O evento de Rock Facada Fest promovido em Belém - PA, foi atacado pelo Ministro Sergio Moro.
Abaixo segue nota da organização do evento.
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020
sexta-feira, 11 de outubro de 2019
Emocionante: Preta Ferreira fala em liberdade após prisão política de 108 dias
"Só me deram mais força, eu conheci outro mundo. Eu conheci outras mulheres que, assim como eu, estão ali devido ao país que a gente vive: racista, machista, opressor", declarou Preta Ferreira ao sair do presídio
A apresentadora, cantora e ativista Preta Ferreira foi liberada na noite desta quinta-feira (10) em razão do deferimento de habeas corpus por parte do Tribunal de Justiça de São Paulo. Preta estava presa de forma arbitrária desde 24 junho junto a seu irmão, Sidney, que também deve ser liberado nesta noite.
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Como as maiores empresas de tecnologia estão silenciosamente cerceando a liberdade de expressão no Oriente Médio
Após o atentado ao Charles Hebdo, em janeiro de 2015, um dos fundadores do Facebooke CEO da empresa, Mark Zuckerberg, postou uma mensagem refletindo sobre religião, liberdade de expressão e a linha editorial controversa da revista.
segunda-feira, 25 de julho de 2016
São Tomé e Príncipe vai ter segunda volta nas eleições presidenciais
A Comissão de Eleições Nacional (CEN) Santomense deixou em aberto, numa nota oficial enviada à imprensa, a segunda chamada às urnas dos eleitores a fim de elegerem o novo Presidente da República. A data para a segunda volta não está ainda definida.
terça-feira, 19 de julho de 2016
“Versão brasileira” do WhatsApp ganha função de streaming ao vivo
Quem vê o nome ZapZap logo pensa que se trata de brincadeira, mas a verdade é outra. Nesta semana, os desenvolvedores da chamada “versão brasileira do WhatsApp” expandiram ainda mais seu rol de funcionalidades e adicionaram uma opção que permite aos usuários realizarem streaming ao vivo, de forma semelhante ao Periscope, por exemplo.
sábado, 5 de dezembro de 2015
As mulheres e as facções: o outro lado do complexo mundo das gangues na América Central
O movimento das facções (ou bandos), que representa uma porcentagem importante da violência que assola Guatemala, El Salvador e Honduras (região conhecida comotriângulo norte), ganha cores ainda mais complexas quando vista a presença das mulheres.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Perguntei a Deus se ela concordava com o casamento gay
Na TV, um suposto representante de Deus na Terra diz que o casamento entre pessoas do mesmo sexo nunca se tornará lei no país porque “o Brasil é de Deus'' e ele não aceitará essa pouca vergonha.
sábado, 11 de abril de 2015
América Latina avançou e mostrou que pode ir além, afirma Dilma
Em pronunciamento, durante I Sessão Plenária da Cúpula das Américas, na Cidade do Panamá, a presidente Dilma Roousseff enfatizou o empenho do governo em retomar o crescimento e voltou a salienta que, para "avançar em direção ao desenvolvimento", os países da América Latina têm na educação uma das maiores alavancas para conseguir dar "um passo adiante".
Dilma defendeu que há quatro temas fundamentais para discussão: segurança, educação, migrações e as mudanças climáticas.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
E padre seria bom marido?
Assume relevo a questão do celibato sacerdotal, enquanto crescem os sinais de mudança
A questão do celibato eclesiástico é antiga e controvertida. Tema de debate entre teólogos, bem como fofoca de gente comum.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Grupo islâmico declara califado no Iraque
Grupo ISIS declara califado na área sob seu controle, enquanto governo do Iraque tenta retomar Tikrit com ofensiva de blindados e artilharia.
IraqueGrupo ISIS declara "califado" na área sobre seu controle, enquanto o governo do Iraque tenta retomar Tikrit com ofensiva de blindados e artilharia. Um “califa” (no caso o líder do ISIS, Abu Bakr al- Baghadi) é um governante considerado sucessor do profeta Maomé.
Facebook e a manipulação de mentes
Ele já sabe se você está solteiro ou em um relacionamento; a primeira escola onde estudou; se ama ou odeia Justin Bieber. Mas agora o Facebook, a maior rede social do mundo, está enfrentando uma tempestade de protestos ao se revelar que descobriu como fazer usuários se sentirem mais tristes ou felizes, com apenas alguns toques no teclado.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Agências humanitárias da ONU definem situação no Iraque como caótica
Acnur registrou mais de 50 milhões de refugiadosno mundo em 2013; temor é que número aumente com conflitos
Agências humanitárias da ONU (Organização das Nações Unidas) definiram nesta sexta-feira (20/06) a situação no Iraque como "caótica". De acordo com o órgão, são dezenas de milhares de deslocados internos que não podem ser ajudados, aumentando o temor do pelo número de refugiados diante da ampliação dos conflitos internos.quinta-feira, 15 de maio de 2014
EUA aprovam novas regras contra a neutralidade de rede
Proposta aprovada pela comissão permite que provedores vendam para empresas acesso a um tráfego mais rápido na rede, ferindo o conceito de neutralidade
A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês, órgão regulador da área de telecomunicações e radiodifusão) aprovou nesta quinta-feira, 15, a proposta do chefe da comissão, Tom Wheeler, para novas regras sobre a neutralidade da internet no país.
A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês, órgão regulador da área de telecomunicações e radiodifusão) aprovou nesta quinta-feira, 15, a proposta do chefe da comissão, Tom Wheeler, para novas regras sobre a neutralidade da internet no país.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Neonazista que enforcou mendigo recebe liberdade
Justiça permite liberdade a neonazista preso após enforcar morador de rua. Juíza Raquel Vasconcelos Alves de Lima concedeu alvará de soltura para Donato Di Mauro
Os advogados de Antônio Donato Baudson Peret, conhecido como Donato Di Mauro, de 25 anos, devem acompanhar os procedimentos que irão possibilitar a saída do neonazista detido na Penitenciária de Segurança Máxima Nelson Hungria, em Contagem. A juíza da 9ª Vara Criminal da Justiça Federal de Belo Horizonte, Raquel Vasconcelos Alves de Lima, concedeu o alvará de soltura para o jovem nesta quarta-feira (23).
Em abril deste ano, a Polícia Civil prendeu o auxiliar de ourives no interior de São Paulo. Ele saiu da Capital mineira após a repercussão de uma postagem feita em seu perfil no Facebook que chamou a atenção das autoridades. Donato divulgou uma foto na qual aparecia enforcando um morador de rua negro na Savassi. Na legenda da imagem, o rapaz justificava dizendo que o homem agredido era usuário de drogas.
Marcus Vinícius Garcia Cunha, de 26 anos, e João Matheus Vetter de Moura, de 20, acabaram sendo detidos em Belo Horizonte na mesma operação, suspeitos de integrarem o grupo do qual Donato fazia parte. Nos perfis mantidos pelos três em redes sociais foram identificadas diversas mensagens de ódio com conteúdo racista e nazista. Eles ainda são acusados de participação em agressões e ameaças contra hippies, homossexuais, moradores de rua e negros em Belo Horizonte.
Em outubro, João Matheus foi solto após cumprir um mandato de prisão temporária de dez dias. Já Marcus Cunha conseguiu sair da Penitenciária de Segurança Máxima Nelson Hungria na semana passada, quando a Justiça concedeu um habeas corpus ao acusado.
Eles respondem a processos por formação de quadrilha, racismo e divulgação do nazismo.
Fonte: Pragmatismo Político
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Campanha da Lei da Mídia Democrática será intensificada em outubro
No mês da democratização da comunicação, as entidades do movimento social organizarão debates, atos e coleta de assinaturas
O momento central as atividades em todo país acontecerá entre os dias 14 e 20, na Semana pela Democratização da Comunicação, com a coleta de assinaturas e mobilização nos estados. As entidades do FNDC se comprometeram a promover, em parceria om os movimentos sociais que apoiam a campanha Para Expressar a Liberdade, debates, atos e atividades para a coleta de assinaturas do projeto de lei. Na semana, a campanha deverá ser lançada nos estados que ainda não tiveram atos oficiais.
Os comitês devem se organizar para fazer atividades periódicas de coleta das assinaturas para além da semana da democratização, explica Rosane Bertotti, Coordenadora Geral do FNDC. Segundo ela, as entidades parceiras do Fórum também assumiram o compromisso de retomar os grupos de trabalho da campanha. “Dentro das ações, vamos ampliar a cobrança pública junto ao Governo Federal para receber o movimento e apoiar a bandeira do marco regulatório das comunicações”, terminou a coordenadora.
Ficou definido ainda que o FNDC proponha à coordenação da campanha “Para Expressar a Liberdade” uma videoconferência para envolver os estados em um balanço das ações da Semana da Democratização da Comunicação, e discussão de novas agendas da mobilização, além de nova plenária da Campanha.
Outubro de 2012
No ano passado, organizações sociais debateram, na Câmara dos Deputados, liberdade de expressão e marco regulatório das comunicações. A audiência foi organizada pela Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o
Direito à Comunicação Participação Popular (FrentCom) em parceria com a coordenação da campanha “Para Expressar a Liberdade”. Há época, o projeto da Lei da Mídia Democrática ainda não havia sido lançado pelas entidades do movimento social.
Após a audiência, manifestantes caminharam até a sede do Ministério das Comunicações para protestar contra o silêncio do governo em relação à questão da democratização no país e apresentar à população as propostas em que se baseia a campanha "Para Expressar a Liberdade” para a construção de um novo marco legal. Em um ato público que chamaram de "escracho", placas foram fincadas em frente ao prédio do órgão, com dizeres sobre os direitos de comunicação da sociedade brasileira.
Ainda em outubro, em São Paulo, houve ato contra as ações da SIP quando manifestantes exigiram a democratização da comunicação. Também foi realizado debate “Contraconferência - liberdade de expressão na América Latina: de que lado está a SIP?”, com a participação de pesquisadores e ativistas da Argentina, Equador, Peru, Uruguai e Brasil, e que foi tramsmitido pela PosTV.
Dentre outras ações, adolescentes e jovens de pelo menos 15 cidades brasileiras participaram do Dia "C” – Dia da Juventude Comunicativa , um conjunto de atividades para chamar a atenção pela necessidade de alterações na legislação de comunicação do país. A ação foi organizada pela Renajoc.
Fonte: Portal do FNDC
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Uma abertura para as mulheres afegãs
Duas bombas explodiram na quarta-feira 7 de março em Herat, cidade do Afeganistão que abrigou o primeiro Festival de Cinema Internacional de Mulheres, o Herat International Women’s Film Festival (leia mais AQUI). As explosões aconteceram próximo ao aeroporto da cidade e foram ouvidas durante o festival. O incidente fez a organização considerar o cancelamento do evento. Temia que fosse uma tentativa de represália. Não era. Soube-se mais tarde que as explosões não tinham relação com o festival, mas a tensão que se instalou por algumas horas mostra um pouco sobre a realidade das afegãs. República Islâmica recente, o país vive um contexto de forte opressão de gênero. Ali, 80% das mulheres não têm acesso aos estudos, o que naturalmente se estende para o acesso e a produção de arte.

“Herat International Women’s Film Festival” permitiu que as próprias mulheres falassem de seus problemas. Foto: Divulgação
O Festival seguiu por três dias com seus 17 filmes, que passavam por tabus e violência doméstica, sendo 10 deles produzidos no Afeganistão. Uma das organizadoras do evento Guissou Jahangiri fala aCartaCapital do objetivo de dar a oportunidade das mulheres falarem por elas próprias. “Sentíamos a necessidade de ver as mulheres falando sobre os problemas delas aqui no Afeganistão”, diz Guissou.
Dentre os documentários, histórias de lutas cotidianas com as quais outras jovens de diferentes partes do mundo poderiam se identificar, como a tentativa de se engajar politicamente ou se tornar uma atriz profissional, mas que trazem como peculiaridade um plano de fundo de extrema violência: recorrentes abusos sexuais, maridos e pais viciados em drogas, o julgamento moral da sociedade machista e o descaso da lei, que não interfere em favor das mulheres.
Guissou é diretora executiva da Armanshahr Foundation, uma organização não governamental fundada há cerca de 15 anos que milita pelos direitos humanos na Ásia. A fundação organizou este primeiro festival de modo que ele não fosse uma competição, mas uma celebração da produção de arte que envolve a mulher.
Os filmes não são 100% produzidos por mulheres, mas todos englobam a temática da repressão do gênero. Icy Sun, dirigido pelo afegão Ramin Mohammadi, traz o dilema de uma jovem que sonha em ser atriz, mas tem de cuidar do marido envolvido com drogas. “Nesse filme nós vemos como é difícil para uma mulher afegã ser atriz, quando tudo que ela quer é atuar”. A protagonista é abusada e agredida em seu caminho, que em outros lugares não seria tão penoso. O diretor, que estudou arte no Afeganistão e na Coréia do Sul diz que o cinema é a linguagem que ele encontrou para se identificar com o mundo que o cerceia. “É uma porta para o desconhecido, para os homens perdidos. Uma maneira de encontrar belezas”.
Guissou explica que a oportunidade é única, com o mercado de filmes e documentários no Afeganistão em ascensão. Filmes iraquianos e indianos, gravados na mesma língua falada pelos afegãos, fazem sucesso no país.
A luta das mulheres não é só no Afeganistão, mas a preocupação do evento – que está previsto para acontecer anualmente – é que as afegãs saibam que não estão sozinhas. “Do Brasil até Cabul, passando pela China, a opressão às mulheres é um problema mundial. É bom que tenhamos uma experiência internacional aqui, que se permita a troca de experiência entre diferentes documentaristas e o mais importante: que se saiba que a comunidade internacional se importa.”
Sobre os tabus abordados, ela diz que os filmes não têm como fugir de temas delicado, se considerado a própria violência é vista como um tabu. O processo é velado e acobertado por uma sociedade machista que constantemente questiona a honra de suas mulheres. Com uma população relativamente jovem – 67% estão abaixo dos 30 anos, segundo relatórios da própria Armanshahr Foundation -, o país passa por um processo gradativo de fortalecimento da democracia e dos direitos humanos.
A sombra do TalibãAté o final de 2014, as forças internacionais deixarão o Afeganistão por completo. Isso tem gerado um clima de incerteza quanto ao futuro do país, já que há mais de dez anos a ONU mantém a Força Internacional de Assistência para Segurança, da qual participaram mais de 40 países, anunciada em dezembro de 2001.
O medo de que o Talibã retome suas forças é real, ainda maior com o início de retirada das tropas. Barack Obama anunciou em 2011 a retirada de 34 mil soldados norte-americanos, que deve ser concluída nos próximos doze meses. França e Inglaterra seguiram o exemplo e também anunciaram que retirarão seus contingentes.
O terror imposto pelo Talibã gerou milhares de refugiados, que agora retornam gradativamente para a terra natal. Segundo dados da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), nos últimos dez anos cerca de 5,7 milhões de afegãos retornaram ao Afeganistão. Ainda assim, cerca de 2,7 milhões se mantém como refugiados.
O festival propõe a abordagem da questão, feita com cuidado no filme Light Breez, Memories of an Immigrant Girl. A produção é inspirada na biografia da própria diretora e roteirista Sahraa Karimi, que quando jovem se refugiou com a família. O filme mostra as experiências de seu primeiro ano como refugiada em um novo país. “Um terço de nossos refugiados estão desabrigados ao redor do mundo. É algo sobre o qual queremos refletir também”, diz Guissou.
Na era pós-talibã, apesar da criação de novos órgãos para a proteção dos direitos das mulheres, elas continuam a suportar violações graves e a violência contra mulheres e meninas permaneceu generalizada. “A Armanshahr Fundação reitera suas chamadas à comunidade internacional para reforçar o apoio para o futuro do Afeganistão”, explicita a organização, destacando que os mecanismos para assegurar os direitos das mulheres não podem ser usados como moeda de barganha nas negociações de paz, mas devem ser priorizados de acordo com as obrigações internacionais.
RecepçãoGuissou conta que a recepção tem sido positiva até o momento. “A sociedade ficou apreensiva no começo, era possível notar isso no clima. Há um certo perigo, claro, nós tivemos que ter cuidado com os filmes que escolhemos, porque não podem ter linhas não lidas”, diz ela, que afirma estar surpresa com a cobertura da mídia, que reportou bastante sobre o festival e suas implicações. “ Falei com pessoas no Irã que também ficaram muito surpresas com o entusiasmo que geramos aqui”.
Ela espera que o festival se consolide e ganhe cada vez mais espaço. “Isso é só o começo. Ainda temos muitas linhas que as mulheres não podem cruzar, mas esse é um começo da expressão das mulheres em olhar para dentro de si mesmas”. Até agora não há previsão para estreia dos filmes no Brasil.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: A Carta Capital
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Marilena Chauí participa de lançamento da campanha nacional pela democratização da comunicação
No dia 27 de agosto, data em que o Código Brasileiro de Telecomunicações completa 50 anos, ocorrerá em São Paulo o lançamento da Campanha Nacional por Liberdade de Expressão Para Todos e por um Novo Marco Regulatório das Comunicações. Às 17h, está programado um ato lúdico em frente à prefeitura e caminhada até o Teatro Municipal. Às 19h, a filósofa e professora da Universidade de São Paulo (USP) Marilena Chauí e a coordenadora do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) Rosane Bertotti participam de debate no Sindicato dos Jornalistas. O evento é promovido pela Frente Paulista pelo Direito à Comunicação e Liberdade de Expressão (Frentex).
A campanha é realizada pelo FNDC em parceria com diversas entidades ligadas ao campo da comunicação e pretende levar às ruas o debate sobre a democratização do setor e sua importância para a consolidação da democracia brasileira. A liberdade de expressão para todos e todas é a principal bandeira da campanha, em oposição à defesa da liberdade de expressão como liberdade de imprensa restrita aos grandes conglomerados de comunicação.
Na ocasião, a Frentex também lançará sua Plataforma para os Candidatos à Prefeitura e Câmara Municipal de São Paulo. A proposta é discutir o que prefeitos e vereadores podem fazer por uma comunicação democrática e plural em suas cidades, como a construção de políticas públicas nas áreas da banda larga e da pluralidade e diversidade comunicacionais, o respeito à Lei de Acesso à Informação e a adoção de softwares livres na administração municipal e licenças livres nos documentos e publicações do município.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Portal Barão de Itararé
terça-feira, 10 de julho de 2012
Globo pode. Nos EUA é proibido
"A Suprema Corte dos EUA
rejeitou a apelação de alguns grupos de mídia americanos contra a última
regulamentação da FCC sobre propriedade cruzada de jornais e emissoras de TV em
uma mesma localidade, segundo noticiários daquele país" - assim começa matéria da Teletime, que mostra que no país que nossa mídia
colonizada defende como o mais democrático do mundo, eles não confundem
liberdade de expressão com liberdade de imprensa, muito menos com liberdade de
empresa.
O que as Organizações
Globo fazem no Rio, por exemplo, e em vários outros estados do país (São Paulo
inclusive) é proibido nos Estados Unidos. Acumular na mesma praça o quase
monopólio de comunicação em TV (aberta e fechada), rádio, jornal, revista e internet
é simplesmente um absurdo, por isso O poder das Organizações Globo é um risco para a democracia no
Brasil .
É de se notar que a grita dos grupos de mídia que fizeram a apelação nos EUA se refere à nova legislação, de 2008, que já flexibilizou o que antes era bem mais rigoroso. Simplesmente era proibido ser dono de um jornal e uma emissora de TV numa mesma cidade. A nova lei acabou com a proibição, mas apenas nas 20 maiores cidades dos EUA.
Se, como eles defendem, o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil, que tal importar esta lei e aplicá-la aqui, acabando com a propriedade cruzada de meios, heim, irmãos Marinho, Ali Kamel, Merval - o Imortal - Pereira, Magnoli, Instituto Millenium?
É de se notar que a grita dos grupos de mídia que fizeram a apelação nos EUA se refere à nova legislação, de 2008, que já flexibilizou o que antes era bem mais rigoroso. Simplesmente era proibido ser dono de um jornal e uma emissora de TV numa mesma cidade. A nova lei acabou com a proibição, mas apenas nas 20 maiores cidades dos EUA.
Se, como eles defendem, o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil, que tal importar esta lei e aplicá-la aqui, acabando com a propriedade cruzada de meios, heim, irmãos Marinho, Ali Kamel, Merval - o Imortal - Pereira, Magnoli, Instituto Millenium?
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Blog do Miro
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![“Eu tô livre, eu sou inocente, eu não fiz nada, Deus é justo. Agora, vamos trabalhar para provar a minha inocência e a dos demais. Não vão revidar com os movimentos de moradia. A gente precisa de moradia. Ninguém ocupa porque quer, ocupa porque há necessidade. […] Eu tô livre e minha bandeira é essa aqui: Movimento dos Sem Tetos do Centro. Eu sou inocente”, disse Preta ao sair do presídio, muito emocionada.](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhqbQtUsfQFx7mUjV4_oY5cdJyuH88k-rJixRFGSl6bGA4cWmKfSsxVWBfjP9Am7FFFtepivmxiv7SVlGE_2bofR4OXfNIUbi4zLJCmZPt0CbLNqoY9jLh3BV_ZyLlQ05Ejvr5-HtiGfRd7/s640/preta-ferreira-e1570747273619.jpeg)


![Entrar em uma facção marca para a vida toda, e nesse caso, ocupa de forma literal: um 18 tatuado na cara a faz lembrar, todas as vezes que se vê no espelho, que ela tomou uma decisão sem volta […] Hoje isso se converteu em um castigo, porque ela não pode sair na rua. […] Se a polícia a vê, seguramente vão abordá-la. Se lhe passasse pela cabeça apagar a tatuagem, os ’18’ poderiam se sentir ofendidos, entender como uma forma de rechaçar a facção, e isso se castiga.](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOsvDpHFDnUW7RMbK_HXU8KCJPOT4wFhWNIu9LoBMCqZ-dhd7yejTtnukShrpKOAkDPBBIGHrHuniYj4NbmTJYq5z5z8AQwl3aLTKi-tqtntn2mGOdQV3cpst49ZUSA5gaplbuToLwcSA/s640/voz.jpg)








