” Amigos como sou produtora e documentarista gosto de averiguar muitas coisas, principalmente as erradas.
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sexta-feira, 24 de outubro de 2014
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Aécio não se descola do caso do aeroporto no Jornal Nacional
Se foi proposital, para ver se Aécio Neves “limpava a barra” do assunto Aeroporto de Cláudio – aliás, para que, pois isso não “colou” nas pesquisas, diz o Ibope, não é? – a entrevista do tucano ao Jornal Nacional não funcionou.
domingo, 27 de julho de 2014
Por que Aécio não responde se usou o aeroporto de Cláudio
Aécio, mais uma vez, se recusou a responder se utilizou o aeroporto de Cláudio, construído num terreno de seu tio-avô Múcio Guimarães Tolentino.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
“Aecioporto” não é inútil. Virou pista de aeromodelismo. Assista os vôos na “obra pública”
Aécio justifica a construção do aeroporto na fazenda de seu tio, Múcio Tolentino que, segundo a Folha “ficou pronto em outubro de 2010 e é administrado por (seus) familiares”, pelo fato de Cláudio – município com 28 mil habitantes, segundo o Censo do IBGE – ser um “grande pólo de fundições e metalúrgica, considerado um dos maiores do Brasil e da América Latina”.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Privatização de aeroportos é retrocesso para o país, dizem centrais
O movimento sindical se posicionou de forma contrária em relação ao processo de privatização do Aeroporto Internacional de Guarulhos (Cumbica), em São Paulo ; Aeroporto de Viracopos, em Campinas, e do Aeroporto Internacional de Brasília.
Para o vice-presidente da CTB, Nivaldo Santana, a transferência desses bens públicos para grupos privados significa uma verdadeira mina de ouro para os empresários. “Temos convicção de que a Infraero tem todas as condições e qualificações técnicas para administrar os aeroportos. Somos contra a privatização”, afirmou o dirigente.
O governo arrecadou R$ 24,5 bilhões com o leilão dos três aeroportos. O valor, a ser desembolsado por grupos nacionais e estrangeiros para o comando dos três dos maiores aeroportos do Brasil, é quase cinco vezes o valor mínimo de R$ 5,5 bilhões que o governo pedia pelo controle dos terminais.
Em nota publicada na segunda-feira 6, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, reconheceu que o sistema aeroviário necessita passar por modernização, já que o setor se configura como ponto estratégico para o desenvolvimento e evolução da economia. Porém, frisou que a modernização não deve estar atrelada a nenhum tipo de demissão.
“Não aceitaremos demissões em hipótese alguma. Exigimos respeito com os direitos adquiridos dos trabalhadores, que estarão sob nova direção após as concessões”, afirmou.
Em declaração à imprensa, o secretário geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Quintino Severo, disse que o atual processo estimula a participação estrangeira nos consórcios que disputarão os aeroportos mais rentáveis do país. Segundo o dirigente, é preciso reagir a um ataque inaceitável ao patrimônio público.
“Vivemos um momento de crise nos países capitalistas centrais, o que torna necessária uma ação mais ativa do Estado no fortalecimento do mercado interno. Privatização e desnacionalização não contribuem em nada para o desenvolvimento nacional soberano, pelo contrário”, reagiu Quintino.
O atual cenário remete a um capítulo triste da história brasileira, vivida durante o governo FHC, disse o presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Ubiraci Dantas. “A mobilização retrata nossa indignação com essa política de privatização do patrimônio público brasileiro. Esse leilão se configurou como um retrocesso e se essa moda pega o patrimônio público logo irá inexistir”.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte Texto: Blog da CTB MG
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