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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Fernando Henrique, o cínico, pede renúncia de Cunha

“Se ele tivesse um pouco mais de visão de Brasil renunciaria ao cargo”, mas, “não tendo, vai ter que ser renunciado”.

13 dias. Nenhuma prova adicional, a não ser as toneladas que já então pesavam sobre o sujeito que, com os votos em massa do PSDB e do Dem passou o ano inteiro a criar crises para o Governo.

Não é preciso mais do que piscar os olhos e ver a razão de Cunha ter virado “ponto de honra” para príncipe da tucanagem.

Não tem mais serventia para o impeachment.
Fernando Henrique sobre a permanência de Eduardo Cunha na Presidência da Câmara, há menos de duas semanas, dia 10 de novembro:

terça-feira, 4 de agosto de 2015

A “fazenda” de FHC no centro de Osasco e a hipocrisia nacional

Fernando Henrique Cardoso, em fevereiro de 2012, abriu uma empresa chamada Goytacazes Participações Ltda, com capital de R$ 100 mil, 70% dele e 30% de sua filha Luciana. Foi declarado à Junta Comercial de São Paulo que era uma empresa de  “serviços de agronomia e de consultoria às atividades agrícolas e pecuárias”, além de participações em outras empresas.
A incansável Helena Sthephanowitz, em seu blog na Rede Brasil Atual, publica uma instigante informação, que chequei na Junta Comercial de São Paulo e cujos dados ofereço aos “jornalistas investigativos”, que estão muito preocupados em investigar o ex-presidente Lula, enquanto Fernando Henrique deita cátedra de moralista.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Empreiteiras combinavam licitações desde o governo FHC, diz delator

O executivo Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, dono da Setal Engenharia e um dos delatores do esquema de corrupção na Petrobras, afirmou em depoimento à Justiça Federal do Paraná nesta segunda-feira (9) que o “clube” das empreiteiras passou a combinar resultados de licitações desde meados da década de 1990, época em que o país era presidido por Fernando Henrique Cardoso.
O executivo Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, dono da Setal Engenharia e um dos delatores do esquema de corrupção na Petrobras, afirmou em depoimento à Justiça Federal do Paraná nesta segunda-feira (9) que o “clube” das empreiteiras passou a combinar resultados de licitações desde meados da década de 1990, época em que o país era presidido por Fernando Henrique Cardoso.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

FHC diz que eleitor de Dilma é ignorante

“Não é porque são pobres que apoiam o PT e Dilma, é porque são menos informados”, diz FHC. Ex-presidente tucano se esquece, porém, que não conseguiria se eleger duas vezes presidente da República sem o voto dos menos favorecidos

A vantagem de Dilma sobre Aécio no Nordeste tirou do armário a velha conversa do separatismo no Brasil e o melhor do nosso racismo maroto, nosso racismo moleque.
As manifestações são as mais desprezíveis possíveis, mas podem ser resumidas no seguinte: o bolsa família é para miserável burro morto de fome vagabundo vão viver às próprias custas e não encham nosso saco senão não daremos mais nosso dinheiro de impostos para vocês meritocracia.Fulano escreveu, por exemplo, que “esses nordestinos desgraçados parecem que não sabe [sic] que a culpa da falta de água é da lazarenta da Dilma”. Outro, que “nordestino safado vota em Dilma vamos fazer outro país”.
Quando a coisa parecia não poder piorar, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deu sua valiosa contribuição ao debate da, digamos, “qualificação” do voto.Numa entrevista a Josias de Souza e Mario Magalhães, do Uol, FHC conseguiu classificar os eleitores petistas (43,3 milhões de almas) como uma imensa massa desprovida de discernimento.“O PT está fincado nos menos informados, que coincide de ser os mais pobres. Não é porque são pobres que apoiam o PT, é porque são menos informados”, afirmou.O PT está “apoiado em setores da sociedade que são, sobretudo, menos informados [...]. Geralmente é uma coincidência entre os mais pobres e os menos qualificados.” Se há uma falha do PSDB, considera o ex-presidente, é de não conseguir dialogar com esse pessoal.
A vantagem de Dilma sobre Aécio no Nordeste tirou do armário a velha conversa do separatismo no Brasil e o melhor do nosso racismo maroto, nosso racismo moleque.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

segunda-feira, 31 de março de 2014

O dedo de FHC, o porto de Cuba e as hidrelétricas do Aécio

O dedo de FHC, o porto de Cuba e as hidrelétricas do Aécio
Parece inacreditável, mas a tucanagem inconformada entra no Tijolaço, até hoje, para dizer que a foto onde Fernando Henrique aperta as mãos de Hugo Chávez e de Fidel Castro é uma montagem…

segunda-feira, 10 de março de 2014

O bate boca entre FHC e Gleisi por causa de uma foto

O bate boca entre FHC e Gleisi por causa de uma foto
Não me passaria pela cabeça que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pudesse iniciar um artigo de opinião censurando o sorriso de alguém.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

FHC pirou de vez?


No seu artigo publicado hoje, “Mudar, com pé no chão e visão de futuro”, o ex-presidente Fernando Henrique, no afã de tentar motivar a oposição para as próximas eleições – mas com uma visão de passado –, diz coisas sem o pé no chão. A primeira frase é um primor: “As pesquisas eleitorais estão a indicar que os eleitores começam a mostrar cansaço”. Que pesquisas são essas, Fernando Henrique? Aquelas que indicam a possibilidade de Dilma vencer no primeiro turno? Não há certa incongruência na afirmação?

Em seguida, Fernando Henrique refere-se às manifestações de rua de 2013: “A insatisfação estava nas ruas, a despeito das melhorias inegáveis do consumo popular e de alguns avanços na área social”. Entenderam mais essa incongruência? Ele reconhece que o país inegavelmente avançou e diz que, ainda assim, as ruas querem mudanças. Mas isso, Fernando Henrique, não quer dizer que querem voltar atrás, voltar aos tempos do grande atraso social. As ruas querem que o atual governo avance ainda mais – esse é o recado óbvio.

O próprio Fernando Henrique concorda com isso na frase seguinte: “É que a própria dinâmica da mobilidade social e da melhoria de vida, e principalmente o aumento da informação, geram novas disposições anímicas. As pessoas têm novas aspirações e veem criticamente o que antes não percebiam. Começam a desejar melhor qualidade, mais acesso aos bens e serviços e menos desigualdade”. Absoluta verdade. Mais um motivo para não voltar atrás.

Outro motivo foi dado por Fernando Henrique, quando, pela bilionésima vez, tenta provar que as “políticas de distribuição de renda” (em outras palavras, o Bolsa Família!) foram criadas pelos tucanos. Ora, tenha paciência! Criaram mas não fizeram?!? São as ruas que dizem: quem prometeu, e não fez, perdeu a vez.

Mas ele não para. Quando trata da questão da segurança, resolve citar trabalho tucano em São Paulo como exemplo! Vou repetir: resolve citar trabalho tucano em São Paulo como exemplo! Chega a aconselhar “pôr fim, como está fazendo São Paulo, às cadeias em delegacias”. Meu Deus, Fernando Henrique, o governo Garotinho fez isso no Rio em 2000, com as Delegacias Legais! E o governo tucano de São Paulo ainda está longe de chegar a algo parecido com as UPPs do governo Sérgio Cabral!

Quando resolve entrar na área da moradia, o desatino é total: “Por que não mostrar que o festejado programa Minha Casa, Minha Vida tem um desempenho ruim quando se trata de moradias para a camada de trabalhadores também pobres, mas cuja renda ultrapassa a dos menos aquinhoados, teoricamente atendidos pelo programa?” Sabe por que a oposição não pode nem tentar provar isso? Primeiro, porque 1,5 milhão de famílias (com renda até R$ 5 mil por mês) já foram beneficiadas e mais 1,7 milhão de casas e apartamentos estão em construção em todo o país. Segundo, porque quem hoje está na oposição nunca fez nada quando estava na situação. Não lembro de nada que tenha sido feito sobre moradia popular, desde os tempos da ditadura.

Em uma de suas premonições de derrotado, Fernando Henrique divaga: “Talvez a população queira eleger gente com maior capacidade organizacional e técnica, que conheça os nós que apertam o país e saiba como desatá-los”. Na verdade, aí está o nó da questão: ele sonha com o retorno à política neoliberal de seu governo, onde o desemprego não tinha tanta importância, a imensa desigualdade social era preservada com afinco, os juros iam às alturas – enquanto o “mercado”, com seus nós bem frouxos, sorria feliz.

No final, Fernando Henrique diz algo que aplaudo: “Também chegou a hora de uma reforma política e eleitoral. Não dá para governar com 30 partidos, dos quais boa parte não passa de legenda de aluguel”. Fora isso, o que vejo em seu artigo pode ser traduzido por uma de suas frases:

“Ocorre que a realidade existe e que às vezes se produz o que os psicólogos chamam de ‘incongruências cognitivas”.
Fonte: Blog do Miro

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

PSDB agora é a favor do Bolsa Família


Na quarta-feira 30, dia em que o Bolsa Família completou dez anos, o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB, divulgou um projeto de lei inusitado. O tucano deseja tornar permanente o programa que, por anos, atacaram. A mudança de posição chama a atenção, mas não é uma surpresa completa. Ela vem sendo construída por meio de declarações há algum tempo, mas agora toma a forma de um ato político, cujo objetivo é tentar remodelar a imagem do PSDB às vésperas das eleições de 2014.
No primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o PSDB se dedicou a deslegitimar o Bolsa Família. Tucanos de várias estirpes afirmavam, como revela uma busca simples no próprio site do partido, que o programa era “esmola governamental”, “esmola eleitoreira”, feito para “atingir as metas eleitorais do PT”, “assistencialismo simplista que não apresenta benefícios concretos”. Em editorial intitulado “Bolsa Esmola” e publicado em 13 de setembro de 2004, o PSDB afirmava que o programa “reduziu-se a um projeto assistencialista” e “resignou-se a um populismo rasteiro”.
Esse discurso criou dois grandes problemas para o PSDB.
O primeiro é dificultar, diante da consagração do programa, que o eleitor ligue o partido ao Bolsa Família. Teria sido fácil para o partido lembrar que o Bolsa Família teve início como uma junção de quatro programas do governo tucano de Fernando Henrique Cardoso (Bolsa Escola, PNAA, Bolsa Alimentação e Auxílio-Gás) e que a ideia de unir os benefícios foi dada a Lula por um tucano, o governador de Goiás, Marconi Perillo. As críticas distanciaram o PSDB da origem do projeto. E abriram espaço para o PT assumir a paternidade e os dividendos eleitoras do programa a partir da sua ampliação e sofisticação. Hoje o governo é premiado pela instituição do Bolsa Família, reconhecido mundialmente.
O segundo problema criado pelo discurso do PSDB foi atrair para sua base eleitoral alguns dos setores mais reacionários da sociedade brasileira, os Almeidinhas sobre os quais escreve Matheus Pichonelli. Essa é uma fatia do eleitorado capaz de produzir furor nas redes sociais ao questionar o sufrágio universal, mas insignificante demais para eleger alguém a um cargo público. Como afirmou a ministra Tereza Campello a CartaCapital recentemente, não se discute mais quem é contra ou a favor do Bolsa Família.
Com Aécio Neves no comando, a cúpula do PSDB parece estar ciente de que o Bolsa Família é quase uma unanimidade. Muitos dos militantes do partido, entretanto, precisarão passar por uma reeducação. Em maio, na convenção que elegeu Aécio presidente do partido, o senador mineiro afirmou que o “DNA” do PSDB “está em todos os programas de transferência de renda”. Antes dele, porém, tucanos de menor expressão subiram ao palco para reclamar do “bolsa esmola”.
Dois argumentos eleitorais podem ajudar a militância do PSDB a se convencer de que bater no Bolsa Família não é uma boa ideia. O primeiro é resgatar a herança de FHC. Após três derrotas eleitorais, o partido diagnosticou que um de seus problemas foi se distanciar daquele governo. Por ocasião da convenção partidária que elegeu Aécio, em maio, o instituto FHC publicou um documento em favor da tese do DNA tucano do Bolsa Família. Era um recado ao partido.
O PSDB busca, assim, uma vacina contra a costumeira acusação de que, se chegar ao poder, vai acabar com o Bolsa Família. Esse tipo de argumentação é tão frequente que apareceu até mesmo nas últimas eleições municipais de Salvador. No ano passado, ACM Neto (do DEM, outro partido da linha “bolsa esmola”) teve de invocar a figura do avô contra os boatos de que o programa estaria ameaçado caso assumisse a capital baiana. Para isso, lembrou que o então senador Antonio Carlos Magalhães foi um dos artífices da criação do Fundo Nacional de Combate e Erradicação da Pobreza, batalha na qual derrotou o então ministro da Fazenda de FHC, Pedro Malan, contrário ao projeto por conta das pressões do Fundo Monetário Internacional.
A nova postura do partido é, antes de tudo, uma vitória para o Bolsa Família. Maior programa de transferência de renda do mundo, e inspiração para diversos outros países, o Bolsa Família deveria, como afirmou a socióloga Walquiria Domingues Leão Rego, ser um direito constitucionalizado. Ainda que imperfeito, é ainda fundamental para o País.
Fonte: Blog O Escrevinhador

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

AS FILHAS DO PSDB ENVOLVIDAS EM ESCÂNDALOS CABELUDOS – SÓ QUE A MÍDIA ALIVIA AS 'MENINAS".

FHC e Kobayashi - No "ninho" tucano todos os escândalos são minimizados pela imprensa. Duro nesse país é ser filho de Erenice, aí.........

Filhas, melhor não tê-las, mas se não tê-las............

Lá atrás foi a filha de Fernando Henrique Cardoso, funcionária fantasma do Senado, relacionada na folha de pagamento do Gabinete do recém derrotado Senador Heráclito Fortes do DEM. De 2003 até 2009, Luciana Cardoso, recebeu algo em torno de R$ 5.000,00 por mês, para ficar em casa, e conforme declarou o Senador, “arrumar uns documentos para a biografia dele”. A própria filha de FHC declarou que não ia ao Senado, e que aquilo era “bagunça”.

Depois foi a filha de José Serra, que pelo que se diz, era sócia de uma empresa que conseguia acesso a contas bancárias e cadastros de cidadãos (60 milhões de contas de contribuintes brasileiros teriam sido violadas)

Recentemente o caso envolve as filhas de Paulo Preto, UMA DELAS NOMEADA EM CARGO DE COMISSÃO POR JOSÉ SERRA, coincidentemente logo assim que ele assumiu o governo do Estado de São Paulo e a família de Paulo Preto (Esposa e filha) emprestaram ao tucano ALOYSIO NUNES (unha e carne com Serra) a bagatela deR$ 300 MIL. A outra menina dos tucanos é advogada de empreiteiras que tem relação com o governo paulista. O pai toca a obra e ela defende a empreitada.

Por último agora é a DONA DA GRÁFICA, irmã de um dos principais coordenadores da campanha de Serra. A família Kobayashi, tucanos, enrolados na má impressão de panfletos eleitorais ilegais. Todos pelo visto, abençoados por um Bispo, e todos agora tendo que explicar para a Polícia Federal, de onde veio a grana para financiar tamanha indignidade.

Pelo visto, família e filha de tucano, tucana é, e, quem sai aos seus ........

As meninas, porém, serão poupadas, logo, logo, tudo estará esquecido. Ou alguém viu a Mídia cobrar da filha de FHC, os aproximadamente R$ 450 mil que ela recebeu sem trabalhar ? Ela mesma declarou em entrevista que era fantasma. Alguém viu por acaso indignação na Mídia com a tal empresa e procedimento da filha de Serra? Alguém aí já viu o rosto das filhas de Paulo Preto na capa da Veja ou da Época. E alguém aí já leu no O Globo algo sobre a GRÁFICA DO CAMBUCI ?

Sugestão para o cineasta Barretão: Faça um Filme intitulado “AS FILHAS DO TUCANATO”. Mas não espere que a Globo divulgue.
Fonte: 007BondBlog

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Quase 60% não votariam em candidato apoiado por FHC

Essa matéria não precisa de muitas análises. Basta olhar o gráfico do Datafolha (extraído de matéria no site da Folha). Os números falam por si. Em seguida, trago ainda um videozinho para contextualizar.

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O vídeo é desse ano, da campanha de FHC em favor de Aécio Neves para presidente do PSDB.
Fonte: O Tijolaço

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

MENSALÃO TUCANO - JOAQUIM BARBOSA PODE DECRETAR A PRISÃO PREVENTIVA DE EDUARDO AZEREDO (PSDB) CLÉSIO ANDRADE E MARES GUIA

MINISTÉRIO PÚBLICO DE MINAS GERAIS APONTA QUE OS INDICIADOS ESTÃO AMEAÇANDO DE MORTE FAMILIARES DE VÍTIMA, TESTEMUNHAS E ADVOGADOS.
Vejamos o quanto o Presidente do STF e o próprio tribunal, estão de verdade, dispostos a fazer JUSTIÇA. Vamos ver se, aceito o pedido de prisão por parte de Joaquim Barbosa, a Mídia e a oposição, continuarão a lhe dar os "aplausos" de agora.

Tendo em vista que Clésio Andrade, Eduardo Azeredo, Walfrio dos Mares Guia, além de outros já indiciados no Inquérito 3530, continuam praticando crimes de toda natureza e a pena prevista neste fato em concreto é superior a 4 (quatro) anos, e as ameaças às vítimas, testemunhas e advogados, já passaram e a muito do limite aceitável, a acusação reiterou, no dia 15 de janeiro, o pedido de prisão preventiva dos indiciados.

Trata-se de inquérito aberto pelo Ministério Publico de Minas Gerais e encaminhado para o STF em função da prerrogativa de fórum do senador Clésio Andrade (PMDB) e do deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB), que são acusados de tentativa de homicídio contra familiares do denunciante da Lista de Furnas e do Mensalão do PSDB, Nilton Monteiro.

A expectativa sobre o andamento deste inquérito e muito grande, principalmente depois de juntado nos autos documentos que comprovam relação entre o investigado e investigados com o assassinato da modelo mineira Cristiane Aparecida Ferreira e com a Lista de Furnas.

Ambos os processos sujeitos a serem requisitados por Barbosa devido à conexão que enseja a reunião de processos, para processamento e julgamento simultâneo, com o escopo de evitar decisões contraditórias, tudo em conformidade com o princípio da economia processual.

O processo relativo à Lista de Furnas vem tramitando na justiça do Rio de Janeiro e da morte da modelo em Belo Horizonte, provas demonstram que a modelo, além de ter recebido sem qualquer justificativa comercial, na época, a importância de R$ 1.800.000,00 de Walfrido dos Mares Guia, atuou transportando valores milionários a serviço do esquema. 

No entender de diversos criminalistas que se dedicam ao caso, a morte da modelo não foi um crime passional em relação ao seu namorado, Cristiane estaria jurada de morte por esposas de diversos figurões da sociedade mineira.

Segundo um dos criminalistas que atua no caso, o assassinato da modelo realmente foi cometido por Reinaldo Pacífico conforme sua condenação, porém, provas e evidências demonstram que houve um ou mais mandantes, porque Cristiane tornara-se “perigosa”, para o esquema, pois além de conhecer toda operação, mantinha relação amorosa com os principais operadores do esquema, desta forma, no entendimento destes criminalistas, a morte da modelo foi uma queima de arquivo.

Segundo o mesmo criminalista, “comprovadamente Cristiane mantinha um caso amoroso com o presidente da Cemig Dijalma Moraes, com o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia e o ex governador Newton Cardoso, entre outros operadores do esquema”.

Azeredo, Clesio e Walfrido também são réus na ação penal relativa ao Mensalão do PSDB e segundo um ministro aposentado, “será através deles que o judiciário, querendo, porá fim a mais de duas décadas de desmandos e corrupção em Minas Gerais.”

Documentos e provas existentes nos autos demonstram como operou a organização criminosa em Minas Gerais, assassinando, fraudando, corrompendo e subornado juízes desembargadores, promotores, procuradores, delegados e peritos. 

Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: 007BONDeblog

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Noblat defende Dilma. Desespero?


Será que Ricardo Noblat, o blogueiro favorito da famiglia Marinho, não acredita mais na oposição tucana, que ele vive chamando de inapta e incompetente? Será que o seu ódio a Lula o levou a torcer por Dilma Rousseff? Ou ele continua fazendo o jogo das intrigas para afastar o ex-presidente da sua sucessora? O texto de hoje do jornalista levanta tais dúvidas. De maneira inesperada, Noblat faz uma defesa “apaixonada” da atual presidenta. “Respeitem Dilma!”, é o título do seu risível artigo.


Para ele, o líder petista é a maior ameaça à reeleição de Dilma. “Lula está pronto para entrar em campo. Para entrar em campo é modo de dizer. Lula nunca saiu de campo”. O jornalista chega a afirmar que o ex-presidente articulou emenda para disputar o terceiro mandato consecutivo. Não apresenta provas, apenas especula – bem diferente da situação do seu amigo FHC, que “comprou” a emenda da reeleição e rasgou a Constituição. Ainda segundo Noblat, o “caudilho” Lula desistiu para “voltar revigorado quatro anos depois”.

Diante deste plano petista-maquiavélico, o colunista da Globo aconselha Dilma Roussseff a resistir e a disputar a reeleição. Noblat ainda dá uma dura no ex-presidente, num linguajar asquerosamente machista. “E então, companheiro? Enquanto a mulher lhe foi útil não havia ninguém melhor do que ela. Agora que você descansou mesmo contra a sua vontade, planeja dar uma rasteira na mulher pedindo de volta a cadeira que ela mal esquentou? Você usou a mulher como quis. E pretende continuar usando”. O desespero de Noblat é patético!

Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Blog do Miro

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A corrupção acobertada no governo FHC


Ontem (3), o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, afirmou publicamente que “A corrupção não está mais debaixo do tapete” e que, “hoje, há mais autonomia dos órgãos de fiscalização e controle como o Ministério Público, a Controladoria Geral da União (CGU) e a Polícia Federal”.


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de pronto, rebateu a afirmação de Carvalho. À noite, no Jornal Nacional, a reportagem mostrou parte das declarações do ministro e do ex-presidente sobre o assunto. FHC, visivelmente alterado, qualificou como “leviandade” a declaração do adversário político.

Vejamos, pois, quanto de motivos teve o ex-presidente para se irritar assim com a declaração do ministro de Dilma.

FHC, quando governou, foi beneficiário da cumplicidade da mídia, que ajudou a acobertar descaradamente a corrupção ao sonegar ao público notícias sobre escândalos que dispensariam o bom e velho “domínio do fato” devido à vastidão de provas que havia.

Nesse ponto, há que fazer jus ao jornal Folha de São Paulo, o único grande veículo que denunciou adequadamente a compra de votos para a reeleição de FHC, quando deputados da base aliada de seu governo foram grampeados declarando, ipsis-litteris, que haviam sido pagos pelo então ministro (hoje falecido) das Comunicações, Sérgio Motta, para votarem a favor da emenda constitucional que permitiu ao tucano obter um segundo mandato em 1998.

Além de FHC ter mudado as regras de jogo com ele em andamento ao propor ao Congresso a emenda da reeleição – o que Lula não se permitiu fazer apesar de ser tratado pela mídia tucana como se tivesse tentado e não conseguido –, ainda teve uma denúncia muito bem fundamentada, com provas materiais, de que deputados foram pagos para apoiá-lo.

Além da Folha de São Paulo, nenhum veículo de peso deu destaque ao escândalo. E o procurador-geral da República de então, que o presidente tucano manteve no cargo por oito anos – Lula, nesse período, nomeou QUATRO procuradores-gerais –, não esboçou a menor reação.

Observação: essa foi a principal razão de o ex-PGR Geraldo Brindeiro ter sido alcunhado como “engavetador-geral da República”.

Controladoria Geral da União? No governo FHC chamava-se Corregedoria, em vez de Controladoria, e jamais incomodou o governo, enquanto que a CGU de Lula e Dilma tem sido uma pedra no sapato deles, pedra colocada por eles mesmos no âmbito do esforço hercúleo que fizeram para dar transparência ao que o antecessor tucano escondia.

Polícia Federal? Essa só serviu mesmo para ajudar o governo, ou melhor, o candidato do governo FHC à própria sucessão. Ou alguém esqueceu que a PF só incomodou políticos da oposição durante a era tucana e que seu maior feito foi em 2002, quando destruiu a candidatura de Roseana Sarney para ajudar o candidato governista, José Serra?

FHC esbofeteou a nação ao comparar a omissão criminosa dos órgãos de controle de seu governo (no que tangia a investigá-lo) com a atuação deles hoje. E esse crime foi cometido com o concurso de praticamente toda a grande imprensa, que não só fechou os olhos para a corrupção da era tucana como levantou escândalos só contra a oposição petista.


Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Blog do Miro

segunda-feira, 12 de março de 2012

Serra foi o mais cruel ministro do Planejamento


O pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad aumentou o tom das críticas ao pré-candidato do PSDB, José Serra, e ao prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab (PSD), hoje (12) em visita à região de Perus, na zona oeste da cidade. Haddad classificou Serra como "o mais cruel ministro do Planejamento" com as universidades públicas federais e, sem citar diretamente Kassab, afirmou que este promove "um concurso de vices" ao querer exonerar cinco secretários para colocá-los à disposição do tucano.

Instado a comentar a versão segundo a qual o PCdoB se afastaria do PT e poderia eventualmente compor com Serra, Haddad afirmou: "Eu não tenho falado com o PCdoB ultimamente. Falei com o Orlando (Silva, ex-ministro) tem uns 15 ou 20 dias. Conhecendo a história do PCdoB e lembrando que talvez o Serra como ministro do Planejamento tenha sido o mais cruel do ponto de vista orçamentário com as universidades públicas federais e, conhecendo a história da luta do PCdoB em defesa das universidades públicas federais, cuja expansão nós patrocinamos, eu duvido que essa informação proceda", respondeu.

Indagado sobre os motivos de Serra ser o mais cruel ministro do Planejamento, Haddad afirmou que o governo do PSDB "privatizou o ensino superior do País". "Foi o maior corte orçamentário. Começou em 1995 o período de arrocho do orçamento ao longo de todo o período plurianual que foi elaborado por ele. O PCdoB sabe disso melhor do que eu porque sentiu na pele. O presidente da UNE à época sentiu na pele o que é ser tratado por um governo que privatizou o ensino superior do País".

O ex-ministro da Educação também disparou contra a administração municipal que, segundo ele, tenta "maquiar" os baixos índices de aprovação com um pacote de obras para a cidade. "Há um desconforto na cidade com os últimos oito anos, mesmo que nos últimos meses se queira maquiar o que está acontecendo. Acho que o prazo é curto para se reverter a percepção que foi-se tendo em oito anos de que o tempo foi em algumas áreas perdido", afirmou.

Sem citar o atual prefeito, criticou o possível afastamento de parte do secretariado municipal. "Essa hipótese do afastamento de cinco secretários municipais é como se houvesse um concurso de vices, em vez de cuidar da cidade até 31 de dezembro. Você exonerar cinco secretários para fazer uma seleção é um descaso com a cidade", avaliou.

Com baixos índices de intenção de voto apontados pelas pesquisas Haddad jogou para o início do horário eleitoral na televisão e no rádio a alavancagem de sua popularidade. "Entendo que, em uma cidade como São Paulo, o único veículo que te dá condições de ser conhecido é a televisão. Nós infelizmente perdemos esse tempo de TV no primeiro semestre e vamos ter de conviver com essa realidade de que não será nessas visitas (semanais nos bairros) que vai aumentar a exposição das nossas ideias e dos nossos pleitos. Numa sociedade de massas, vamos ter de usar um veículo de massa. Vai ficar para a campanha", considerou.

Lula

Haddad afirmou acreditar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva retome na próxima semana as articulações políticas envolvendo a eleição municipal de São Paulo. Em visita à região de Perus, Haddad disse que conversou duas vezes com Lula por telefone hoje e afirmou que o ex-presidente pareceu animado.

"Ele tem que voltar ao hospital para concluir o ciclo de antibióticos até sexta-feira (16). Então, acho que a partir da semana que vem, de forma moderada, ele voltará a se reunir com os companheiros do PT", afirmou.

Questionado se Lula ligaria para Eduardo Campos, presidente nacional do PSB e governador do Pernambuco, para negociar uma possível aliança em São Paulo, Haddad respondeu: "Não posso te antecipar com quem ele vai falar, mas o presidente é bastante conversador". Haddad sustentou ainda que a voz de Lula está "bem melhor" e que sentiu no ex-presidente "condições de viver e participar da vida política do País".

Vídeo sobre a matéria:



Fonte texto: Portal Barão de Itararé

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Brasil: pensamento crítico é necessário


Pensamento crítico é o que importa. Isso vale para a situação da oposição e sua notória falta de bandeiras. Ela não pode se opor frontalmente ao projeto dominante, então tenta uma manobra colateral de sequestrar a agenda de Dilma. Dá para sobreviver… A chave foi dada por Dilma. Sem traquejo político prévio maior, nem capital político próprio, o jogo foi não se fazer refém da base; a oposição compreendeu rapidamente o jogo e o jogou. Soma-se, de certo modo, à onda, enquanto procura o eixo. Governadores tucanos fazem parcerias (é bom, “republicano”); FHC aceitou os afagos; a oposição frontal ficou com Serra, isolado em seu afã de se manter à tona para as eleições presidenciais.
Mas não cabem ilusões: depois vai se opor em novas condições. A agenda da faxina procurará, se possível, responsabilizar a própria presidenta por “mal-feitos” de equipe com a qual trabalhou desde o governo Lula. Viu-se desde o início, a agenda da diferenciação entre Lula e Dilma, que estaria às voltas com o “legado de um governo populista”. Agora, o choque de gestão a põe, em certos termos, no terreno da… gestão. É uma pauta de certo modo despolitizada, mas vai também reforçada pelos índices de popularidade, algo no rumo de “como queríamos demonstrar” do teorema posto pela presidenta.
É certo que a condução econômica saiu do fiscalismo puro e que a presidenta se revela firme e corajosa quanto ao desenvolvimento do país. Medidas importantes na macroeconomia deixaram o país menos afetado pela crise. Os juros podem cair a patamares de uma nova fase econômica no Brasil, possibilitando outro mix de medidas cambiais e fiscais para levar a situação a um desenvolvimento – senão mais acelerado – ao menos de contraponto à crise mundial.
Mas os desafios estratégicos estão perante todos: como elevar investimentos para acelerar o desenvolvimento? Este é um país que precisa desenvolver a Amazônia de forma sustentável. A sua cadeia industrial, afetada duramente pela conjuntura mundial e a valorização da moeda nacional. Há dez anos tenta a terceira pista no maior aeroporto do país. Não alcançamos educação universal, o gargalo no ensino fundamental e médio em termos de qualidade permanece. O SUS, única política pública efetivamente nascida das lutas sociais, luta por se firmar. Não tem infraestrutura para o escoamento adequado da produção agrícola nem sequer para a produção de cana. O maior fenômeno que afeta o meio ambiente é o lixo e esgoto não tratado levado às águas dos rios, contaminando o solo – só 10% do esgoto é tratado no país. O rio Tietê, após dezoito anos de obras e 20 bi segue morto nas imediações da capital. Não há transporte de massa para os maiores aeroportos do país, como Guarulhos e Brasília e maior cidade do país sequer tem Rodoanel pronto. Ademais: o veículo lançador de satélite e a agenda espacial brasileira? O submarino atômico para guardar as águas do pré-sal? Os aviões da FAB, há dez anos em exames? Tudo muito prolatado. O etanol? Importamos, dos EUA, enquanto a indústria sucro-alcooleira está sem plano estratégico, num país que foi vanguardeiro na matéria. As hidrelétricas?  As bases das políticas existem, mas muita coisa engatinha.
Por isso, a necessidade de desenvolvimento acelerado. No plano econômico, dificilmente isso se realizará apenas mediante alteração no mix das medidas macroeconômicas. Certo é que se caminha e se manobra nesse plano. Mas foram 236 bi em 2011 as despesas com juros, 21% a mais que em 2010, hoje 5,72% do PIB. O défice em conta corrente alcança 2,12% em 2011. Por esse caminho tem que se garantir superávite primário de 3,1% ao ano (não bastou Lula ter afirmado, quando assumiu o segundo governo, que já bastava o sacrifício feito) e, pior, o sistema financeiro cobra juros de mais de 100% ao ano no crédito privado, contendo o consumo em mais uma medida que afeta desigualmente as classes mais desfavorecidas.
O chamado modelo “social-desenvolvimentista dá as bases, como se vê, para o que vem ocorrendo, tanto em termos de positividade quanto de limites. Sem desfazer a equação do peso relativo descomunal do sistema financeiro na dinâmica atual, não se rompem esses limites. Para isso, não é na condução econômica que reside o maior desafio.
São, bem vistas as coisas, elementos que desafiam a política, a liderança política, a capacidade de agregar forças impetuosas para ir além. Gestão? Também, revolver a máquina do Estado. Mas muito além disso. Trata-se de empreender reformas profundas que desfaçam os nós presentes, para o que se necessita, sim, forças amplas, no ambiente próprio da política brasileira.
O desafio de Dilma é político. Repactuar as forças para induzir ao maior investimento e defesa de patrimônio nacional. Dar a perceber um núcleo político do governo. Olimpicamente nada se resolverá, até porque repactuação envolve forças – que não faltarão a Dilma na sociedade se mobilizadas. Por isso, para seguir adiante, com Dilma à frente, o pensamento e ação críticos são uma forma importante de contribuir.
Porque, ao fim e ao cabo, o mundo em transição que se vai instalando com alguma celeridade não comporta procrastinações, nem se pode imaginar que os elogios da “comunidade internacional” de hoje não se desfaçam amanhã (foi por exemplo o notório agiornamento no caso da Espanha). A rigor, a China já descolou ou deslanchou. Ficam Índia, Rússia, Brasil e África do Sul, com enormes assimetrias, pelas quais os dois últimos ainda são retardatários no grande jogo mundial em defesa de seus interesses nacionais.
Não bastará boa gerência nem boa situação fiscal do Estado. É preciso, antes, um Estado nacional que conheça seus interesses mais profundos.
É dura a vida das nações. Há no Brasil um rumo a ser aprofundado, pela via política: desenvolvimento acelerado, metas de crescimento e de investimentos. Voltar o esforço das forças sadias da nação para esse mister. O Brasil não só tem pressa como tem mar grosso pela frente. Até porque, pelo bem ou mal, os próximos vinte anos serão os mais interessantes em termos da grande luta por um novo estágio civilizatório para a nação.
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Fonte texto: Blog do Sorrentino