Construída como tática eleitoral para destruir reputações de adversários e popularizar narrativas equivocadas e perigosas, como o negacionismo à ciência nas medidas de proteção a Covid-19, a máquina de fake news bolsonarista avançou da Capital Federal aos pequenos municípios, subvertendo a democracia e colocando em risco a vida e a economia no Brasil. O necessário combate ao complexo mecanismo de divulgação de calúnias e inverdades precisa ir além da CPI das Fake News e de medidas corporativas como a da plataforma YouTube, que excluiu a página bolsonarista “Terça Livre” essa semana.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
Vereadora Giovana Mondardo é alvo de fake news por bolsonaristas em Criciúma
Construída como tática eleitoral para destruir reputações de adversários e popularizar narrativas equivocadas e perigosas, como o negacionismo à ciência nas medidas de proteção a Covid-19, a máquina de fake news bolsonarista avançou da Capital Federal aos pequenos municípios, subvertendo a democracia e colocando em risco a vida e a economia no Brasil. O necessário combate ao complexo mecanismo de divulgação de calúnias e inverdades precisa ir além da CPI das Fake News e de medidas corporativas como a da plataforma YouTube, que excluiu a página bolsonarista “Terça Livre” essa semana.
sexta-feira, 23 de outubro de 2020
Chilenos se preparam para um plebiscito histórico sobre manter ou dar adeus à “Constituição do Pinochet
Era uma demanda colocada por alguns setores da sociedade chilena há anos, mas foram os protestos de 2019 os que voltaram exigir a derrubada da Constituição de 1981, imposta pela ditadura militar de Augusto Pinochet. Agora, no domingo 25 de outubro, mais de 14 milhões de chilenos acudirão às urnas em um plebiscito histórico que decidirá se o país “aceita” (aprueba) ou “rejeita” (rechaza) uma nova Carta Magna. A votação foi pensada como um caminho político para aplacar a crise social que o Chile enfrenta.
Os ânimos estão à flor da pele. Nos muros, nas redes sociais, na mídia praticamente não se fala de outra coisa. Não é para menos, já que o plebiscito, inicialmente marcado para o dia 26 de abril, foi atrasado pelo governo devido à pandemia. Além disso, acontecerá somente uma semana depois do primeiro aniversário do chamado “estallido social”, iniciado em 18 de outubro de 2019, quando milhões de pessoas saíram às ruas para exigir um país mais igualitário. Mas a sociedade chilena -como tantas outras na América Latina e no mundo- está profundamente polarizada e, apesar de as pesquisas dizerem que a maioria votará pelo “aceita”, nada está definido.
Por um lado, o “apruebo” reúne intenções diversas, que vão desde exigir uma mudança no modelo neoliberal chileno até entregar mais direitos às mulheres, aos índios e às diversidades sexuais.
Alejandra Saez, uma trabalhadora independente, me disse que vai aprovar porque “se necessita uma mudança imediata, apesar de que o resultado chegue com o tempo, tomar a decisão de transformar o sistema já é um grande avanço”. “Quero que as novas regras validem o bem-estar das pessoas e não os cofres dos outros. Que não nos sintamos atacados pelo sistema”, afirmou.
Já o bioquímico Francisco Pereira me explicou que votará “apruebo” porque considera que é necessária uma “mudança drástica na atual Constituição, já que apesar de que outorga direito a serviços básicos, em nenhum momento garante o acesso a esses serviços, deixando muitos recursos principalmente nas mãos do mundo privado. Além disso, foi escrita para um contexto de desenvolvimento de país determinado muito diferente do atual, e é bastante rígida, o que dificulta que ela seja adaptada às atuais necessidades do Chile”.
Nas campanhas eleitorais, também é possível ver que muitos dos que pedem uma nova Constituição querem reformar as instituições encarregadas da segurança pública, já que, em 2019, pelo menos 30 pessoas morreram, milhares ficaram feridas e o Chile foi cenário de graves violações aos direitos humanos no marco dos protestos sociais, segundo Human Rights Watch, a ONU, entre outros. De acordo com o Instituto Nacional de Direitos Humanos, 460 pessoas sofreram lesões oculares durante as manifestações devido ao uso excessivo da força policial. Delas, pelo menos duas ficaram completamente cegas.
Por outro lado, Natalia C. (que pediu não ser identificada) aposta pelo “rechazo” porque considera que “não há necessidade de escrever uma nova Constituição inteira para realizar as reformas que o país precisa”. Nas redes sociais, as pessoas que chamam a votar por essa alternativa também dizem temer que o Chile se transforme em um país “caótico” e/ou “esquerdista”.
Além disso, muitos sinalizam que votar “apruebo” seria dar um aval à destruição de patrimônio que ocorreu no marco das mobilizações sociais. É que o metrô de Santiago, várias igrejas, ruas e estátuas foram parcialmente destruídos e/ou incendiados desde outubro de 2019, mas não há informação detalhada disponível sobre quem foram os responsáveis de cada um desses atos.
Muitos ainda estão indecisos. O microempresário Javier Baltra comentou que achava melhor votar nulo porque “ambas as opções estão cheias de problemas. Aprovar pode ser sinônimo de um Estado maior, e eu acho isso problemático para a economia. E rejeitar é deixar tudo como está até agora e não sei se isso é uma boa ideia”.
Além de escolher entre as opções “apruebo” ou “rechazo” uma nova Constituição, os chilenos devem votar se desejam que a eventual Carta Magna seja escrita por uma Convenção Constitucional formada por 155 constituintes eleitos ou por uma Convenção Mista de 172 membros (metade legisladores e metade cidadãos eleitos).
A LEI ATUAL
Qualquer pessoa que não conheça a história do Chile provavelmente se surpreenderá ao saber que um país como este tenha ainda uma Constituição que foi escrita na época da ditadura militar. “Nossa, mas é um país tão desenvolvido”; “como assim?”; “sério?” foram alguns dos comentários que recebi de amigos brasileiros quando contei sobre o que está acontecendo agora.
A Constituição atual foi aprovada em um questionado plebiscito realizado no dia 11 de setembro de 1980, em plena ditadura do Pinochet, quando milhões de chilenos viviam sob o medo da repressão, sem registros eleitorais e com os partidos políticos dissolvidos.
O texto foi escrito pelo advogado constitucionalista Jaime Guzmán, um dos maiores ideólogos da direita chilena, e que foi assassinado por um comando de ultraesquerda em 1991.
Ele foi escolhido por uma comissão designada pela ditadura. Posteriormente, a redação contou com a revisão e o apoio do Conselho de Estado e a Junta Militar, composta pelos máximos chefes do Exército e o diretor da polícia, que exercia como “poder legislativo”. Guzmán criou uma série de regras muito difíceis de alterar para perpetuar seu modelo econômico e político.
Como ele mesmo disse quando escrevia a Constituição, sua ideia era que, se os adversários chegassem a governar, eles se veriam “obrigados a seguir uma ação não tão distinta ao que alguém como nós gostaria (…) que a margem seja suficientemente reduzida para fazer extremamente difícil o contrário”.
Para realizar reformas à Carta Magna, Guzmán detalhou que é necessário alcançar um quórum de dois terços ou três quintos, segundo o caso, algo que, na prática, tem sido praticamente impossível de conseguir, porque nem o oficialismo nem a oposição conta com essa quantidade de votos.
Essa Constituição também instaurou um modelo econômico, político e social neoliberal, que se adentrou na educação e na saúde privada e um sistema de aposentadoria conhecido como AFP baseado na poupança individual e que no ano passado entregou aposentadorias pelo valor de 110.000 pesos chilenos (uns US$ 140). Esse sistema, hoje sumamente questionado pela população chilena, foi elogiado pelo Ministro de Economia do Brasil, Paulo Guedes, em várias ocasiões.
Se bem que o texto legal não estabeleça especificamente que a saúde, a educação ou o sistema de aposentadoria devam ser privados, na prática, sim, impõe princípios que limitam a ação do Estado e promove a atividade privada nesses setores. Por exemplo: não existe no Chile nenhuma universidade que seja gratuita.
Segundo analistas, a Constituição atual também é hierárquica e desconecta a cidadania do poder político, porque não inclui muitos mecanismos de participação.
Ao longo da sua história, sofreu duas modificações: a primeira, em 1989, ano do fim da ditadura, quando foi derrogado um artigo que declarava “ilícitos” a grupos que realizassem “violência ou uma concepção da sociedade do Estado ou da ordem jurídica de caráter totalitário ou fundada na luta de classes”. Outra, em 2005, quando depois de um grande acordo político o presidente socialista Ricardo Lagos conseguiu alterar outros aspectos, como que os comandantes em chefe das Forças Armadas passassem a estar subordinados ao poder civil, e a eliminação de senadores designados e vitalícios. Isto permitiu que em 2006 (há 14 anos!) o Senado fosse totalmente conformado por membros de eleição popular.
Agora, se a opção “apruebo” ganhar o plebiscito, o texto não só será modificado: a sociedade poderá dar adeus à chamada “Constituição do Pinochet”. Sem dúvidas, uma decisão histórica.
quarta-feira, 9 de setembro de 2020
Bancada evangélica de esquerda surge contra neopentecostais e conservadores.
É em meio à recente prisão do presidente do PSC, Pastor Everaldo, que um grupo de jovens se juntou para lançar pela primeira vez uma bancada evangélica de esquerda nas eleições 2020.
Morador de Sapopemba, na zona leste, ele diz que as igrejas com ambição política "usam o medo do Inferno" para dominar o povo. "Esses políticos deixaram de pregar a graça de Cristo para viver a mensagem do ódio", diz.
O estudante de história e motorista de aplicativo Danilo Pássaro, 27, tinha 4 anos quando teve o primeiro contato com uma Assembleia de Deus no bairro onde mora, a Brasilândia, zona norte de São Paulo. Criado com os filhos do pastor, ele era levado aos cultos pela mulher do religioso.
Já o interesse pela política surgiu no movimento estudantil, época em que estudou teologia, e aos 20 anos, nas manifestações de 2013.
A repercussão da morte do então governador paulista Mário Covas (PSDB), em 2001, é a primeira lembrança política de Simony dos Anjos, então com 15 anos e filha de pastores da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. Desde então, seu interesse por política cresceu, assim com "as provações" que precisou enfrentar em casa e na igreja.
"Quando entrei na universidade, estudei a violência da igreja durante o Brasil Colônia. Foi para mim uma provação. Eu comecei a notar que muitas mulheres sumiam do culto e só voltavam depois que desapareciam as marcas da violência sofrida em casa", conta ela.
"As relações na igreja ficaram tensas, com pessoas mandando e-mail para o meu pai porque esperavam que eu me comportasse como pastora, embora eu fosse leiga. O [pastor] Silas Malafaia atacou o coletivo de que faço parte dizendo que a gente é herege, não é crente de verdade, que todo mundo ia para o Inferno. Comecei a receber mensagens dizendo que Deus ia acabar com os comunistas e ameaçaram sequestrar o filho da nossa coordenadora."
Trans, pastora e pré-candidata
"No dia 26 de janeiro fui ordenada a primeira travesti clériga da América Latina", diz Alexya Salvador, pré-candidata à vereadora também pelo PSOL em São Paulo. A pastora é cheia de recordes: professora estadual há 16 anos, foi a segunda mulher trans a se casar no Brasil, a primeira a adotar e, aos 39, uma das poucas que atravessam vivas os 35 anos, média de vida de um transexual no Brasil.
Foi quando encontrei a ICM (Igreja da Comunidade Metropolitana), no centro de São Paulo. Aí eu percebi que poderia ser uma liderança religiosa sendo quem eu sou Alexia Salvador, pré-candidata a vereadora.
"Somos o terceiro casal LGBT com certidão de casamento no Brasil, há 11 anos. A primeira trans a adotar, em 2015. Hoje, o Gabriel tem 15 anos, um garoto com deficiência. Em 2016 veio a Ana Maria, menina trans de 13 anos, sempre rejeitada por casais cristãos que a devolviam quando ela dizia ser menina. Agora estou no processo para adotar minha terceira filha, a Deise, que fez 9 aninhos e também é trans.
Fonte: Noticias uol
sexta-feira, 14 de agosto de 2020
Candidatura de Tatto provoca crise no PT e Gleisi fala em punição
Petistas que vão desde a filósofa e ex-candidata ao governo do Rio de Janeiro Márcia Tiburi até o ex-governador Tarso Genro declararam apoio à pré-candidatura de Guilherme Boulos, do PSOL, em São Paulo. Para conter a "onda", a presidenta do partido, Gleisi Hoffmann, já fala em usar o estatuto da sigla, que prevê expulsão
Ex-secretário de Transportes em duas gestões municipais do PT – as de Marta Suplicy e Fernando Haddad -, Jilmar Tatto não tem convencido parte dos petistas com sua pré-candidatura à prefeitura da capital paulista e, nas últimas semanas, o partido do ex-presidente Lula assiste a uma espécie de debandada em prol da pré-candidatura de Guilherme Boulos, do PSOL.
Tatto foi escolhido em maio como pré-candidato após uma votação apertada em um formato de prévias contestado contra o deputado federal Alexandre Padilha. Desde então, o PT vem tentando fortalecer o nome do ex-secretário, mas a confirmação da chapa com Boulos e Luiza Erundina, pelo PSOL, empolgou não só a militância petista não filiada como também filiados históricos do partido.
O ex-governador do Rio Grande do Sul e ex-presidente da sigla, Tarso Genro, por exemplo, foi um dos que declarou apoio a Boulos e pediu, em entrevista, para que o partido abandone a candidatura de Tatto e apoie o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). O mesmo fez a filósofa Márcia Tiburi, que concorreu ao governo do Rio de Janeiro pelo PT em 2018.
A “debandada” não parou por aí. André Singer, ex-porta-voz do governo Lula, Celso Amorim, ex-chanceler na mesma gestão e Marilena Chaui, que foi secretária de Cultura da gestão de Erundina (1989-1992), também declararam que vão de Boulos. Isso sem contar nomes históricos da classe artística ligados ao PT, como Chico Buarque e Caetano Veloso.
Para conter essa onda pró-Boulos e firmar o nome de Tatto, dirigentes do PT já fazem ameaças veladas aos filiados. À Folha de S. Paulo, a presidenta da legenda, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), disse que, contra esse movimento, pode ser usado o estatuto do partido – que inclui a expulsão -, sem citar, no entanto, que medidas exatamente poderiam ser tomadas.
“A filiação petista carrega consigo algumas responsabilidades, entre elas a de lealdade ao candidato do partido. Obviamente que o estatuto prevê medidas para casos em que isso não acontece”, declarou.
O coordenador da pré-campanha de Tatto e presidente do diretório municipal do PT em São Paulo, Laércio Ribeiro, foi na mesma linha. “Se aparecerem filiados da capital, expressões do partido aqui em São Paulo, aí vamos tomar providências com base no estatuto do PT. Comissão de ética é uma possibilidade”, disparou.
Apesar das afirmações, os dirigentes petistas acreditam que a situação possa ser resolvida na base da conversa e que, com o tempo e a entrada do ex-presidente Lula na campanha, Jilmar Tatto deve crescer e reconquistar o apoio não só da militância orgânica como também dos filiados.
“Boulos e Erundina são companheiros valorosos, não são os adversários da campanha do Tatto. Os principais adversários são o projeto genocida de Bolsonaro e a atitude privatista e elitizante de Bruno Covas e João Doria”, ponderou Padilha, que concorreu com Tatto nas prévias.
Impasse no RJ
Outra situação que tem rachado o PT está no apoio à candidatura do atual prefeito de Belford Roxo, no Rio de Janeiro, Wagner Carneiro (MDB), conhecido como Waguinho.
A aliança com o emedebista foi selada em votação do Diretório Nacional do PT na última sexta-feira (7), após intensos debates, por 29 votos a 25 e 11 abstenções.
Waguinho é um apoiador declarado de Jair Bolsonaro e, inclusive, chegou a pedir votos para o capitão da reserva em 2018. A articulação para que o partido apoiasse o atual prefeito de Belford Roxo partiu, principalmente, do ex-presidente do PT no Rio de Janeiro, Washington Quaquá. Inúmeras correntes da sigla se posicionaram contra o acordo com o bolsonarista, mas a corrente de Quaquá acabou vencendo.
O acordo para a aliança com um bolsonarista levou seis ex-presidentes do PT a redigirem uma carta endereçada à Gleisi Hoffmann, pedindo para que a presidenta da sigla cancele o apoio.
“As resoluções de nosso VII Congresso e da direção partidária são inequívocas: nenhuma aliança pode ser estabelecida com o neofascismo, com os partidos e candidatos que o representam em qualquer espaço do território nacional”, diz a carta, assinada por Olívio Dutra, José Dirceu, José Genoíno, Tarso Genro, Ricardo Berzoini e Rui Falcão.
Fonte: Revista Forum
sábado, 20 de junho de 2020
Testemunhas afirmam que Flordelis tinha quarto em casa de swing
Testemunhas ouvidas pela Polícia Civil nas investigações da morte do pastor Anderson do Carmo , marido da deputada Flordelis (PSD-RJ), afirmaram que a parlamentar tinha um quarto em uma casa de swing no Rio de Janeiro. A informação foi dada pelo jornal do SBT.
terça-feira, 16 de junho de 2020
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020
Urgente: Flávio Bolsonaro avisa que vão acelerar cremação de Adriano da Nóbrega para destruir evidências
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
Pré-Candidatura do Movimento Negro e Periférico é confirmada em SP
quarta-feira, 11 de dezembro de 2019
Eleição: O Reino em uma encruzilhada
sexta-feira, 8 de novembro de 2019
Lula denuncia invasão de sua cela por agentes da PF às 6 da manhã: “Foi como uma coerção”
O ex-presidente Lula revelou na quarta-feira ao Blog da Cidadania, de Eduardo Guimarães, que sua cela na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba foi invadida por agentes às 6h da manhã. “Ontem fizeram uma palhaçada comigo. Entraram na cela em que eu estou às 6h da manhã. Como se estivessem fazendo uma coerção!”, disse Lula.
terça-feira, 27 de agosto de 2019
Ativistas africanos lançam campanha para visitar presos na Eritreia
quinta-feira, 4 de julho de 2019
Sob pressão governista, comissão da Câmara aprova relatório da reforma da Previdência
segunda-feira, 29 de abril de 2019
PSOE vence, mas fascistas avançam na Espanha
quinta-feira, 29 de novembro de 2018
Agência Xeque e a cobertura da Lava Jato, por Luis Nassif
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
Bolsonaro não controla mais o bolsonarismo
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Contra Bolsonaro, a versão "tiro, porrada e bomba" de Alckmin
segunda-feira, 4 de junho de 2018
quinta-feira, 10 de maio de 2018
terça-feira, 10 de outubro de 2017
Prisão de parlamentares: não se pode deixar levar pelo clamor popular, diz jurista
A queda de braço envolvendo os Poderes Legislativo e Judiciário no que se refere ao afastamento e à prisão de parlamentares no exercício do mandato continua levantando poeira não só na esfera política, mas também entre especialistas no tema.


























