própria Deam, que tem uma seção de informática especializada, com todo o aparato necessário para chegar ao responsável por espalhar o vídeo.
A delegada explica que qualquer unidade da Polícia Civil pode receber o registro de ocorrência de um caso desses. Porém, muitas mulheres preferem fazer o registro na Deam devido ao atendimento especial dirigido à mulher.
- Qualquer delegacia de polícia é competente para atuar, mas geralmente elas se sentem mais à vontade de procurar uma Dean, porque nós já estamos preparados para atender - explicou Ana Cristina.
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) através de sua secretaria da Juventude participou do I Encontro do Cone Sul da Juventude da FSM, organizada pela Federação Sindical Mundial, através do seu capítulo argentino, entre os dias 29 e 30 de junho, na Argentina.
A ideia, proposta em Porto Alegre no marco do Fórum Social Temático desse ano pela delegação do Sindicado do Couro do país platino, contou desde o início com o apoio da CTB, e desde então só ganhou força, culminando num exitoso encontro. Além de ter sido um qualificado espaço de debate, o I Encontro marca um momento histórico de intensificação da coordenação política entre as juventudes das entidades afiliadas à FSM no Cone Sul. Ressalte-se a ampliação da influência da FSM na Argentina e a construção unitária que caracterizou o processo de realização dessa primeira reunião de jovens sindicalistas no país irmão, fato que deve servir à contínua consolidação da juventude da FSM na América do Sul.
A abertura da atividade reuniu mais de cem participantes na Federação das Sociedades Galegas da Argentina, com a presença do Secretário da FSM para as Américas, o cubano Ramón Cardona, com o brasileiro Paulo Vinícius Silva, Secretário de Juventude da CTB, representando o Comitê Internacional da Juventude da Federação, o uruguaio (maior delegação estrangeira presente) Leonardo Batalla em nome do Encontro Sindical Nossa América (ESNA), o jornalista paraguaio Osvaldo Zayas, e, pela Argentina, Ernesto Trigo, do Sindicato do Couro, Victor Mendivil, Secretário Geral da Federação dos Trab. do Judiciário da Argentina e Mário Alderete, da Corrente Nacional Agustín Tosco.
O êxito da convocatória se percebeu desde a abertura, posto que o I Encontro superou as expectativas, contando, além de Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai, com a presença do Chile Cuba, Equador e México. Pelo Brasil, além da CTB, estiveram o Secretário de Juventude da Central Sindical de Profissionais, Marcelo Gonçalves e Gustavo Barbosa, da Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas.
As intervenções tiveram a marca de saudar o bem sucedido processo de articulação da juventude da FSM na América Latina, palco das duas edições internacionais recentes da Conferência Internacional da Juventude ( Lima e Havana) e também dos Encontros sub-regionais centro americanos, e agora no Cone Sul. Todavia, as atenções se dirigiram sobretudo à fala do jovem jornalista Osvaldo Zayas, cujo informe sobre o golpe de Estado contra o governo democraticamente eleito de Fernando Lugo marcou o clima do I Encontro, com solidariedade inequívoca à luta do povo paraguaio pela democracia e pelo processo de mudanças.
Atílio Borón debate com a juventude da FSM
A mesa de conjuntura, realizada no auditório do Sindicato do Couro, contou com a presença do Doutor em Ciência Política pela Universidade de Harvard e Sociólogo, Atílio Borón, professor da Universidade de Buenos Aires que por durante 9 anos foi Secretário Executivo do Conselho Latino Americano de Ciências Sociais (CLACSO), que em sua exposição abordou a crise capitalista, alertando para as movimentações militares e políticas dos estados Unidos e da Europa no contexto da crise e quanto ao cerco que se promove à América Latina, tendo por um lado a Quarta Frota e as ilhas britânicas no Atlântico – sete no total, por isso a ocupação da última delas, as Malvinas Argentinas - que se colocam diante da costa da América do Sul.
E pelo outro lado, as bases militares estadunidenses, claros sinais da cobiça do imperialismo sobre as imensas riquezas da América do Sul. A seguir, o Secretário Geral do Sindicato Único da Construção (SUNCA), o jovem operário Óscar Andrade interveio, colocando os desafios do movimento sindical classista na América do Sul em face da crise capitalista e das armadilhas colocadas ante a integração latino-americana.
A plenária se dividiu em três comissões de trabalho, abordando a Crise Capitalista, a Integração Latino-Americana e a Agenda da Juventude da FSM, subsidiando com suas relatorias a Declaração Final do Encontro.
II Encontro da Juventude da FSM do Cone Sul será em Montevidéu
As diversas organizações da região se mobilizarão para o Dia Internacional de Lutas que a FSM convoca para 03 de outubro com a consigna “Alimentos, água potável, livros, moradia, medicamentos para todos os(as) trabalhadores(as)”. O I Encontro se somará às atividades de solidariedade ao povo paraguaio diante do Golpe de estado, e ampliará sua articulação sub-regional nesse sentido. A partir de agora, a cada ano, um país do Cone Sul sediará o Encontro da Juventude da FSM da sub-região, sendo que a segunda edição do evento ocorrerá em Montevidéu, Uruguai.
Outro passo no sentido da articulação da FSM foi a decisão de avançar para um maior convívio entre as organizações participantes através das redes sociais e do apoio às atividades conjuntas da juventude no interior dos ramos na região.
O I Encontro finalizou com a entrega dos certificados às delegações e com um especial momento em que o Capítulo Argentino organizou uma apresentação de tango que cativou todos os presentes, regada a vinho e empanadas argentinas. O Capítulo da FSM da Argentina cumpriu com grande êxito seu papel, com a organização do I Encontro da Juventude da FSM do Cone Sul deu uma grande demonstração de unidade e compromisso com a luta da juventude classista e latino-americana.
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou nesta segunda-feira (9) que a campanha eleitoral começou bem, com as pesquisas indicando que se o pleito fosse hoje, ele seria reeleito com mais da metade dos votos.
“Podemos obter 60%, nível que já ultrapassamos nas eleições presidenciais de 2006”, disse Chávez em coletiva de imprensa no Hotel Alba Caracas.
“Vamos lutar duramente nestes três meses que restam para as eleições, para ampliar essa brecha de consciência, com base em ideias claras e transparentes, em uma liderança e uma sólida proposta”, afirmou o mandatário.
Chávez sublinhou que o resultado das eleições será uma vitória contundente, política e moral contra a oposição burguesa que pretende converter a Venezuela em uma colônia do imperialismo.
Nestas eleições, disse, há dois projetos: o da Pátria – apresentado quando se inscreveu como candidato junto ao Conselho Eleitoral Nacional e ratificado no início da campanha – e o antipátria, que a oposição leva adiante.
Programa socialista
O mandatário informou que surgiram mais de quatro mil jornadas de debate da proposta para o programa da gestão bolivariana socialista para o período 2013-2019.
Em contraste, alertou que a campanha da oposição se desenvolve baseada no engano, com o punhal escondido para perpetrar violência e agressão se os seus desejos não forem cumpridos.
Em resposta a uma pergunta do correspondente de uma televisão estadunidense, Chávez afirmou: "Tudo o que proponho é novo". As ideias contidas em nosso projeto são totalmente novas, insistiu.
"Estamos inventando novos métodos e procedimentos. Esta é uma nova invenção que, com audácia e responsabilidade, me atrevo a apresentar ao povo venezuelano para sua consideração", explicou, em alusão ao programa para o período 2013-2019 que apresentou ao Conselho Nacional Eleitoral.
Segundo Chávez, a construção do socialismo na Venezuela é a linha medular desse programa e citou como exemplo de inovação criativa o fortalecimento do poder popular a partir dos conselhos populares e das comunas, algo que – disse – nunca existiu no país.
"A burguesia está tratando de cunhar a ideia de que eles são o novo, mas o novo somos nós", disse o líder bolivariano.
Todo o projeto bolivariano é novo, sublinhou Chávez, e comentou que, ao contrário, tudo o que a burguesia propõe é o capitalismo, a pré-história, que são portadores do engano, da fraude e do saque. Contexto internacional
Chávez observou que a atual campanha foi precedida por outras 13 em 13 anos, uma por ano, o que indica a maturação de um processo verdadeiramente democrático na Venezuela, ressaltou.
Este processo eleitoral, assinalou, se realiza em um contexto geopolítico internacional de grandes crises no qual "devemos estar atentos", pois a Venezuela não pode desvincular-se deste. "Temos uma revolução em marcha, grandes riquezas naturais, recursos energéticos e ambientais, e posição geográfica invejável".
Diante desse panorama, Chávez contrastou os avanços na região da América Latina e Caribe, alcançados a partir da integração com processos como a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América, a União de Nações Sul-americanas e a Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos.
Recado aos golpistas
Chávez voltou a dizer que aceitará incondicionalmente a decisão da maioria nas eleições de 7 de outubro, em contraste com o silêncio que a oposição mantém sobre o tema.
Ele respondeu a pergunta de uma jornalista da rede de TV privada Globovision, sobre se aceitaria um acordo com a oposição de não fazer durante a campanha pronunciamentos em rede nacional, não utilizar recursos do Estado e respeitar a vontade popular.
"As condições [da campanha e do processo eleitoral] são estabelecidas pela Constituição e pelas leis da República", razão pela qual tais propostas saem do marco legal.
Acrescentou que não há vantagem alguma em fatos como pronunciar um discurso em uma formatura de militares, utilizar os meios de transporte, as instalações do Palácio de Miraflores (palácio presidencial) ou a guarda presidencial, pois estes são direitos constitucionais de um chefe de Estado.
Entretanto, para Chávez, a burguesia oposicionista emprega estes argumentos "sem bases medianamente lógicas", para respaldar sua agenda desestabilizadora, manipuladora que conduz à violência.
Chávez alertou que a oposição "está preparando-se para desconhecer a decisão do povo", mas "que não lhes ocorra tentar usar a violência, porque se arrependerão, tenham segurança disso os que forjam planos violentos", asseverou.
O presidente disse que o processo eleitoral é um conflito democrático que deve ser resolvido pacificamente e com respeito à decisão da maioria. "Esperamos o mesmo de lá para cá", disse, referindo-se ao silêncio da oposição quanto a aceitar a vontade do povo.
Cura Chávez falou também sobre seu estado de saúde, assegurando que está bem, “apesar dos maus augúrios de algumas pessoas”. “Sinto-me, a cada dia em melhores condições físicas e mentais”.
Esclareceu que se completaram oito semanas desde o fim do ciclo de radioterapia a que foi submetido e que no domingo (8) começou a realizar pequenas caminhadas e exercícios. Assegurou ainda que prevê participar em breve de uma partida de beisebol.
Depois de opinar que muitas das limitações físicas podem ser superadas, expressou que o difícil mesmo é superar em curto tempo as limitações intelectuais, por mais assessores que se tenha, em uma clara alusão ao principal candidato da oposição, Henrique Capriles Radonski. "Em 7 de outubro se desanuviará o horizonte nacional para os próximos anos e saberemos se haverá pátria ou não haverá pátria".
A frase é de Simon Bolívar, escrita em uma carta enviada em setembro de 1830 ao general Rafael Urdaneta.
“Tenho fá em que nesta ocasião a maioria dos venezuelanos vai escolher a opção de que haja pátria”, indicou Chávez ao reiterar sua segurança de que em 7 de outubro próximo será reeleito para um novo período à frente do governo.
“Somos filhos de Bolívar”, assinalou, ao referir-se aos que respaldam hoje na Venezuela o projeto de reformas econômicas, políticas e sociais que ele lidera.
No Dia Mundial do Refugiado, 20 de Junho, aproveitou uma Oportunidade parágrafo lembrar uma POSIÇÃO fazer FSM Sobre OS Imigrantes, Refugiados e moradores de rua Expostos no "Pacto de Atenas", o diretor Documento do 16 º Congresso dos sindicatos:
A Imigração e hum fenómeno Que Diz Respeito à deslocação Geográfica de Parte da População. Na maioria dos CASOS, principalmente naqueles Que nsa dizem Respeito, como Razões Pará a deslocação São Económicas e Sociais, São principalmente Imigrantes Econômicos. Ou entao, São Razões Políticas e Económicas Ou ainda Refugiados Políticos de São. Em QUALQUÉR CASO, Aproximadamente 200 milhoes de PESSOAS São exilados, permanent OU periodicamente, À Procura de Trabalho, ea atual Crise ira CRIAR Novas Vagas de Imigrantes. Os Imigrantes representam uma Parte Mais duramente explorada da classe trabalhadora, São fáceis de Ser conduzidos, e OS Mais vulneráveis AO terror, PRESSAO parágrafo nao si organizarem los sindicatos, com receio de afirmação. No Quadro real, SO Imigrantes Que entram Num País aceitam OS Trabalhos rejeitados Pela População indígena. Como condições de Trabalho terríveis São rotineiras. O Medo De dA ameaça deportação E frequentemente utilizado pelos patrões. OS Imigrantes São Elementos vitimas De Aventureiros de e perigosos ¿Qué consideram OS SEUS Papéis de legalização Como Jogos, algoritmos Que de Todos os estados, e nao de forma aleatória, atrasam, negam OU pedem Valores exorbitantes Pará legalizar mínimos Imigrantes ¿Qué trabalham nsa paises SEUs. Racismo e xenofobia, Ataques e ameaças fazem Parte da Vida in TODAS como Sociedades capitalistas Que exploram o fenómeno da Imigração Como UMA Causa e bode expiatório das consequencias das Políticas impopulares ea necessidade de fazer Lucro de capital. Com Efeito, a mao-de-obra imigrante comeu e utilizada nd Legislação Internacional, Como nd Europa com uma directiva Bolkstein, etc Como de Uma Bola NAS patrões Mãos dos. Sempre existe Que hum Crescimento Económico, ea mao-de-obra, OU OU Quantitativa qualitativamente nao Chega Pará como Necessidades dos monopólios Nacionais OU multinacionais, existe hum aumento do do Fluxo de Imigrantes, legal OU ilegalmente, muitas Vezes com Acordos Entre Estados OU SEM mesmo eles. Na maioria dos CASOS, OS Acordos salariais São violados e OS Imigrantes auferem baixos salarios Mais, Por Vezes comeu ABAIXO fazer Salário Mínimo; nao ma Direitos laborais, Seguro OU Cuidados de Saúde. Os Imigrantes São frequentemente vitimas de ameaças e intimidações e NEM estao a par dos Direitos SEUS in CADA País de Acolhimento, OU Como Contactar com o Movimento Sindical. Por exemplo a não Japão, Cujo Desenvolvimento juntamente com uma taxa baixa de natalidade, uma Entrada de Trabalhadores qualificados Caracteristica foi. Tambem nd Austrália, devido à Falta de Mão-de-obra qualificada Durante uma Década passada, houve hum grande Fluxo de Trabalhadores Imigrantes OU Trabalhadores Que estiveram temporariamente Nesse País, parágrafo suprir como Necessidades de Desenvolvimento capitalista Dos monopólios transnacionais. Nalguns paises do Golfo, POR Exemplo, nsa EUA, Arábia Saudita, Qatar, etc, OS Imigrantes Econômicos São PESSOAS SEM Direitos. N º s EUA, como Grandes Lutas dos Imigrantes mostram uma Dimensão e Gravidade do do Problema. Noutros CASOS, EM condições De recessão eletrônicos Intensidade De Ataques impopulares contra OS Direitos dos Imigrantes Eo esforço concomitante De custódio reduzir mínimos do Trabalho, SO Imigrantes tornam-SE redundantes e São escorraçados. Na Europa, o Caso da França e Mais o flagrante. França FOI Durante Décadas hum Poder colonialista imperialista com Conquistas predatórias in Quase Metade do Continente africano. Os Ricos Depósitos de África alimentaram O Crescimento da França, o País não Opaco Passado FOI considerado o "motor do Capitalismo". Como Vagas de Imigrantes das colónias Africanas à "catedral" ERAM HÁ Muito esperadas. A Década Ultima Que modelou uma Realidade Política do Governo Francês parágrafo ESTA População de gueto vai-SE agravando de dia par dia. A Europa tornou-SE UMA "fortaleza murada", com atitude Uma "Quase policial" e "securitária" em Relação EAo Imigrantes, in Vez de adoptar Políticas de Inclusão e Solidariedade. Globalmente, o dominio Absoluto do imperialismo, OS governos Europeus, o Banco Mundial EO FMI, Anos Durante Trinta, criaram Grandes Vagas de Imigração Vindas de África. Outro grande Problema e o da Migração internacional, Que nalguns paises, especialmente nsa Grandes, e de suma importância e parecida com o Fluxo de Migração global. Por exemplo a, Na Índia, "migrantes intra-Estaduais" com São chamados, recebem o mesmo Tratamento dos patrões Como OS OUTROS Imigrantes e São vitimas de racismo e xenofobia. Juntamente com OS sepulturas Problemas dos Imigrantes, temos tambem Que tratar o Problema da Falta de Abrigo. N º s EUA, Europa e Ásia, a Crise Económica e uma Causa Que Leva muitos Trabalhadores perder um como casas SUAS. São Os Sem-Abrigo, um Dormir NAS Ruas de Pontes e debaixo das Nações. A Federação Sindical Mundial, com uma Autoridade da SUA POSIÇÃO Internacionalista Só PoDE responder: Trabalhadores São Trabalhadores, Quer vivam no País Onde nasceram e donde Vem Ou não, devem ter sistema operacional mesmos Direitos laborais de e Sociais Trabalhadores ¿Qué Sistemas Operacionais Pais. Os Contratos colectivos devem Ser respeitados para Todos OS Trabalhadores. Com ESTA exigência, SO Imigrantes nao Serao Usados Como Armas de arremesso contra Conquistas como fazer Movimento laboral, NEM Serao vitimas dos patrões. A FSM Luta com uma Solidariedade Internacionalista Pela Unidade dos Trabalhadores, independentemente da SUA cor, Raça, género, nacionalidade, Origem. Damos Prioridade à Luta Contra a TODAS xenofobia, o racismo e discriminação, Exclusão, como Teorias fascistas. Tentamos garantir Que OS Imigrantes participem activamente no Movimento laboral e sindical, com Direitos iguais EAo aplicados EAo Trabalhadores Nacionais OE de poderem Ser eleitos.CADA Federação Sindical de Classe DEVE TER de Uma comissão de Imigrantes Pará de resposta como Necessidades específicas dos Trabalhadores Migrantes in termos de Trabalho e Estatuto legais de e outras Necessidades Sociais Culturais e. A FSM TEM TODAS respondido uma Estás QUESTÕES nao Só organizando como Actividades SUAS proprias, MAS agindo activamente, realizando Palestras, intervenções e Actividades in TODAS como Organizações INTERNACIONAIS (UNESCO, OIT e Nações Unidas). A Nossa Intervenção nestas Organizações PoDE e DEVE Ser Mais INTENSA. Um Exige EFM uma Abolição de TODAS como colares e regulamentos anti-Imigrantes, um Abolição fazer "aluguer de Trabalhadores" Que Lembra uma Idade Média ea escravatura.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Portal da Federação Sindical Mundial(FSM)
É por meio da poesia que cerca de 30 agentes do Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e polícias Civil e Militar de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, serão formados para atuarem de forma mais próxima e humanizada nas comunidades. A oficina, intitulada “Palavra de Polícia: outras armas”, é promovida pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) no âmbito do Programa Conjunto da ONU “Segurança com Cidadania”, em parceria com a Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas e a Casa Poema e será coordenada pela atriz e poeta Elisa Lucinda. A atividade acontece nos dias 11 e 12 de julho (próximas quarta e quinta-feiras), no Cine Teatro Lauro de Freitas, das 9h às 17h. O evento será encerrado no dia 12/07 com um recital aberto ao público, às 19h. A capacitação dos agentes inclui temas relacionados ao dia a dia da segurança pública, direitos humanos, trabalho decente, justiça social e as estratégias mais eficazes para se prevenir a violência. O principal objetivo da atividade é cuidar de quem cuida, aproximando as forças policiais das comunidades, ampliando o diálogo e mediando conflitos. Como resultado do workshop será organizado um sarau com todos os participantes. Essa apresentação, além de motivar e valorizar o esforço dos participantes, dará a chance de compartilhar o que aprenderam, envolvendo todo o público presente no sarau. A atividade é uma das ações da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Programa Conjunto da ONU “Segurança com Cidadania: prevenindo a violência e fortalecendo a cidadania com foco em crianças, adolescentes e jovens em condições vulneráveis em comunidades brasileiras”, que está sendo desenvolvido em três municípios brasileiros – Lauro de Freitas (BA), Contagem (MG) e Vitória (ES). Financiado pelo Fundo para o Alcance dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, o Programa Segurança com Cidadania é composto por seis agências do Sistema ONU: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), Organização Internacional do Trabalho (OIT), Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-HABITAT) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). O Programa conta ainda com a parceria do Governo Federal, através do Ministério da Justiça. MAIS SOBRE O PROGRAMA CONJUNTO O Programa Conjunto visa desenvolver ações dirigidas a prevenir a violência que afeta crianças, adolescentes e jovens entre 10 e 24 anos em situação de vulnerabilidade, por meio do estímulo ao cumprimento voluntário das regras, da auto-regulação do comportamento e da promoção de mecanismos de controle social. As ações estão sendo realizadas em áreas geográficas específicas, escolhidas por meio de um edital público, que recebeu mais de 82 inscrições de várias regiões metropolitanas do país. São elas: Bairro Itinga, em Lauro de Freitas (BA); Região Nacional, em Contagem (MG); e Região Administrativa VII São Pedro, em Vitória (ES). Ao longo de 2011 foram elaborados diagnósticos integrais, com o intuito de identificar os principais problemas de violência, delinquência e convivência de cada localidade. O programa encontra-se atualmente na fase de construção participativa de planos locais de segurança.
"A Suprema Corte dos EUA
rejeitou a apelação de alguns grupos de mídia americanos contra a última
regulamentação da FCC sobre propriedade cruzada de jornais e emissoras de TV em
uma mesma localidade, segundo noticiários daquele país" - assim começa matéria da Teletime, que mostra que no país que nossa mídia
colonizada defende como o mais democrático do mundo, eles não confundem
liberdade de expressão com liberdade de imprensa, muito menos com liberdade de
empresa.
O que as Organizações
Globo fazem no Rio, por exemplo, e em vários outros estados do país (São Paulo
inclusive) é proibido nos Estados Unidos. Acumular na mesma praça o quase
monopólio de comunicação em TV (aberta e fechada), rádio, jornal, revista e internet
é simplesmente um absurdo, por isso O poder das Organizações Globo é um risco para a democracia no
Brasil .
É de se notar que a grita dos grupos de mídia que fizeram a apelação nos EUA se
refere à nova legislação, de 2008, que já flexibilizou o que antes era bem mais
rigoroso. Simplesmente era proibido ser dono de um jornal e uma emissora de TV
numa mesma cidade. A nova lei acabou com a proibição, mas apenas nas 20 maiores
cidades dos EUA.
Se, como eles defendem, o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil,
que tal importar esta lei e aplicá-la aqui, acabando com a propriedade cruzada
de meios, heim, irmãos Marinho, Ali Kamel, Merval - o Imortal - Pereira,
Magnoli, Instituto Millenium?
A 7ª Feira de Agricultura Familiar de Minas Gerais (Agriminas), realizada entre os dias 5 e 8, na Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte, foi um sucesso. A avaliação é do presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura em Minas Gerais (Fetaemg), Vilson Luiz da Silva (foto). “No segundo dia do evento, os agricultores já estavam comemorando as vendas e os negócios estavam sendo fechados”, comemorou.
Com o sucesso da edição de 2012, afeira do ano que vem está garantida, disse o presidente da Fetaemg. “Já estamos preparando a 8ª edição da Agriminas, que será ainda maior e melhor”, afirmou. Este ano, a feira contou com 125 empreendimentos, que envolveram mais de 4 mil agricultores.
“Nesta edição, mais alimentos e mais qualidade. A Agriminas mostrou verdadeiramente a agricultura familiar, o que ela é e representa na economia do Brasil em termos de geração de emprego e renda. Além disso, foram realizadas palestras para capacitação dos empreendedores, pois, para conquistar mercado, temos que mostrar eficiência e nossos produtos têm que ser de alta qualidade”, acrescentou.
Para Vilson Luiz da Silva, a agricultura familiar vive um bom momento e a feira cumpre o papel de abrir mercado para os empreendedores. “As vendas e os negócios não são gerados apenas aqui. Muitos empreendedores fecharam negócios com redes de supermercados, hotéis, sacolões e com o comércio de modo geral para o ano todo. Esse é um dos pontos positivos da Agriminas”.
Confira a cobertura fotográfica da 7ª Agriminas no Orkut e no Facebook da CTB Minas.
Representantes do Partido dos Trabalhadores, estão na sede do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) em Minas para fazer, nesta quinta-feira (5) o registro do candidato do partido à Prefeitura de Belo Horizonte, o ex-ministro Patrus Ananias.
Segundo a assessoria do PT, será feita também a retirada oficial do registro da chapa do atual vice-prefeito da capital, Roberto Carvalho, que havia registrado sua candidatura no início da semana. "Será a retomada do poder popular a Belo Horizonte" diz Gilson Reis(ao lado de Patrus).
De acordo com o TRE, até as 18 horas desta quinta-feira (5), quatro nomes haviam confirmado candidatura ao cargo de prefeito da capital mineira. Além de Roberto Carvalho, já são oficialmente candidatos Vanessa Portugal (PSTU), Maria da Consolação Rocha (PSOL) e Márcio Lacerda (PSB), atual ocupante do posto, e que tenta a reeleição.
Em greve, servidores do Poder Judiciário Federal protestam na porta do cartório eleitoral onde estão sendo feitas os registros. Segundo representantes do PT, os manifestantes estão no local, mas não tentaram impedir a entrada de ninguém. O TRE também não registrou confusões no local.
Os partidos tem até as 19 horas desta quinta-feira (5) para registrar os nomes de todos os candidatos que vão participar das eleições de outubro.
Os golpistas paraguaios, que por meio de um golpe destituíram o presidente Fernando Lugo, estão buscando envolver a Venezuela em uma suposta tentativa de insurgir os militares paraguaios contra o golpe. Que idiotice!
Um vídeo, gravado momentos antes do Congresso bastardo e golpista ter destituído Lugo, mostra Nicolas Maduro, Ministro das Relações Exteriores da Venezuela em reunião com militares paraguaios.
Na verdade, Maduro e também a Ministra Maria Àngela Holguín, Ministra das Relações Exteriores da Colômbia, aparecem no vídeo onde estão várias pessoas, dentre elas, militares do Paraguai. A reunião era da UNASUR e tinha como objetivo tentar buscar uma saída para evitar o golpe. Nada mais natural que as pessoas presentes dialogassem umas com as outras.
A conversa de Maduro com os militares ocorreu durante um intervalo da reunião da UNASUR. Nas imagens também aparece a Ministra da Colômbia, e pelo que sabemos, ela não é nada simpática ao processo revolucionário que se desenvolve na Venezuela. O governo colombiano é sabidamente aliado dos EUA.
Uma insólita tentativa para ajudar a direita na Venezuela
Imediatamente após a direita do Paraguai ter divulgado o vídeo da suposta conspiração entre Maduro e militares do Paraguai, na Venezuela, os reacionários, representados por Capriles, candidato da burguesia venezuelana e apoiado pelos EUA, saíram em campo para denunciar a ingerência do governo venezuelano no Paraguai.
A tentativa era evidente: criar uma corrente de opinião, interna e externa, contra Chávez que concorrerá em outubro às eleições presidenciais, acusando-o de articulador de golpe conspirativo esquerdista no Paraguai, portanto uma ameaça à estabilidade da sagrada democracia e quem sabe ter aí mais uma mãozinha dos EUA.
Não se sabe se na articulação desse insólito episódio (divulgação do vídeo) estivera por detrás dele, gente dos EUA, leia-se CIA.
De todo modo, a coisa foi tão pessimamente organizada que se esqueceram do fato de que a tal “reunião conspirativa” entre Maduro e os militares paraguaios (reacionários até a medula) foi realizada no corredor ao lado da sala de despachos da presidência da República, sob os olhos vigilantes de câmeras de TV ligadas ao circuito de segurança do palácio do governo e na presença de várias pessoas representantes de governos na UNASUR.
Vejam dois vídeos sobre o mesmo assunto. O primeiro foi editado e divulgado pela imprensa burguesa. O segundo é o original e divulgado pela TELESUR.
A matéria acima é de Catia Seabra, uma das mais experientes e bem relacionadas jornalistas políticas do país. A teoria – de que o PSB pode se desvencilhar do PT e se unir aos tucanos – tem sido ventilada por vários analistas da grande mídia.
Merval Pereira, por exemplo, em sua coluna de hoje, diz o seguinte:
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Por isso mesmo, o racha do PSB com o PT em Belo Horizonte, mais do que os de Fortaleza e Recife, está sendo visto pelo comando nacional petista como uma sinalização de que o governador Eduardo Campos está se movendo para uma distância segura do PT.
(…) Com ou sem partido novo, porém, o fato é que o candidato natural do PSDB à presidência da República em 2014 está costurando nos bastidores diversas alianças políticas para viabilizar sua candidatura, confiante em que a aliança da base aliada não resistirá às dificuldades de convivência interna nem à crise econômica que tende a se agravar. *****
Parece até uma ação combinada. Todo mundo querendo implodir a base aliada. Só que estão forçando a barra. PT e PSB sempre se estranharam. Não é nenhuma novidade. Entretanto, a mídia está impondo uma interpretação enviesada, transferindo lógicas de ordem local para o plano nacional.
Tudo bem, temos entrevista com Ciro Gomes ao Estadão, dando umas cacetadas no PT. Mas Ciro bate ainda mais forte em Aécio. E com todo o respeito pelo importante quadro político que é Ciro Gomes, ele é carta fora do baralho. Não é confiável, nem para seu próprio partido. E sua afirmação de que o PT “aniquilou sua carreira política”, ao forçar sua saída da última eleição presidencial é simplesmente ridícula. Quem mandou Ciro sair foi o PSB, e por razões absolutamente racionais: Ciro nem o PSB tinham condições políticas para bancar uma candidatura, ainda mais num ambiente altamente polarizado entre PSDB e PT. O PSB tinha que se posicionar e agiu certo: sua posição gerou excelentes dividendos políticos para o partido.
Os problemas recentes entre PSB e PT podem até trazer, como pano de fundo, divergências programáticas mais graves, mas é preciso verificar sobretudo os componentes locais, que sempre agem com muita força numa eleição municipal.
Em Recife, o PT implodiu sozinho. Não há porque culpar PSB ou a relação entre PSB e PT pelos problemas na capital de Pernambuco. Em Fortaleza, briga de egos e cabeças duras. Luizanne Lins, do PT, é uma cabeça quente. Os irmãos Gomes também são cabeçudos. A briga é certa. Em BH, o Aécio envenenou e seduziu Marcio Lacerda, ao que parece prometendo apoio em eleição para governador em 2014.
Todavia, eu não acredito em ruptura de PSB com PT, e acho que a mídia está manipulando estatísticas de alianças. Há um sensacionalismo tendencioso por trás do anúncio da queda no número de alianças entre os dois partidos nas capitais brasileiras. É claro que, de uma eleição para outra, as condições políticas mudam totalmente, e a quantidade de alianças com outro partido pode cair ou crescer. Mas é importante ver o quadro total, nacional. O Brasil tem mais de 5 mil cidades, não é porque o PT e PSB romperam aliança em 2 ou 3 cidades que se pode dizer que o casamento acabou.
As declarações das lideranças do PSB tem sido enfáticas: o partido vai apoiar Dilma em 2014. É isso que importa, o resto é fofoca, ou especulação interessada. E os sinais políticos de hoje não indicam nenhuma mudança nesse sentido. Ao contrário, os dirigentes partidários deram mostras de aborrecimento pelos problemas nas alianças já mencionados, e trataram de dirimir as dúvidas quanto à mútua lealdade exibindo fotos de Lula e Eduardo Campos abraçando-se sorridentes.
O anseio serrista, portanto, não passa disso, de um anseio, e parece satisfazer mais a vontade de ferir Aécio do que, efetivamente, forjar uma aliança com Eduardo Campos.
Em 2018, aí sim, Eduardo Campos poderia ter sua chance. Mas pensar em 2018 agora é futurismo tolo.
Eis mais um dos “crimes do regime cubano”: Os gastos com a política social. Enquanto na América Latina estes representam 10% do PIB e na União Europeia 25% em Cuba supera os 30%. No orçamento de 2012, o governo cubano destina 17 bi, 347 milhões e 800 mil pesos para a Educação, Saúde e necessidades sociais.
Mais de 800 milhões de pesos destinam-se a subsídios para pessoas com baixos rendimentos e 400 milhões de pesos para a proteção a pessoas em situação críticas, como os incapacitados por motivos físicos ou mentais, mães solitárias com filhos menores a seu cargo e aos que são colocados em posição disponível no processo de reordenamento laboral em curso.
No setor da saúde pública, uma das maiores fontes de ingresso de divisas (devido aos vários programas de cooperação internacional, que engloba mais de 40 mil profissionais, com cerca de 70 países), o orçamento disponibiliza 9% do PIB para desenvolvimento de um sistema integrado desde a atenção primária.
Estes programas de proteção social permitem uma mais equitativa distribuição dos recursos e respectiva aplicação no desenvolvimento humano, como o estado de saúde e nutricional da população, esperança de vida, saneamento e água potável, conservação do meio ambiente, participação politica, educação, cultura, informação e maior relevo do papel da mulher na vida econômica e politica.