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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Refugiados burundineses enfrentam difícil dilema: ficar em campos superlotados ou retornar para incerteza

Em 7 de setembro um comboio com 301 refugiados do campo de Nduta, na Tanzânia, retornou para o Burundi, com mais burundineses chegando nos dias que se seguiram. No total, 12.000 inscreveram-se para o retorno voluntário este ano. Apesar de não serem os primeiros a retornar, o número é grande; e seu retorno foi organizado pelos governos do Burundi e da Tanzânia com a Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (UNHCR).
Em 7 de setembro um comboio com 301 refugiados do campo de Nduta, na Tanzânia, retornou para o Burundi, com mais burundineses chegando nos dias que se seguiram.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Outubro bate recorde como mês que teve maior fluxo de refugiados para Europa em 2015

Segundo Acnur, outubro também teve quase o mesmo número de pessoas que tentavam chegar à UE pelo Mediterrâneo em relação a todo o ano de 2014
O número de refugiados e imigrantes que cruzaram o mar Mediterrâneo para chegar à Europa em outubro superou o total acumulado em todos os meses de 2015 até setembro, anunciou nesta segunda-feira o Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados).

terça-feira, 10 de julho de 2012

Declaração no Dia Mundial do Refugiado

No Dia Mundial do Refugiado, 20 de Junho, aproveitou uma Oportunidade parágrafo lembrar uma POSIÇÃO fazer FSM Sobre OS Imigrantes, Refugiados e moradores de rua Expostos no "Pacto de Atenas", o diretor Documento do 16 º Congresso dos sindicatos: 
 A Imigração e hum fenómeno Que Diz Respeito à deslocação Geográfica de Parte da População. Na maioria dos CASOS, principalmente naqueles Que nsa dizem Respeito, como Razões Pará a deslocação São Económicas e Sociais, São principalmente Imigrantes Econômicos. Ou entao, São Razões Políticas e Económicas Ou ainda Refugiados Políticos de São. Em QUALQUÉR CASO, Aproximadamente 200 milhoes de PESSOAS São exilados, permanent OU periodicamente, À Procura de Trabalho, ea atual Crise ira CRIAR Novas Vagas de Imigrantes.
 Os Imigrantes representam uma Parte Mais duramente explorada da classe trabalhadora, São fáceis de Ser conduzidos, e OS Mais vulneráveis ​​AO terror, PRESSAO parágrafo nao si organizarem los sindicatos, com receio de afirmação.
 No Quadro real, SO Imigrantes Que entram Num País aceitam OS Trabalhos rejeitados Pela População indígena. Como condições de Trabalho terríveis São rotineiras. O Medo De dA ameaça deportação E frequentemente utilizado pelos patrões. OS Imigrantes São Elementos vitimas De Aventureiros de e perigosos ¿Qué consideram OS SEUS Papéis de legalização Como Jogos, algoritmos Que de Todos os estados, e nao de forma aleatória, atrasam, negam OU pedem Valores exorbitantes Pará legalizar mínimos Imigrantes ¿Qué trabalham nsa paises SEUs. Racismo e xenofobia, Ataques e ameaças fazem Parte da Vida in TODAS como Sociedades capitalistas Que exploram o fenómeno da Imigração Como UMA Causa e bode expiatório das consequencias
das Políticas impopulares ea necessidade de fazer Lucro de capital.
 Com Efeito, a mao-de-obra imigrante comeu e utilizada nd Legislação Internacional, Como nd Europa com uma directiva Bolkstein, etc Como de Uma Bola NAS patrões Mãos dos. Sempre existe Que hum Crescimento Económico, ea mao-de-obra, OU OU Quantitativa qualitativamente nao Chega Pará como Necessidades dos monopólios Nacionais OU multinacionais, existe hum aumento do do Fluxo de Imigrantes, legal OU ilegalmente, muitas Vezes com Acordos Entre Estados OU SEM mesmo eles.
 Na maioria dos CASOS, OS Acordos salariais São violados e OS Imigrantes auferem baixos salarios Mais, Por Vezes comeu ABAIXO fazer Salário Mínimo; nao ma Direitos laborais, Seguro OU Cuidados de Saúde. Os Imigrantes São frequentemente vitimas de ameaças e intimidações e NEM estao a par dos Direitos SEUS in CADA País de Acolhimento, OU Como Contactar com o Movimento Sindical.
 Por exemplo a não Japão, Cujo Desenvolvimento juntamente com uma taxa baixa de natalidade, uma Entrada de Trabalhadores qualificados Caracteristica foi. Tambem nd Austrália, devido à Falta de Mão-de-obra qualificada Durante uma Década passada, houve hum grande Fluxo de Trabalhadores Imigrantes OU Trabalhadores Que estiveram temporariamente Nesse País, parágrafo suprir como Necessidades de Desenvolvimento capitalista Dos monopólios transnacionais.
 Nalguns paises do Golfo, POR Exemplo, nsa EUA, Arábia Saudita, Qatar, etc, OS Imigrantes Econômicos São PESSOAS SEM Direitos. N º s EUA, como Grandes Lutas dos Imigrantes mostram uma Dimensão e Gravidade do do Problema.
 Noutros CASOS, EM condições De recessão eletrônicos Intensidade De Ataques impopulares contra OS Direitos dos Imigrantes Eo esforço concomitante De custódio reduzir mínimos do Trabalho, SO Imigrantes tornam-SE redundantes e São escorraçados.
 Na Europa, o Caso da França e Mais o flagrante. França FOI Durante Décadas hum Poder colonialista imperialista com Conquistas predatórias in Quase Metade do Continente africano. Os Ricos Depósitos de África alimentaram O Crescimento da França, o País não Opaco Passado FOI considerado o "motor do Capitalismo". Como Vagas de Imigrantes das colónias Africanas à "catedral" ERAM HÁ Muito esperadas. A Década Ultima Que modelou uma Realidade Política do Governo Francês parágrafo ESTA População de gueto vai-SE agravando de dia par dia.
A Europa tornou-SE UMA "fortaleza murada", com atitude Uma "Quase policial" e "securitária" em Relação EAo Imigrantes, in Vez de adoptar Políticas de Inclusão e Solidariedade.
 Globalmente, o dominio Absoluto do imperialismo, OS governos Europeus, o Banco Mundial EO FMI, Anos Durante Trinta, criaram Grandes Vagas de Imigração Vindas de África. Outro grande Problema e o da Migração internacional, Que nalguns paises, especialmente nsa Grandes, e de suma importância e parecida com o Fluxo de Migração global. Por exemplo a, Na Índia, "migrantes intra-Estaduais" com São chamados, recebem o mesmo Tratamento dos patrões Como OS OUTROS Imigrantes e São vitimas de racismo e xenofobia.
 Juntamente com OS sepulturas Problemas dos Imigrantes, temos tambem Que tratar o Problema da Falta de Abrigo. N º s EUA, Europa e Ásia, a Crise Económica e uma Causa Que Leva muitos Trabalhadores perder um como casas SUAS. São Os Sem-Abrigo, um Dormir NAS Ruas de Pontes e debaixo das Nações.
 A Federação Sindical Mundial, com uma Autoridade da SUA POSIÇÃO Internacionalista Só PoDE responder: Trabalhadores São Trabalhadores, Quer vivam no País Onde nasceram e donde Vem Ou não, devem ter sistema operacional mesmos Direitos laborais de e Sociais Trabalhadores ¿Qué Sistemas Operacionais Pais. Os Contratos colectivos devem Ser respeitados para Todos OS Trabalhadores. Com ESTA exigência, SO Imigrantes nao Serao Usados ​​Como Armas de arremesso contra Conquistas como fazer Movimento laboral, NEM Serao vitimas dos patrões. A FSM Luta com uma Solidariedade Internacionalista Pela Unidade dos Trabalhadores, independentemente da SUA cor, Raça, género, nacionalidade, Origem. Damos Prioridade à Luta Contra a TODAS xenofobia, o racismo e discriminação, Exclusão, como Teorias fascistas. Tentamos garantir Que OS Imigrantes participem activamente no Movimento laboral e sindical, com Direitos iguais EAo aplicados EAo Trabalhadores Nacionais OE de poderem Ser eleitos.CADA Federação Sindical de Classe DEVE TER de Uma comissão de Imigrantes Pará de resposta como Necessidades específicas dos Trabalhadores Migrantes in termos de Trabalho e Estatuto legais de e outras Necessidades Sociais Culturais e.
 A FSM TEM TODAS respondido uma Estás QUESTÕES nao Só organizando como Actividades SUAS proprias, MAS agindo activamente, realizando Palestras, intervenções e Actividades in TODAS como Organizações INTERNACIONAIS (UNESCO, OIT e Nações Unidas). A Nossa Intervenção nestas Organizações PoDE e DEVE Ser Mais INTENSA.
Um Exige EFM uma Abolição de TODAS como colares e regulamentos anti-Imigrantes, um Abolição fazer "aluguer de Trabalhadores" Que Lembra uma Idade Média ea escravatura.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Portal da Federação Sindical Mundial(FSM)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Somália - Reino Unido cogita atacar piratas e insurgentes islâmicos


O governo do Reino Unido e os de outros países europeus analisam a possibilidade de atacar pontos estratégicos e campos de treinamento de grupos islâmicos insurgentes e piratas na Somália, segundo o diário britânico The Guardian.
As atividades destes grupos têm preocupado o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, principalmente porque mais de 200 estrangeiros estiveram em campos de treinamento do grupo al-Shabaab nos últimos seis anos, sendo 40 deles britânicos.










O grupo luta contra a tentativa de transição governamental na Somália, apoiada pelo Ocidente, além de ter laços com a organização terrorista al-Qaeda.
A Somália, chamada por Cameron de “Estado falido que ameaça diretamente os interesses do Reino Unido”, será o tema de uma conferência em Londres nesta quinta-feira 23. Na reunião, o governo britânico deve anunciar a doação de 20 milhões de libras (cerca de 53 milhões de reais) para as regiões mais degradas do país a fim de ajudar na reabertura de escolas e hospitais.
O interesse em conter a ação dos piratas e insurgentes ganhou a atenção dos britânicos que vão destinar ajuda também a 150 mil refugiados somalis que foram para o Quênia e 100 mil para a Etiópia, além de um novo centro de inteligência em Seicheles.
A opção por um viés militar seria com uma operação aérea e contaria com planos nos últimos dois anos da coalização internacional que lidera o combate aos piratas.
O planejamento inclui também atacar regiões nas quais a  al-Shabaab e piratas coexistem, por meio de poucos helicópteros armados que partiriam de navios de guerra.
A iniciativa, aponta o Guardian, poderia despertar o interesse da Holanda, França e Estados Unidos. Os norte-americanos, inclusive, já atacaram com aviões teleguiados membros da al-Shabaab na Somália.
Riqueza
Um estudo do think-tank britânico Chatham House, divulgado em janeiro de 2012, mostra que centros regionais somalis foram beneficiados por investimentos bancados pela pirataria. O levantamento analisou imagens de satélite e dados de ONGs.
Em 2009, indica o relatório, os piratas receberam cerca de 70 milhões de dólares em pagamentos de resgates, cerca de cinco vezes mais que o orçamento oficial de regiões semiautônomas, como Puntland, importante base de piratas.
O estudo mostra também que apenas cerca de 30% do resgate fica com os piratas, 10% vai para auxiliares em terra, 10% é gasto em presentes e subornos para a comunidade local e 50% fica com os patrocinadores e financiadores.

Fonte texto: A Carta Capital