Siga a gente aqui!

Mostrando postagens com marcador dinheiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dinheiro. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Livro abre a caixa-preta da digitalização das finanças

TIC, HFT, milissegundos e outros termos comuns a profissionais da tecnologia e dos mercados financeiros permeiam as páginas de “A Finança Digitalizada: capitalismo financeiro e revolução informacional”, de Edemilson...


TIC, HFT, milissegundos e outros termos comuns a profissionais da tecnologia e dos mercados financeiros permeiam as páginas de “A Finança Digitalizada: capitalismo financeiro e revolução informacional”, de Edemilson Paraná, lançado este ano pela Editora Insular. No entanto, ao contrário do que pode sugerir a ampla menção a esses jargões tecnológico-financeiros, o autor apresenta uma escrita clara o suficiente para trazer luz a um assunto ao mesmo tempo intrincado e pouco discutido, mas presente em nosso cotidiano mesmo que não percebamos.

Na busca pelo encurtamento da relação espaço-tempo para a maximização de seus ganhos, os agentes do mercado têm aperfeiçoado cada vez mais os mecanismos capazes de drenar em suas roletas grande parte dos orçamentos de dezenas de países – o Brasil incluído – por meio de transações cambiais e de compra e venda de títulos da dívida pública.
TIC, HFT, milissegundos e outros termos comuns a profissionais da tecnologia e dos mercados financeiros permeiam as páginas de “A Finança Digitalizada: capitalismo financeiro e revolução informacional”, de Edemilson Paraná, lançado este ano pela Editora Insular.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

sábado, 7 de novembro de 2015

Minas de tristeza

Doeu ouvir tanta gente lembrar com nostalgia do restaurante que ficava sob as sombras das mangueiras de Bento Rodrigues.
Doeu ouvir tanta gente falar de um lugar que não existe mais e que talvez nunca mais volte a existir. Foi assim durante toda esta sexta-feira: uma dor profunda nos olhos de todos que subiram e desceram as ladeiras de chão batido dos distritos que ficam ao norte do centro de Mariana, primeira capital de Minas Gerais.
Doeu ouvir tanta gente lembrar com nostalgia do restaurante que ficava sob as sombras das mangueiras de Bento Rodrigues.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Moradores de rua: tão paulistanos quanto você. Fotos por Magnesio

É impossível não reparar neles, estão em toda parte. Mas e OLHAR para eles? A maioria das pessoas quando vê alguém que vive na rua vira o rosto –quando não simplesmente muda de calçada.
Por que olhar para os sem-teto perturba tanto? Tristeza? Culpa? Medo? Desprezo? Nojo? Ou é algo mais profundo, que tem a ver com valores e a real importância do dinheiro na vida da gente?
São Paulo, a maior cidade da América do Sul, tem quase 16 mil pessoas morando na rua, de acordo com o censo feito pela Fipe/USP entre fevereiro e março deste ano.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

O Rock in Rio e a morte da política

Amigo meu disse que o Rock in Rio simboliza a morte da política. Ele não desenvolveu, mas achei a ideia intrigante e resolvi aprofundar. Estive lá no final de semana (o Rock in Rio recomeça nesta quinta-feira, 24/9) e colhi amostras para análise.
Primeiro, devo advertir que não sou um hater por vocação, não falo mal por impulso ou para obter aprovação de amigos em bar ou em fórum da internet. Caguei para as necessidades de socialização pelo sentimento de pertencer a uma turba.

Há séculos descobri que não é a venue, a locação, que determina a subversão. Woody Guthrie transformou feiras agropecuárias rednecks em palanques socialistas. Bob Dylan foi ao coração do conservadorismo, o folk Newport Festival, munido de sua Fender Stratocaster, para fazer a sua “passeata” pela guitarra elétrica. Caetano, Gil e Mutantes fizeram a Revolução tropicalista pela via dos caretérrimos festivais da canção.
Primeiro, devo advertir que não sou um hater por vocação, não falo mal por impulso ou para obter aprovação de amigos em bar ou em fórum da internet.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

sábado, 2 de maio de 2015

Operação Lava Jato: Eduardo Cunha mentiu a deputados?

À CPI, ele negou participação em requerimentos suspeitos, mas registros da Câmara o contradizemO presidente da Câmara, Eduardo Cunha(PMDB), é alvo de um inquérito no Supremo Tribunal Federal pedido pela Procuradoria Geral da República por suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Um dos motivos para a desconfiança é a delação premiada dodoleiro Alberto Youssef na Operação Lava Jato. Youssef descreveu uma tentativa de achaque praticada na Câmara contra um empresário que teria suspendido o pagamento de propina a Cunha. Novos indícios surgidos nos últimos dias aumentaram a suspeita e mereceram do deputado explicações esquisitas.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha(PMDB), é alvo de um inquérito no Supremo Tribunal Federal pedido pela Procuradoria Geral da República por suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

terça-feira, 24 de março de 2015

E se houvesse um novo imposto sobre fortunas e heranças?

Há uma alternativa concreta ao “ajuste fiscal”. Estado brasileiro poderia obter, entre a elite que sempre evitou tributos, muito mais do que pretende “economizar” reduzindo direitos
Discute-se muito como zerar o rombo nas contas do país –o tal do ajuste fiscal. Algo entre R$ 70 e 80 bilhões é a quantia necessária para que o governo federal possa fechar as contas deste ano e começar a respirar a partir de 2016.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Copa revela sonegadores... argentinos!

Copa revela sonegadores... argentinos!
É por esta e outras razões que os ricaços da Argentina detestam a presidenta Cristina Kirchner.

“Aecioporto” não é inútil. Virou pista de aeromodelismo. Assista os vôos na “obra pública”

“Aecioporto”
Aécio justifica a construção do aeroporto na fazenda de seu tio, Múcio Tolentino que, segundo a Folha “ficou pronto em outubro de 2010 e é administrado por (seus) familiares”, pelo fato de Cláudio – município com 28 mil habitantes, segundo o Censo do IBGE – ser um “grande pólo de fundições e metalúrgica, considerado um dos maiores do Brasil e da América Latina”. 

domingo, 4 de maio de 2014

Ex de Aécio joga “caca” no ventilador. “Ele levava malas de dinheiro e diamantes para Aspen”

Ex de Aécio joga “caca” no ventilador. “Ele levava malas de dinheiro e diamantes para Aspen”


Andréa Falcão: advogada, centrada e extremamente rigorosa. Esta é a ex-esposa de Aécio que vem assombrando o esquema montado em torno de seu ex-marido.

Ex-esposa de Aécio Neves, Andréa Falcão mora no Rio de Janeiro com a filha do casal, Gabriela. Ela e Aécio foram casados por oito anos.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Mídia engole 89 milhões/t de soja

A falácia desse jornalismo é vender como ciência uma economia da qual faz gato e sapato. A ponto de elidir 89 milhões/t de soja para sustentar seu alarmismo.

Arquivo
O Brasil é líder mundial em exportação de soja, mas na safra de 2012/2013, o maior exportador tornou-se também o principal produtor  do planeta, desbancando  os  EUA.

O custo social e ambiental desses feitos da monocultura nunca é contabilizado no panegírico do agronegócio.

Mas o fato é que, sozinha, a soja responde por 45% de toda a safra brasileira de grãos, estimada em 195 milhões de toneladas este ano.

Enquanto os EUA, com problemas climáticos, devem colher  aproximadamente 86 milhões/t , a sojicultura brasileira despejará 89 milhões/t no mercado em 2013. Na verdade, já  despejou.

A colheita no país transcorre no primeiro  semestre; seu auge é no segundo trimestre. Essa inundação concentrada de grãos fez o PIB agrícola retroceder  3,5% napassagem entre o segundo e o terceiro trimestres deste ano.

Não existe crise no agronegócio; o país é o terceiro maior produtor de alimentos do planeta.

O que existe é uma espécie de crise de abstinência de soja nas estatísticas de um período  do ano, gerando um efeito meramente sazonal na contabilidade do PIB.

Tanto assim que o  setor agrícola deve crescer 6,5% este ano impulsionado justamente pelo fôlego da sojicultora, que contabiliza uma expansão de 10% em relação à colheita anterior.

O impacto de uma safra tão expressiva e concentrada, porém, a depender da base de comparação  –como é o caso da transição trimestral escolhida pelo IBGE--  influencia a contabilidade geral do próprio  país.

Foi assim que o sucesso da soja patrocinou, em boa parte,  o desastre do PIB entre o segundo e o terceiro trimestres do ano, pregando-lhe uma queda de 0,5%

Soa como um paradoxo?

É um paradoxo, estatístico (tanto que, comparado ao mesmo trimestre de 2012, o PIB do país mostra um crescimento de 2,2%)

O conjunto  alerta para os riscos de se tomar  dados isolados, com recortes temporais enviesados,  como se fora uma descrição literal da realidade.

A cautela recomendaria  orientar o noticiário isento  dos dados do IBGE, alertando o leitor para essas nuances.

Futuro do pretérito: recomendaria.

Ocorre que o tempo de verbo da emissão conservadora concentra-se ,  há meses, em propagar a iminente derrocada de um país aos cacos, submetido ao corrosivo intervencionismo econômico petista.

‘Se não for hoje, de amanhã  não passa’, replica o colunismo a cada decepção com uma economia que insiste em não ouvir as advertências ortodoxas.

Nesta 3ª feira, com a divulgação do recuo do PIB, a realidade, finalmente, parece ter se rendido aos argumentos de quem entende do riscado.

As manchetes fizeram a festa.

Candidatos a candidatos  do dinheiro grosso em 2014 empenharam-se em demonstrar o quanto podem ser desfrutáveis, armados de um sonoro recuo do PIB.

Ou Aécio Neves não advertira, um dia antes, em entrevista ao El País: ‘O  Brasil viverá dias difíceis nos próximos anos;  precisará de um governo forte’.

Pois bem, os dias difíceis chegaram.

É o que faíscam as manchetes com o PIB trimestral em uma mão e a receita da purga redentora de arrocho e choque de juros, na outra.

Agora só falta o governo ‘forte’, sugere a emissão conservadora.
É  verdade que  se a indústria brasileira exibisse maiorvitalidade, o ruído  da soja seria minimizado.

O peso do setor fabril é muito superior ao da agricultura no cálculo do PIB, mas ele cresceu apenas 0,1% na passagem entre os dois trimestres mencionados.

O mesmo se pode dizer em relação a área de serviços (variação trimestral de apenas mais 0,1% também). Ademais, o investimento caiu no período (menos 2,2%, embora sinalize um crescimento acumulado no ano da ordem de 6,5%, o que não é desprezível).

Por certo,  o desenvolvimento brasileiro vive uma transição de ciclo, com problemas para calibrar  seus novos motores de arranque em um mundo  de horizonte econômico pantanoso e estreito.

Em parte,  esse desempenho seria até elogiável, ao menos naquilo que reflete a resistência de uma engrenagem econômica que, desde 2007,  teima em avançar a contrapelo da lógica que desencadeou a crise e a sustenta.

De lá para cá, o Brasil  criou 10 milhões de novos empregos.

Para efeito de comparação, a União Europeia  fechou 30 milhões de vagas no mesmo período.

E condenou outros tantos milhões de jovens ao limbo, negando-lhes a oportunidade de uma primeira inserção no mercado de trabalho.

A Espanha, por exemplo, fez e faz, desde 2007, aquilo que o conservadorismo apregoa como panacéia para os males do Brasil hoje.

Com que efeito prático?

Resposta  de uma entidade da confiança dos mercados:

‘A Espanha levará 20 anos para recuperar os 3 milhões de empregos perdidos durante a crise global iniciada em 2008. A economia espanhola só conseguirá alcançar a taxa de desemprego de 6,8% - média na zona do euro, à exceção dos países do sul do continente--  a partir de 2033’ (PricewaterhouseCoopers (PwC); estudo  divulgado pela consultoria nesta terça-feira, 3/12).

O  espetáculo do desemprego em massa, no entanto, parece dizer pouco ao jornalismo que exorta o Brasil a mergulhar de cabeça no purgatório da gripe espanhola, em troca da redenção fiscal e de centros de metas de inflação.

Se é capaz disso, por que não  minimizaria  a existência de 89 milhões  de toneladas de soja no interior da aritmética que produziu o recuo do PIB?

A maior falácia desse jornalismo talvez seja  vender como ciência exata uma economia da qual faz gato e sapato.

O alarmismo interessado das manchetes cumpre uma função  estratégica. Ele confina a agenda econômica no campo do arrocho. Interdita o debate sobre os verdadeiros desafios do país e desqualifica as alternativas progressistas ao passo seguinte do desenvolvimento.
Fonte: A Carta Capital

quinta-feira, 14 de março de 2013

Um país indefeso ante o crime organizado


Coluna Econômica
O episódio da TelexFree – a empresa que montou uma pirâmide em cima de venda de publicidade na Internet - é, provavelmente, o maior atestado de incompetência do sistema nacional de segurança pública. É inacreditável a maneira como o Estado brasileiro está tratando o problema.
Há todos os indícios de que o golpe foi articulado por uma organização criminosa com ramificações internacionais. Há braços nos Estados Unidos e, segundo entrevistas dos próprios dirigentes da TelexFree, em mais 40 países.
Para constatar que é um esquema criminoso, basta conferir os modelos de venda, nos quais quem entra hoje paga luvas que servem para bancar parte dos ganhos de quem entrou há mais tempo, em uma progressão geométrica que levará inevitavelmente à quebra da corrente.
É esquema gigantesco, que já envolveu 1 milhão de pessoas, movimentou R$ 300 milhões no ano passado, provavelmente está girando entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão este ano.
A cada dia que passa, mais dezenas de milhares de pessoas são envolvidas pelo golpe.
Antes de ontem, vários sites que publicaram minha coluna de denúncia foram derrubados – incluindo o site da Carta Capital, jornais do interior, blogs independentes.
***
Na última reunião da Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), do Ministério da Justiça, da qual participaram Procons de todo o país, a TelexFree foi o assunto mais comentado.
Desde janeiro, existem denúncias contra o esquema no Ministério da Justiça. No entanto, nenhuma – repito NENHUMA – medida efetiva foi tomada até agora pelo Ministério da Justiça.
***
A Polícia Federal não entra na parada porque considera que o golpe caracterizaria estelionato – portanto, seria da competência das polícias civis dos Estados. Pouco importa se o esquema é nacional com ramificações internacionais. Se o manual diz que é a Polícia Civil, é da Polícia Civil.
Em vez de agir, o Ministério da Justiça afastou de si o cálice, remetendo para a Secretaria Especial de Acompanhamento Econômico (SEAE) do Ministério da Fazenda informar em que tipo de enquadramento jurídico está o golpe. Desde janeiro!
De janeiro para cá, centenas de milhares de novas vítimas caíram no conta da TelexFree. E o Ministério aguardando que a Fazenda tipifique a operação.
***
No Ministério Público, o mesmo problema. Em alguns estados, atuam Procuradores da República; em outros, Procuradores estaduais.
A PF reclama que tem enormes desafios para localizar crimes cibernéticos, pela dificuldade de identificar rapidamente o endereço onde está o IP (o número de identificação) da máquina. Para quebrar o sigilo, necessita da aprovação de um procurador e da autorização de um juiz. Alega, também, que não quer criar conflito de competência com as Secretarias de Segurança dos Estados.
***
Ora, é papel do Ministro da Justiça coordenar a segurança nacional. Em episódios dessa natureza, é obrigação do Ministro convocar a Polícia Federal, os Secretários de Segurança estaduais, o Ministério Público Federal, os Procons de todo o país, e definir uma linha de ação conjunta.
É questão de tempo para todos os dados do esquema virem à tona.
Quando explodir – e será pela batalha individual de alguns veículos – o Ministro José Eduardo Cardozo terá enorme dificuldade em justificar sua inação à opinião pública
Fonte texto: Luis Nassif On Line

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Máfias e dinheiro fácil no esporte


Seriam 425 jogadores, árbitros, dirigentes e outros intermediários envolvidos no maior escândalo de manipulação de resultados na história do futebol. Nada menos do que 680 partidas disputadas principalmente no Velho Continente, mas também na África, Ásia e na América Latina, entre 2008 e 2011, teriam sido “compradas”, segundo a Europol.

A sede dessa rede mafiosa, em Singapura, teria ramificações mundo afora.

Segundo a rede noticiosa BBC, somente no campeonato alemão foram injetados 16 milhões de euros, para um retorno de 8 milhões de euros.

E o quadro é ainda pior do que parece. Rob Wainwright, o diretor da Europol, diz que as últimas revelações são “apenas a ponta do iceberg”.

A Europol é a polícia da União Europeia que combate a criminalidade organizada.

No esporte mais popular do mundo, o mais importante é o dinheiro fácil. E aqueles injustos cartões vermelhos e gols anulados fazem sentido nesse campo comandado pelas máfias internacionais.

No entanto, sabemos que a corrupção rola solta no futebol faz tempo. De fato, o senhor Sepp Blatter, presidente da FIFA, poderia estar envolvido em mais este caso de corrupção: qualificações para a Copa do Mundo fariam parte desse esquema mafioso desmantelado pela Europol.

E na semana passada, o semanário francês France Football revelou que houve pouca transparência por parte da Federação Internacional de Futebol ao confiar a organização da Copa de 2022 ao Catar.

É claro, essa corrupção a permear o futebol não é de hoje. Antes de Blatter tivemos outros nebulosos administradores, como o brasileiro João Havelange.

Mais trágico ainda é o fato de que não são somente entusiastas do futebol a sofrer com essas revelações. Escassos dias atrás, vimos o ex-ciclista Lance Armstrong admitir com sua cara de jogador de poker que sem coquetéis de drogas jamais teria vencido sete Tours de France.

Lavagem de dinheiro, drogas e partidas “compradas”. Nós, mortais, nem sequer nos identificamos mais com os superatletas, quase todas e todos super drogados.

Somente agora as organizações de tênis se deram conta que os tenistas também poderiam estar tomando coquetéis de drogas. Os testes para esses atletas não têm sido tão rigorosos.

Diante de materiais que aumentam a velocidade da bola, tenistas cada vez mais parecidos com super-heróis, os quais, após partidas intermináveis, se recuperam para jogar no dia seguinte (e eles não têm como evitar esse ritmo, dado o crescente número de torneios e patrocinadores), cabe a seguinte pergunta: o tênis, como o ciclismo, o futebol e outros esportes não estaria também mergulhado nesse mundo no qual o vencedor é o empresário, ou mafioso, e não o torcedor em busca daquela jogada que o coloca em estado de êxtase?

Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Blog do Miro

segunda-feira, 21 de maio de 2012

MARCHA DE MALAFAIA CUSTA R$ 2 MILHÕES AOS COFRES PÚBLICOS DO RIO - VALDEMIRO SANTIAGO CHAMA MALAFAIA DE LADRÃO _ EM VÍDEO

DINHEIRO DO CONTRIBUINTE TRATADO COMO SE FOSSE CAPIM

Eu nada tenho contra os EVANGÉLICOS de verdade, sérios e que procuram pautar sua conduta dentro daquilo que pregam as "Escrituras". 
Mas, num momento em que DONOS DE IGREJA estão se engalfinhando nas TVs, Jornais e Vídeos publicados no Youtube, com acusações PESADAS de um contra outro e outro contra um, inclusive com termos bastante claros para se (DES) QUALIFICAR, como LADRÃO, DESONESTO, MENTIROSO, além de lançamento de dúvida entre eles, quanto a legalidade de aquisição de concessões públicas de meios de comunicação e formação de patrimônio próprio com o dinheiro desviado de dízimos, não é possível deixar de registrar o fato. 

Muito grave ainda é ver a Prefeitura do Rio colocando R$ 2 MILHÕES em despesa com a "marcha" de Silas Malafaia, para ele promover sua Igreja. Eu estou muito à vontade para fazer essa crítica, pois, já me posicionei inclusive contra o mesmo tipo de liberação de dinheiro para "PARADA do ORGULHO GAY" e outras doações, como reforma de quadra de Escola de Samba. O DINHEIRO PÚBLICO não pode ser utilizado dessa forma, bancando ações e patrimônio privado, por mais "justa" até que possa ser a causa. 

Em eventos dessa natureza, cabe à PREFEITURA apoiar, com a liberação de local adequado, controle do trânsito e segurança, além de suporte na área de atendimento médico. O resto que fique por conta de quem "marchar" para onde e quem quiser.

Parece que o Prefeito Eduardo Paes está mesmo já em Campanha pela sua reeleição e quer com o "CHAPÉU DO CIDADÃO CARIOCA" abocanhar votos.

Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Blog 007BONDeblog