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quinta-feira, 30 de abril de 2020

Quem é o povo brasileiro?

Uma breve análise antropológica sobre a formação do povo brasileiro
Precisamos entender que essa análise é da formação cultural do nosso povo que foi construído dessa forma, baseado no colonialismo que tivemos desde da invasão dos portugueses ao Brasil e até os dias atuais e sempre fazendo a manutenção dessa estrutura colonialista para perpetuação do poder da elite brasileira. Vamos dessecar um pouco sobre cada uma dessas quatro características.
Não sou antropólogo e sim um futuro historiador (muito em breve) mas abriremos neste espaço, um debate mais profundo sobre nossa formação. O brasileiro tem quatro características que analiso como pilares e preponderante na construção da sociedade atual.

Um povo trabalhador, solidário, extremamente religioso e violento.

Precisamos entender que essa análise é sobre a formação cultural do nosso povo que foi construída, baseado no colonialismo que tivemos desde da invasão dos portugueses ao Brasil até os dias atuais e sempre fazendo a manutenção dessa estrutura colonialista para perpetuação do poder da elite brasileira. Vamos dessecar um pouco sobre cada uma dessas quatro características.

terça-feira, 16 de julho de 2019

Cientistas brasileiros estudam se humanos podem regenerar membros como salamandras.

Pesquisa iniciada em 2015 descobre que característica foi herdada de peixes como o 'Polypterus senegalus'
Pesquisa iniciada em 2015 descobre que característica foi herdada de ancestral dos peixes; próximo passo é identificar genes que iniciam processo de regeneração e se a ativação destes pode ser induzida.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Pesquisadores querem formar "bancada da ciência" na política nacional

Pronta para concorrer nas próximas eleições, dupla da USP quer aumentar investimentos e melhorar a condição científica do país.
A cada ano, o orçamento do governo brasileiro destinado à ciência e tecnologia vem caindo sistematicamente. Em 2010, o gasto total foi de R$ 10 bilhões (em valores atualizados pela inflação). Já em 2018, esse valor será de apenas R$ 3,4 bilhões. Outro duro golpe aconteceu em 2016, pouco antes do impeachment de Dilma Rousseff, quando o ainda interino governo Temer anunciou o fim do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A pasta foi fundida ao Ministério das Comunicações. De acordo com a comunidade científica, a medida serviu para alertar que a pesquisa não seria prioridade para Temer.

O presidente virou assunto até da conceituada revista Nature, que em 2016 publicou reportagem sobre os cortes de gastos e a ameaça que isso representa para o desenvolvimento da ciência nacional.

A cada ano, o orçamento do governo brasileiro destinado à ciência e tecnologia vem caindo sistematicamente. Em 2010, o gasto total foi de R$ 10 bilhões (em valores atualizados pela inflação). Já em 2018, esse valor será de apenas R$ 3,4 bilhões.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Facebook e a manipulação de mentes

Facebook e a manipulação de mentes
Ele já sabe se você está solteiro ou em um relacionamento; a primeira escola onde estudou; se ama ou odeia Justin Bieber. Mas agora o Facebook, a maior rede social do mundo, está enfrentando uma tempestade de protestos ao se revelar que descobriu como fazer usuários se sentirem mais tristes ou felizes, com apenas alguns toques no teclado.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Programa analisa os riscos do uso excessivo de agrotóxicos

 
O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo e para discutir os meios para reduzir os impactos negativos ao meio ambiente e à saúde humana decorrentes do uso excessivo de defensivos e pesticidas o apresentador Luis Nassif receberá no programaBrasilianas.org desta noite, às 20h, na TV Brasil, o chefe de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Meio Ambiente, Marcelo Morandi, o professor de Gestão Ambiental na USP Leste, Luis Cesar Schiesari e o coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Orlando Melo de Castro.
 

 
Uma pesquisa divulgada recentemente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apontou que 36% das amostras de frutas e verduras analisadas em 2011 continham irregularidades na presença de agrotóxicos, contra 29% das amostras analisadas em 2012. A utilização dessas substâncias químicas em grande quantidade, além de prejudicar a saúde humana, é capaz de causar desequilíbrios ambientais com impactos negativos sobre a produção de alimentos.
Fonte: Luis Nassif On Line

segunda-feira, 10 de junho de 2013

O que a pesquisa DataFolha contra Dilma não mostrou e o que inventou

Há várias maneiras de manipular uma pesquisa de opinião (enviesar perguntas, concentrar a aplicação em determinados grupos sociais ou regionais, etc). Mas é preciso também ficar atento ao modo como os números são seletivamente apresentados pela imprensa. É que a manchete e a “análise” acabam por levar o leitor a uma compreensão diferente do que está posto pelos dados. Nesse sentido, a sondagem publicada hoje pela Folha, em que a aprovação do governo Dilma cai 8 pontos, é significativa.
Alguns apontamentos:
01 – A pergunta de escala (ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo) não é a mais indicada para medir “aprovação”. Ela serve para “avaliar”. Por que ressaltar a diferença? Ora, porque o cidadão pode não está, circunstancialmente gostando do desempenho do governo, mas pode aprovar a presidente. A questão não é só de nomeclatura. Avaliar é diferente de aprovar. Veja que a confusão conceitual leva a conclusão jornalística de que Dilma está menos “popular” (texto da Folha se encontra depois das minhas ponderações).
Exemplo concreto de como a diferença é importante: Fernando Henrique, durante a sua reeleição, tinha a gestão mal “avaliada”. No entanto, sua popularidade como aquele que seria supostamente o mais capaz para enfrentar a crise de 1998 fez com ele lograsse êxito em sua jornada.
02 – No infográfico do levantamento é possível perceber que dos 8% em queda, 6% saíram do “bom e ótimo” e passaram para o “regular”. Esse movimento é típico do cidadão que assim raciociona: “estou desconfiado em relação a X fatores – daí a queda na avaliação –, mas ainda estou suscetível a aprovar o governo”.
O pequeno revés não pode ser desconsiderado. Entretanto, está claro que o eleitor não saiu de sua zona de conforto e ainda elegeria, se a eleição fosse hoje, a candidata do PT.
03 – O levantamento deveria aliar a pergunta de avaliação (ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo) com a de aprovação (aprova ou não aprova). Desse modo, saberíamos se a queda foi de avaliação e/ou de popularidade.
Minha sensação? Penso ser improvável que a pergunta não tenha sido feita. Ninguém aplica uma pesquisa de tamanha magnitude sem empreender um levantamento sobre diferentes aspectos e enfoques, como foi o caso, conforme dados demonstrados sobre percepção do cidadão em relação a outros cenários, corrida eleitoral, etc.
Alias, os jornais tendem a não publicar aquilo que não “consideram” relevante. Quando faço levantamentos, sempre entrego a pesquisa integralmente e é o períodico quem seleciona o que vai entrar na reportagem. A linha ideológica do jornal dá o viés de como as estatísticas serão demonstradas. E pelo modo como a Folha sistematicamente pinta o Brasil como sinônimo de caos, acredito que os números bons foram deixados de lado.
As manchetes negativas imperam. Quando algo bom ocorre, o fato positivo é sempre contrabalançado com um “mas” e um evento desabonador depois – exemplo: Brasil melhora nisso, mas isso, isso e aquilo nos mantêm na pior posição e tal…
04 – Diz a Folha: “A presidente perdeu (“)popularidade(“) entre homens e mulheres, em todas as regiões do país, em todas as faixas de renda e em todas as faixas etárias, segundo o Datafolha”.
Qual é a base de tais afirmações (terroristas)?! Para isso ocorrer, seria necessário que todas as submudanças regionais, de sexo e de renda ocorressem para além da margem de erro em comparação a um contexto anterior. E é improvável que isso tenha acontecido, dado o revés de 8% (subamostras têm margem de erro maior). É uma fala jogada ao vento sem nenhum embasamento técnico mínimo.
Tanto é que nenhum número foi exposto.
05 – O texto diz ainda: “Os números do Datafolha indicam que a deterioração da imagem de Dilma é um reflexo do aumento do pessimismo dos brasileiros com a situação econômica do país e mostram que a população está mais preocupada com a inflação e o desemprego”.
Acho que estou sendo repetitivo, mas é inevitável: qual a base de tais afirmações?! Até acredito na inflação como argumento (a matéria demonstra um dado concreto quanto a inflação), mas não estamos em período de “pleno emprego” e “renda acima da inflação”?!
O que fundamenta análise tão perspicaz?!
AUSÊNCIA DE RIGOR CONCEITUAL
Produzo o meu doutorado sobre o impacto, grosso modo, de pesquisas de opinião e eleitoral. E impressiona o modo descuidado com que o Instituto Datafolha constroi conceitos empregados nas suas sondagens. O assunto é preocupante, pois uma simples palavra trocada/mal situada pode alterar a maneira como o respondente atribuirá uma sentença.
Exemplo prático:
Você é a favor da homossexualidade?
Ou
Você é a favor do homossexualismo?
Em estudo recente, o DataFolha aplicou a segunda indagação. Ora, a noção “homossexualismo”, ao contrário de “homossexualidade”, tem carga valorativa negativa e carrega o estigma de ter sido utilizada no passado como enquadramento patológico das relações homoafetivas, algo que a Organização Mundial de Saúde já rechaçou.
Em que pese o erro gritante, a Folha de São Paulo mobilizou alguns colunistas a se prestarem ao vergonhoso papel de defender o uso do abolido termo médico.
CIRCUITO DE LEGITIMAÇÃO
Na década de 1970, o sociólogo Pierre Bourdieu já tinha “cantado a pedra” – a imprensa forma a opinião, repetindo-a pelos mais diferentes caminhos e aspectos (vide o terrorismo contemporâneo no que tange o tema inflação, tecendo comparações esdrúxulas entre o período anterior ao controle inflacionário e o atual) e, ao término, aplica uma pesquisa mostrando a suposta novidade – a “opinião pública existe e tem medo da inflação”.
É por essas e outras que o estatístico americano George Gallup também denominava a pesquisa de opinião como “método de manipulação da opinião pública”.
Da Folha
A popularidade da presidente Dilma Rousseff caiu pela primeira vez desde o início de seu mandato, há dois anos.
Pesquisa feita pelo Datafolha na quinta e na sexta-feira mostra que 57% da população avalia seu governo como bom ou ótimo. São 8 pontos a menos que no levantamento anterior, feito em março.
A presidente perdeu popularidade entre homens e mulheres, em todas as regiões do país, em todas as faixas de renda e em todas as faixas etárias, segundo o Datafolha.
Os números do Datafolha indicam que a deterioração da imagem de Dilma é um reflexo do aumento do pessimismo dos brasileiros com a situação econômica do país e mostram que a população está mais preocupada com a inflação e o desemprego.
Para 51%, a inflação vai subir. Em março, esse índice era de 45%. A mesma tendência pode ser observada em questões sobre desemprego, poder de compra do salário, situação econômica do país e do próprio entrevistado.
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Apesar da queda de popularidade, a presidente Dilma Rousseff continua sendo a favorita para vencer a eleição presidencial do ano que vem.
No cenário mais provável da disputa, em que teria como adversários a ex-senadora Marina Silva (Rede), o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), Dilma teria 51% das intenções de voto, segundo o Datafolha.
São sete pontos a menos que o verificado no levantamento anterior, de março. Mas ainda assim é o suficiente para liquidar a eleição já no primeiro turno.
Em segundo lugar, com os mesmos 16% da última pesquisa, aparece Marina, atualmente engajada na criação de um novo partido político, a Rede Sustentabilidade.
Aécio foi o único que cresceu em relação ao levantamento de março. Ele tem agora 14% das intenções de voto, quatro pontos a mais que na pesquisa anterior.
Nessas oportunidades, Aécio criticou o governo com muita ênfase na inflação, objeto de crescente preocupação da população, conforme a mesma pesquisa.
Em quarto lugar na pesquisa, com 6% das intenções de voto, aparece o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). O índice é mesmo obtido por ele no último levantamento.
A pesquisa foi realizada nos dias 6 e 7 de junho. Foram feitas 3.758 entrevistas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Fonte texto: Luis Nassif On Line