Siga a gente aqui!

Mostrando postagens com marcador rock. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rock. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de março de 2020

Pró-Esia - Fábrica de Versos... A época em que David Bowie viveu à base de cocaína, leite e pimentas

Os hábitos prejudicaram a saúde física e mental do artista
Durante o período mais sombrio da vida de David Bowie, logo após o lançamento do álbum Young Americans (1975), o Camaleão do Rock encarnou a persona do Thin White Duke e sobreviveu com uma dieta bizarra e nada saudável que afetou gravemente a saúde física e mental do artista, como lembrado pelo site CheatSheet.
Durante o período mais sombrio da vida de David Bowie, logo após o lançamento do álbum Young Americans (1975), o Camaleão do Rock encarnou a persona do Thin White Duke e sobreviveu com uma dieta bizarra e nada saudável que afetou gravemente a saúde física e mental do artista, como lembrado pelo site CheatSheet.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

“Não nos calarão”, dizem organizadores de festival de rock alvo de Moro

Os integrantes do festival de rock Facada Fest foram intimados a comparecer a Polícia Federal para prestar depoimento. Em despacho assinado pelo Ministro da Justiça, Sergio Moro, e pelo Procurador Geral da República, Augusto Aras, a organização do festival é acusada de
O evento de Rock Facada Fest promovido em Belém - PA, foi atacado pelo Ministro Sergio Moro. 
Abaixo segue nota da organização do evento.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Pró-Esia - Fábrica de Versos... O DIA EM QUE A MÚSICA MORREU: HÁ 61 ANOS, UM TRÁGICO ACIDENTE DE AVIÃO TIRAVA A VIDA DE RITCHIE VALENS

As mortes dos músicos Buddy Holly, Ritchie Valens e J.P. Richardson davam fim à era de ouro do rock'n'roll
Era madrugada de 3 de fevereiro de 1959 quando um pequeno avião fretado, um Beechcraft Bonanza B35, dirigido por um piloto inexperiente, perdia o controle e atingia o solo a 270 quilômetros por hora. Depois de capotar, derrapou por mais de 170 metros até bater contra a cerca de uma propriedade, próximo a Clear Lake, Iowa, nos Estados Unidos. Todos os ocupantes da aeronave morreram na hora.
Era madrugada de 3 de fevereiro de 1959 quando um pequeno avião fretado, um Beechcraft Bonanza B35, dirigido por um piloto inexperiente, perdia o controle e atingia o solo a 270 quilômetros por hora. Depois de capotar, derrapou por mais de 170 metros até bater contra a cerca de uma propriedade, próximo a Clear Lake, Iowa, nos Estados Unidos. Todos os ocupantes da aeronave morreram na hora.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Pró-Esia - Fábrica de Versos... A trairagem de Bolsonaro com seus brothers, os roqueiros reaças

Indicação do novo presidente da Funarte, que associa o rock ao aborto e a satã, é uma verdadeira ingratidão com quem tanto o apoiou
Sete longos anos atrás, eu publiquei neste site um texto que até hoje faz sucesso sobre o fenômeno dos roqueiros reaças, que tinha em Lobão e em Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, seus expoentes mais ruidosos. Fui xingada pelos dois e virei alvo das hordas de direitistas que os idolatravam.

Sete longos anos atrás, eu publiquei neste site um texto que até hoje faz sucesso sobre o fenômeno dos roqueiros reaças, que tinha em Lobão e em Roger Moreira, do Ultraje a Rigor, seus expoentes mais ruidosos. Fui xingada pelos dois e virei alvo das hordas de direitistas que os idolatravam.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Pró-Esia - Fábrica de Versos...O “padroeiro” de Woodstock: nunca houve um ruralista como Max Yasgur

Se ele não tivesse topado alugar suas terras para os "hippies" que o procuraram, o festival nunca teria acontecidoA decisão do fazendeiro de alugar as terras para o festival só se reforçou ao ver um movimento de boicote a seus produtos se formando entre os habitantes de Bethel. “Não compre o leite de Yasgur, ele é amigo dos hippies”, diziam cartazes espalhados pela cidade. “Quando Max viu aquilo, eu sabia que ele ia deixá-los fazer seu festival. Você não fazia esse tipo de coisa com Max”,
Vocês conseguem imaginar Ronaldo Caiado ou outro líder ruralista alugando suas terras para que, durante três dias, milhares de jovens acampem nelas para ouvir os melhores roqueiros do mundo, além de viajar muuuuito, fumando maconha e tomando LSD?

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Pró-Esia: Fábrica de Versos... O dia chegou: o rock entrou na mira das autoridades

Parece que foi tudo orquestrado, com ação deliberada para chocar, intimidar e encolerizar a plateia. Essa é uma explicação que muitos roqueiros estão encontrando para a crueldade cometida contra mais de 3 mil pessoas que se reuniram em um domingo ensolarado para curtir heavy metal gratuito em um evento beneficente.
Parece que foi tudo orquestrado, com ação deliberada para chocar, intimidar e encolerizar a plateia. Essa é uma explicação que muitos roqueiros estão encontrando para a crueldade cometida contra mais de 3 mil pessoas que se reuniram em um domingo ensolarado para curtir heavy metal gratuito em um evento beneficente.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Guns N’ Roses retira música de álbum clássico por racismo e homofobia

‘One In a Million’, faixa do disco ‘G N ‘R Lies’, de 1988, foi retirada do box de luxo da banda, que será lançado em junho
A banda de rock Guns N’ Roses está preparando um “super álbum” para os fãs. Intitulado  Appetite for destruction: Locked N’ Loaded Edition, o material virá em um box de luxo, com quatro discos e um Blu-Ray, acompanhado por um livro de 96 páginas, como fotos inéditas do arquivo pessoal do vocalista Axl Rose, além de sete LPs e sete singles.
A banda de rock Guns N’ Roses está preparando um “super álbum” para os fãs. Intitulado  Appetite for destruction: Locked N’ Loaded Edition, o material virá em um box de luxo, com quatro discos e um Blu-Ray, acompanhado por um livro de 96 páginas, como fotos inéditas do arquivo pessoal do vocalista Axl Rose, além de sete LPs e sete singles.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Pró-Esia - Fábrica de Versos...Pink Floyd juntos cinco anos depois em nome da Palestina

Não é segredo que o mentor e líder daquela que é uma das mais importantes bandas dos últimos 50 anos sempre foi um apoiante dos palestinianos, acusando em inúmeras ocasiões o Estado israelita de cometer atrocidades num território ocupado que não é o seu. Depois de sinalizar no Twitter um novo ataque das Forças Armadas de Israel contra um grupo que apoia os palestinianos, Roger Waters anunciou uma reunião com David Gilmour e Nick Mason, cinco anos depois do último concerto dos Pink Floyd. Poderá tratar-se de um concerto?
Roger Waters, David Gilmour e Nick Mason são os membros ainda vivos e em relativa actividade dos Pink Floyd. A última vez que tocaram juntos foi em 2011, na O2 Arena de Londres. Cinco anos depois, poderemos estar prestes a vê-los de novo. E porquê? Pela causa palestiniana.

A história começou há pouco menos de um mês, a 14 de setembro, quando uma flotilha composta por mulheres zarpou de Barcelona, em Espanha, rumo à Faixa de Gaza, em mais uma iniciativa da Coligação Internacional da Flotilha da Liberdade.

A campanha “Mulheres Rumo a Gaza” procurava – como outras já o tentarem com resultados trágicos – levar ajuda humanitária aos palestinianos e romper o bloqueio israelita à Faixa de Gaza de há mais de uma década. A bordo estavam 13 mulheres, incluindo a Nobel da Paz Mairead Maguire, quando esta quarta-feira foram interceptadas pela Marinha de Israel.
Roger Waters, David Gilmour e Nick Mason são os membros ainda vivos e em relativa actividade dos Pink Floyd.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Pró-Esia - Fábrica de Versos... A tribo do rock

O que restou de subversão e de rebeldia num big business como esse?Elvis e sua geração já eram capazes de gerar frenesi nos salões, fossem recintos de high school, espaços tradicionais como o Madison Square Garden ou shows de tevê coast to coast, como o de Eddie Sullivan. Os Beatles formataram a histeria descabelada (embora o empresário Brian Epstein tenha pago carpideiras profissionais para a cena do aeroporto na “docuficção” A Hard Day’s Night). O rock ainda não havia extrapolado para os descampados da natureza, na simbiose promíscua de lama, sexo, bebida, marijuana, protesto, delírio, orgia, chuva e banheiro químico. Ali, nos festivais ao vivo, a geração dos anos 60 encontrou sua particular ideia de felicidade. 

Nas manifestações coletivas do que se passou a chamar paz e amor,  uma contracultura florescente e psicodélica adotou o rock como sua língua franca. O poeta beat Gary Snyder flagrou o parto de “uma nova ética e novos estados mentais”. Ou como dizia Jerry Garcia, emblemático band leader do emblemático Greatful Dead, “somos os primitivos de uma cultura desconhecida”.
O rock já morreu milhares de vezes, com direito a choro e também a alívio, e, no entanto, o rock sobrevive como um prazer incômodo e uma fantasia de imortalidade (“sempre tive uma necessidade repulsiva de ser mais do que humano; um dia disse foda-se, a questão é tentar ser imortal”, afirmou David Bowie... antes de morrer).

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Atitude de Phil Anselmo estimula debate sobre o racismo no rock/metal

Vídeo em que Philip Anselmo aparece fazendo uma saudação nazista e dizendo “white power” estimula o debate sobre o racismo no rock/metal e provoca a reação de outras personalidades do gênero musical. Anselmo gravou uma mensagem pedindo desculpas pelos seus atos: “Sinto e espero que me deem outra chance”
O vídeo em que Phil Anselmo, vocalista da banda de heavy metal Down e ex-vocalista do Pantera, aparece fazendo uma saudação nazista e dizendo “white power”, no festival Dimebash, gerou enorme repercussão na internet.
A pressão sobre o músico foi tão grande que ele foi obrigado a pedir desculpas para o público, em vídeo postado no último sábado (30).
“Estou aqui para responder a todas as acusações que venho recebendo e que realmente mereço”, disse Anselmo, no vídeo, sem deixar dúvidas sobre o arrependimento. “Sinto e espero que me deem outra chance”, falou ainda.
A polêmica em torno da atitude de Anselmo ficou ainda maior depois que Robb Flynn, vocalista do Machine Head, fez um vídeo tratando abertamente do racismo no universo do metal. Ele deixa claro seu descontentamento com o ex-Pantera e outros colegas que possuem falas e ações nazistas, além de explicar de maneira didática porque falar em “orgulho branco” é diferente de falar em “orgulho negro”.
O vídeo em que Phil Anselmo, vocalista da banda de heavy metal Down e ex-vocalista do Pantera, aparece fazendo uma saudação nazista e dizendo “white power”, no festival Dimebash, gerou enorme repercussão na internet.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Disco de estreia ao lado da banda Os Templários, formada por amigos de longa data, é puro funk metal - uma porrada liberada para download gratuito

Isso durou até o cara mostrar O Retorno é de Jedi, a primeira canção da trupe que atende pelo nome de Mr. Catra e Os Templários, um verdadeiro soco na cara cheio de distorção, com uma guitarra pesada e um baixo trepidante tão grave quanto o próprio vozeirão do cantor.

Na quinta-feira 17, rigorosamente o mesmo dia em que o novo Star Wars chegava aos cinemas Brasileiros, Mr. Catra liberava finalmente o primeiro disco da banda – que pode ser ouvido na íntegra dentro do SoundCloud (ou lá embaixo!) ou ainda baixado oficialmente num link do Mediafire, sem mistérios, sem frescuras, com direito a versão digital do encarte e tudo mais.
Quando Wagner Domingues da Costa, o músico carioca EGRESSO do Morro do Borel que batizou a si mesmo de Mr. Catra, anunciou que ia gravar um disco de rock, foi um verdadeiro pega pra capar.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Pró-Esia - Fábrica de Sonhos... COMUNICADO de DADO VILLA-LOBOS e MARCELO BONFÁ

Nesses comunicados dizíamos que, enquanto essa questão não fosse resolvida, não haveria nenhum lançamento da banda. Foi assim que, depois de termos nossos direitos reconhecidos pela Justiça, recebemos da EMI - hoje parte da Universal Music - a proposta de lançar uma Edição Especial do nosso primeiro disco, também chamado de “Legião Urbana”, e originalmente lançado em 1985.
Em 2014, enquanto atravessávamos o difícil processo judicial pelos nossos direitos sobre o nome da banda, acabamos encontrando - em comunicados como este - uma ferramenta clara de nos comunicarmos em forma direta com a imprensa e, principalmente, com os fãs da Legião Urbana.

domingo, 6 de setembro de 2015

Pró-Esia - Fábrica de Sonhos... O rock moderno da banda Os Descordantes

Nosso intuito, entretanto, também é fortalecer a cena do nosso Estado, que é muito talentosa”, afirma o baixista Saulo Melo.
Na estrada há quatro anos, o grupo faz um rock moderno, com batidas fortes e solos precisos. O primeiro disco do grupo, Espera a Chuva Passar, lançado na metade do ano passado, traz boas composições de Diego Torres (voz e guitarras). “As canções, no geral, falam sobre decepções amorosas e frustrações da vida”, revela o vocalista. Além de Saulo e Diego, George Naylor (bateria) e Marxson Henrique (teclado) complementam o conjunto.
Deixar Rio Branco, a capital do Acre, nunca esteve nos planos da banda Os Descordantes. Para o quarteto, a cena da cidade é tão forte quanto a do famoso eixo Rio/São Paulo. “Adoramos São Paulo.

domingo, 30 de agosto de 2015

Pró-Esia - Fabrica de Sonhos... Legião Urbana: Ouça André Frateschi, que pode ser o novo vocal

A notícia de que o Legião Urbana poderia voltar à ativa com um novo vocalista, conforme noticiado hoje pelo Estadão em matéria (entitulada "O Legião Voltou") de Marcelo Rubens Paiva, pegou quase todos de surpresa. Se o projeto se concretizar conforme citado na matéria, a vaga poderia ser ocupada por André Frateschi. Leia mais abaixo.Legião Urbana: banda pode voltar e ensaia com novo vocalista?

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Billy Corgan e Marilyn Manson tocam Cyndi Lauper ao vivo

O vocalista do Smashing Pumpkins, que está atualmente participando de uma turnê norte-americana com Manson, se fantasiou de freira para subir ao palco e tocar a canção após o final da música “Antichrist Superstar”, de Manson. A performance ocorreu em Nashville, no Tennessee, no domingo, 9.
Um vídeo de Billy Corgan e Marilyn Manson interpretando um cover do hit “Girls Just Wanna Have Fun”, de Cyndi Lauper, viralizou nesta quinta-feira, 13.

sábado, 25 de julho de 2015

Bruce Dickinson: se dinheiro é tudo na sua vida, vá roubar bancos

Seu investimento na Cardiff Aviation – uma joint venture com o sócio Mario Fulgoni – segue sua vida de 20 anos como piloto, tempo no qual ele acumulou mais de sete mil horas de voo.
Ele liga seu amor por voar aos parentes que foram da RAF, e ao baterista da banda, que o levou para um voo após aprender a pilotar nos anos 80, no auge da fama da banda.
“O tendencioso pensamento me ocorreu, se um baterista dá conta de aprender a pilotar, qualquer um também consegue.”
“Daí, um dia de férias na Flórida, eu decidi ter uma aula demonstrativa, por 35 dólares, o que mostra quanto tempo atrás foi isso. E eu tive o que só pode ser descrito como uma experiência semi-mística, foi realmente uma epifania.”
Por JAMES QUINN para o jornal THE TELEGRAPH, em junho de 2013
Para um homem cuja fortuna é estimada em mais de 100 milhões de dólares [cerca de 215 milhões de Reais], BRUCE DICKINSON não precisa trabalhar, muito menos correr atrás da criação de uma nova companhia aérea e de uma empresa de manutenção de aeronaves, aliadas às exigências de uma turnê mundial de 36 datas durante a qual ele se apresentará para um público total de por volta de 1.5 milhões de pessoas em 30 países diferentes.

terça-feira, 3 de abril de 2012

O Som da Hora...


Engenheiros do Hawaii é uma banda brasileira de rock and roll, formada em 1984 na cidade de Porto Alegre, que alcançou grande popularidade com suas canções irônicas e críticas. O vocalista Humberto Gessinger é o único integrante original a permanecer no grupo até hoje.
Trajetória
Os primeiros anos (1984 – 1989)
Quatro estudantes da Faculdade de Arquitetura da UFRGS - Humberto Gessinger (vocal e guitarra), Carlos Stein (guitarra), Marcelo Pitz (baixo) e Carlos Maltz (bateria) - resolveram formar uma banda apenas para uma apresentação em um festival da faculdade, que aconteceria por protesto à paralisação de aulas. O primeiro show da banda foi em 11 de janeiro de 1985.Escolheram o nome Engenheiros do Hawaii para satirizar os estudantes de engenharia que andavam com bermudas de surfista, com quem tinham uma certa rixa.
Começaram a surgir propostas para novos shows e, após, algumas apresentações em palcos alternativos de Porto Alegre juntamente com uma série de shows pelo interior do Rio Grande do Sul. A banda, em menos de quatro meses de carreira já consegue gravar duas músicas na coletânea Rock Grande do Sul (1985) com diversas bandas gaúchas, em razão de uma das bandas vencedoras do concurso adicionador à coletânea ter desistido da participação do álbum na última hora.
Quando a banda seguiu com seus ensaios, durante a greve da faculdade, Carlos Stein realizou uma viagem, o que acabou inviabilizando sua permanência no grupo, e, tempos depois, ele passa a integrar a banda Nenhum de Nós. Meses passaram, e os Engenheiros do Hawaii gravam o seu primeiro álbum: Longe Demais das Capitais, em 1986. O norte musical do disco apontava para um som voltado à música pop, muito próximo ao ska de bandas como o The Police e Os Paralamas do Sucesso. Destacam-se as canções "Toda Forma de Poder", que foi tema da novela Hipertensão da Rede Globo e "Segurança", além de "Sopa de Letrinhas" e "Longe Demais das Capitais".
Antes de começarem as gravações do segundo disco, Marcelo Pitz deixa a banda por motivos pessoais. Com Gessinger assumindo o baixo, entra o guitarrista Augusto Licks, que havia trabalhado com Nei Lisboa, conhecido músico gaúcho.
Os Engenheiros lançam o disco A Revolta dos Dândis, em 1987. A banda muda o direcionamento temático, iniciando uma trilogia baseada no rock progressivo, com discos com repetições de temas gráficos e musicais e letras em que ocorre a auto-citação. Os arranjos musicais são influenciados pelo rock dos anos 60, as letras são críticas, com ocorrência de várias antíteses e paradoxos e aparecem citações literárias de filósofos, como Camuse Sartre. Destaque para os hits "Infinita Highway", "Terra de Gigantes", "Refrão de Bolero" e a faixa título, dividida em duas partes. Começam os shows para grandes plateias nos centros urbanos do país, como o festival Alternativa Nativa, realizado entre 14 e 17 de junho de 1987. A partir desta data, os Engenheiros encheriam ginásios e estádios pelo Brasil afora. Porém, houve polêmicas e a banda chegou mesmo a ser acusada de elitista e fascista pelo conteúdo de suas letras. As polêmicas se intensificaram quando membros da banda se apresentaram com camisetas estampadas com a Estrela de Davi e a Suástica.
O disco seguinte, Ouça o que Eu Digo: Não Ouça Ninguém, de 1988, pode ser visto como uma continuidade do anterior, tanto pelo trabalho da capa do álbum como pelo tema e estilo de suas canções. Destaque para as músicas "Somos Quem Podemos Ser", "Cidade em Chamas", "Tribos & Tribunais", a faixa-título e "Variações Sobre o Mesmo Tema", esta última uma homenagem à banda Pink Floyd, com sua estética progressiva e dividida em três partes. O álbum também marca a saída dos Engenheiros da cidade de Porto Alegre, indo morar no Rio de Janeiro.
Consolidada a nova formação, os Engenheiros lançam Alívio Imediato, de 1989, quarto disco da banda e o primeiro registro ao vivo. Suas canções mostram uma retrospectiva de suas principais canções e as novas perspectivas a serem incorporadas, em especial o som mais eletrônico, presente na faixa título e na música "Nau à Deriva", ambas gravadas em estúdio e as demais gravadas ao vivo no Canecão, no Rio de Janeiro.
Mudança para o Rio de Janeiro (1990 – 1993)
O disco seguinte, O Papa é Pop, de 1990 consolida a mudança de sonoridade da banda. Puxados pelo sucesso "Era um Garoto que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones", regravação de uma velha canção do grupo Os Incríveis (por sua vez versão da canção "C'era un ragazzo che come me amava i Beatles e i Rolling Stones" de Gianni Morandi), e a faixa-título, o quinto disco dos Engenheiros investe no som progressivo, calçado nos solos de guitarra de Licks e em uma base mais eletrônica de teclados e bateria. Gessinger passa a assumir também os teclados da banda e começam a surgir as baladas de piano e voz da banda. São dele as canções "Anoiteceu em Porto Alegre", "O Exército de um Homem Só" (dividida em duas partes), "Pra Ser Sincero" e "Perfeita Simetria" (versão alternativa da canção "O Papa é Pop"). Em meio aos novos sucessos, uma antiga canção, "Refrão de Bolero", oriunda do segundo disco, A Revolta dos Dândis, também era bastante executada pelas rádios. Aclamados pelo público e massacrados pela crítica, os Engenheiros do Hawaii consagram-se no Rock in Rio II, arrancando elogios do jornal americano New York Times, apesar de ignorados pela Folha de São Paulo.
O ano de 1991 marca o lançamento do sexto disco, Várias Variáveis, que completa a trilogia iniciada no segundo e terceiro discos da banda. Há redução dos efeitos eletrônicos e a retomada de um som mais rock 'n' roll, mas não repete o mesmo sucesso do anterior, mesmo tendo a canção "Herdeiro da Pampa Pobre", regravação de um antigo sucesso de Gaúcho da Fronteira, bastante executada nas rádios. Este é um dos discos que contém as melhores letras do grupo, porém, o som não é o forte do álbum, sendo o mesmo questionado hoje até pelo próprio Gessinger. Pode-se dizer que foi um disco seminal, pois canções como "Piano Bar", "Muros & Grades" e "Ando Só", em regravações em outros discos, estabeleceram-se como algumas das melhores da banda.
No ano seguinte, 1992, é lançado o sétimo disco, Gessinger, Licks & Maltz, ou GLM, inspirado no famoso logotipo ELP de Emerson, Lake & Palmer. O som continua mesclando elementos de MPB erock progressivo, com destaque para as canções "Ninguém = Ninguém", "A Conquista do Espaço", "Pose (Anos 90)" e "Parabólica", canção que Gessinger fez em homenagem a sua filha Clara, nascida em fevereiro do mesmo ano.
O oitavo disco dos Engenheiros é o semi-acústico Filmes de Guerra, Canções de Amor, de 1993, gravado ao vivo na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro. A banda considerava este disco como acústico, pois condicionava tal formato à ausência de bateria e às guitarras semi-acústicas. Na época não existia a febre de acústicos gravados pelos grandes nomes nacionais, o que denota o caráter visionário da banda. O disco foi gravado ao vivo por uma decisão da banda de gravar um álbum ao vivo a cada três álbuns, uma ideia da banda Rush, que faz o mesmo. Com guitarras acústicas, percussão, piano, acordeão e participação da Orquestra Sinfônica Brasileira em três faixas, regida por Wagner Tiso, as velhas canções – como "Muros & Grades", "O Exército de um Homem Só" e "Crônica" – e novas composições – como "Mapas do Acaso" e "Quanto Vale a Vida?", ganharam arranjos que apontavam para o blues, a música tradicionalista e a erudita, ressaltando a excelente qualidade das letras dos Engenheiros do Hawaii. A banda chegou a participar, ainda no mesmo ano, do festival Hollywood Rock Brasil, junto com os brasileiros do Biquini Cavadão, De Falla, Dr. Sin eMidnight Blues Band. Entretanto não foram bem recepcionados e receberam muitas vaias. Eles se apresentaram no mesmo dia de L7 e Nirvana.
O ano de 1993 marca também a primeira excursão dos Engenheiros pelo Japão e Estados Unidos da América. Porém, no final deste mesmo ano, discussões e rixas internas acabaram por resultar na saída do guitarrista Augusto Licks. Inicia-se uma longa disputa jurídica pela marca "Engenheiros do Hawaii", tendo Gessinger e Maltz finalmente ficado com o nome da banda.
Tempos de tempestade e Gessinger Trio (1994 – 2000)
O passo seguinte foi remontar os Engenheiros, com a entrada do guitarrista Ricardo Horn. Posteriormente, também ingressam na banda: Paolo Casarin (acordeão e teclados) e o guitarrista Fernando Deluqui (ex-RPM). Após dois anos sem gravar, os Engenheiros lançam em 1995 o álbum Simples de Coração. O som é mais pesado, com climas regionais gaúchos dados pelo acordeão de Casarin. Destaque para as canções "A Promessa", "A Perigo", "Lance de Dados", "Ilex Paraguariensis" e "Simples de Coração". Havia ainda a canção "O Castelo dos Destinos Cruzados", em que o baterista Maltz assume os vocais. O disco Simples de Coração também teve uma versão em inglês, que não chegou às vendas. Os fãs mais assíduos têm apenas as MP3s.
Paralelamente às gravações do Simples de Coração, Gessinger monta o trio "33 de Espadas", para tocar música instrumental. Ao fim da turnê de Simples de Coração, a banda passou por uma grave crise, pois a formação "quinteto" era temporária. Longe do sucesso de outros tempos, os Engenheiros começam a pensar em seguir outros caminhos. O "33 de espadas" faz sua estréia já com a formação que viria se chamar "Humberto Gessinger Trio", tendo Luciano Granja na guitarra e Adal Fonseca na bateria. O grupo lançou o disco, também intitulado "Humberto Gessinger Trio" (HG3), em 1996. O clima enxuto do disco, basicamente com bateria, baixo e guitarra, lembra os primeiros trabalhos de Gessinger, como exemplificam as canções "Vida Real", "Freud Flintstone", "De Fé" e "O Preço". Paralelo a esse fato, Carlos Maltz envolve-se numa trilha mística e resolve abandonar os Engenheiros. A partir daí, o baterista monta o grupo "A Irmandade". Durante a turnê do Humberto Gessinger Trio, há uma constante troca de nome das bandas. Os shows que deveriam ser anunciados como HG3 ainda eram apresentados como Engenheiros do Hawaii. A verdade é que para um produtor anunciar um show dos Engenheiros do Hawaii, banda nacionalmente conhecida era muito mais fácil e rentável que apresentar como Humberto Gessinger Trio, nome absolutamente desconhecido.
Reconhecendo que era inviável seguir com o nome da nova banda, Gessinger volta a admitir-se como um Engenheiro do Hawaii. Para que haja alguma diferença entre o HG3 e o "novo" Engenheiros do Hawaii, ele convida Lúcio Dorfmann a assumir os teclados do grupo, configurando um novo som ao grupo, bem próximo ao pop que predominava no mercado musical da época. O disco Minuano, de 1997, marca a volta dos Engenheiros do Hawaii com este nome. O álbum mescla influências regionalistas, tecnologia e que conta com arranjos de violino que lembram o folk, tornam este o disco mais leve e com a sonoridade mais vaga da banda. Emplaca o sucesso "A Montanha", além de outras belas canções como "Nuvem", "Faz Parte" e "Alucinação", uma cover para uma antiga canção deBelchior. O disco ainda marcou a saída dos Engenheiros do Hawaii da BMG. A saída se deu com o lançamento de um box em formato de lata, intitulado Infinita Highway, contendo o relançamento de todos os dez discos da banda até então. Todos foram remasterizados, com exceção dos dois últimos (Simples de Coração e Minuano foram gravados já para o formato CD).
¡Tchau Radar!, de 1999, marca a entrada dos Engenheiros para a Universal Music Group e exibe uma maior maturidade do grupo, onde as influências musicais da banda ficam mais evidentes (folk rock, rock'n roll dos anos 60, rock progressivo e MPB) com belas composições de Gessinger, como "Eu Que Não Amo Você", "Seguir Viagem" e "3 X 4" além de duas covers: "Negro Amor" ("It's All Over Now Baby Blue", de Bob Dylan) e "Cruzada" (de Tavinho Moura e Marcio Borges), esta contando com arranjos de orquestra, como é comum em várias faixas do álbum.
Nova fase (2000 – 2003)
Da turnê de ¡Tchau Radar!, surgiu o terceiro disco ao vivo da banda, e o décimo segundo de sua carreira: 10.000 Destinos. Novamente, Gessinger repassa o repertório consagrado da banda em novas versões divididas em um set acústico e um elétrico e conta com a participação de Paulo Ricardo, cantando "Rádio Pirata" do RPM, e do gaiteiro Renato Borghetti nas canções "Refrão de um Bolero" e "Toda Forma de Poder". Como faixas-bônus, gravadas em estúdio, acompanham as inéditas "Números" e "Novos Horizontes", além da regravação de "Quando o Carnaval Chegar", de Chico Buarque.
Alguns meses após a apresentação no Rock in Rio III (2001), Lúcio, Adal e Luciano saem da banda e montam outro grupo, Massa Crítica, mudando novamente a formação dos Engenheiros. Lúcio, Adal e Luciano são substituídos por Paulinho Galvão (guitarra), Bernardo Fonseca (baixo) e Gláucio Ayala (bateria). Gessinger volta a tocar guitarra, após 14 anos responsável pelo contrabaixo dos Engenheiros. Com essa nova formação eles regravam algumas músicas da banda e lançam uma re-edição de seu último disco, agora intitulado 10.001 Destinos. Duplo, traz as mesmas faixas do disco precursor, e novas versões de estúdio das canções "Novos Horizontes", "Freud Flinstone", "Nunca Se Sabe", "Eu Que Não Amo Você", "A Perigo", "Concreto e Asfalto" e "Sem você".
Começava com esta formação, seguindo novamente o mercado musical (quando bandas mais pesadas começaram a ter mais espaço), de som mais limpo e pesado. Isso se confirma em 2002, com o lançamento do disco Surfando Karmas & DNA, disco que consolida a nova fase da banda, e que tem a participação especial do ex-Engenheiros Carlos Maltz na faixa "E-stória". São destaques do disco a faixa título e as canções "Terceira do Plural", "Esportes Radicais", "Ritos de Passagem" e "Nunca Mais". Há influência do punk rock e pop rock nas novas canções.
O disco seguinte, Dançando no Campo Minado, de 2003, mantém a regra: sonoridade muito similar ao seu antecessor com músicas curtas, guitarras pesadas e poesia crítica de Gessinger denunciando os males da globalização, da desilusão política e ideológica e da guerra, nas canções "Fusão a Frio", "Dançando no Campo Minado", "Dom Quixote" e "Segunda Feira Blues" (partes I e II, esta última novamente com a participação de Carlos Maltz), porém, convivendo com um certo otimismo na parte mais emotiva da vida. Emplaca nas rádios a canção Até o Fim.
Acústico MTV e Acústico II: Novos Horizontes (Turnês Acústicas) (2004 – 2008)
Para comemorar os vinte anos de banda, completados em 2005, os Engenheiros do Hawaii lançaram o CD e DVD Acústico MTV. O acústico tem as participações especiais dos músicos Humberto Barros (órgão Hammond) e Fernando Aranha (violões). Este último já havia feito uma participação especial no disco anterior. O disco se diferencia dos demais por não trazer participações especiais, apenas "fraternais": Clara Gessinger, filha de Humberto, divide os vocais com o pai na canção Pose (executada com parte da letra cortada) e Carlos Maltz, co-fundador e ex-baterista dos Engenheiros, que canta junto com Gessinger a canção Depois de Nós, de sua autoria.
Além dos grandes sucessos, como Infinita Highway, Somos Quem Podemos Ser e O Papa é Pop e das canções recentes, como Surfando Karmas & DNA e Até o Fim, o disco traz as canções O Preço e Vida Real, ambas do álbum Humberto Gessinger Trio. Por fim, acrescentam-se ainda as canções inéditas "Armas Químicas e Poemas" e "Outras Frequências". Durante a turnê do Acústico, Paulinho Galvão deixa a banda e seu posto é assumido por Fernando Aranha. Nos teclados, por sua vez, o jovem Pedro Augusto assume o lugar de Humberto Barros, que já fazia parte da banda de apoio do Kid Abelha.
O novo disco, Acústico II: Novos Horizontes, foi gravado nos dias 30 e 31 de maio de 2007, em São Paulo, no Citibank Hall, e foi lançado em agosto de 2007 com nove faixas inéditas, além de nove regravações. O disco quebrou a seqüencia de a cada 3 discos em estúdio, ser gravado um "ao vivo". Também foi palco de novas experiências para Gessinger, como a viola caipira que usa em algumas músicas do álbum. Segundo ele, se tivesse que rever todas as obras dos Engenheiros do Hawaii, 'Novos Horizontes' é o que não mexeria em nada. Destaque maior para as faixas inéditas "Guantánamo", "Coração Blindado", "No Meio de Tudo, Você" e "Quebra-Cabeça". No fim de 2007, o então baixista Bernardo Fonseca sai da banda e Humberto Gessinger assume o baixo. Desde então a banda voltou a utilizar guitarras em seus shows.
No ano de 2008, após shows pelo Brasil inteiro, a banda termina a turnê acústica, começada em 23 de julho de 2004 com o lançamento do Acústico MTV.
Atividades interrompidas
Junto com a turnê terminam, pelo menos temporariamente, as atividades dos os Engenheiros do Hawaii. O vocalista e líder da banda, Humberto Gessinger declarou no site oficial da banda que os planos de retorno da banda são somente no ano de 2012, quando serão comemorados os 25 anos do lançamento do álbum A Revolta dos Dândis, segundo LP da banda. Lembrando que já é a terceira vez que Gessinger adia o retorno dos Engenheiros.
Nos últimos quatro anos, Gessinger vem se dedicando ao Pouca Vogal, parceria com Duca Leindecker, vocalista do Cidadão Quem. Juntos eles cantam novas baladas e grandes sucessos de suas bandas. Também lançou 4 livros:Meu Pequeno Gremista, Pra Ser Sincero - 123 Variações Sobre Um Mesmo Tema" no final de 2009, Mapas do Acaso - 45 Variações Sobre Um Mesmo Tema em fevereiro de 2011 e o livro-agenda 366 Variações Sobre o Mesmo tema no final de agosto de 2011.
Formações
Humberto Gessinger é o único integrante da fundação do grupo que conseguiu sobreviver a todas as mudanças de formação ocorridas durante toda a trajetória da banda.
Linha do tempo

Integrantes
§  Humberto Gessinger - Voz, Baixo, Viola caipira, Harmônica, Dobro, Bandolim e Piano (1985-atualmente)
§  Glaucio Ayala - Bateria e Vocais (2001-atualmente)
§  Fernando Aranha - Guitarra e Violões (2004-atualmente)
§  Pedro Augusto - teclado (2005-atualmente)
Ex-Integrantes
§  Carlos Stein - Guitarra (1985)
§  Augusto Licks - Guitarra, Violão, Teclados, e Midi Pedalboard (1987-1994)
§  Ricardo Horn - Guitarra e Violão(1994-1996)
§  Fernando Deluqui - Guitarra e Violão(1995-1996)
§  Luciano Granja - Guitarra e Violão (1996-2001)
§  Paulinho Galvão - Guitarra e Violão (2001-2005)
§  Marcelo Pitz - Baixo (1985-1987)
§  Bernardo Fonseca - Baixo (2001-2008)
§  Carlos Maltz - Bateria e Percussão (1985-1996)
§  Adal Fonseca - Bateria (1996-2001)
§  Paolo Casarin - Teclados e acordeom (1995-1996)
§  Lúcio Dorfman - Teclados (1997-2001)

Vídeo sobre a matéria:

Fonte Texto: Wikipédia.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O Som da Hora...

Plebe Rude
_______________________________________
Plebe Rude é uma banda brasileira de rock, formada em Brasília. Banda formada nos anos 80 por Philippe Seabra, Gutje, André X e Jander Bilaphra. Em Brasília, fizeram parte da turma da Colina, integrada por outras bandas como Os Paralamas do Sucesso e Aborto Elétrico (que posteriormente deu origem Capital Inicial e Legião Urbana). O estilo da banda, repleto de críticas sociais e políticas, reflete toda a cultura punk da época, porém com uma preocupação maior nas composições e elaboração dos arranjos e melodias. Por estes fatores, é considerado uma mistura do punk rock com a influência post punk inglesa e sua invasão oitentista do new wave.

Plebe Rude era umas das mais famosas bandas de Brasília, uma marco importante foi quando.A Plebe Rude e a Legião Urbana fizeram um show num festival de rock em Patos de Minas em 05 de Setembro 1982, primeiro show da recém formada Legião Urbana, abrindo para a Plebe Rude. Após as apresentações, acabaram sendo presos por causa de suas letras, Plebe Rude por uma música chamada "Voto em Branco" e Legião Urbana pela "Música Urbana 2", mas todos acabaram soltos após a polícia local ser informada por eles mesmos que eram de Brasília, temendo que fossem filhos de políticos.

Plebe Rude chamava muita atenção por onde passava. Tocaram em todas as danceterias importantes do eixo-Rio São Paulo e ainda no legendário Circo Voador. E numa destas apresentações no Circo Voador conheceram Herbert Viana, que haviam “homenageado” na música “Minha Renda”. No principio, o encontro entre os plebeus e o paralama foi tenso, mas logo Herbert sacou todo o inteligente sarcasmo da Plebe Rude e a partir daquele momento tornou-se um dos que mais ajudaram a Plebe a estourar nacionalmente.
Em 2003, Gutje e Jander Bilaphra deixam a banda. Plebe Rude volta na forma definitiva com Clemente, que também integra a banda Inocentes, e Txotxa, que já havia integrado a banda Maskavo Roots. Marca a banda mais madura e que é ainda umas das grandes banda do rock nacional. Em 2006, com esta nova formação, lançaram o álbum independente intitulado R ao contrário, lançado pela revista OutraCoisa do Lobão. Com destaque para as músicas "O que se Faz", "R ao Contrario" e "Vote em Branco",música que alis foi tocada pela banda no show de Patos de Minas em 1982 junto a Legião Urbana.
Em 2009, a banda gravou de forma independente o CD e DVD Rachando Concreto - 30 Anos Ao Vivo.Mostra que banda continua com letras críticas e atuais com sua relevância e atitude.Concorre a Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock Brasileiro. Em 2010, a banda assina com a gravadora Coqueiro Verde e confirma o lançamento do projeto no primeiro trimestre de 2011. Ainda em 2010, a faixa "The Wake" é destaque na trilha sonora do filme "Federal", com Selton Mello, Michael Madsen e Carlos Alberto Riccelli no elenco e direção de Erik de Castro.
Em 2011, após o lançamento do DVD Rachando Concreto, o baterista Txotxa, deixou a banda para ir tocar no Natiruts. Em seu lugar, entrou o baterista Marcelo Capucci.

Integrantes

Formação atual

  • Philippe Seabra (guitarra e voz)
  • Clemente (guitarra e voz)
  • André X (baixo)
  • Marcelo Capucci (bateria)

Ex-integrantes

  • Gutje
  • Jander Bilaphra
  • Txotxa

Discografia

Álbuns de Estúdio

  • 1985 - O Concreto Já Rachou (EMI)
  • 1987 - Nunca Fomos Tão Brasileiros (EMI)
  • 1988 - Plebe Rude III (EMI)
  • 1993 - Mais Raiva Do Que Medo (Natasha Records/Sony Music)
  • 2006 - R ao Contrário (Independente/OutraCoisa)

Álbuns Ao Vivo

  • 2000 - Enquanto a Trégua Não Vem (EMI)
  • 2011 - Rachando Concreto: Ao Vivo em Brasília (Coqueiro Verde)

Vídeo sobre a matéria:

Fonte texto: Wikipédia.