quarta-feira, 6 de julho de 2016

Hackers invadem computador do MP para descobrir informações de ataques à índigenas no MS

Uma das vertentes do Anonymous conseguiu ter acesso a mais de mil e-mails com 20 GB de informações sigilosas do MP-MS. A iniciativa é um repúdio a uma ação coordenada por fazendeiros da região no dia 14 de junho que resultou no assassinato do Guarani Kaiowa Clodiodi de Souza
Uma das vertentes do Anonymous conseguiu capturar informações sigilosas e ter acesso a dados importantes dos computadores do Ministério Público do Mato Grosso do Sul (MP-MS) em protesto a uma ação coordenada por fazendeiros da região no dia 14 de junho que resultou no assassinato do Guarani Kaiowa Clodiodi de Souza, de 26 anos.

Em um post no Facebook, os ativistas dizem que tiveram acesso a mais de mil e-mails com 20 GB de informações sigilosas do MP-MS em repúdio ao que chamou de uma “ação paramilitar contra povos originários”.

“Além disso, diversos computadores do MP-MS também foram criptografados. Seus servidores de intranet e webmail ainda estão completamente fora do ar. Somente Anonymous possui as senhas”, diz a publicação.
Uma das vertentes do Anonymous conseguiu capturar informações sigilosas e ter acesso a dados importantes dos computadores do Ministério Público do Mato Grosso do Sul (MP-MS) em protesto a uma ação coordenada por fazendeiros da região no dia 14 de junho que resultou no assassinato do Guarani Kaiowa Clodiodi de Souza, de 26 anos.
Em um post no Facebook, os ativistas dizem que tiveram acesso a mais de mil e-mails com 20 GB de informações sigilosas do MP-MS em repúdio ao que chamou de uma “ação paramilitar contra povos originários”.
“Além disso, diversos computadores do MP-MS também foram criptografados. Seus servidores de intranet e webmail ainda estão completamente fora do ar. Somente Anonymous possui as senhas”, diz a publicação.
O assassinato ocorreu quando cerca de mil índios estavam reunidos próximos a aldeia Te’ Ýikuê, na região de Caarapó, quando foram surpreendidos por um grupo de aproximadamente 70 fazendeiros a bordo de caminhonetes.
Antes da investida à bala, que tirou a vida do Guarani Kaiowa Clodiodi de Souza, os atiradores atearam fogo nas motocicletas da comunidade indígena. De acordo com o Instituto Socioambiental (ISA), que fez a denúncia, outras lideranças indígenas seguem desaparecidas. Souza também atuava como agente de saúde na comunidade.

Fonte: Revista Forum

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