Siga a gente aqui!

Mostrando postagens com marcador FSM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FSM. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Grecia: Encontro da FSM e PAME com familiares dos cinco


A PAME, juntamente com a FSM, recebeu em sua sede, em Atenas, Ailí Labañino, filha de Ramón Labañino, um dos Cinco cubanos presos nos cárceres norte-americanos há 15 anos.
A delegação cubana foi acompanhada pelo Embaixador cubano na Grécia, Osvaldo Cobacho e Sailí Sanchez, funcionária do MINREX de Cuba.
No encontro, Ailí explicou a situação atual dos 5 cubanos, 4 deles ainda seguem presos, por infiltração em grupos contrários à revolução cubana apenas com a intenção de denunciar e alertar a Cuba sobre ataques e atos terroristas que estas organizações financiadas e apoiadas pelo governo dos Estados Unidos estavam organizando e assim, evitar mortes desnecessárias e atentados contra Cuba e em qualquer lugar do mundo.
O líder da PAME, George Perros, saudou a delegação e lhes expressou que sua organização trabalhou em solidariedade com os cinco desde o primeiro momento em que foram encarcerados e sua solidariedade sempre está presente em cada uma de suas lutas, greves e manifestações. Este apoio igualmente foi expresso por Dimos Koumpouris, membro do Secretariado da PAME e Secretário da Associação de Amizade Helênico-Cubano, e que relembrou todas as ações realizadas por meio da Associação e como membro da PAME.
O companheiro Valentín Pacho, Secretário Geral Adjunto da FSM, enviou uma fraternal saudação em nome do secretariado e reiterou a decisão da FSM de manter como uma de suas principais prioridades, a solidariedade e apoio aos Cinco e a Cuba, como tema permanente em cada uma de nossas tarefas, ações e eventos, “a FSM, junto aos seus 86 milhões de filiados, seguirá com Cuba até a libertação do último dos cinco e continuará apoiando sua Revolução, não apenas por Cuba, senão também pela América Latina e por todos os países do mundo”, reiterou.
O embaixador cubano agradeceu também, em nome do seu país, todas as manifestações de solidariedade, fraternidade e apoio da FSM, PAME, dos trabalhadores e do povo grego aos cinco irmãos presos nos Estados Unidos e a Cuba.
Fonte: FSM

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Especial: CTB no 2º Encontro de Juventude Regional do Cone Sul da FSM

Jovens chegam ao Uruguai para o 2º Encontro Regional da FSM

Ao som de “A Internacional”, centenas de jovens oriundos de vários países da América Latina uniram-se em uma só voz na noite desta sexta-feira (8), em Montevidéu. Este foi o clima da abertura 2º Encontro de Jovens da Federação Sindical Mundial (FSM) do Cone Sul, que ocorre até o próximo domingo (10) na capital uruguaia.

uy juventude
 Na atividade, o coordenador da central uruguaia PIT-CNT, que está recebendo o evento, Marcelo Abdala, deu as boas-vindas aos participantes e destacou o protagonismo da juventude “Aqui estão os jovens que vão mudar a sociedade”, indicou. Já o coordenador da FSM para o Cone Sul e secretário de Relações Internacionais da CTB, Divanilton Pereira afirmou: "A FSM tem a convicção de que saíremos daqui mais experientes para construir o sindicalismo classista, o sindicalismo com perspectiva socialista", exclamou. 
uy abertura mesa
No ato político também participaram integrantes da FSM do Peru, Chile, México, Argentina, Brasil e Uruguai além da presença do coordenador do Encontro Sindical Nossa América e dirigente da PIT-CNT, Juan Castillo e do representante da juventude da central uruguaia, que foi ovacionado ao destacar a luta dos jovens trabalhadores. 
uy brasil                                                    A delegação brasileira conta com representantes de seis estados 
O encontro segue neste sábado (9), onde pela manhã os participantes poderão conhecer programas sociais uruguaios como o projeto habitacional Plan Juntos e o caso das empresas recuperadas e autogestionadas pelos trabalhadores, além das mesas de debates, à tarde os participantes compartilharão entre si as experiências.
                                                uy bra2



Juventude rural da CTB apresenta realidade brasileira em encontro

Na manhã deste sábado (9) os participantes do 2º Encontro Regional de Jovens da Federação Sindical Mundial foram divididos em três grupos, dois foram conhecer programas sociais uruguaios enquanto o terceiro participou de oficinas onde foram abordados temas como maioridade penal e o papel da juventude trabalhadora rural. 
Após a saudação do secretario da FSM para as Américas, Ramón Cardona, os participantes contaram as realidades vividas em seus países e se puderam aportar para os debates que continuarão ao longo do dia.
Sobre o tema reforma agrária, soberania alimentar e agricultura familiar a secretaria geral da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura), Dorenice Flor, informou que de acordo com o IBGE, existem mais de quatro mil jovens trabalhadores rurais.
juventuderural
Ela destacou que a juventude rural tem uma participação ativa nos sindicatos e citou como exemplo a Contag onde quatro jovens estão na direção da confederação.  
Por sua vez, a secretaria da juventude da Fetase (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Sergipe), Sirley Ferreira, destacou que “A CTB é a única central que estabelece o dialogo com a juventude do campo e da cidade”. 
Em sua intervenção, Sirley expressou que a permanência no campo é um dos maiores desafios que os jovens enfrentam, outra dificuldade apontada por ela foi que “a agricultura ainda é vista como uma atividade sem importância, por isso o jovem não quer se assumir trabalhador rural”, disse. 
rodauy
Os participantes do debate também levantaram questões como luta contra o agronegócio, o fortalecimento da agricultura familiar e a necessidade de que haja uma reforma agrária integral na América Latina, para fortalecer as políticas voltadas para o campo. “Contamos com a mobilização para diminuir a fome e a extrema pobreza no mundo ”, concluiu Dorenice. 
No fim do evento os participantes fizeram uma roda e clamaram “Quando o campo e a cidade se unir a burguesia não vai resistir”. Os debates seguem nesta tarde na  quadra do ginásio Platense Patín Club, em Montevidéu, que é o palco do encontro que reúne jovens do Peru, Argentina, Uruguai, Brasil, México,Chile e Paraguai. 
uytodos

Secretário da Juventude da CTB defende unidade dos trabalhadores na AL

“Este encontro da juventude trabalhadora irá construir a solidariedade dos trabalhadores latino-americanos e caribenhos” expressou o secretário da FSM para as Américas, Ramón Cardona, durante sua participação na plenária realizada na tarde deste sábado (9) no 2º Encontro Regional de Jovens o Cone Sul.
Dando continuidade aos trabalhos que começaram desde a manhã, após as oficinas e as visitas às brigadas solidárias e à uma cooperativa, representantes dos três grupos relataram a suas experiências e conclusões para os demais e partir daí deu-se início para as mesas de discussões onde foram debatidos temas relacionados à integração.
vitor uy
Sobre o tema, o secretário nacional da Juventude Trabalhadora da CTB, Vitor Espinoza, que integrou uma das mesas, afirmou que a classe trabalhadora precisa se unir para combater às ofensivas do capitalismo no continente. 
carlos brasilOs jovens contribuíram com propostas para a declaração final, que será apresentada neste domingo (10), como o argentino Johnn Corre, que sugeriu que o primeiro fim de semana de março seja o Dia de Ação da juventude da Federação Sindical Mundial.
Já o brasileiro Carlos André Conceição Alves, que integra o coletivo da CTB São Paulo, destacou a importância de lutar contra a diferença de gênero, racismo e homofobia. “Não podemos tolerar que o movimento sindical aceite tais práticas”. 
Após os debates, os participantes do encontro presenciaram uma apresentação de Candombe, ritmo tradicional e base do carnaval daquele país, a confraternização também contou uma banda uruguaia que animou a noite. O encontro teminará neste domingo (10) com a plenária final onde serão apresentadas as conclusões dos três dias de debates. 
candombe

Brasil sediará 3º Encontro Regional de Jovens da FSM

Após três dias de intensos debates terminou, no último domingo (10), o 2º Encontro Regional de Jovens da Federação Sindical Mundial do Cone Sul que foi realizado em Montevidéu, no Uruguai. 
declaracao finaluy
O encontro, ocorrido entre os dias 8 e 10 de novembro, reuniu cerca de 300 jovens de sete países da América Latina que puderam trocar experiências sobre a situação da juventude trabalhadora na região e debater medidas para fortalecer suas bandeiras de lutas. 
No encerramento da atividade foi divulgada a declaração final que, entre outros pontos, aprovou que o terceiro encontro de jovens da FSM seja realizado no Brasil. 
Leia abaixo a íntegra do documento:
Declaração final do 2º Encontro de Jovens da FSM do Cone Sul
Situação Internacional
A etapa atual do capitalismo está marcada pela mundialização e transnacionalização do capital, como nunca antes na história da humanidade. As transnacionais constituem-se na unidade econômica central, onde por exemplo podemos dizer que controlam dois terços do comércio mundial; são tempos por sua vez de profunda revolução técnico - cientifica , que podendo gerar capacidade para resolver tosos os problemas da humanidade, por estar a serviço das classes dominantes, uma pequena minoria não faz mais do que aprofundar os dramas e as injustiças sociais. 
Preocupa especialmente a mudança climática global, originada em uma forma de produção e de consumo cuja matriz principal é a acumulação de capital e portanto a impossibilidade de planejamento econômico em função da satisfação das necessidades humanas, e que o único mecanismo de ajuste da produção social seja o mercado; todo este panorama demonstra que cada dia é mais urgente a necessidade de trabalhar para chegar a um estágio superior de desenvolvimento da humanidade, superando a etapa funesta do capitalismo até chegar ao socialismo; o capitalismo é polarizante por natureza, tende a distribuição desigual a todo o momento. As capacidades do atual sistema de gerar riquezas são enormes, assim como brutais as desigualdades. 
Segundo as Nações Unidas existem 868 milhões de pessoas com fome (das quais 146 milhões são crianças) e 49 milhões destes seres humanos vivem na nossa América. Cerca de 5 mil crianças morrem por dia por falta de água e serviços de saúde básicos. 
Segundo a OIT, 472 milhões de trabalhadores recebem como remuneração menos de dois dólares diários e 661 milhões recebem menos de quatro dólares por dia. Existe mais de 200 milhões de desocupados, em sua maioria jovens e mulheres. Cerca de 215 milhões de crianças trabalham, muitos em período integral, não vão para a escola e nem tem tempo para brincar, não recebem atenção sanitária adequada nem cuidados apropriados.  
Muitos deles estão expostos ao trabalho escravo, à prostituição, ao trabalho forçado, ao tráfico de drogas ou a sua participação involuntária em conflitos armados. As desocupações dos jovens é três vezes maior do que dos adultos.  
O sistema capitalista está em uma profunda crise estrutural, mas sozinho não vai cair, é necessário que os militantes consigamos ampliar e desenvolver a consciência de classe nas grandes massas, em especial entre os trabalhadores e os demais postergados; o capital e o imperialismo estão feridos e são por isso mais perigosos na atualidade é mais evidente que nunca que o capitalismo, longe de solucionar os dramas da humanidade os aprofunde. 
Parece fundamental reivindicar para os jovens a batalha permanente contra a cultura de consumo; a atual crise (ecológica, alimentar, energética e financeira) é o plano de fundo das atuais lutas dos povos, lutas que é necessário dirigir e direcionar, para dotar as massas de organização e consciência política, não as deixando livres ao espontaneísmo e aos infantilismos, mas dando uma imprescindível perspectiva revolucionária. 
América Latina e os governos populares 
É a região considerada desde os anos 1970 como a mais desigual do mundo, onde os 20% mais ricos tem um ingresso 20 vezes superior aos 20% mais pobres, com cerca de 80% da população vivendo em cidades, a quarta parte deles em favelas.  
No plano econômico, a região – que tem na produção de matérias primas um dos principais pilares de sua economia – vem experimentando um crescimento sustentável em termos de desenvolvimento de seu produto interno bruto, favorecido em parte pelo notável incremento do preço internacional dos alimentos que se explicam essencialmente pelas taxas de crescimento da China e Índia, acompanhada de grandes correntes migratórias internas destes países, o que gera um aumento considerável na demanda de produtos que nossos países tradicionalmente exportam; no entanto reduziu o peso da produção industrial e portanto os postos de trabalho nas indústrias em nossa região. 
No plano político, o momento histórico esteve marcado pelo triunfo eleitoral das forças políticas vinculadas às lutas populares em vários países da nossa América. Estes governos progressistas ou da esquerda, além de suas matizes frearam o neoliberalismo e geraram consições de vida superiores para vastos setores da população.  Vemos como absolutamente necessário que os jovens trabalhadores sejamos fortes impulsores e sustentadores destes governos, que para além das possíveis riquezas e contradições de cada um dos processos marcaram uma nova etapa na história do continente. Deve reafirmar-se, por meio das organizações populares, as estabilidades dos governos já que a direita, através de suas expressões políticas, econômicas ou através da luta de seus poderosos meios de comunicação busca destruir os processos democráticos, sem descartar nenhum método, recordemos o que ocorreu com Zelaya em Honduras e com Lugo no Paraguai, assim como a situação da Venezuela, onde buscam de todas as maneiras sabotagens, atentados, mentiras terrorismo, desandar o caminho empreendido a partir dos governos liderados pelo comandante Chávez e hoje continuado pelo presidente Maduro. 
O processo de integração profunda em nosso continente nos mais diversos planos (cultural, social, político, econômico, tecnológico) é uma tarefa tão pendente como necessária. É imprescindível que um continente que possui as maiores reservas mundiais de água, petróleo, gás, minerais e que é grande produtor de alimentos, ou seja, que tem profundas bases materiais para aprofundar sua integração não o faça de uma vez, avançando para seu autentico desígnio histórico.Vemos para isso fundamental a atuação dos organizmos institucionais de integração: Mercosul, Unasul, Banco do Sul, Celac. Entedemos imprescindível continuar potencializando e desenvolvendo vários instrumentos como o Encontro Sindical Nossa América (ESNA).  É necessário também fortalecer o papel das organizações sindicais nacionais e supranacionais e dentro delas incentivar a participação dos jovens, propondo e militando para a conquista de reivindicações tanto como para elaborar um programa de desenvolvimento produtivo social e democrático da nossa América, que incorpore ao problema agrário, renovando a luta pela profunda e real reforma agrária, assim como os problemas de saúde, educação e moradia, um novo modelo de desenvolvimento social, os problemas de infraestrutura, a matriz energética etc. A reivindicação de reduzir a jornada de trabalho sem redução de salário é impostergável. 
É tarefa das organizações sindicais e políticas desenvolver a luta a favor da liberdade sindical, como também a luta pela ratificação, melhora permanente e implementação dos convênios coletivos de trabalho, no referente a salário e condições de trabalho, rechaçando o conceito de ultra-atividade tal qual é proposto pelos setores empresariais na OIT; reafirmamos o compromisso permanente com o trabalho digno, regularizado, formal e expressamos nossa preocupação já que estas condições muitas vezes onde menos se cumprem são nos setores dos jovens trabalhadores. 
O sindicalismo deve estar necessariamente voltado para a ação evitando o burocratismo e o estancamento ideológico e político; deve ser um instrumento que encabece a luta pelos direitos humanos em toda a amplitude do conceito, desde a necessidade de somar verdade e justiça dando luz ao ocorrido nas ditaduras dos anos 1960, 1970, como incorporando o que seja dado para chamar a nova agenda de direitos, contra a discriminação étnica, sexual, religiosa. 
Devemos trabalhar para a aproximação dos Estados por parte dos trabalhadores, segundo o conceito gramsciano, para que sua influência se traduza na regulação dos direitos laborais, maior orçamento para a educação, saúde, moradia, políticas sociais e culturais: devemos exigir e militar pelo cesse de toda a expressão de violência em nossos povos. 
Vemos que será útil a partir deste encontro a formação de uma mesa coordenadora da FSM de mulheres, vinculada a secretaria geral e a potenciação de uma mesa coordenadora de jovens nomeando responsáveis nacionais que trabalhem coordenando com o responsável regional e gerando intercâmbios permanente além de ratificar a importância destes encontros periódicos, especialmente entre os trabalhadores do Cone Sul.  
São as lutas política, social e cultural de nossos povos que poderão conquistar um novo continente, orientado para a felicidade de seus habitantes; está em nossos jovens ser a semente desta revolução possível e necessária.  
Moções 
Exigir o respeito à votação da ONU condenatória pelos 22 anos consecutivos do injusto bloqueio a Cuba e exigir a imediata libertação dos quatro patriotas cubanos presos nos Estados Unidos. 
Reivindicar o cesse da violência na Colombia, manifestar o apoio da FSM ao processo de diálogos de paz e reivindicar o cesse da perseguição aos dirigentes sindicais. 
Reivindicar a libertação sem dilatórias do companheiro Huber Ballesteros na Colômbia, como lutador porto-riquenho Oscar Lopez Rivera, o preso político mais antigo do continente. 
Repudiar a violência exercida contra os militantes sociais no Paraguai, reafirmando nossos compromisso especial com os sindicalistas dessa sofrida nação. 
Exigir o cessar da repressão para os militantes sociais também na Guatemala e Honduras. 
Exigir a saída dos Exércitos de ocupação do Haiti e o direito de autodeterminação dos povos. 
Expressar nossa preocupação pelos avanços da direita continental em nosso combate ideológico em seu intento de criminalizar a juventude e gerar a redução da maioridade penal. Os jovens na América dizemos não para a redução da maioridade penal e não a criminalização da juventude. 
Declarar o primeiro fim de semana de março de cada ano como Jornada Internacional de Ação de Jovens da FSM e nos comprometer a realizar manifestações, marchas, debates, etc. Nestes dias a partir do próximo ano. 
Ratificar nosso compromisso de organizar o próximo ano o terceiro encontro de jovens trabalhadores da FSM do Cone Sul e propões sua organização no Brasil.
Fonte: Portal CTB

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Todos à rua! Dia Internacional de Ação – 3 de outubro de 2013

Estimados colegas, militantes do movimento sindical classista,
Filiados e amigos da Federação Sindical Mundial,
Organizações sindicais em todos os continentes, trabalhadores, jovens,
A Federação Sindical Mundial convoca a todos a se unirem à chamada para o Dia Internacional de Ação 3 de Outubro, 2013. Protestos, marchas, greves, conferências e atividades serão organizadas em cada canto do mundo.
Unimos nossas vozes e mostramos nossa determinação na ação conjunta com nossos irmãos e companheiros em todo o mundo, marchando com entusiasmo por alimentos, água, livros, medicamentos e moradia para todos.
Para a Federação Sindical Mundial, uma vida digna pressupõe que todas estas demandas dos trabalhadores sejam resolvidas. Vida digna pressupõe que as massas populares tenham trabalho estável, um bom salário, boas aposentadorias, seguridade social pública, educação gratuita e pública. Um presente e futuro dignos significa trabalho estável conectado com o conhecimento.
Para o movimento sindical reformista, a consigna “trabalho decente” não passa de palavras; para a FSM “trabalho digno” tem um contexto concreto.
Exigimos a satisfação das necessidades básicas modernas da população. Uma demanda realista e aplicável, baseada nas habilidades produtivas da força de trabalho qualificada, nos recursos produtores de riqueza, na riqueza natural e mineral e no desenvolvimento científico e tecnológico que se amplia constantemente.
No há razão alguma para que exista pobreza, guerras imperialistas, destruição, tortura, a exploração capitalista, a privatização dos bens e recursos públicos, dos hospitais e do sistema educacional, além da voracidade cruel dos poucos capitalistas com a finalidade de lucro e os mecanismos e estados que apóiam tudo isso, causando sofrimento, escassez, altos preços e contaminação ambiental.
Os altos lucros seguem existindo e sobem durante a crise internacional capitalista, além da concorrência entre os capitalistas individuais ou grupos capitalistas, as fusões, o fechamento de empresas e indústrias, a transferência da produção para outros países com salários mais baixos ou direitos trabalhistas inexistentes, a maior exploração dos diversos setores da classe trabalhadora e o desemprego extremo em muitas partes do mundo.
É nosso futuro contra seus lucros!
Fonte: Portal FSM (Federação Sindical Mundial)

segunda-feira, 6 de maio de 2013

DECLARAÇÃO DA FSM PARA O 1º DE MAIO DE 2013: Não seremos os escravos do século XXI


A FSM chama todas as organizações sindicais do mundo para organizar, por ocasião do primeiro de maio de 2013, assembléias e atividades em todos os países de todos os continentes, em honra ao Dia Internacional dos Trabalhadores e dos mártires da classe trabalhadora. A FSM, com base na resolução da reunião do Conselho Presidencial de 7 a 8 de março de 2013 em Lima, Peru, propõe o lema: “CHICAGO NOS MOSTROU O CAMINHO”, que deverá ser utilizado junto com as respectivas consignas de cada organização sindical.
O movimento sindical internacional tem a grande responsabilidade de proteger e defender o Dia Internacional dos Trabalhadores dos esforços dos governos capitalistas, dos empresários e outras instituições e organizações não-governamentais que tentam eliminar esta data ou alterar completamente o seu significado.
O Primeiro de Maio é para a classe trabalhadora internacional um SÍMBOLO do valor insubstituível que os trabalhadores desempenham na sociedade e na produção, das mais importantes conquistas históricas, das vitórias da luta de classes e de que todos os direitos são resultado de sangrentas lutas. Nada foi dado aos trabalhadores.
O Primeiro de Maio é um DIA DE HOMENAGEM E MEMÓRIA dos mártires da classe trabalhadora que se sacrificaram em Chicago (1886) com as importantes e decisivas greves dos trabalhadores estadunidenses que reivindicavam 8 horas de trabalho, 8 horas de lazer e 8 horas de descanso, assim como a luta pela jornada de trabalho em muitos países de todo o mundo, antes e depois das greves de Chicago, ao longo da história até hoje da luta de classes. Rendemos homenagem aos mártires da classe trabalhadora que foram assassinados, torturados, presos, que foram vítimas de desaparecimentos forçados pelos governos anti-populares e anti-trabalhadores do Capital de todos os continentes.
O Primeiro de Maio é uma LIÇÃO PARA AS NOVAS GERAÇÕES, ao incluir os princípios da classe trabalhadora como o Internacionalismo Proletário, a Unidade de Classe, o valor insubstituível das lutas com Orientação de Classe.
O Primeiro de Maio é um dia de ação, especialmente quando a classe trabalhadora internacional se reúne nas ruas na luta contemporânea pelos direitos trabalhistas e sociais. Pelo direito de trabalhar menos horas com salários decentes, reivindicação que era realista nos anos 80 do século XIX e que não pode ser irreal com o progresso tecnológico do século XXI.
Hoje, enquanto o capitalismo se encontra em sua profunda crise e apresenta todas as facetas de seu rosto bárbaro, brutal e cruel, retirando todos os direitos da classe trabalhadora e dos setores populares.
Hoje, quando a concorrência entre os monopólios cria mais campos de batalha e novas intervenções imperialistas.
Hoje, quando a violência de Estado, a repressão às lutas sociais e trabalhistas e a violação da liberdade sindical recrudescem no plano internacional.
Mobilizemo-nos!
- Chicago ensinou o caminho!
- NÃO à escravidão capitalista contemporânea!
- Lutemos por um mundo sem exploração do homem pelo homem!
- O primeiro de maio, a FSM expressa sua solidariedade internacionalista com os povos de Cuba, Palestina, Síria, Líbano, Mali, Colômbia, Venezuela, etc.
O Secretariado da FSM.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte Texto: Portal da Federação Sindical Mundial

terça-feira, 10 de julho de 2012

CTB participa do Encontro do Cone Sul da Juventude da FSM

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) através de sua secretaria da Juventude participou do I Encontro do Cone Sul da Juventude da FSM, organizada pela Federação Sindical Mundial, através do seu capítulo argentino, entre os dias 29 e 30 de junho, na Argentina.
abertura matéria
A ideia, proposta em Porto Alegre no marco do Fórum Social Temático desse ano pela delegação do Sindicado do Couro do país platino, contou desde o início com o apoio da CTB, e desde então só ganhou força, culminando num exitoso encontro. Além de ter sido um qualificado espaço de debate, o I Encontro marca um momento histórico de intensificação da coordenação política entre as juventudes das entidades afiliadas à FSM no Cone Sul. Ressalte-se a ampliação da influência da FSM na Argentina e a construção unitária que caracterizou o processo de realização dessa primeira reunião de jovens sindicalistas no país irmão, fato que deve servir à contínua consolidação da juventude da FSM na América do Sul.
A abertura da atividade reuniu mais de cem participantes na Federação das Sociedades Galegas da Argentina, com a presença do Secretário da FSM para as Américas, o cubano Ramón Cardona,  com o brasileiro Paulo Vinícius Silva, Secretário de Juventude da CTB, representando o Comitê Internacional da Juventude da Federação, o uruguaio (maior delegação estrangeira presente) Leonardo Batalla  em nome do Encontro Sindical Nossa América (ESNA), o jornalista paraguaio Osvaldo Zayas, e, pela Argentina, Ernesto Trigo, do Sindicato do Couro, Victor Mendivil, Secretário Geral da Federação dos Trab. do Judiciário da  Argentina e Mário Alderete, da Corrente Nacional Agustín Tosco.
 O êxito da convocatória se percebeu desde a abertura, posto que o I Encontro superou as expectativas, contando, além de Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai, com a presença do Chile Cuba, Equador e México. Pelo Brasil, além da CTB, estiveram o Secretário de Juventude da Central Sindical de Profissionais, Marcelo Gonçalves e Gustavo Barbosa, da Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas.
fechamento
As intervenções tiveram a marca de saudar o bem sucedido processo de articulação da juventude da FSM na América Latina, palco das duas edições internacionais recentes da Conferência Internacional da Juventude ( Lima e Havana) e também dos Encontros sub-regionais centro americanos, e agora no Cone Sul. Todavia, as atenções se dirigiram sobretudo à fala do jovem jornalista Osvaldo Zayas, cujo informe sobre o golpe de Estado contra o governo democraticamente eleito de Fernando Lugo marcou o clima do I Encontro, com solidariedade inequívoca à luta do povo paraguaio pela democracia e pelo processo de mudanças.

Atílio Borón debate com a juventude da FSM
 A mesa de conjuntura, realizada no auditório do Sindicato do Couro, contou com a presença do Doutor em Ciência Política pela Universidade de Harvard e Sociólogo, Atílio Borón, professor da Universidade de Buenos Aires que por durante 9 anos foi Secretário Executivo do Conselho Latino Americano de Ciências Sociais (CLACSO), que em sua exposição abordou a crise capitalista, alertando para as movimentações militares e políticas dos estados Unidos e da Europa no contexto da crise e quanto ao cerco que se promove à  América Latina, tendo por um lado a Quarta Frota e as ilhas britânicas no Atlântico – sete no total, por isso a ocupação da última delas, as Malvinas Argentinas -  que se colocam diante da costa da América do Sul.
E pelo outro lado, as bases militares estadunidenses, claros sinais da cobiça do imperialismo sobre as imensas riquezas da América do Sul. A seguir, o Secretário Geral do Sindicato Único da Construção (SUNCA), o jovem operário Óscar Andrade interveio, colocando os desafios do movimento sindical classista na América do Sul em face da crise capitalista e das armadilhas colocadas ante a integração latino-americana.
 A plenária se dividiu em três comissões de trabalho, abordando a Crise Capitalista, a Integração Latino-Americana e a Agenda da Juventude da FSM, subsidiando com suas relatorias a Declaração Final do Encontro.
Atílio Borón
II Encontro da Juventude da FSM do Cone Sul será em Montevidéu
  As diversas organizações da região se mobilizarão para o Dia Internacional de Lutas que a FSM convoca para 03 de outubro com a consigna “Alimentos, água potável, livros, moradia, medicamentos para todos os(as) trabalhadores(as)”.  O I Encontro se somará às atividades de solidariedade ao povo paraguaio diante do Golpe de estado, e ampliará sua articulação sub-regional nesse sentido. A partir de agora, a cada ano, um país do Cone Sul sediará o Encontro da Juventude da FSM da sub-região, sendo que a segunda edição do evento ocorrerá em Montevidéu, Uruguai.
Outro passo no sentido da articulação da FSM foi a decisão de avançar para um maior convívio entre as organizações participantes através das redes sociais e do apoio às atividades conjuntas da juventude no interior dos ramos na região.
 O I Encontro finalizou com a entrega dos certificados às delegações e com um especial momento em que o Capítulo Argentino organizou uma apresentação de tango que cativou todos os presentes, regada a vinho e empanadas argentinas. O Capítulo da FSM da Argentina cumpriu com grande êxito seu papel, com a organização do I Encontro da Juventude da FSM do Cone Sul deu uma grande demonstração de unidade e compromisso com a luta da juventude classista e latino-americana.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Portal CTB 

Declaração no Dia Mundial do Refugiado

No Dia Mundial do Refugiado, 20 de Junho, aproveitou uma Oportunidade parágrafo lembrar uma POSIÇÃO fazer FSM Sobre OS Imigrantes, Refugiados e moradores de rua Expostos no "Pacto de Atenas", o diretor Documento do 16 º Congresso dos sindicatos: 
 A Imigração e hum fenómeno Que Diz Respeito à deslocação Geográfica de Parte da População. Na maioria dos CASOS, principalmente naqueles Que nsa dizem Respeito, como Razões Pará a deslocação São Económicas e Sociais, São principalmente Imigrantes Econômicos. Ou entao, São Razões Políticas e Económicas Ou ainda Refugiados Políticos de São. Em QUALQUÉR CASO, Aproximadamente 200 milhoes de PESSOAS São exilados, permanent OU periodicamente, À Procura de Trabalho, ea atual Crise ira CRIAR Novas Vagas de Imigrantes.
 Os Imigrantes representam uma Parte Mais duramente explorada da classe trabalhadora, São fáceis de Ser conduzidos, e OS Mais vulneráveis ​​AO terror, PRESSAO parágrafo nao si organizarem los sindicatos, com receio de afirmação.
 No Quadro real, SO Imigrantes Que entram Num País aceitam OS Trabalhos rejeitados Pela População indígena. Como condições de Trabalho terríveis São rotineiras. O Medo De dA ameaça deportação E frequentemente utilizado pelos patrões. OS Imigrantes São Elementos vitimas De Aventureiros de e perigosos ¿Qué consideram OS SEUS Papéis de legalização Como Jogos, algoritmos Que de Todos os estados, e nao de forma aleatória, atrasam, negam OU pedem Valores exorbitantes Pará legalizar mínimos Imigrantes ¿Qué trabalham nsa paises SEUs. Racismo e xenofobia, Ataques e ameaças fazem Parte da Vida in TODAS como Sociedades capitalistas Que exploram o fenómeno da Imigração Como UMA Causa e bode expiatório das consequencias
das Políticas impopulares ea necessidade de fazer Lucro de capital.
 Com Efeito, a mao-de-obra imigrante comeu e utilizada nd Legislação Internacional, Como nd Europa com uma directiva Bolkstein, etc Como de Uma Bola NAS patrões Mãos dos. Sempre existe Que hum Crescimento Económico, ea mao-de-obra, OU OU Quantitativa qualitativamente nao Chega Pará como Necessidades dos monopólios Nacionais OU multinacionais, existe hum aumento do do Fluxo de Imigrantes, legal OU ilegalmente, muitas Vezes com Acordos Entre Estados OU SEM mesmo eles.
 Na maioria dos CASOS, OS Acordos salariais São violados e OS Imigrantes auferem baixos salarios Mais, Por Vezes comeu ABAIXO fazer Salário Mínimo; nao ma Direitos laborais, Seguro OU Cuidados de Saúde. Os Imigrantes São frequentemente vitimas de ameaças e intimidações e NEM estao a par dos Direitos SEUS in CADA País de Acolhimento, OU Como Contactar com o Movimento Sindical.
 Por exemplo a não Japão, Cujo Desenvolvimento juntamente com uma taxa baixa de natalidade, uma Entrada de Trabalhadores qualificados Caracteristica foi. Tambem nd Austrália, devido à Falta de Mão-de-obra qualificada Durante uma Década passada, houve hum grande Fluxo de Trabalhadores Imigrantes OU Trabalhadores Que estiveram temporariamente Nesse País, parágrafo suprir como Necessidades de Desenvolvimento capitalista Dos monopólios transnacionais.
 Nalguns paises do Golfo, POR Exemplo, nsa EUA, Arábia Saudita, Qatar, etc, OS Imigrantes Econômicos São PESSOAS SEM Direitos. N º s EUA, como Grandes Lutas dos Imigrantes mostram uma Dimensão e Gravidade do do Problema.
 Noutros CASOS, EM condições De recessão eletrônicos Intensidade De Ataques impopulares contra OS Direitos dos Imigrantes Eo esforço concomitante De custódio reduzir mínimos do Trabalho, SO Imigrantes tornam-SE redundantes e São escorraçados.
 Na Europa, o Caso da França e Mais o flagrante. França FOI Durante Décadas hum Poder colonialista imperialista com Conquistas predatórias in Quase Metade do Continente africano. Os Ricos Depósitos de África alimentaram O Crescimento da França, o País não Opaco Passado FOI considerado o "motor do Capitalismo". Como Vagas de Imigrantes das colónias Africanas à "catedral" ERAM HÁ Muito esperadas. A Década Ultima Que modelou uma Realidade Política do Governo Francês parágrafo ESTA População de gueto vai-SE agravando de dia par dia.
A Europa tornou-SE UMA "fortaleza murada", com atitude Uma "Quase policial" e "securitária" em Relação EAo Imigrantes, in Vez de adoptar Políticas de Inclusão e Solidariedade.
 Globalmente, o dominio Absoluto do imperialismo, OS governos Europeus, o Banco Mundial EO FMI, Anos Durante Trinta, criaram Grandes Vagas de Imigração Vindas de África. Outro grande Problema e o da Migração internacional, Que nalguns paises, especialmente nsa Grandes, e de suma importância e parecida com o Fluxo de Migração global. Por exemplo a, Na Índia, "migrantes intra-Estaduais" com São chamados, recebem o mesmo Tratamento dos patrões Como OS OUTROS Imigrantes e São vitimas de racismo e xenofobia.
 Juntamente com OS sepulturas Problemas dos Imigrantes, temos tambem Que tratar o Problema da Falta de Abrigo. N º s EUA, Europa e Ásia, a Crise Económica e uma Causa Que Leva muitos Trabalhadores perder um como casas SUAS. São Os Sem-Abrigo, um Dormir NAS Ruas de Pontes e debaixo das Nações.
 A Federação Sindical Mundial, com uma Autoridade da SUA POSIÇÃO Internacionalista Só PoDE responder: Trabalhadores São Trabalhadores, Quer vivam no País Onde nasceram e donde Vem Ou não, devem ter sistema operacional mesmos Direitos laborais de e Sociais Trabalhadores ¿Qué Sistemas Operacionais Pais. Os Contratos colectivos devem Ser respeitados para Todos OS Trabalhadores. Com ESTA exigência, SO Imigrantes nao Serao Usados ​​Como Armas de arremesso contra Conquistas como fazer Movimento laboral, NEM Serao vitimas dos patrões. A FSM Luta com uma Solidariedade Internacionalista Pela Unidade dos Trabalhadores, independentemente da SUA cor, Raça, género, nacionalidade, Origem. Damos Prioridade à Luta Contra a TODAS xenofobia, o racismo e discriminação, Exclusão, como Teorias fascistas. Tentamos garantir Que OS Imigrantes participem activamente no Movimento laboral e sindical, com Direitos iguais EAo aplicados EAo Trabalhadores Nacionais OE de poderem Ser eleitos.CADA Federação Sindical de Classe DEVE TER de Uma comissão de Imigrantes Pará de resposta como Necessidades específicas dos Trabalhadores Migrantes in termos de Trabalho e Estatuto legais de e outras Necessidades Sociais Culturais e.
 A FSM TEM TODAS respondido uma Estás QUESTÕES nao Só organizando como Actividades SUAS proprias, MAS agindo activamente, realizando Palestras, intervenções e Actividades in TODAS como Organizações INTERNACIONAIS (UNESCO, OIT e Nações Unidas). A Nossa Intervenção nestas Organizações PoDE e DEVE Ser Mais INTENSA.
Um Exige EFM uma Abolição de TODAS como colares e regulamentos anti-Imigrantes, um Abolição fazer "aluguer de Trabalhadores" Que Lembra uma Idade Média ea escravatura.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Portal da Federação Sindical Mundial(FSM)