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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

BRASIL Da indústria ao mercado de turismo, disseminação do coronavírus já cobra fatura na economia brasileira


Sem receber componentes importados da China, fabricantes de eletrônicos reduzem produção no Brasil. Agências de viagem lidam com preocupação dos clientes e cancelamentos de viagens
Em 2019, quase 30% das exportações brasileiras tiveram como destino o país asiático, com destaque para a soja, o minério de ferro e o petróleo. Diante da paralisia da economia chinesa neste início de ano, o quadro deve, no entanto, mudar. Segundo José Augusto Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), ainda não há dados concretos para dar a dimensão do problema atual. “O que já sabemos é que, infelizmente, teremos queda na quantidade de exportação e nos preços das commodities, como soja e minério. Para o Brasil é uma perda dupla”, explica.
A disseminação de casos do novo coronavírus (Covid-19) pelo mundo, inclusive no Brasil, tem elevado a preocupação sobre os possíveis efeitos que a doença terá sobre a economia global. Já se fala em uma redução do crescimento do mundo neste ano, mas ainda é cedo para mensurar qual será o tamanho da queda. No caso do Brasil, que tem como maior parceiro comercial a China ― epicentro da doença ― os impactos não devem ser pequenos.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Indústria despenca 1,1% em 2019, primeiro ano sob o governo Bolsonaro

Economistas ouvidos pela agência Bloomberg projetavam uma queda menor no período – de 0,8%. Foram surpreendidos, no entanto, por um cenário de mais adversidades, como o mau desempenho da indústria extrativa, que recuou 9,7%


https://vermelho.org.br/2020/02/04/industria-despenca-11-em-2019-primeiro-ano-sob-o-governo-bolsonaro/
Após avançar por dois anos seguidos, a produção industrial do Brasil despencou em 2019, no primeiro ano sob o governo de Jair Bolsonaro e a gestão ultraliberal de Paulo Guedes no Ministério da Economia. Enquanto o setor teve crescimento de 2,5% em 2017 e de 1% em 2018, o desempenho no ano passado foi uma retração de 1,1%. É o que apontam dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta terça-feira (4).

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Brasil tem maior concentração de renda do mundo entre o 1% mais rico

Pesquisa comparativa liderada por Thomas Piketty aponta que 27,8% da riqueza nacional está em poucas mãos
Quase 30% da renda do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos habitantes do país, a maior concentração do tipo no mundo. É o que indica a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018, coordenada, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty. O grupo, composto por centenas de estudiosos, disponibiliza nesta quinta-feira um banco de dados que permite comparar a evolução da desigualdade de renda no mundo nos últimos anos.

Quase 30% da renda do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos habitantes do país, a maior concentração do tipo no mundo.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Copom reduz juros pela primeira vez em quatro anos: qual o contexto e significado

Taxa Selic vai a 14% ao ano, mas mercado espera mais cortes nos próximos meses. Entenda o papel do Banco Central e da Selic no combate à inflação
O Banco Central confirmou as expectativas e reduziu a taxa básica de juros pela primeira vez desde outubro de 2012. Agora a Selic vai de 14,25% para 14% ao ano - naquela ocasião chegou a apenas 7,25%, e desde então só subiu.

A expectativa pela redução de juros vinha de empresários e do mercado financeiro, mas também de dentro do próprio governo.  No domingo (16), o ministro das Relações Exteriores, José Serra, disse na Índia que o Banco Central tinha as “condições” para fazer o corte. Nem o comentário incomum - já que o Copom tem autonomia operacional do governo para decidir a taxa - impediu a redução.

A tarefa principal do Banco Central brasileiro é controlar a inflação, e o instrumento ao seu dispor para fazer isso é a taxa de juros. Aumentando (ou mantendo alta) a Selic, a inflação tende a cair e vice-versa. Esse papel do banco de guardião do valor da moeda se tornou oficial desde a implantação do sistema de metas de inflação, em 1999, que dá autonomia a seus diretores para a decisão sobre os juros
O Banco Central confirmou as expectativas e reduziu a taxa básica de juros pela primeira vez desde outubro de 2012. Agora a Selic vai de 14,25% para 14% ao ano - naquela ocasião chegou a apenas 7,25%, e desde então só subiu.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Theresa May pede 'tempo' a líderes europeus para preparar saída britânica da União Europeia

Em conversa com Angela Merkel, François Hollande e Enda Kenny, nova premiê do Reino Unido reafirmou 'compromisso de cumprir a vontade do povo' em deixar UE


A primeira-ministra britânica, Theresa May, pediu “tempo” aos líderes europeus para preparar as negociações sobre a saída do Reino Unido da UE (União Europeia), segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (14/07) pela residência oficial de Downing Street.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Alternativas econômicas para retomar crescimento é tema do Brasilianas

O impacto do câmbio e dos juros sobre o desenvolvimento econômico do país, análise do modelo econômico para o desenvolvimento praticado nos últimos governos e os cenários econômicos possíveis para 2017 serão os temas tratados no programa Brasilianas desta segunda (09), a partir das 11h da noite, na TV Brasil.

O apresentador Luis Nassif recebe nessa edição o ex-presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Demian Fiocca, o professor do Instituto de Economia da UFRJ, Ernani Torres, o professor da Escola de Economia da FGV de São Paulo,Leonardo Weller e, para avaliar a crise do sistema jurídico-político, o professor de Direito Público da Universidade de Brasília, Marcelo Neves.

Com uma avaliação do desempenho econômico dos últimos anos é possível começar a pensar em cenários possíveis para 2017. Recentemente uma pesquisa divulgada pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que a produção industrial brasileira, como um todo, recuou 11,4% em março em relação ao mesmo mês do ano passado. Mas há indícios de melhora em alguns setores: 12 dos 14 ramos econômicos da produção industrial investigados pelo instituto apresentaram leve crescimento na passagem de fevereiro para março deste ano.

Para o órgão de pesquisas estatísticas o movimento positivo recente foi possível por dois fatores: desvalorização do real frente ao dólar, ajudando no aumento das exportações de produtos brasileiros, e a redução de estoques. O estoque é ruim para a economia porque é capital parado, significa que o empresário investiu na produção ou aquisição de produtos que não estão sendo vendidos, e quanto mais tempo de prateleira menor o retorno do lucro.

A indústria brasileira teve resultados negativos durante todo o ano de 2015, por isso o desempenho positivo de metade dos setores avaliados no último mês, mesmo que tímido, pode apontar para um início de recuperação. Além dos setores industriais é preciso destacar a importância dos produtos agrícolas e minerais na balança comercial do país.
O impacto do câmbio e dos juros sobre o desenvolvimento econômico do país, análise do modelo econômico para o desenvolvimento praticado nos últimos governos e os cenários econômicos possíveis para 2017 serão os temas tratados no programa Brasilianas desta segunda (09), a partir das 11h da noite, na TV Brasil.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Brasil é paraíso tributário para super-ricos, diz estudo da ONU

Isenção de impostos sobre lucros e dividendos faz com que cidadãos assalariados, de classe média, tenham um nível maior de tributação do que os 0,05% da população que ganha mais de R$ 4,1 milhões por anoOs brasileiros super-ricos pagam menos imposto, na proporção da sua renda, que um cidadão típico de classe média alta, sobretudo assalariado, o que viola o princípio da progressividade tributária, segundo o qual o nível de tributação deve crescer com a renda.
Essa é uma das conclusões de artigo publicado em dezembro pelo IPC-IG (Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo), vinculado ao PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento).
O estudo, que analisou dados de Imposto de Renda referentes ao período de 2007 a 2013, mostrou que os brasileiros “super-ricos” do topo da pirâmide social somam aproximadamente 71 mil pessoas (0,05% da população adulta), que ganharam, em média, 4,1 milhões de reais em 2013.
De acordo com o levantamento, esses brasileiros pagam menos imposto, na proporção de sua renda, que um cidadão de classe média alta. Isso porque cerca de dois terços da renda dos super-ricos está isenta de qualquer incidência tributária, proporção superior a qualquer outra faixa de rendimento.
Os brasileiros super-ricos pagam menos imposto, na proporção da sua renda, que um cidadão típico de classe média alta, sobretudo assalariado, o que viola o princípio da progressividade tributária, segundo o qual o nível de tributação deve crescer com a renda.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Flamenguistas e vascaínos se unem contra o golpe

No estádio Mané Garrincha, em Brasília, torcedores dos dois times deixaram a rivalidade de lado ontem (30) e se uniram em um manifesto em defesa da democracia
Nem o clássico Flamengo x Vasco ficou de fora dos protestos contra a tentativa de golpe em curso no país. No jogo realizado ontem (30) no estádio Mané Garrincha, em Brasília, torcedores dos dois times deixaram a rivalidade de lado e se uniram em um manifesto em defesa da democracia. Mais uma vez, a Rede Globo foi alvo de críticas em uma das faixas expostas no local.

No dia 23 de março, a disputa entre Internacional e Fluminense, também em Brasília, contou com diversos cartazes e placas com a imagem da Constituição Federal e frases como “Não vai ter golpe” e “Respeite o voto”. Os ativistas, contrários ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff, lembraram a necessidade de se respeitar a escolha da maioria da população nas últimas eleições.
Nem o clássico Flamengo x Vasco ficou de fora dos protestos contra a tentativa de golpe em curso no país.

Como a Globo ousar falar em corrupção?

Pego para ler o livro Política, Propina e Futebol, do jornalista Jamil Chade, correspondente do Estadão na Suíça.

É a história da corrupção na Fifa.

Há um trecho particularmente interessante nele para os brasileiros. Trata das propinas “constantes” pagas a Ricardo Teixeira e João Havelange para influenciarem nas decisões sobre que emissora teria o direito de transmitir Copas no Brasil.

O assunto foi objeto de investigação da Justiça suíça.

Diz o livro:

“Uma rede de televisão no Brasil é citada (…) no suborno, ainda que seu nome tenha sido mantido em sigilo no documento público [da Justiça da Suíça], uma vez que o processo não era contra ela.”
Quem transmite Copa no Brasil?
Pego para ler o livro Política, Propina e Futebol, do jornalista Jamil Chade, correspondente do Estadão na Suíça.

É a história da corrupção na Fifa.

quarta-feira, 30 de março de 2016

terça-feira, 29 de março de 2016

Como ajudar a Brigada Herzog

Para eles, Dilma tem que permanecer quieta, enquanto o golpe se espalha, prende todo mundo, detona com as liberdades e garantias individuais, insufla o fascismo e se instala, definitivamente, no país.

O governo e alguns de seus principais aliados ainda não entenderam o golpe, a meu ver.

Eu os vejo balbuciarem análises sobre a Lava Jato, dizendo que a oposição quer derrubar Dilma para enterrar a Lava Jato.

Bem, isso é óbvio, pelo simples fato de que ninguém conseguirá governar o país com uma operação ilegal como a Lava Jato em andamento.

Essa é a narrativa mais difícil de derrubar, porque ninguém quer ser visto como adversário da luta contra a corrupção.

A Lava Jato ganhou blindagem internacional. Dilma é elogiada no New York Times porque não interfere na Lava Jato.
Bem, vou resumir o post anterior, que ficou gigante e talvez pouca gente chegue ao final, que pede ajuda para consolidarmos a Brigada Herzog.

segunda-feira, 28 de março de 2016

A exceção e a atualidade de Lima Barreto

A assunção ao poder dos grupos políticos que agora são majoritários na mira da lava-jato, promove uma metáfora mórbida do clássico de Lima Barreto.
A narrativa política que seduziu milhões, mobilizou amplos setores das classes médias, atingiu inclusive parte das camadas de baixa  renda e despertou uma ira fascista em setores minoritários, mas expressivos e violentos da nossa pirâmide social, está banhada em ironia.

domingo, 27 de março de 2016

Lobão, o golpista, pede perdão

Após um histórico de polêmicas em torno de seu nome, o cantor Lobão resolveu se redimir de parte delas neste domingo (27), ao pedir desculpas a Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque. Segundo ele, críticas ao trio eram motivadas por “birra, competição, autoafirmação e discordância ideológica”
Após um histórico de polêmicas em torno de seu nome, o cantor Lobão resolveu se redimir de parte delas neste domingo (27), ao pedir desculpas a Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque em uma publicação no Facebook. Os três ícones da música brasileira são criticados com frequência por Lobão, conhecido por suas posições políticas de direita e pelo apoio ao golpe que busca a derrubada da presidenta Dilma Rousseff. Dessa vez, ele escreveu uma longa carta aberta em que pede “humildemente o perdão” do trio.
Leia abaixo na íntegra.
Após um histórico de polêmicas em torno de seu nome, o cantor Lobão resolveu se redimir de parte delas neste domingo (27), ao pedir desculpas a Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque em uma publicação no Facebook.

quinta-feira, 24 de março de 2016

30 imagens da relação entre Cuba e EUA

Relato do longo e tortuoso relacionamento entre EUA e Cuba, desde de a Guerra Hispano-Americana, até o recente restabelecimento das relações diplomáticas.


MotherJones
Segue um breve retrato do longo e tortuoso relacionamento entre Estados Unidos e Cuba, desde de a Guerra Hispano-Americana, até o recente restabelecimento das relações diplomáticas.
MotherJones
Segue um breve retrato do longo e tortuoso relacionamento entre Estados Unidos e Cuba, desde de a Guerra Hispano-Americana, até o recente restabelecimento das relações diplomáticas.

terça-feira, 22 de março de 2016

Entidades católicas e protestantes pedem respeito à democracia no Brasil

Diante do atual cenário de intensas manifestações e de polarização política no Brasil, instituições religiosas divulgam manifestos pedindo paz, diálogo e discernimento para a garantia do processo democrático no país.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Quem tem medo dos comunistas? Por… Carlos Lacerda

O carioca Carlos Lacerda (1914-1977), o civil que ajudou os militares a fazer o golpe de 1964 –e depois se arrependeu, ao ver que os milicos não iam deixar o poder tão cedo–, ficou conhecido como conspirador desde a época de Getúlio Vargas. Ex-comunista que bandeou para a direita, Lacerda ganhou o epíteto de “o Corvo” e virou sinônimo de “golpista”. De lá para cá, toda vez que aparece alguma tentativa de derrubar o governo, rapidamente é evocado o “lacerdismo”.
Os últimos a serem comparados com Carlos Lacerda foram o tucano Aécio Neves e o juiz Sergio Moro, como se fosse justa a comparação –para Lacerda. Não é. Sob o olhar atual, o golpista dos golpistas parece mais nobre e sintonizado com a atualidade do que os direitistas retrógrados de hoje. Mais culto, mais inteligente. Compare um cara desses com um Jair Bolsonaro, um Olavo de Carvalho. Não chegam ao chulé. Desde Lacerda, a direita brasileira só fez decair.
(Lacerda e Castelo Branco em julho de 1964)
O carioca Carlos Lacerda (1914-1977), o civil que ajudou os militares a fazer o golpe de 1964 –e depois se arrependeu, ao ver que os milicos não iam deixar o poder tão cedo–, ficou conhecido como conspirador desde a época de Getúlio Vargas.

domingo, 20 de março de 2016

Espetáculo é interrompido em BH após ator “improvisar” ataque a Lula e Dilma

Cláudio Botelho, ator e diretor da peça “Todos os musicais de Chico Buarque em 90 minutos”, se referiu a um “ex-presidente ladrão” e uma “presidente ladra”. Parte da plateia reagiu com coro de “não vai ter golpe”Na noite desta sexta-feira (20), em Belo Horizonte, o espetáculo “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 minutos”, encenado no Grande Teatro do Palácio das Artes, não chegou ao fim por conta de um aparente improviso do ator e codiretor Claudio Botelho.
Por volta da metade do musical, ele deu início a uma sequência de ataques ao ex-presidente Lula e à presidenta Dilma, inseridos no contexto da história.

Em cena, ele, que fazia o papel de líder de uma companhia teatral que rodava pelo interior do país, fala sobre a chegada de sua trupe em Brejo de Cruz, lugar no qual passava o último capítulo da novela das oito, mesma noite em que um “ex-presidente ladrão foi preso” e que uma “presidente ladra” que ia sofre o impeachment.
Na noite desta sexta-feira (20), em Belo Horizonte, o espetáculo “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 minutos”, encenado no Grande Teatro do Palácio das Artes, não chegou ao fim por conta de um aparente improviso do ator e codiretor Claudio Botelho.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Lideranças reagem com indignação ao pedido de prisão de Lula

O pedido de prisão preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciado nesta quinta-feira (10) pelo promotor Cássio Conserino foi definido por líderanças políticas e em nota do Instituto Lula como arbitrário, irresponsável, inconsistente e com intenção de promover um espetáculo midiático. Na opinião da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), “os promotores do Ministério Público de São Paulo agem de forma irresponsável”. 
“A pretexto de manter a ordem pública e evitar a destruição de provas – os fundamentos para a prisão –, eles podem incendiar o país”, avaliou a parlamentar. “Esses mesmos promotores já admitiram que não existem provas concretas contra o presidente. Prendê-lo, seria o meio mais rápido de provocar o caos social no país”, disse.

Para o deputado federal Paulo Teixeira (PT), o momento que vive o país pede responsabilidade. “Pedido de prisão de Lula não tem base jurídica. Trata-se de medida política às vésperas das manifestações”, ressaltou. No dia 13, segmentos golpistas organizam atos em apoio ao impeachment da presidenta Dilma e em apoio às ilegalidades contra Lula.
“A pretexto de manter a ordem pública e evitar a destruição de provas – os fundamentos para a prisão –, eles podem incendiar o país”, avaliou a parlamentar.

terça-feira, 8 de março de 2016