Siga a gente aqui!

Mostrando postagens com marcador Argentina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Argentina. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de junho de 2020

Como os “conchetos” (coxinhas) de Buenos Aires estão sabotando a quarentena na Argentina

Marchas na capital têm característica de classe muito marcada; ricos portenhos parecem desprezar o sucesso do isolamento


Os ricos portenhos estão sabotando o bom combate à pandemia na Argentina, que tem se destacado pelo baixo número de infectados e mortos pelo coronavírus em relação a outros países como o Brasil graças à atuação firme do governo federal. Orquestradas pelos grandes empresários e pela mídia comercial, as manifestações anti-quarentena dos conchetos (como são conhecidos os mauricinhos ou coxinhas no país) estão logrando fazer subir o número de infectados em Buenos Aires, enquanto outras regiões já relaxam o isolamento.
Os ricos portenhos estão sabotando o bom combate à pandemia na Argentina, que tem se destacado pelo baixo número de infectados e mortos pelo coronavírus em relação a outros países como o Brasil graças à atuação firme do governo federal. Orquestradas pelos grandes empresários e pela mídia comercial, as manifestações anti-quarentena dos conchetos (como são conhecidos os mauricinhos ou coxinhas no país) estão logrando fazer subir o número de infectados em Buenos Aires, enquanto outras regiões já relaxam o isolamento.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Caiu o primeiro: derrota de Macri anuncia mudança de ventos na América do Sul

Coalizão de Cristina Kirchner, que se torna presidenta do Senado, também levou o governo da província de Buenos Aires
Um dado importante dessa vitória é que, pela legislação argentina, o vice-presidente ocupa a presidência do Senado. Cristina Kirchner, portanto, é a nova presidenta do Senado argentino. A coalizão de Cristina também ganhou na província de Buenos Aires: seu ex-ministro da Economia, Axel Kiciloff, derrotou a atual governadora Maria Eugenia Vidal, aliada de Macri, por uma diferença superior a 13 pontos percentuais.
Os ventos estão mudando de direção na América do Sul. A “onda neoliberal” começa a ser derrotada por seu próprio projeto econômico, propulsor da desigualdade e da recessão. Com a queda de Mauricio Macri neste domingo, a esquerda inicia sua volta ao poder pela Argentina, exatamente como temia Bolsonaro. Com 80% dos votos apurados, o peronista Alberto Fernández, da coalizão Frente de Todos, cuja vice é a ex-presidenta Cristina Fernández de Kirchner, conseguiu 47,53% dos votos contra 41% de Macri e venceu no primeiro turno.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Blogueiro argelino pode ser condenado a 25 anos de prisão por entrevistar oficial israelense no YouTube

As autoridades argelinas acusam o blogueiro Merzoug Touati de “trocar informações com uma potência estrangeira”, por conta de um vídeo em que ele realiza uma entrevista com um porta-voz do ministério de relações exteriores israelense.
Segundo a Liga Argelina de Direitos Humanos (LADDH), Touati foi preso pela polícia no dia 18 de janeiro e teve seu computador e sua câmera confiscados. Os advogados do órgão estão o representando no tribunal.
Ikken Sofiane, advogado da LADDH disse à agência de notícias argelina El-Watan que Touati foi enquadrado no artigo 71 do código penal do país, que prevê sentença de até 20 anos de prisão para qualquer pessoa sentenciada por “manter contato com representantes de uma nação estrangeira que traga prejuízo à condição militar ou diplomática da Argélia ou aos seus interesses econômicos”.
As autoridades argelinas acusam o blogueiro Merzoug Touati de “trocar informações com uma potência estrangeira”, por conta de um vídeo em que ele realiza uma entrevista com um porta-voz do ministério de relações exteriores israelense.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Macri diz que Venezuela 'não acrescentou' ao Mercosul e que bloco 'estaria melhor' sem Caracas

Brasil, Argentina, Chile, México, Paraguai e Peru divulgaram nota em que se dizem ‘preocupados’ com o que chamam de 'atraso' no processo de referendo na Venezuela


Sobre a situação brasileira, o presidente argentino disse considerar que o processo de impeachment de Dilma Rousseff não foi um golpe de Estado.
“Hoje [o Brasil] é governado pelo vice-presidente da chapa do PT, que ganhou as últimas eleições [presidenciais]”, disse Macri, para quem a parceria com o Brasil está “acima das conjunturas políticas de momento”.
Países se dizem ‘preocupados’ com referendo na Venezuela
Também nesta quarta-feira, as chancelarias de Brasil, Argentina, Chile, México, Paraguai e Peru divulgaram uma nota conjunta em que se dizem ‘preocupadas’ pela decisão do CNE (Conselho Nacional Eleitoral) da Venezuela de implicar um “método determinado” para realizar a coleta de 20% das assinaturas necessárias para convocar o referendo que pode revogar o mandato de Nicolás Maduro.
O presidente da Argentina, Mauricio Macri, afirmou nesta quarta-feira (29/08) que o Mercosul estaria “melhor” sem a Venezuela, cuja presença no bloco, de acordo com ele, “não acrescentou” à organização.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Aliado de Macri, Larreta é eleito novo prefeito de Buenos Aires em disputa acirrada

Votação é encarada como termômetro para a popularidade do principal adversário aos kirchneristas nas eleições presidenciais de outubro
Chefe de gabinete de Macri desde 2007, Larreta teve sua campanha patrocinada pelo candidato presidencial, que esperava uma margem de vitória de 9 a 13 pontos frente a Losteau.
O candidato do partido conservador Proposta Republicana, Horacio Rodríguez Larreta, foi eleito o novo prefeito de Buenos Aires em um acirrado segundo turno, segundo dados oficiais da apuração divulgados nesta segunda (20/07).

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Por que o Brasil está importando energia da Argentina

O blecaute foi surpresa para nós, cidadãos, mas não para o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Programar o corte de energia foi a solução encontrada pela ONS diante de um pico de consumo recorde, principalmente na cidade de São Paulo. Ato contínuo, o órgão teve também que importar cargas extras de energia da Argentina durante três dias depois do apagão para suprir a grande demanda. No total foram importados dois mil megawatts/hora (MWh) em caráter emergencial.
O inusitado apagão que atingiu 10 estados brasileiros, mais o Distrito Federal, no início da tarde de 19 de janeiro deixou milhões de brasileiros sem energia elétrica. Deixou, inclusive, muitos paulistanos no sufoco, presos nos trens da linha amarela do metrô da capital paulista.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Mídia-bandida e os sonegadores do HSBC

A descoberta de um esquema bilionário de corrupção do HSBC está agitando o mundo. É um dos maiores escândalos do sistema financeiro desde a eclosão das denúncias contra os bancos dos EUA nos anos 1990, que aceleraram a crise do capitalismo. No Brasil, porém, a mídia quase não trata deste assunto. Há várias explicações para esta omissão. A velha mídia está mais preocupada em destruir a Petrobras, na sua incansável campanha pela privatização da estatal, e atacar a presidenta Dilma. Além do fator ideológico e político, ela tem sólidos vínculos com os banqueiros – inclusive depende da sua farta publicidade. Mas podem existir outros motivos menos visíveis. Desde a eclosão do escândalo já se descobriu que o Grupo Clarín, da Argentina, desviou ilegalmente milhões de dólares para o exterior através das maracutaias do HSBC. Será que algum barão da mídia brasileira também está envolvido neste esquema de sonegação?
A descoberta de um esquema bilionário de corrupção do HSBC está agitando o mundo. É um dos maiores escândalos do sistema financeiro desde a eclosão das denúncias contra os bancos dos EUA nos anos 1990, que aceleraram a crise do capitalismo. No Brasil, porém, a mídia quase não trata deste assunto. Há várias explicações para esta omissão. A velha mídia está mais preocupada em destruir a Petrobras, na sua incansável campanha pela privatização da estatal, e atacar a presidenta Dilma.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Liderado por filho de Cristina, movimento jovem na Argentina se coloca como 'braço político' da presidente

Máximo Kirchner, potencial candidato à prefeitura de Río Galegos, berço político de Néstor, comanda organização pró-governo
Um dos maiores movimentos sociais e com maior capacidade de mobilização da Argentina é liderado por um “jovem” de 37 anos. Filho de Néstor e Cristina Kirchner, Máximo kirchner fundou, em 2006, a agrupação política de orientação peronista La Cámpora. Formada por jovens, a organização se autodefine como um “braço político” da presidente e tem como principal objetivo a defesa do chamado kirchnerismo. Ser peronista na Argentina é quase uma prerrogativa para ser político. La Cámpora surge exatamente como uma demarcação à esquerda da corrente política que nos anos 1990 se confundiu com o neoliberalismo, durante a gestão do presidente Carlos Menem (1989-1999). Nascidos no período pós-ditadura, muitos dos militantes carregam marcas pessoais da época, com pais e outros familiares assassinados durante o regime de exceção. Outra parte participou da oposição a Menem e da queda de Fernando de la Rúa (1999-2001). Com a chegada de Néstor Kirchner ao poder em 2003, esses jovens se agruparam e passaram a apoiar o governo - e o que posteriormente convencionou-se chamar kirchnerismo. Por quê? De acordo com o artigo “La fuerza de los jóvenes: aproximaciones a la militancia kirchnerista desde La Cámpora (A força dos jovens: aproximações da militância kirchnerista de La Cámpora)”, de Melina Vázquez e Pablo Vommaro, publicado pela Clacso, um dos poucos estudos disponíveis na rede sobre a organização, a construção discursiva adotada pelo grupo exalta os valores dos governos de Néstor e Cristina, em contraposição com o neoliberalismo. “Isso redunda na elaboração de uma retórica dicotômica, que exalta aspectos dos governos kirchneristas com a intenção de diferenciá-los das medidas neoliberais dos anos 1990.
Um dos maiores movimentos sociais e com maior capacidade de mobilização da Argentina é liderado por um “jovem” de 37 anos. Filho de Néstor e Cristina Kirchner, Máximo Kirchner fundou, em 2006, a agrupação política de orientação peronista La Cámpora. Formada por jovens, a organização se autodefine como um “braço político” da presidente e tem como principal objetivo a defesa do chamado kirchnerismo.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Menina achada em bueiro na Argentina deixa UTI

Bebê de um ano e oito meses foi encontrada ao lado do corpo da mãe, Paola Acosta, em caso que gerou repercussão no país.

A menina argentina Martina, encontrada dentro de um bueiro ao lado do cadáver da mãe, Paola Acosta, de 36 anos, saiu da Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital de Niños de Córdoba, informou a imprensa local.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Grupo islâmico declara califado no Iraque

Grupo ISIS declara califado na área sob seu controle, enquanto governo do Iraque tenta retomar Tikrit com ofensiva de blindados e artilharia.
Agenda internacional: grupo islâmico declara califado no Iraque
Iraque

Grupo  ISIS declara "califado" na área sobre seu controle, enquanto  o governo  do Iraque tenta retomar Tikrit com ofensiva de blindados e artilharia. Um “califa” (no caso o líder do ISIS, Abu Bakr al- Baghadi) é um governante considerado sucessor do profeta Maomé. 

segunda-feira, 10 de março de 2014

William Bonner pede perdão ao papa Francisco no Jornal Nacional

Apresentador do Jornal Nacional corrigiu nota lida por Patrícia Poeta e “pediu perdão” ao papa Francisco

Willan Bonner do Jornal Nacional corrigiu nota lida por Patrícia Poeta e “pediu perdão” ao papa Francisco
Na edição da última quinta-feira do Jornal Nacional, principal telejornal da TV Globo, William Bonner precisou corrigir uma informação repassada por Patrícia Poeta. No início do noticiário, a apresentadora leu uma nota sobre a confissão feita pelo papa Francisco durante a semana. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Argentina devia “censurar” o FMI.


O Fundo Monetário Internacional (FMI), organismo responsável pela quebradeira de várias economias do mundo e pelo desemprego e miséria de milhões de habitantes no planeta, divulgou na semana passada uma moção de “censura” ao governo da Argentina. A nefasta instituição alega que o governo do país vizinho manipula os índices de inflação. A “censura” é o primeiro passo de um processo que pode resultar na expulsão da Argentina do FMI, como se este organismo prestasse para alguma coisa nos dias atuais.


Aristocrática e petulante, a capataz do órgão, Christine Lagarde, já havia antecipado a medida em setembro passado. Na ocasião, ela afirmou que “a Argentina já tem o cartão amarelo, agora tem de escolher se quer o cartão vermelho”. De pronto, a altiva presidenta Cristina Kirchner respondeu durante a assembleia da ONU: “A Argentina não é um time de futebol, mas sim um país soberano”. Agora, o FMI volta à carga com sua “censura”. O organismo que destrói as economias europeias volta a meter o bedelho na América Latina.

Os argentinos e latino-americanos sabem o que significa o famigerado FMI. No triste reinado de FHC, o Brasil ficou recém deste antro que representa os interesses dos banqueiros. Os três acordos firmados com o Fundo resultaram em milhares de demissões, retirada de direitos trabalhistas e brutal arrocho salarial. No caso da Argentina, a presidente Cristina, juntamente com seu marido, projetou-se exatamente por combater suas receitas amargas, que levaram o país ao colapso. Quem, de fato, merece a censura dos povos é o FMI!

Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Blog do Miro.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Que nos sirva de exemplo: 50 anos de prisão para Videla

Após quinze meses de debate, o Tribunal Oral Federal 6 da Argentina condenou o ditador Jorge Rafael Videla por “subtração, retenção e ocultamento” em vinte casos de filhas e filhos de desaparecidos durante a última ditadura cívico-militar. Além disso, o tribunal definiu o roubo de crianças como um plano sistemático, produto de uma prática organizada desde a cúpula do poder militar. As Avós da Praça de Maio e as famílias seguem buscando os netos que ainda não recuperaram suas identidades.



Buenos Aires - Após quinze meses de debate, o Tribunal Oral Federal 6, integrado pelos juízes María del Carmen Roqueta, Julio Luis Penala e Domingo Altieri, condenou os ditadores Jorge Rafael Videla e Reynaldo Benito Bignone por “subtração, retenção e ocultamento” de filhas e filhos de desaparecidos durante a última ditadura cívico-militar, em 20 e 31 casos, respectivamente. O tribunal também condenou a 30 e 40 anos de "prisão e inabilitação absoluta" pelo mesmo prazo da condenação os repressores Antonio Vañek e Jorge "El Tigre" Acosta. Além disso, o tribunal definiu o roubo de crianças como um plano sistemático, produto de uma prática organizada desde a cúpula do poder militar.

Durante os quinze anos de investigação judicial que precederam o julgamento, foram obtidos muitos testemunhos, mas um dos mais reveladores foi o da neta Victoria Montenegro, que denunciou a cumplicidade do promotor Juan Martín Romero com seu apropriador, o ex-coronel Herman Tetzlaff e sua esposa María del Carmen Duartes.

Antes da sentença, Montenegro, que se reencontrou com sua família em 2001, assegurou que “chamar as coisas pelo seu nome vai fazer bem para todos”, referindo-se à expectativa de que o tribunal definisse como “plano sistemático” o roubo de bebês. “Este julgamento fecha muitos anos de luta sustentada pelas Avós da Praça de Maio”, sustentou.

Para a jovem, que este ano também recuperou os restos de seu pai, graças ao trabalho da Equipe Argentina de Antropologia Forense, o significado de alcançar justiça “serve para reparar feridas, ainda que saibamos que falta muito a fazer, sabemos que faz parte da batalha cultural que estamos travando”.

Entre as 35 apropriações há nomes de pessoas que nasceram em cativeiro e uma pequena proporção de apropriados ou dados em adoção logo depois de serem sequestrados com seus pais. Das 35 crianças, 26 recuperaram a identidade. Destes, 20 testemunharam no julgamento.

As avós e famílias seguem buscando os que faltam. Seus nomes ontem estavam registrados em um panfleto distribuído pelas Avós da Praça de Maio no julgamento: são Guido Carlotto, Ana Libertad Baratti de la Quadra, Clara Anahí Mariani Teruggi; o/a filho/a de Gabriela Carriquiriborde e Jorge Repetur; Martín Ogando Montesano: Victoria Petrakos Castellini; a filha de María Moyano e Carlos Poblete e a filha de Ana Rubén e Hugo Castro que “continuam vivendo com uma identidade falsa”.
 
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Blog do Velho Comunista