quarta-feira, 4 de março de 2015

Com Renan e Cunha na lista do Janot, impeachment já era!

Concordo com esse raciocínio do 247. É cristalino. Inquéritos abertos contra Cunha e Renan, presidentes das duas casas legislativas, enterram definitivamente o impeachment. Afinal, quem votará o impeachment? Os deputados sob suspeita? Além dos presidentes da Câmara e do Senado, as lideranças partidárias da oposição também estão na lista do Janot. Nessas circunstâncias, quem votará pela derrubada de uma presidenta acima de qualquer suspeita? Quem saber agora a Dilma não ganha paz que precisava para começar a governar? UM CONGRESSO SOB SUSPEITA PODE AFASTAR A PRESIDENTE? O efeito colateral dos pedidos de investigação apresentados pelo procurador Rodrigo Janot é o sepultamento de qualquer fio de esperança relacionado ao impeachment da presidente Dilma Rousseff; um pedido de investigação teria que ser aceito pela Câmara dos
Concordo com esse raciocínio do 247. É cristalino.
Inquéritos abertos contra Cunha e Renan, presidentes das duas casas legislativas, enterram definitivamente o impeachment.
Afinal, quem votará o impeachment? Os deputados sob suspeita?
Além dos presidentes da Câmara e do Senado, as lideranças partidárias da oposição também estão na lista do Janot.
Nessas circunstâncias, quem votará pela derrubada de uma presidenta acima de qualquer suspeita?
Quem saber agora a Dilma não ganha paz que precisava para começar a governar?
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O efeito colateral dos pedidos de investigação apresentados pelo procurador Rodrigo Janot é o sepultamento de qualquer fio de esperança relacionado ao impeachment da presidente Dilma Rousseff; um pedido de investigação teria que ser aceito pela Câmara dos Deputados, presidida por Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está na lista de Janot; uma votação, passaria pelo Senado, presidido por Renan Calheiros (PMDB-AL), que também será alvo de um inquérito; além disso, depois que um dos líderes da oposição, senador Aécio Neves (PSDB-MG), pediu cautela, qualquer aventura antidemocrática perderá credibilidade; o impeachment morreu
4 DE MARÇO DE 2015 ÀS 08:34
247 – A questão é simples e direta: com que moral um Congresso sob suspeita poderá encaminhar eventual pedido de impeachment de uma presidente reeleita com 54 milhões de votos, há menos de três meses?
Sim, este é o efeito colateral dos pedidos de investigação apresentados ao Supremo Tribunal Federal pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Afinal, estão na lista nada menos que os presidentes das duas casas legislativas: o da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
Um eventual pedido de impeachment teria que ser acolhido pela Câmara de Cunha e votado pelo Senado de Renan. Qualquer decisão tomada por um outro nessa direção teria cheiro de retaliação. Além disso, um dos principais líderes da oposição, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), pediu cautela. Se deve-se ter cautela em relação a Eduardo Cunha e Renan Calheiros, mais ainda em relação à presidente Dilma, que nem sequer foi citada nas investigações.
Já antevendo que a lista de Janot “democratizaria” o foco do escândalo da Petrobras, 247 antecipou, ontem, que os pedidos de investigação ao STF dariam certa trégua ao PT e à presidente Dilma (leia mais aqui).
O impeachment é página virada. O desafio, agora, é reconstruir a base política num ambiente marcado pelo ressentimento e pela desconfiança.
Fonte: O Cafezinho

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