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quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

De Naiara Azevedo a Neymar Pai: Veja famosos que prestigiaram ataque de Bolsonaro à imprensa

Deputado Daniel Freitas (PSL-SC) diz que artistas presentes em almoço
Deputado Daniel Freitas (PSL-SC) diz que artistas presentes em almoço "assinaram uma carta sinalizando apoio ao presidente Bolsonaro"

O presidente Jair Bolsonaro estava almoçando com um grupo de famosos nesta quarta-feira (27) no momento em que se irritou com a imprensa ao comentar sobre os dados que apontam um gasto de R$ 15 milhões em leite condensado no ano de 2020 por parte do Executivo Federal.

O objetivo do almoço seria discutir soluções para os setores de eventos, turismo e gastronomia, que foram afetados durante a pandemia do coronavírus.
Famosos como Naiara Azevedo, Neymar Pai e Sorocaba participaram do encontro, que ocorreu na churrascaria Vila Planalto, em Brasília. Em fotos que circulam nas redes sociais, também é possível constatar a presença do cantor Arnaldo, da dupla com Diego, o cantor Rick, da dupla com Renner, Amado Batista, Netinho e Marcão do Povo.

O encontro também contou com a presença de deputados e outras figuras do governo Bolsonaro, como Mario Frias, secretário especial de Cultura, e Fábio Farias, ministro das Comunicações.

No Instagram, o deputado federal bolsonarista Daniel Freitas (PSL-SC), que também participou do almoço, informou que os artistas presentes “assinaram uma carta sinalizando apoio ao presidente Bolsonaro”.

Foi neste encontro que Bolsonaro xingou a imprensa por questioná-lo sobre os gastos milionários com alimentos considerados supérfluos durante a pandemia do coronavírus.
“Quando eu vejo a imprensa me atacar, dizendo que eu comprei 2,5 milhões de latas de leite condensado… Vai para a puta que pariu, porra! É pra enfiar no rabo de vocês, imprensa”, disse o presidente.
Além dos custos do leite condensado, foram R$ 16,5 milhões com batata frita embalada, R$ 13,4 milhões com barras de cereais, R$ 21,4 milhões em iogurte natural, R$ 8 milhões em bombons, R$ 2 milhões em chicletes, entre outros. 

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Pró-Esia - Fábrica de Versos... Álbuns clássicos que nunca foram lançados em CD no Brasil

Já para quem prefere os CDs, como é o meu caso, o cenário não é muito melhor. Além da diminuição no número de lançamentos, como lojas físicas são cada vez mais raras pelo país e ao mesmo tempo em que os lojistas online também estão praticando preços cada vez mais altos. E existe um outro fator: um escassez de títulos não vem de hoje e é uma característica negativa do mercado brasileiro de CDs desde sempre.

O Brasil possui um dos dez maiores mercados fonográficos do mundo, além de uma tradição enorme na produção e no consumo de música. No entanto, ser colecionador de discos aqui no Brasil nunca foi uma atividade muito animadora.


Pra quem prefere vinil, como prensagens nacionais nunca primaram pela qualidade, tanto sonora quanto gráfica. E nos últimos anos os preços dos LPs, sejam eles novos ou usados, foi para as alturas, com uma especulação e valores surreais.


Já para quem prefere os CDs, como é o meu caso, o cenário não é muito melhor. Além da diminuição no número de lançamentos, como lojas físicas são cada vez mais raras pelo país e ao mesmo tempo em que os lojistas online também estão praticando preços cada vez mais altos. E existe um outro fator: um escassez de títulos não vem de hoje e é uma característica negativa do mercado brasileiro de CDs desde sempre.


Para tentar mapear um pedaço desse buraco na opção de títulos à venda em edições nacionais, pesquisei como discografias de algumas bandas clássicas e identifiquei diversos álbuns que nunca ganharam edições em CD aqui no Brasil. Utilizei para isso o banco de dados do Discogs, que é bastante completo em relação às diferentes edições e versões de um título mundo afora. No entanto, algumas divergências podem ocorrer, e caso você possua uma edição nacional de algum CD listado nessa lista de ausências, por favor aponte esse fato nos comentários.


Abaixo estão dezenas de discos de bandas clássicas que nunca ganharam edições nacionais em CD. Você vai se surpreender com alguns títulos que permaneceram inéditos no Brasil até hoje, tenho certeza.


Aceitar:

Metal Heart (1985)

Roleta Russa (1986)

Eat the Heat (1989)

Todas as áreas - Mundial (1997)


Aerosmith:

Night in the Ruts (1979)


Alice Cooper:

Pretties For You (1969)

Easy Action (1970)

Killer (1971)

Love It to Death (1971)

Músculo do amor (1973)

Bebês de bilhões de dólares (1973)

Bem-vindo ao meu pesadelo (1975)

The Alice Cooper Show (1977)

Lace and Whiskey (1977)

From the Inside (1978)

Flush the Fashion (1980)

Forças Especiais (1981)

DaDa (1983)

Raise Your Fist and Yell (1987)


The Allman Brothers Band:

Idlewild South (1970)

Comer um Pêssego (1972)

Irmãos e Irmãs (1973)

Ganhe, perca ou empate (1975)

Limpe as janelas, verifique o óleo, Dollar Gas (1976)

Enlightened Rogues (1979)

Reach for the Sky (1980)

Irmãos da Estrada (1981)

Seven Turns (1990)

Onde tudo começa (1994)

Hittin 'the Note (2003)


Antraz:

Spreading the Disease (1985)

Estado de Euforia (1988)

Persistência do tempo (1990)


Má companhia:

Bad Company (1974)

Straight Shooter (1975)

Executar com o pacote (1976)

Burnin 'Sky (1977)

Diamantes Brutos (1982)

Fame and Fortune (1986)

Idade Perigosa (1988)

Here Comes Trouble (1992)

Company of Strangers (1995)


Blackberry Smoke:

Bad Luck Ain't No Crime (2003)

Little Piece of Dixie (2009)

The Whippoorwill (2012)

Leave a Scar Live (2014)

Like an Arrow (2016)

Encontre uma luz (2018)

Homecoming - Live in Atlanta, Georgia 2018 (2019)


Bruce Dickinson:

Alive in Studio A (1995)

Scream For Me Sarajevo (2016)


Creme:

Wheels of Fire (1968)

Adeus (1969)

Live Cream (1970)

Sessões da BBC (2003)

Goodbye Tour - Live 1968 (2020)


David Bowie:

David Bowie (1967)

David Bowie (1969)

O homem que vendeu o mundo (1970)

Pinups (1973)

Jovens americanos (1975)

Low (1977)

Stage (1978)

Lodger (1979)

Ziggy Stardust: The Motion Picture (1983)


Roxo profundo:

Quem pensamos que somos (1973)

Último concerto no Japão (1977)

Powerhouse (1977)

In Concert (1980)

Live in London (1982)

Abandono total - Austrália '99 (1999)

Phoenix Rising (2011)

Perfect Strangers Live (2013)


Dio:

Sagrado Coração (1985)

Intermissão (1986)

Dream Evil (1987)

Lock Up the Wolves (1990)

Estranhas rodovias (1993)

Mestre da Lua (2004)


As portas:

Alive, She Cried (1983)


Dream Theater:

When Dream and Day Unite (1988)

Live at the Marquee (1993)

Live Scenes From New York (2000)


Águias:

Eagles (1972)

Desperado (1973)

Na Fronteira (1974)

Eagles Live (1980)


Eric Clapton:

Sem Razão para Chorar (1976)

Agosto (1986)


Fleetwood Mac:

Sr. Maravilhoso (1968)

English Rose (1969)

Então jogue em (1969)

Kiln House (1970)

Future Games (1971)

Árvores nuas (1972)

Mystery to Me (1973)

Penguin (1973)

Os heróis são difíceis de encontrar (1974)

Fleetwood Mac (1975)

Tusk (1979)

Live (1980)

Por trás da máscara (1990)

Time (1995)


Gênese:

Do Gênesis ao Apocalipse (1969)

Vento e uivante (1976)

Abacab (1981)


Gov't Mule:

Live at Roseland Ballroom (1996)

Dose (1998)

Viva ... Com uma Pequena Ajuda de Nossos Amigos (1999)

Life Before Insanity (1999)

The Deep End Volume 1 (2001)

The Deep End Volume 2 (2002)

The Deepest End (2003)

Déjà Voodoo (2004)

High & Mighty (2006)

Mighty High (2007)

Por um Tópico (2009)

Mulennium (2010)

Gritar! (2013)

The Tel Star Sessions (2016)


Estrada de ferro Grand Funk:

Shinin 'On (1974)

Todas as meninas do mundo, cuidado !!! (1974)

Pego na Lei (1975)

Good Singin 'Good Playin' (1976)

Born to Die (1975)

Grand Funk Lives (1981)

O que é Funk? (1983)

Bósnia (1997)


Jethro Tull:

Under Wraps (1984)


Sacerdote de Judas:

Jugulator (1997)

'98 Live Meltdown (1998)

Live in London (2002)

Battle Cry (2006)


Rei carmesim:

In the Wake of Poseidon (1970)

Lizard (1970)

Ilhas (1971)

Lark's Tongues in Aspic (1973)

Vermelho (1974)

Starless and Bible Black (1974)

Disciplina (1981)

Beat (1982)

Epitaph (1997)


Beijo:

Kiss (1974)

Aive! (1975)

Rock and Roll Over (1976)

Love Gun (1977)

Ace Frehley (1978)

Gene Simmons (1978)

Paul Stanley (1978)

Peter Criss (1978)

Desmascarado (1980)

Music From the Elder (1981)

Killers (1982)

Lick It Up (1983)

Animalize (1984)

Asilo (1985)

Noites loucas (1987)

Smashes, Thrashes & Hits (1988)

Hot in the Shade (1989)

Sonic Boom (2009)


Lynyrd Skynyrd:

Pronuncia-se 'Lĕh-'nérd' Skin-'nérd (1973)

Second Helping (1974)

Nuthin 'Fancy (1975)

Devolva minhas balas (1976)

Mais um da estrada (1976)

Sobreviventes de rua (1977)

Skynyrd's First and ... Last (1978)

Legend (1987)

Sul pela Graça de Deus: Lynyrd Skynyrd Tribute Tour 1987 (1988)

The Last Rebel (1993)

Freebird, o filme (1996)

Vinte (1997)

Lyve From Steel Town (1998)

Edge of Forever (1999)

Ciclo vicioso (2003)

Lyve - The Vicious Cycle Tour (2003)

God & Guns (2009)

Mais um para os fãs (2015)


Mastodonte:

Remissão (2002)

Leviathan (2004)

Blood Mountain (2006)

Live at the Aragon (2011)

Live at Brixton 2012 (2013)


Neil Young:

Time Fades Away (1973)

Na praia (1974)

Esta noite é a noite (1975)

Zuma (1975)

American Stars 'N Bars (1977)

Live Rust (1979)

Hawks & Doves (1980)

Reactor (1981)

Trans (1982)

Everybody's Rockin '(1983)

Old Ways (1985)

Freedom (1990)

Weld (1991)

Mirror Ball (1995)

Silver & Gold (2000)

Americana (2012)

Os anos da Monsanto (2015)

Earth (2016)

Trilha da Paz (2016)

O Visitante (2017)

Hitchhiker (2017)

Colorado (2019)

Homegrown (2020)


Ozzy Osbourne:

Homem Comum (2020)


Escorpiões:

Lonesome Crow (1972)

In Trance (1975)

Tomada pela Força (1977)

Tokyo Tapes (1978)

Animal Magnetism (1980)

Blackout (1982)

Love At First Sting (1984)

Savage Amusement (1988)


Thin Lizzy:

Thin Lizzy (1971)

Shades of a Blue Orphanage (1972)

Vagabons of the Western World (1973)

Vida noturna (1974)

Luta (1975)

Johnny the Fox (1976)

Má reputação (1977)

Black Rose (A Rock Legend) (1979)

Chinatown (1980)

Renegade (1981)

Thunder and Lightning (1983)

Life Live (1983)

Wild One - The Very Best of Thin Lizzy (1996)


OVNI:

UFO I (1970)

UFO II: Flying Spacerock (1971)

Live (1971)

Fenômeno (1974)

Force It (1975)

No Heavy Petting (1976)

Luzes apagadas (1977)

Obsessão (1978)

Strangers in the Night (1979)

No Place to Run (1980)

The Wild, The Willing and The Innocent (1981)

Mechanix (1981)

Fazendo contato (1983)

Misdemeanor (1985)

Ain't Misbehavin '(1988)

High Stakes & Dangerous Men (1992)

Light Out in Tokyo - Live (1992)

Pacto (2000)

Tubarões (2002)

Showtime (2005)

O Visitante (2009)

Seven Deadly (2012)


Uriah Heep:

Very 'Eavy Very' Umble (1970)

Salisbury (1971)

Olhe para você mesmo (1971)

Demons and Wizards (1972)

O aniversário do mágico (1972)

Sweet Freedom (1973)

Wonderworld (1974)

Return to Fantasy (1975)

High and Mighty (1976)

Firefly (1977)

Vítima inocente (1977)

Fallen Angel (1978)

Conquest (1980)

Abominog (1972)

Use a Cabeça (1983)

Equator (1985)

Raging Silence (1989)

Different World (1991)

Wake the Sleeper (2008)

Outsider (2014)


Sim:

Sim (1969)

Tales From Topographic Oceans (1973)

Yessongs (1973)

Going For the One (1977)

Tomato (1978)

Yesshows (1979)

Drama (1980)

Union (1991)

Union Live (2011)

Céu e Terra (2014)


ZZ Top:

Primeiro álbum de ZZ Top (1971)

Tejas (1976)

The Best of ZZ Top (1977)

El Loco (1981)

Afterburner (1985)

Recycler (1990)

One Foot in the Blues (1994)

Viver! Maiores sucessos do mundo (2016)


Fonte: Collectors Room

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Pró-Esia - Fábrica de Versos... Marie Fredriksson, vocalista do Roxette, morre aos 61 anos

Empresário disse que ela enfrentou 17 anos de 'batalha contra o câncer'. Dupla sueca formada com Per Gessle tinha hits como 'Listen to your heart', 'It must have been love' e 'How do you do!'.

Per
A sueca Marie Fredriksson, vocalista da dupla Roxette, morreu nesta segunda-feira (9) aos 61 anos, informou seu empresário. Em nota divulgada nesta terça-feira, ele disse que ela enfrentou "17 anos de uma longa batalha contra o câncer".

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Pró-Esia - Fábrica de Versos... Eddie Vedder sobe ao palco do The Who para cantar música do disco "que salvou sua vida"; assista

Vocalista do Pearl Jam se juntou a Roger Daltrey e Pete Townshend para interpretar "The Punk and the Godfather"
Eddie Vedder foi um dos convidados do The Who para uma noite histórica no tradicional estádio de Wembley, em Londres, na Inglaterra, realizada neste sábado, 6.

terça-feira, 2 de julho de 2019

Pró-Esia - Fábrica de Versos... O POST-ROCK SUL-COREANO É A MAIOR ONDA

Mas, vamos lá! JAMBINAI é um quinteto da Coreia do Sul que faz post-rock propondo coexistência entre sutileza e brutalidade, tradição e inovação.

Tem um pouco de metal, um pouco de jazz e desenvolve uma complexidade rítmica com elementos da música europeia e da tradição sul-coreana, vide o uso de instrumentos como geomungo (longo instrumento de corda que lembra uma cítara) e haegum (que lembra um berimbau misturado à cabaça).
Em 3º disco, JAMBINAI soa mais original e preciso ao unir instrumentos tradicionais da Coreia do Sul e o senso rítmico de gêneros pesados
Data de Lançamento: 7 de junho de 2019
Épico, pesado, autêntico
JAMBINAI em busca de novas atmosferas
Gravadora: Bella Union
Disco da Semana: JAMBINAI | ONDA

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Pró-Esia - Fábrica de Versos...Alessandra Leão EP Língua

Quando lançou “Pedra de Sal” em novembro de 2014, entrevistamos Alessandra Leão. Ela explicou os motivos estéticos e pragmáticos de repartir seu esperado novo álbum em uma série de três EPs e afirmou a importância de estar em São Paulo, naquele momento, rodeada por aquelas pessoas. Ela citou Rimbaud ao se recusar a explicar os preâmbulos de uma composição e se mostrou absolutamente segura e feliz com o lançamento e com o que viria depois. Ela se indispôs com coisas que muito frequentemente são ditas a respeito do seu trabalho, recebido como uma mistura entre regional e universal, campo e cidade, tradição e modernidade. Em dado momento ela disse coisas que deixaram uma marca: “tudo é mais simples do que parece ser” e “quem quiser teorizar que teorize”.
Quando lançou “Pedra de Sal” em novembro de 2014, entrevistamos Alessandra Leão. Ela explicou os motivos estéticos e pragmáticos de repartir seu esperado novo álbum em uma série de três EPs e afirmou a importância de estar em São Paulo, naquele momento, rodeada por aquelas pessoas.

terça-feira, 19 de março de 2019

Pró-Esia - Fábrica de Versos... Big Joanie, o trio de minas negras que todo fã de punk e de rock deveria ouvir

A presença negra dentro do punk é tão determinante e ancestral quanto o próprio movimento – a começar pela banda Death, de Detroit, pioneira da sonoridade punk, e seguindo por ícones do estilo como Bad Brains, Dead Kennedys e, no Brasil, Os Inocentes.
A presença negra dentro do punk é tão determinante e ancestral quanto o próprio movimento – a começar pela banda Death, de Detroit, pioneira da sonoridade punk, e seguindo por ícones do estilo como Bad Brains, Dead Kennedys e, no Brasil, Os Inocentes.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Pró-Esia - Fábrica de Versos... 450 anos de Monteverdi, o fundador da música moderna

Neste mês de maio, comemoramos os 450 anos de nascimento do compositor cremonense Claudio Giovanni Antonio Monteverdi (1567-1643), o primeiro grande nome da história da ópera.E não se trata apenas uma curiosidade histórica, mas um excepcional dramaturgo cujas criações, encenadas hoje, continuam perfeitamente capazes de capturar a atenção do espectador moderno. Herdeiro dos grandes madrigalistas, visionário da nova arte, Monteverdi é um dos maiores reformadores da música.
Neste mês de maio, comemoramos os 450 anos de nascimento do compositor cremonense Claudio Giovanni Antonio Monteverdi (1567-1643), o primeiro grande nome da história da ópera.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Pró-Esia - Fábrica de Versos... A vida após a falência de uma promessa do rock nacional

O Diesel foi sensação no Rock in Rio 3 (2001). Mudou pra gringa, assinou contrato com major, e tudo deu errado. 16 anos depois, Gustavo Drummond volta underground, mas feliz.

Muito se diz por aí que o Rock in Rio 3, que rolou no já longínquo ano de 2001, foi a última grande edição do festival.

terça-feira, 14 de março de 2017

Pró-Esia - Fábrica de Versos...300 anos da aventura aquática de Händel

Em 2017 registramos o tricentenário de um acontecimento único na música clássica. Na quarta-feira 17 de julho de 1717, à noite, ocorreu em Londres um evento real de grande esplendor. O rei Jorge I e a nobreza inglesa embarcaram, com pompa e opulência, em barcas abertas no rio Tâmisa em Whitehall e navegaram rio acima até Chelsea, onde eles participaram de um banquete. A comitiva incluía a Duquesa de Bolton, a Duquesa de Newcastle, a Condessa de Darlington, a Condessa de Godolphin,
Em 2017 registramos o tricentenário de um acontecimento único na música clássica. Na quarta-feira 17 de julho de 1717, à noite, ocorreu em Londres um evento real de grande esplendor.

sábado, 24 de setembro de 2016

Pró-Esia - Fábrica de Versos... Claudia Manzo

Claudia Manzo é uma cantora chilena radicada no Brasil,Belo Horizonte, com um trabalho autoral, e um show: Claudia Manzo, América por una mirada femenina junto com o violonista André Milagres como interprete de musicas latino-americanas, dentro de seu repertorio se encontram musicas de Violeta Parra, Atahualpa Yupanqui, Victor Jara, Victor Heredia, Silvio Rodriguez, Chabuca Granda, Elizabeth Morris, e muitos outros compositores latinoamericanos importantes.
Claudia Manzo é uma cantora chilena radicada no Brasil,Belo Horizonte, com um trabalho autoral, e um show: Claudia Manzo, América por una mirada femenina junto com o violonista André Milagres como interprete de musicas latino-americanas, dentro de seu repertorio se encontram musicas de Violeta Parra, Atahualpa Yupanqui, Victor Jara, Victor Heredia, Silvio Rodriguez, Chabuca Granda, Elizabeth Morris, e muitos outros compositores latinoamericanos importantes.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

terça-feira, 28 de junho de 2016

Pró-Esia - Fábrica de Versos... Discoteca Básica Bizz #050: The Clash - London Calling (1979)

Três anos depois do verão punk, o establishment pop ainda lambia suas feridas. Aqueles Sex Pistols de Malcolm McLaren eram uma brincadeira de mau gosto? E - impensável - se eles fossem importantes, mesmo sendo uma brincadeira de mau gosto? Aliás, se tudo aquilo fosse importante exatamente por ser uma brincadeira de mau gosto?
Desde os Beatles, os anos 1960 e a politização/psicodelização do rock, a indústria não via questões tão profundas e tão graves ameaçando as regras do (seu) jogo. A primeira metade dos anos 1970 trouxe uma paz confortadora, em que bons negócios eram possíveis com um mínimo de tumultos e confrontos. A indústria tinha um produto de aceitação certa e imediata, e os consumidores pareciam felizes. Por que e de onde vinha essa insurreição? E que momento péssimo haviam escolhido para atacar: exatamente quando, dos clubes gay underground, a disco music avançava sobre as hordas de adolescentes. Mas o pior ainda estava por vir: em 1979 o establishment descobriu que a rebelião tinha um cérebro além de uma voz. E foi London Calling, do Clash, que proclamou isto.
O Clash surgira na primeira hora do verão londrino de 1976, reunindo Joe Strummer, com uma carreira de performances no metrô e à frente de uma banda de pubs (os 101'ers); Paul Simonon, um estudante de arte que jamais havia pegado num baixo; e Mick Jones, que também vinha da cena de pubs. Primeiro Tory Crimes, e depois com Topper Headon na bateria (e por pouco tempo com o guitarrista Keith Levene, futuro PIL, completando um quinteto), o Clash abriu concertos dos Pistols em 1976 e, um ano depois, assinou um contrato vultoso para a época, com duzentos mil dólares de adiantamento.
Três anos depois do verão punk, o establishment pop ainda lambia suas feridas. Aqueles Sex Pistols de Malcolm McLaren eram uma brincadeira de mau gosto? E - impensável - se eles fossem importantes, mesmo sendo uma brincadeira de mau gosto? Aliás, se tudo aquilo fosse importante exatamente por ser uma brincadeira de mau gosto?
Desde os Beatles, os anos 1960 e a politização/psicodelização do rock, a indústria não via questões tão profundas e tão graves ameaçando as regras do (seu) jogo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Atitude de Phil Anselmo estimula debate sobre o racismo no rock/metal

Vídeo em que Philip Anselmo aparece fazendo uma saudação nazista e dizendo “white power” estimula o debate sobre o racismo no rock/metal e provoca a reação de outras personalidades do gênero musical. Anselmo gravou uma mensagem pedindo desculpas pelos seus atos: “Sinto e espero que me deem outra chance”
O vídeo em que Phil Anselmo, vocalista da banda de heavy metal Down e ex-vocalista do Pantera, aparece fazendo uma saudação nazista e dizendo “white power”, no festival Dimebash, gerou enorme repercussão na internet.
A pressão sobre o músico foi tão grande que ele foi obrigado a pedir desculpas para o público, em vídeo postado no último sábado (30).
“Estou aqui para responder a todas as acusações que venho recebendo e que realmente mereço”, disse Anselmo, no vídeo, sem deixar dúvidas sobre o arrependimento. “Sinto e espero que me deem outra chance”, falou ainda.
A polêmica em torno da atitude de Anselmo ficou ainda maior depois que Robb Flynn, vocalista do Machine Head, fez um vídeo tratando abertamente do racismo no universo do metal. Ele deixa claro seu descontentamento com o ex-Pantera e outros colegas que possuem falas e ações nazistas, além de explicar de maneira didática porque falar em “orgulho branco” é diferente de falar em “orgulho negro”.
O vídeo em que Phil Anselmo, vocalista da banda de heavy metal Down e ex-vocalista do Pantera, aparece fazendo uma saudação nazista e dizendo “white power”, no festival Dimebash, gerou enorme repercussão na internet.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Pró-Esia - Fábrica de Versos...10 vocalistas femininas de Blues que você deve escutar

Meses atrás publiquei uma lista parecida com essa, só que com mulheres da Country Music. Muitas pessoas me cobraram para fazer algo parecido com o Blues.
Assim como na sua lista irmã, não precisei fazer uma pesquisa para elencar dez vocalistas, foi de cabeça.

Além de grandes vocalistas, algumas delas são grandes guitarristas e colocam muitos marmanjos no chinelo. Consegui mesclar bem nomes consagrados com caras novas.

Espero que gostem.
Meses atrás publiquei uma lista parecida com essa, só que com mulheres da Country Music. Muitas pessoas me cobraram para fazer algo parecido com o Blues.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Enfim, os artistas saíram de suas tocas

A música brasileira reage e volta às ruas para cantar e mobilizar multidões em torno de causas sociais

No domingo 6 de dezembro, Criolo, Maria Gadú, Filipe Catto, 5 a Seco, Cidadão Instigado, Céu, Paulo Miklos, Arnaldo Antunes, Vitrola Sintética, Vanguart, Tico Santa Cruz, Barbara Eugênia, Pequeno Cidadão, Karina Buhr, Tiê, Alessandra Leão, Comadre Fulozinha e dezenas de outros artistas. Era a #ViradaOcupação. Na segunda-feira, Emicida, Pitty, Metá Metá, Anelis Assumpção, Chico César, Bixiga 70, MC Luana Hansen e Meia Dúzia de 3 ou 4, entre outros, deram continuidade ao evento da véspera, mas desta vez levando pocket shows nas escolas ocupadas de São Paulo. Na terça-feira, Caetano Veloso, Criolo e Emicida (eles de novo), Jota Quest, Milton Nascimento, Tulipa Ruiz, João Barone e Wilson Sideral se reuniram no show beneficente #SouMinasGerais, em Belo Horizonte, que arrecadou fundos para subsidiar uma pesquisa independente depois da catástrofe
No domingo 6 de dezembro, Criolo, Maria Gadú, Filipe Catto, 5 a Seco, Cidadão Instigado, Céu, Paulo Miklos, Arnaldo Antunes, Vitrola Sintética, Vanguart, Tico Santa Cruz, Barbara Eugênia, Pequeno Cidadão, Karina Buhr, Tiê, Alessandra Leão, Comadre Fulozinha e dezenas de outros artistas. Era a #ViradaOcupação.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

O Rock in Rio e a morte da política

Amigo meu disse que o Rock in Rio simboliza a morte da política. Ele não desenvolveu, mas achei a ideia intrigante e resolvi aprofundar. Estive lá no final de semana (o Rock in Rio recomeça nesta quinta-feira, 24/9) e colhi amostras para análise.
Primeiro, devo advertir que não sou um hater por vocação, não falo mal por impulso ou para obter aprovação de amigos em bar ou em fórum da internet. Caguei para as necessidades de socialização pelo sentimento de pertencer a uma turba.

Há séculos descobri que não é a venue, a locação, que determina a subversão. Woody Guthrie transformou feiras agropecuárias rednecks em palanques socialistas. Bob Dylan foi ao coração do conservadorismo, o folk Newport Festival, munido de sua Fender Stratocaster, para fazer a sua “passeata” pela guitarra elétrica. Caetano, Gil e Mutantes fizeram a Revolução tropicalista pela via dos caretérrimos festivais da canção.
Primeiro, devo advertir que não sou um hater por vocação, não falo mal por impulso ou para obter aprovação de amigos em bar ou em fórum da internet.