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sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Delegado não registrou racismo, homofobia nem crime contra animal em inquérito de agressão em SP

Os advogados Djefferson Amadeus e Paulo Iotti, que assumiram o caso, ficaram indignados com a postura do delegado em São Paulo. Djefferson é diretor do Instituto de Defesa da População Negra (IDPN) e Iotti é autor da ação e um dos advogados responsáveis pela defesa de equiparação da LGBTfobia a crime de racismo no STF.

Os agressores de Robson Gael, atacado em via pública na capital paulista, foram identificados no dia da agressão mas o caso foi enquadrado apenas como crime de “menor potencial ofensivo”, como se tudo não passasse de uma mera “lesão corporal leve”, sem as condutas de racismo ou injúria racial.

Os advogados Djefferson Amadeus e Paulo Iotti, que assumiram o caso, ficaram indignados com a postura do delegado em São Paulo. Djefferson é diretor do Instituto de Defesa da População Negra (IDPN) e Iotti é autor da ação e um dos advogados responsáveis pela defesa de equiparação da LGBTfobia a crime de racismo no STF.

“Além disso, o cachorro de Robson também foi chutado, sendo lançado para o meio da rua, o que constitui crime. Este fato também não foi capitulado e precisa sê-lo”, relataram à Mídia NINJA. O vídeo que circulou nas redes registra momentos depois que a agressão já havia se iniciado e o cachorro lançado com chutes.

Segundo os advogados, seu cliente relatou ter sido xingado de “preto safado” e “viadinho”, mas tais ofensas racistas (negrofóbicas e homofóbicas) não constam do inquérito até o momento, apesar de Robson as ter relatado em seu depoimento.

Em relato exclusivo à NINJA, os advogados afirmaram que receberam com muita indignação o fato. “Aqui temos um advogado negro e um advogado gay, isso significa que se preciso for vamos defender os interesses de nosso cliente onde quer que seja, dado ser inadmissível que uma pessoa seja agredida e ofendida por ser negra e gay”, disseram.

Relembre o caso:

Fonte:  Midia Ninja

terça-feira, 30 de junho de 2020

'Serva de Deus' é presa por agredir homossexual; veja o vídeo

Imagens mostram mulher atacando funcionário da empresa com uma barra de ferro e destruíndo posto de venda


Uma mulher de 42 anos que se dizia
Uma mulher de 42 anos que se dizia "serva de Deus" foi presa no último domingo (28) após agredir o funcionário de uma agência de viagens por ser homossexual, além de destruir seu posto de trabalho usando uma barra de ferro. Além do crime de homofobia, ela ainda vai responder por ameaça, dano, injúria mediante preconceito, lesão corporal e tráfico de influência.

quinta-feira, 5 de março de 2020

Após tortura e morte de professor, sete pessoas são indiciadas por homofobia

"O professor sofreu discriminação em virtude de sua orientação sexual manifestada naquele momento. A vítima foi subjugada, humilhada e torturada nos limites da imaginação humana. Parece um filme de terror, mas um filme de terror em pleno século 21”, diz a investigaçãoOs três primeiros esperam pelo julgamento na cadeia, enquanto a jovem responde em liberdade. Tito Livio Barichello, delegado responsável pela investigação, chegou a pedir a prisão preventiva de Gabriela, mas a Justiça não autorizou.O professor Ronaldo Pescador nas imagens da esquerda. À direita, dois dos seus assassinos: Gabriela e Guilherme

O professor de geografia Ronaldo Pescador, de 40 anos, foi assassinado no dia 30 de novembro de 2019 em Curitiba (PR). No final de fevereiro de 2020, a Polícia Civil indiciou sete pessoas pelo crime.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Um adolescente lutou contra um valentão homofóbico do ensino médio e o Twitter o chama de herói

Jordan Steffy finalmente tinha o suficiente.
O júnior da LaPorte High School, em Indiana, diz que está sofrendo bullying homofóbico desde que saiu na sétima série, de insultos odiosos a comida jogada contra ele na cafeteria. Quando, de acordo com Steffy, um colega de classe postou uma mensagem homofóbica no Snapchat usando uma foto dele, foi a última gota.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

História - NATIVOS NORTE-AMERICANOS RECONHECIAM CINCO GÊNEROS

Antes da imposição europeia dos gêneros masculino e feminino, sociedades indígenas reconheciam muitos outros
De acordo com a plataforma digital Indian Country Today, as comunidades nativas da América do Norte reconheciam os seguintes gêneros: feminino, masculino, feminino de dois espíritos, homem de dois espíritos e transgênero. Segundo os indígenas, pessoas com características feminina e masculina ao mesmo tempo eram consideradas superdotadas pela natureza, sendo capazes de vislumbrar os dois lados de tudo.
Até a tomada da América do Norte pelos europeus, não existia um padrão de gênero considerado normal entre os grupos étnicos norte-americanos. Diferente da nossa sociedade, os indígenas norte-americanos tinham uma multiplicidade de gêneros, não estabelecendo um como regra e nem transformando outros em anormalidade ou algo a ser evitado.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

PCO chama homofobia nos estádios de “liberdade de expressão” e gera revolta nas redes

Em artigo, o partido menciona que a CBF está preparando uma regra para paralisar as partidas no meio, caso a torcida se manifeste de maneira homofóbica, conforme aconteceu no Campeonato Brasileiro entre Vasco e São Paulo


O Partido da Causa Operária (PCO) publicou, na noite desta quarta-feira (4), um artigo em seu portal sobre “homofobia nos estádios”, defendendo que este é um pretexto moral para “destruir o futebol”, em especial as torcidas organizadas, e alega ataque à liberdade de expressão. Opinião homofóbica do partido se tornou assunto nas redes sociais, gerando críticas de internautas e figuras políticas.
O Partido da Causa Operária (PCO) publicou, na noite desta quarta-feira (4), um artigo em seu portal sobre “homofobia nos estádios”, defendendo que este é um pretexto moral para “destruir o futebol”, em especial as torcidas organizadas, e alega ataque à liberdade de expressão. Opinião homofóbica do partido se tornou assunto nas redes sociais, gerando críticas de internautas e figuras políticas.

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Homofobia: ensandecido, motorista da Uber agride com coronhada amigo gay de Clarice Falcão

“Ele chegou a colocar a arma no peito da minha mãe. Conseguimos tirá-lo de perto dela, mas ele ainda me deu uma coronhada. Ele deu uma rasteira no meu namorado e um soco”, disse o roteirista
A cantora, compositora e humorista Clarice Falcão denunciou através de sua conta do Twitter, nesta quarta-feira (24), caso de agressão e homofobia envolvendo um casal de amigos dentro de um carro do aplicativo Uber. De acordo com ela, seu amigo foi chamado de “viadinho” pelo motorista e levou uma coronhada na cabeça. O namorado dele levou um soco e uma rasteira.

A cantora, compositora e humorista Clarice Falcão denunciou através de sua conta do Twitter, nesta quarta-feira (24), caso de agressão e homofobia envolvendo um casal de amigos dentro de um carro do aplicativo Uber. De acordo com ela, seu amigo foi chamado de “viadinho” pelo motorista e levou uma coronhada na cabeça. O namorado dele levou um soco e uma rasteira.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Regina Duarte diz que Bolsonaro é ‘doce’ e homofobia é ‘da boca pra fora’

Atriz defendeu voto no candidato do PSL em entrevista ao jornal ‘O Estado de S. Paulo’ e fez novas críticas ao PT
A atriz Regina Duarte, uma das personalidades que apoia Jair Bolsonaro (PSL), defendeu o candidato em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, na qual afirmou que a fama de machista, racista e homofóbico seria nada mais que resultado de um humor ultrapassado, coisa de “homem dos anos 1950”.
Segundo Regina, que aumentou sua popularidade nas redes sociais ao assumir seu voto em Bolsonaro, a decisão em apoiá-lo não foi instantânea.
A atriz Regina Duarte, uma das personalidades que apoia Jair Bolsonaro (PSL), defendeu o candidato em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, na qual afirmou que a fama de machista, racista e homofóbico seria nada mais que resultado de um humor ultrapassado, coisa de “homem dos anos 1950”.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Pró-Esia - Fábrica de Versos...Azizi: negro, gay e periférico



Azizi é um jovem belo-horizontino de 21 anos, rapper e artista visual, que se destaca no cenário do Hip-Hop por trazer a tona as questões do universo LGBTQ em suas composições.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Caso de mãe que matou e queimou filho gay tem reviravolta

Após detalhar como assassinou Itaberli, 17 anos, mãe diz agora que filho foi morto por trio que queria dar ‘corretivo’ no jovem. Nova testemunha, porém, desmente a mulher. Caso de homicídio homofóbico ganha contornos de brutalidade cada vez maiores à medida que as investigações avançam
A gerente de supermercado Tatiana Ferreira Lozano Pereira, de 32 anos, presa na última semana em Cravinhos, interior de São Paulo, após confessar ter matado o filho Itaberli Lozano, de 17 anos, e queimado seu corpo, disse em depoimento que “não aguentava mais ele”.
O crime ocorreu na casa onde ambos moravam em 29 de dezembro. No primeiro depoimento, ela disse que teve uma forte discussão com Itaberli, que culminou em confronto físico. Num primeiro momento, ela diz ter aplicado uma “chave de braço” no jovem, que se desvencilhou. Em seguida, diz que pegou uma faca e a colocou atrás da porta do quarto do filho, pois “presumiu que ele poderia matá-la”
A gerente de supermercado Tatiana Ferreira Lozano Pereira, de 32 anos, presa na última semana em Cravinhos, interior de São Paulo, após confessar ter matado o filho Itaberli Lozano, de 17 anos, e queimado seu corpo, disse em depoimento que “não aguentava mais ele”.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Faremos um linchamento contra linchadores?

No dia 26 de dezembro de 2016, um crime brutal ocorrido em São Paulo chocou o país, quando um ambulante Luis Carlos Ruas foi espancado até a morte por duas pessoas por ter defendido uma travesti em plena estação Pedro II do metrô, em São Paulo.

A brutalidade é realmente chocante e a indignação foi geral. Todos que souberam da notícia ficaram, com razão, enraivecidos. E para satisfazer essa raiva coletiva, iniciou-se a caçada dos suspeitos. Tudo é urgentemente produzido para a identificação dos suspeitos que são urgentemente identificados e urgentemente presos preventivamente.
No dia 26 de dezembro de 2016, um crime brutal ocorrido em São Paulo chocou o país, quando um ambulante Luis Carlos Ruas foi espancado até a morte por duas pessoas por ter defendido uma travesti em plena estação Pedro II do metrô, em São Paulo.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

POR QUE UMA DENÚNCIA DE ESTUPRO NÃO ATINGE PASTOR?

Ele votou a favor do golpe em nome da família, de Deus e do povo brasileiro. Ele é contra a união civil homoafetiva e contra a abordagem de gênero nas escolas. Ele é a favor da redução da maioridade penal.
Ele é o homem branco, heterossexual e cristão cuja maior saudade é agarrar uma determinada mulher, que não é sua esposa, e ficar olhando o que ele descreve como “a carinha linda de choro gritandonão”. Quem é ele? Se você disse Marco Feliciano acertou em cheio.
Há mais ou menos uma semana circula pela internet, a denúncia de que Marco Feliciano perseguiu, assediou, tentou abusar e ameaçou de morte uma jovem militante do Partido Social Cristão. A notícia que está sendo veiculada unicamente pelas redes sociais não foi bem uma surpresa para muitas outras mulheres. Marco Feliciano é uma figura conhecida por ser reacionário, machista e lgbtfóbico. Há poucos meses, o deputado disse em uma audiência na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados que não existe cultura do estupro, mas estupradores. E agora já sabemos o porquê.
É muito mais fácil fugir da questão sobre a não existência de uma cultura da qual você usufrui e fomenta, quando se é conivente com ela. Situação que a grande mídia não divulga nem mesmo uma pequena nota, porque é muito mais lucrativo criminalizar o movimento LGBT+ e feminista do que considerar a possibilidade de que existe um pastor defensor da moral, da família e dos bons costumes que tentou estuprar uma mulher. Violência sexual contra a mulher não é manchete que gera ibope. O silêncio da mídia é ensurdecedor.
Ele votou a favor do golpe em nome da família, de Deus e do povo brasileiro. Ele é contra a união civil homoafetiva e contra a abordagem de gênero nas escolas. Ele é a favor da redução da maioridade penal.

sábado, 9 de julho de 2016

Menino morre em sala de aula durante sessão de bullying homofóbico

Rússia: Câmera flagra morte de garoto em sala de aula durante sessão de bullying. Jovem era vítima de perseguições constantes por ser considerado 'afeminado'. Vítima chegou a ser afogado na privada antes de voltar para a sala e morrer na frente da turma e da professora

Sergei Casper, 17, poderia ser definido como um garoto sensível, vítima predileta do bullying homofóbico nas escolas. Estudante de uma escola politécnica de Moscou, ele era amante das artes, gostava de cantar e de ouvir música, e era tido com um rapaz pacífico pelos colegas de classe. Ao longo de meses ele foi vítima de bullying por parte dos outros garotos, supostamente por ser gay.
Estudantes o amarraram no banheiro e depois de tentar afogá-lo na privada e xingá-lo por ser afeminado, eles o levaram carregado até a sala, onde novamente foi vítima de risadas e piadas. A lição era fazer o rapaz virar homem, seria a lição da vida do rapaz, diziam os agressores.
Com um plástico filme amarrando suas pernas e braços, Serguei perdeu o equilíbrio e bateu com a garganta na quina da mesa da professora, que não fez nada para ajudar o aluno. Desacordado, ainda foi xingado pelos colegas e alvo de risadas. A graça se esvaiu depois que perceberam que o rapaz que antes se contorcia, não reagia mais. Quando a polícia chegou, era tarde. Sergei estava morto.
Sergei Casper, 17, poderia ser definido como um garoto sensível, vítima predileta do bullying homofóbico nas escolas. Estudante de uma escola politécnica de Moscou, ele era amante das artes, gostava de cantar e de ouvir música, e era tido com um rapaz pacífico pelos colegas de classe.

sábado, 12 de março de 2016

Ellen Page enfrenta Jair Bolsonaro sobre homofobia em documentário

Jair Bolsonaro é confrontado pela atriz Ellen Page. Deputado, que foi questionado sobre seus discursos de ódio, afirmou que quando ele era jovem, "existiam poucos gays", e atribuiu o crescimento da comunidade LGBT ao uso de drogas e à presença da mulher no mercado de trabalho

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP) foi confrontado pela atriz canadense Ellen Page no segundo episódio dasérie documental “Gaycation”.
Durante o filme, a artista mostra como a comunidade LGBT é tratada em diversas partes do mundo. Na cena gravada no Rio de Janeiro, divulgada nesta sexta-feira, o parlamentar afirma que ser homossexual “é comportamental”. Para ele, “se o filho começa a andar com certas pessoas, vai ter aquele tipo de comportamento, achar que aquilo é normal”.
A atriz rebate um dos posicionamentos de Bolsonaro, no qual ele defendia que as famílias devessem bater nas crianças para “tirar” a homossexualidade. “Eu sou gay, então você acha que eu deveria ter apanhado quando criança para não ser gay agora?”, questionou Ellen.
Bolsonaro disse que não interessa se alguém é gay ou não é. Em seguida, o deputado elogia a artista e ainda insinua que poderia cantá-la na rua. “Se eu fosse cadete da Academia Militar das Agulhas Negras e te visse na rua, assobiaria para você”, destacou.
O deputado federal Jair Bolsonaro (PP) foi confrontado pela atriz canadense Ellen Page no segundo episódio da série documental “Gaycation”.
Durante o filme, a artista mostra como a comunidade LGBT é tratada em diversas partes do mundo.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Ex-funcionário diz que foi demitido do Yahoo por ser homem

Não bastasse todos os problemas que acometem o Yahoo, a companhia liderada por Marissa Mayer agora terá de enfrentar na Justiça um ex-funcionário, homem, que afirma ter sofrido discriminação de gênero ao ser demitido.

Gregory Anderson trabalhava na divisão de mídia do Yahoo até novembro de 2014, quando foi sacado devido aos seus resultados obtidos de acordo com um sistema de avaliações usado pela companhia. Ele então abriu um processo alegando que, ao menos na sua divisão, o esquema favorece as mulheres.

A cada trimestre, o sistema apresenta uma classificação numérica dos funcionários. Se os resultados forem muito baixos, corre-se o risco de demissão. Neste caso, Anderson alega que sempre que funcionários homens e mulheres empatavam como piores, os homens eram desfavorecidos e as mulheres assumiam suas posições.
Não bastasse todos os problemas que acometem o Yahoo, a companhia liderada por Marissa Mayer agora terá de enfrentar na Justiça um ex-funcionário, homem, que afirma ter sofrido discriminação de gênero ao ser demitido.

sábado, 3 de outubro de 2015

Angela Ro Ro abandona festival de diversidade sexual e é acusada de conduta preconceituosa

Luanna Marley, da Rede Nacional de Advogados/as Populares, diz que entidade está reunindo material e testemunhas para tomar os devidos procedimentos relativos à responsabilização da cantora por “conduta racista, homofóbica e transfóbica”O show de abertura do For Rainbow, Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual de Fortaleza [Estado do Ceará], nesta quinta-feira (1º), foi protagonizado pela cantora Angela Ro Ro, que proferiu, conforme gravações e testemunhos, uma série de comentários preconceituosos, incluindo racismo, homofobia e transfobia. Chamou a plateia de “viadinhos”, “bichinhas” e “bandidinhos”. A artista teria ainda agredido o técnico de som do espetáculo, jogando água nele e chamando-o de “caboclinho” [referência à missigenação entre índios e brancos, comum no Brasil]. Sob vaias da plateia, Ro Ro interrompeu a apresentação, destacou o que seria o “perigo” de um show com ingressos distribuídos “de graça” e se retirou.
O show de abertura do For Rainbow, Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual de Fortaleza [Estado do Ceará], nesta quinta-feira (1º), foi protagonizado pela cantora Angela Ro Ro, que proferiu, conforme gravações e testemunhos, uma série de comentários preconceituosos, incluindo racismo, homofobia e transfobia.

domingo, 26 de julho de 2015

A invisibilidade dos homens trans na bandeira colorida

Grupos transexuais lutam para trazer à tona discussões de demandas que consideram urgentes e que vivem à margem dos movimentos sociaisEm junho, enquanto 26 milhões de pessoas mudavam suas fotos de perfil no Facebook em comemoração à aprovação do casamento homoafetivo pela Suprema Corte dos Estados Unidos, um outro movimento digital iniciava sem o mesmo colorido, em menor escala e sem dados oficiais de alcance.
Em junho, enquanto 26 milhões de pessoas mudavam suas fotos de perfil no Facebook em comemoração à aprovação do casamento homoafetivo pela Suprema Corte dos Estados Unidos, um outro movimento digital iniciava sem o mesmo colorido, em menor escala e sem dados oficiais de alcance.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Perguntei a Deus se ela concordava com o casamento gay

E ela pede para avisar também que é a favor de banacais, sacanagens, menages, enfim, tudo o que der prazer e não envolver bichos de pelúcia ou pequenos confeitos de chocolate. Mas que, por favor, é para parar com essa história de que o Brasil é de Deus, pois – em verdade – isso sim é lenda inventada pelo Tinhoso.
Ela afirma que não tem nada a ver com essa zorra toda, nem com PT, PSDB, PMDB, Eduardo Cunha, muito menos com a bancada fundamentalista do Congresso Nacional. Ninguém lá tem procuração para falar em nome dela
Na TV, um suposto representante de Deus na Terra diz que o casamento entre pessoas do mesmo sexo nunca se tornará lei no país porque “o Brasil é de Deus'' e ele não aceitará essa pouca vergonha.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Jovens contra a homofobia fazem ato de repúdio a Marina

Estudantes gritam "Mais amor, menos Marina" durante passagem da candidata e realizam beijo gay em protesto contra o recuo no programa de governo após pressão de setores evangélicos

A candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, foi alvo de protestos nesta terça-feira, durante a sua rápida passagem por Florianópolis, SC. O motivo do manifesto, coordenado por estudantes, foi a aliança com o candidato ao Senado, Paulo Bornhausen, também do PSB. Assim que chegou na sede do partido, na região central da cidade, Marina foi cercada por um grupo de estudantes que carregava cartazes com dizeres “Mais amor, menos Marina”, além de faixas demonstrando que o deputado Marco Feliciano estaria apoiando a candidata. Os jovens também gritaram contra Bornhausen, liderança catarinense que construiu a carreira em partidos como PFL, DEM e PSD. Duas jovens chegaram a realizar um beijo gay para protestarem contra a mudança no programa de governo da candidata que tratava da questão de casamento homoafetivo. “Marina representa o setor mais atrasado da nossa sociedade ao não aceitar a criminalização da homofobia. Marina tem apoio do Malafaia, Feliciano, Bornhausen. Mas não tem o apoio do povo catarinense. O Estado é laico e não podemos aceitar que as influencias religiosas influenciem e dite as regras da nossa sociedade”, disse um dos estudantes.
A candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, foi alvo de protestos nesta terça-feira, durante a sua rápida passagem por Florianópolis, SC. O motivo do manifesto, coordenado por estudantes, foi a aliança com o candidato ao Senado, Paulo Bornhausen, também do PSB.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A luta pelo reconhecimento da identidade de gênero na sociedade brasileira

Dediane Souza coordena o Centro de Combate à Homofobia da maior cidade do país, São Paulo. Estudante de comunicação social, quando ainda morava em Fortaleza, Estado do Ceará, a transexual passou por constrangimentos, como ser impedida de utilizar o banheiro feminino na universidade. No entanto, a fé nas pessoas permaneceu.