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quarta-feira, 5 de maio de 2021

Homem invade casa de ex em BH e acaba esfaqueado por ela

Uma jovem de 24 anos foi presa por esfaquear o ex-companheiro, de 30, no bairro Ernesto do Nascimento, na região do Barreiro, nessa terça-feira (4). A mulher alegou que o homem estava drogado e tentava invadir a casa dela. A vítima, mesmo estando esfaqueada, foi até um bar antes de ser levada ao hospital João 23.

Uma jovem de 24 anos foi presa por esfaquear o ex-companheiro, de 30, no bairro Ernesto do Nascimento, na região do Barreiro, nessa terça-feira (4). A mulher alegou que o homem estava drogado e tentava invadir a casa dela. A vítima, mesmo estando esfaqueada, foi até um bar antes de ser levada ao hospital João 23.

Tanto a jovem, como um vizinho, contaram que o homem batia no portão do imóvel e chegou a tentar pular o muro, já que a moradora não estava autorizando a entrada dele. A moça contou que o ex estava sob o efeito de drogas e que ficou com medo dele fazer algo com ela. Por causa disso, pegou uma faca na cozinha e deu vários golpes nele.

O homem saiu pelas ruas após ser esfaqueado e foi parar em um bar do bairro. A proprietária do estabelecimento contou ter perguntado o que havia acontecido, mas a vítima não respondeu e apenas pediu uma cachaça e um cigarro.

O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) levou o homem ao Hospital João 23. De acordo com o registro da ocorrência, ele apresentava pequenos cortes na cabeça e um no tórax. A equipe médica informou que o quadro dele era estável e que ele até chegou a tentar sair da unidade da saúde. A equipe de segurança impediu a fuga.

A vítima foi perguntada sobre o que aconteceu e disse que havia saído do hospital Galba Veloso. Segundo ele, foi até a casa da ex para pegar alguns pertences e não entendeu as agressões sofridas.

Jovem presa

A autora das facadas foi localizada nas proximidades de onde tudo aconteceu e presa. A PM informou que ela aparentava nervosismo e suando bastante. A jovem disse que faz tratamento psicológicos e faz uso de medicamentos controlados, além de fazer acompanhamento médico.

A ocorrência foi encerrada na Delegacia Especializada de Plantão de Atendimento à Mulher.

Fonte: BHAZ 

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Pastor evangélico bate na cara da esposa e faz terror psicológico: “Vai ficar banguela”

VÍDEO: Pastor estapeia esposa na cara e a ameaça deixar “banguela”. Após a repercussão das imagens, mulher gravou vídeo constrangedor ao lado do agressor dizendo que o perdoa

Viralizou nas redes sociais nesta terça-feira (2) o vídeo de um pastor evangélico dando tapas na cara de sua esposa. O agressor seria o Pastor Nilton, da cidade de Ribeirão das Neves (MG).

Viralizou nas redes sociais nesta terça-feira (2) o vídeo de um pastor evangélico dando tapas na cara de sua esposa. O agressor seria o Pastor Nilton, da cidade de Ribeirão das Neves (MG).

“É pastor Nilton.. O que será que os seus fiéis vão pensar do senhor agora? Ficou feio hein?”, escreveu uma internauta junto ao vídeo em uma postagem no Twitter.

A agressão foi filmada por uma pessoa que não teve a identidade revelada. Sem reagir, ela captura o momento exato em que o líder religioso bate no rosto da sua esposa. O homem ainda diz para a mulher “dobrar a língua”, senão “ficaria banguela”.
O vídeo alcançou milhares de pessoas e, por conta da repercussão, o casal foi às redes esclarecer o caso. Segundo a vítima, a agressão ocorreu em 2019 e o pastor teria sido preso.

“Foi gravado no ano de 2019. No ano de 2020, Nilton foi preso e respondeu por Maria da Penha por causa dessa agressão”, diz ela.

No entanto, a mulher afirma que perdoou o homem e eles continuam juntos. O agressor, por sua vez, garante que se arrependeu. “Deus me restaurou, graças a Deus. Restaurou nosso casamento”.

Veja:

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Quem são os envolvidos no espancamento da arquiteta Sheila Richa em Angra

"Se ninguém tivesse conseguido separar, eu não estaria viva. Ainda não consigo dormir". Arquiteta de 30 anos foi agredida por dois homens dentro de uma lancha em Angra dos Reis (RJ). Agressores já foram identificados, mas seguem em liberdade

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga uma agressão sofrida pela arquiteta Sheila Richa, de 30 anos, durante uma discussão dentro de uma lancha em Angra dos Reis. O caso aconteceu no primeiro dia do ano e, segundo o boletim de ocorrência registrado pela vítima na 166ª DP, ela foi agredida com socos e pontapés por dois homens.
Além de Sheila, seu marido, Lucas Castro, e sua irmã, Rachel Richa, também foram agredidos pelo mesmo trio ao tentarem interromper a confusão, segundo o relato da vítima. A briga teria iniciado após uma provocação da namorada de um dos dois agressores, que estava em outra lancha.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga uma agressão sofrida pela arquiteta Sheila Richa, de 30 anos, durante uma discussão dentro de uma lancha em Angra dos Reis. O caso aconteceu no primeiro dia do ano e, segundo o boletim de ocorrência registrado pela vítima na 166ª DP, ela foi agredida com socos e pontapés por dois homens.
Além de Sheila, seu marido, Lucas Castro, e sua irmã, Rachel Richa, também foram agredidos pelo mesmo trio ao tentarem interromper a confusão, segundo o relato da vítima. A briga teria iniciado após uma provocação da namorada de um dos dois agressores, que estava em outra lancha.

Sheila não gostou da provocação e retrucou verbalmente. Em seguida, o namorado da mulher teria atirado um copo contra a arquiteta e depois partido para a agressão com os outros dois suspeitos. Segundo o registro, dois dos agressores seriam irmãos.

“Desde o início do dia, a menina estava de risadinha e provocação, e aquilo me incomodou. Fui tirar satisfação, houve uma breve discussão e deixei para lá. O namorado dela veio para próximo da minha lancha e iniciou as agressões físicas e verbais, quando jogou um copo de bebida em mim. Eu não me recordo como fui parar na lancha deles. Só lembro de estar caída no chão, com os dois irmãos me batendo. Foi um momento de terror. Jamais esperava passar por isso na minha vida. Ainda mais desse tipo, dessa forma covarde quando não apenas um, mas dois homens me agrediram”, disse Sheila.

 
A vítima teve o nariz e um dente quebrados e pode ter um pequeno traumatismo craniano — um exame foi realizado para determinar o problema —, além de outros machucados pelo rosto e pelo corpo.

“Havia ainda uma terceira pessoa. Esse terceiro homem, quando meu esposo foi me socorrer foi agredido por ele, mas não posso afirmar se ele também me agrediu”, disse Sheila.
“Estou tomando remédios, com médicos e dentistas marcados para realizar os procedimentos. Eu ainda não consegui dormir, não consigo”, revela.

Vilson Almeida, delegado titular da distrital, afirma que as vítimas foram ouvidas e encaminhadas ao Instituto Médico Legal (IML). Os investigadores vão ouvir os agressores, já identificados pelos agentes, e as testemunhas que estavam presentes na confusão.

 
Nas redes sociais, a arquiteta compartilhou imagens que mostram hematomas no seu rosto, com um pedido de justiça. “Acho que se ninguém tivesse conseguido separar, eu acredito que não estaria viva. Só quero Justiça”, desabafou.

Os agressores

O nome da mulher que discutiu com a arquiteta é Jessica Flores. Um dos agressores é Renato Bastos, namorado dela. Rafael Bastos, irmão de Renato, é o outro homem que agrediu Sheila fisicamente.

Ainda esperados para serem ouvidos na delegacia, os irmãos Renato e Rafael Bastos usaram as redes sociais para dar a versão deles dos fatos. Eles disseram que conhecem Sheila Richa e que a arquiteta teria começado a briga com Jessica.

Segundo a versão dos agressores, a vítima teria pegado uma cerveja e jogado o conteúdo neles, além de ter chamado a mulher de “piranha”. Renato diz que encheu um copo com água e jogou contra a arquiteta. Um bate-boca se instalou, e ele disse que Sheila entrou na lancha deles. Os agressores contam que apenas “revidaram”, porque foram atacados fisicamente pela arquiteta.

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Governo reedita portaria sobre aborto, mas mantém necessidade de aviso à polícia

Novo texto retira a obrigatoriedade de médico perguntar se gestante quer ver ultrassom do feto

O texto substitui outro previamente publicado no dia 27 de agosto, mas mantém a necessidade de comunicação à polícia caso um aborto legal venha a ser realizado, por mais que a palavra “obrigatória” tenha sido retirada.

O ministro da Saúde Eduardo Pazuello publicou, nesta quinta-feira 24, uma nova portaria no Diário Oficial da União sobre os procedimentos em caso de aborto legal.

O texto substitui outro previamente publicado no dia 27 de agosto, mas mantém a necessidade de comunicação à polícia caso um aborto legal venha a ser realizado, por mais que a palavra “obrigatória” tenha sido retirada.

A mudança mais expressiva de uma portaria para outra está na anulação do artigo que previa que os médicos perguntassem se gestante queria ver ultrassom do feto.

A portaria original, que modificou os procedimentos de interrupção de gravidez a fim de envolver a polícia no aborto, foi duramente criticada por especialistas no assunto por transformar um direito previsto em lei em um processo investigativo, o que expõe ainda mais mulheres já em situação de vulnerabilidade.

Na época, a portaria foi publicada um dia após a ministra da Família, Mulher e Direitos Humanos, Damares Alves, declarar que “o governo Bolsonaro não vai apresentar nenhuma proposta para mudar a legislação atual de aborto. Isso é um assunto do Congresso Nacional”.

Agora, o novo texto vem um dia antes do Supremo Tribunal Federal (STF) julgar no plenário a portaria original, que foi contestada por cinco partidos políticos por meio de uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) e pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross). Ambas estão sob relatoria do ministro Ricardo Lewandowski.

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Mulher morta por ex-marido PM disse que estava feliz em novo relacionamento

Jovem de 28 anos executada pelo ex-marido PM já havia registrado boletim de ocorrência por violência doméstica contra ele. Em mensagens enviadas a amigos pouco antes de morrer, a vítima confessou que estava apaixonada. Ela deixa dois filhos

Débora Raquel Silva, de 28 anos, é mais uma vítima de feminicídio no Brasil. A jovem foi executada a tiros no Guarujá (SP) pelo ex-marido, o policial militar Edgar de Oliveira Fonseca, de 33 anos. O homem não aceitava o fim do casamento.

sábado, 2 de maio de 2020

A luta contra o coronavírus tem o rosto de mulheres

Elas são quase 85% no setor de enfermagem: “Tenho muito orgulho das mulheres que atuam na Saúde como eu, mas também tenho medo de contaminar meus familiares”


“Medo eu tenho todo dia”, diz Luciana Martinez, 42. No entanto, de segunda-feira a sábado, esta técnica de enfermagem supera o temor e deixa o filho, o marido e o sogro em casa, na zona norte de São Paulo, e vai trabalhar seus dois turnos em hospitais (um da rede pública e um privado) onde se dedica a atender pacientes infectados pela covid-19. No total, ela passa 12 horas por dia cercada de jovens, idosos e às vezes famílias inteiras com coronavírus. Luciana faz parte da linha de frente
“Medo eu tenho todo dia”, diz Luciana Martinez, 42. No entanto, de segunda-feira a sábado, esta técnica de enfermagem supera o temor e deixa o filho, o marido e o sogro em casa, na zona norte de São Paulo, e vai trabalhar seus dois turnos em hospitais (um da rede pública e um privado) onde se dedica a atender pacientes infectados pela covid-19.

terça-feira, 24 de março de 2020

A cidade não adormece nos olhos das mulheres

As histórias de inúmeras mulheres se cruzam e formam redes de solidariedade e lutas incansáveis de resistência
Num contexto de mais de 300 anos de colonização, 400 anos de escravidão indígena e negra, associado projeto de criminalização da periferia e constituição das cidades como o não lugar, “a noite não adormece nos olhos das mulheres” brasileiras. Ambulantes, cozinheiras, empregada doméstica, atendente, professoras, garis, dona de casa, uber, servente, desempregadas, estas e tantas outras, produzindo a riqueza de nossas cidades, porém em condições degradantes de sobrevivência e, em muitos casos, em situações de trabalho escravo disfarçado de trabalho doméstico, relação familiar ou conjugal, gratidão, trabalho terceirizado, hora extra, etc.
"A noite não adormece nos olhos das mulheres, a lua fêmea, semelhante nossa, em vigília atenta vigia a nossa memória. A noite não adormece nos olhos das mulheres, há mais olhos que sono, onde lágrimas suspensas virgulam o lapso de nossas molhadas lembranças. (Conceição Evaristo)"

segunda-feira, 9 de março de 2020

Maré chilena puxa protestos e milhões de mulheres mostram sua força nas ruas da América Latina

No dia 8 de março, Chile, México e Argentina lideraram protestos pelo fim da violência machista, igualdade de oportunidades e o direito ao aborto


A luta pela igualdade entre mulheres e homens levou no dia 8 de março milhões de mulheres a protestar nas principais cidades da América Latina. A mobilização de 2020 foi das maiores dos últimos anos na região pela exacerbação das condições que deixaram historicamente em segundo plano a população feminina. O Chile, o México e a Argentina lideraram os protestos para exigir o fim da violência machista, igualdade de oportunidades e o direito ao aborto. A situação política e social da América Latina durante os últimos anos levou à organização das mulheres para pedir seus direitos.
A luta pela igualdade entre mulheres e homens levou no dia 8 de março milhões de mulheres a protestar nas principais cidades da América Latina. A mobilização de 2020 foi das maiores dos últimos anos na região pela exacerbação das condições que deixaram historicamente em segundo plano a população feminina. O Chile, o México e a Argentina lideraram os protestos para exigir o fim da violência machista, igualdade de oportunidades e o direito ao aborto. A situação política e social da América Latina durante os últimos anos levou à organização das mulheres para pedir seus direitos.

Fudeu! Dia internacional da mulher

Hoje é dia internacional da mulher! Separei tiras especiais, com vocês, as Deusas do buteco!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Que país vai atacar o Brasil para “salvar” nossas próprias mulheres e LGBTs? Parte 2

Hoje temos um presidente da República que, se não manda executar LGBTs diretamente, estimula a violência contra eles com declarações como “filho gay é falta de porrada” ou que seria “incapaz de amar um filho homossexual”
Nos últimos oito anos, ao menos 868 travestis e transexuais foram assassinadas, colocando o Brasil no topo do ranking dos que mais matam pessoas transgêneros no mundo. O Irã não aparece na lista porque, paradoxalmente, desde 2008 as operações de redesignação sexual são autorizadas e feitas com apoio do Estado, o que lhe rendeu o título de país onde mais são feitas cirurgias de mudança de sexo depois da Tailândia –o que não deixa de ser uma violência, já que muitos homossexuais iranianos são estimulados a mudar forçosamente de sexo para evitar problemas com a Justiça.
Nos últimos oito anos, ao menos 868 travestis e transexuais foram assassinadas, colocando o Brasil no topo do ranking dos que mais matam pessoas transgêneros no mundo. O Irã não aparece na lista porque, paradoxalmente, desde 2008 as operações de redesignação sexual são autorizadas e feitas com apoio do Estado, o que lhe rendeu o título de país onde mais são feitas cirurgias de mudança de sexo depois da Tailândia –o que não deixa de ser uma violência, já que muitos homossexuais iranianos são estimulados a mudar forçosamente de sexo para evitar problemas com a Justiça.

Que país vai atacar o Brasil para “salvar” nossas próprias mulheres e LGBTs? Parte 1

Números de execuções no Irã são ínfimos comparados aos feminicídios e assassinatos de homossexuais que ocorrem aqui
O conflito Irã-Estados Unidos, iniciado após o assassinato do general Qasem Soleimani no início do ano por um bombardeio norte-americano no Iraque, tem mobilizado as redes sociais brasileiras em relação aos direitos humanos no país dos aiatolás. Muita gente que nunca se preocupou com os direitos humanos no Brasil e que volta e meia ataca os defensores dos direitos humanos manifestou apoio ao ataque de Donald Trump “para libertar o povo da ditadura iraniana”, a exemplo daquele colunista do Estadão que já comparou a união civil homossexual ao casamento entre cabras.
O conflito Irã-Estados Unidos, iniciado após o assassinato do general Qasem Soleimani no início do ano por um bombardeio norte-americano no Iraque, tem mobilizado as redes sociais brasileiras em relação aos direitos humanos no país dos aiatolás. Muita gente que nunca se preocupou com os direitos humanos no Brasil e que volta e meia ataca os defensores dos direitos humanos manifestou apoio ao ataque de Donald Trump “para libertar o povo da ditadura iraniana”, a exemplo daquele colunista do Estadão que já comparou a união civil homossexual ao casamento entre cabras.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Homem tranca ex-mulher e amiga no banheiro e coloca fogo na casa

Feminicídio: uma mulher morreu e a outra está em estado gravíssimo, respirando com ajuda de aparelhos. Uma das vítimas é ex-companheira do agressor, que foi espancada antes de ser queimada vivaDepois de cometer o crime, o homem fugiu no carro de uma das vítimas e acabou se envolvendo em um acidente. Rodrigo buscou ajuda em posto da Polícia Militar e os agentes o trouxeram para a delegacia.

A artista plástica Alessandra Vaz, ex-companheira de Rodrigo, está internada em estado gravíssimo com 80% do corpo queimado em um hospital particular de Nova Friburgo. Um boletim médico informou que a vítima respira com a ajuda de aparelhos.

Daniela Mousinho da Silveira, de 47 anos, teve 90% do corpo queimado e não resistiu aos ferimentos. Ela morreu na manhã desta quarta-feira (9) no Hospital Estadual Melchiades Calazans, em Nilópolis.
Rodrigo Alves Marotti, de 30 anos, trancou sua ex-companheira junto com uma amiga dela em um banheiro e colocou fogo na casa. O crime ocorreu na noite de segunda-feira (7) em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

‘Me dopou, me drogou e me estuprou’: Mulher denuncia fotógrafo de BH durante sessão; família contradiz

Uma mulher de 26 anos utilizou seu Instagram, na última terça-feira (17), para denunciar um possível crime ocorrido durante uma sessão de fotos realizada no bairro Santa Lúcia, região Centro-Sul de Belo Horizonte. A jovem afirma, através de um vídeo gravado e publicado por ela, ter sido dopada, drogada, agredida e estuprada por um fotógrafo. As investigações sobre o ocorrido ainda estão em processo.
Uma mulher de 26 anos utilizou seu Instagram, na última terça-feira (17), para denunciar um possível crime ocorrido durante uma sessão de fotos realizada no bairro Santa Lúcia, região Centro-Sul de Belo Horizonte. A jovem afirma, através de um vídeo gravado e publicado por ela, ter sido dopada, drogada, agredida e estuprada por um fotógrafo. As investigações sobre o ocorrido ainda estão em processo.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Personal trainer é flagrado dando chutes e batendo cabeça da namorada no chão

A caminho da igreja, personal trainer dá chutes e bate várias vezes a cabeça da namorada no chão. Espancamento covarde foi registrado em vídeo e homem só parou de bater na mulher quando policial apareceuNo vídeo, a mulher aparece descendo de um carro. Logo depois, o agressor também sai do veículo e vai atrás dela. Após ser abordada, ela se vira e caminha junto com o namorado para voltar ao automóvel. No meio do caminho, a mulher leva um soco no rosto e cai no chão. A vítima é veterinária e também tem 33 anos.
Um novo vídeo divulgado nesta terça-feira (17/9) reforçou a denúncia contra o personal trainer Murilo Morais, de 33 anos, que espancou a namorada no final do mês de agosto em Goiânia (GO).

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Punir sem encarcerar: como responsabilizar autores de violência contra a mulher

Desde 2006, a Lei Maria da Penha garante que as vítimas de violência doméstica tenham suporte e que os autores da violência sejam responsabilizados pelos atos cometidos. Dentro da própria lei existe também um mecanismo que dá alternativas a essa responsabilização para que não seja o cárcere ou medida protetiva. Tudo isso faz parte das políticas de enfrentamento a esse tipo de violência e essa medida é o atendimento psicológico oferecido por alguns núcleos de tratamento.
Desde 2006, a Lei Maria da Penha garante que as vítimas de violência doméstica tenham suporte e que os autores da violência sejam responsabilizados pelos atos cometidos. Dentro da própria lei existe também um mecanismo que dá alternativas a essa responsabilização para que não seja o cárcere ou medida protetiva. Tudo isso faz parte das políticas de enfrentamento a esse tipo de violência e essa medida é o atendimento psicológico oferecido por alguns núcleos de tratamento.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Ameaçadas de morte por quem se diz pró-vida

Uma pastora, uma jornalista, uma estudante e uma professora: quatro mulheres que sofrem ataques e perseguições por defenderem a descriminalização do aborto falam à Pública. As histórias são estarrecedoras.


No começo de agosto, a Pública entrevistou a pesquisadora Debora Diniz, que precisou deixar sua cidade por um tempo por causa de ameaças de morte que vinha sofrendo por defender publicamente a descriminalização do aborto. Alguns dias depois, Debora e outras dezenas de especialistas, pesquisadores, instituições jurídicas e religiosas e representantes da sociedade civil se reuniram em torno do tema em audiências públicas no Supremo Tribunal Federal (STF). Mas, apesar de a conversa dentro da corte ter transcorrido, com algumas exceções, com certo respeito e o debate ter sido feito a partir de reflexões que vão além das paixões e convicções religiosas
Perseguição à professora levou à criação de lei que atribui à PF a investigação de crimes contra as mulheres na internet 
Estudante que pediu autorização no STF para interromper gravidez chegou a ter sua casa invadida 
“Eram tantas mensagens que eu nem sabia quais denunciar à polícia. Foi uma coisa enlouquecedora”, conta jornalista 
“Essas pessoas que defendem a vida do feto acham que a vida das mulheres é descartável”, diz pastora

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Feminicídio oculto: as mortes violentas de mulheres que não aparecem nas estatísticas

Cinco mulheres de 15 a 59 anos, a maioria negras, morrem a cada dois dias no Brasil por traumas e ferimentos com intenção "não determinada"
No período de dez anos, entre 2007 e 2016, 9,3 mil mulheres de 15 a 59 anos morreram devido a ferimentos e traumas causados com “intenção não determinada”, isto é, sem que fique caracterizada ou descartada agressão. Isso equivale a aproximadamente 25% do total de casos caracterizados oficialmente como agressão (38,2 mil). Das mortes com intenção não determinada, há 4,4 mil (47%) em que nem mesmo a origem dos ferimentos é identificada –são classificados como “fatos ou eventos não especificados e intenção não determinada”.
No período de dez anos, entre 2007 e 2016, 9,3 mil mulheres de 15 a 59 anos morreram devido a ferimentos e traumas causados com “intenção não determinada”, isto é, sem que fique caracterizada ou descartada agressão. Isso equivale a aproximadamente 25% do total de casos caracterizados oficialmente como agressão (38,2 mil).

terça-feira, 4 de julho de 2017

Flávia Azevedo: Eu não gosto de crianças

Andei lendo algumas coisas sobre o movimento “Child Free” e que maravilha ver mulheres descumprindo a ordem social de ter filhos. Um momento de organização do que muitas vinham dizendo, solitariamente, desde sempre. São mulheres adultas que afirmam “não quero ser mãe”, “não gosto de crianças”, “não vou me reproduzir”. Sem culpa nenhuma. Isso me lembra de quando, antes de engravidar do meu filho, no início da minha relação com o pai dele, tive uma gravidez acidental.
Andei lendo algumas coisas sobre o movimento “Child Free” e que maravilha ver mulheres descumprindo a ordem social de ter filhos. Um momento de organização do que muitas vinham dizendo, solitariamente, desde sempre.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Vítima de estupro se diz constrangida com boletim de ocorrência

Uma mulher de 34 anos que é vendedora de roupas no bairro Lagoinha, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, foi estuprada por dez homens na madrugada de segunda-feira, 17, entre os quais estavam vários menores de idade.
Segundo o jornal Extra, a vítima sofre sucessivos estupros coletivos há 4 anos. Só que, dessa vez, o grupo de criminosos foi surpreendido por policiais militares na hora da agressão. Oito homens conseguiram fugir, mas dois foram apreendidos.

No registro de ocorrência, o relato do crime se mostra ainda mais chocante. “Só gritou porque eles empurraram um galho de árvore em sua bunda”; “obrigando a pagar boquete triplo”; “não usaram camisinha, no pelo” são alguns dos trechos do boletim.
Segundo o jornal Extra, a vítima sofre sucessivos estupros coletivos há 4 anos. Só que, dessa vez, o grupo de criminosos foi surpreendido por policiais militares na hora da agressão. Oito homens conseguiram fugir, mas dois foram apreendidos.