sexta-feira, 17 de abril de 2015

Pesquisadores desenvolvem controle remoto de movimentos de humanos

O aparelho utiliza uma pequena estimulação elétrica no corpo para indicar quando alguém deve virar à esquerda ou à direita e poderia ser utilizado em games, para impulsionar regimes de exercício, conduzir pessoas em espaços e até ajudar vítimas de derrame. O aparelho fixa eletrodos no músculo sartório, que são conectados a um dispositivo de estimulação elétrica semelhante aos utilizados pelos fisioterapeutas para ajudar os atletas de reabilitação de feridos, além de um painel de controle sem fio na cintura.
Alunos da Universidade de Hannover, na Alemanha, desenvolveram um dispositivo capaz de controlar remotamente os movimentos das pernas das pessoas enquanto elas caminham.
O aparelho utiliza uma pequena estimulação elétrica no corpo para indicar quando alguém deve virar à esquerda ou à direita e poderia ser utilizado em games, para impulsionar regimes de exercício, conduzir pessoas em espaços e até ajudar vítimas de derrame.
O aparelho fixa eletrodos no músculo sartório, que são conectados a um dispositivo de estimulação elétrica semelhante aos utilizados pelos fisioterapeutas para ajudar os atletas de reabilitação de feridos, além de um painel de controle sem fio na cintura.

Jogos e realidade virtual 
Os inventores explicam que a princípio desenvolveram a ideia para que as pessoas pudessem jogam com o smartphone sem esbarrar em coisas na vida real.  "A ideia é ajudar as pessoas a navegar sem que saibam disso", disse Max Pfeiffer, um dos responsáveis pelo projeto. "O usuário começa a andar, relaxa e acabam no local sem perceber que você foi guiado até ele".
Por enquanto, o projeto está em fase inicial. "A principal coisa a melhorar é que a navegação ainda não é perfeita", explica Pfeiffer. “O usuário precisa medir onde está o tempo todo. A segunda coisa é calibrar a pessoa para o dispositivo, uma vez que todos são diferentes. A terceira coisa é que é preciso ver os obstáculos na frente da pessoa".

Roberta Klatsky, professora de interação humano-computador na Universidade Carnegie Mellon afirma que o trabalho é interessante, mas ainda tem um longo caminho a percorrer, já que alguns dos usuários não foram afetados pela estimulação e ela provavelmente não vai funcionar em calçadas estreitas. Além disso, o controlador humano precisa estar por perto para que tudo funcione corretamente.
Fonte: Olhar Digital

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