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segunda-feira, 9 de março de 2020

Maré chilena puxa protestos e milhões de mulheres mostram sua força nas ruas da América Latina

No dia 8 de março, Chile, México e Argentina lideraram protestos pelo fim da violência machista, igualdade de oportunidades e o direito ao aborto


A luta pela igualdade entre mulheres e homens levou no dia 8 de março milhões de mulheres a protestar nas principais cidades da América Latina. A mobilização de 2020 foi das maiores dos últimos anos na região pela exacerbação das condições que deixaram historicamente em segundo plano a população feminina. O Chile, o México e a Argentina lideraram os protestos para exigir o fim da violência machista, igualdade de oportunidades e o direito ao aborto. A situação política e social da América Latina durante os últimos anos levou à organização das mulheres para pedir seus direitos.
A luta pela igualdade entre mulheres e homens levou no dia 8 de março milhões de mulheres a protestar nas principais cidades da América Latina. A mobilização de 2020 foi das maiores dos últimos anos na região pela exacerbação das condições que deixaram historicamente em segundo plano a população feminina. O Chile, o México e a Argentina lideraram os protestos para exigir o fim da violência machista, igualdade de oportunidades e o direito ao aborto. A situação política e social da América Latina durante os últimos anos levou à organização das mulheres para pedir seus direitos.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Histórias - Arqueólogos dizem que os primeiros caribenhos não eram "canibais selvagens", como os colonos escreveram.

Pesquisadores em Antígua esperam corrigir relatos coloniais "especulativos e errôneos" que retratam os caribes como comedores de homens ferozes
Durante séculos, os historiadores sustentavam que os primeiros habitantes do Caribe eram fazendeiros pacíficos que foram exterminados pelos ferozes homens caribenhos que comiam os homens. Mas arqueólogos em Antigua dizem que novas evidências de um dos locais mais importantes da região estão ajudando a corrigir os relatos
Durante séculos, os historiadores sustentavam que os primeiros habitantes do Caribe eram fazendeiros pacíficos que foram exterminados pelos ferozes homens caribenhos que comiam os homens.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

FARC-EP e Governo colombiano podem assinar acordo de paz em junho

O assessor jurídico das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - Exército do Povo (FARC-EP), Enrique Santiago, assegurou nesta segunda-feira que o acordo final de paz pode ser assinado para finais de maio ou em junho se "não se perder tempo em discussões desnecessárias".
"A assinatura do acordo de paz não poderá ser mais tarde do primeiro semestre deste ano. Minha previsão é que se ambas as partes de põe a trabalhar na mesa para abordar os temas pendentes e não se perde tempo em discussões desnecessárias, pois para finais de maio ou junho estariam encerrados todos os pontos, incluído o acordo final", disse Santiago em uma entrevista com o diário colombiano El Tiempo.

quarta-feira, 2 de março de 2016

terça-feira, 1 de março de 2016

Memorial da América Latina recebe seminário sobre migrações em abril

Em 12 de abril o Memorial da América Latina, em São Paulo, receberá mais um evento sobre a temática migratória, o seminário “Migrações Internacionais, Refúgio e Políticas”.

O evento é resultado da articulação entre o Memorial e uma ampla rede de observatórios de migrações e programas de pós-graduação relacionados ao tema de todo o Brasil. Entre as entidades envolvidas estão a Unicamp, UFAM, UDESC, URCA-CE, UFRN, UFAP, PUC Minas e UFABC.


O seminário não tem taxa de inscrição e é aberto ao público, especialmente acadêmicos, gestores públicos e, claro, imigrantes.

De acordo com a organização, o seminário “busca dialogar com distintos campos disciplinares, avançando no conhecimento teórico-metodológico, bem como debater, com atores governamentais e a sociedade civil, as políticas migratórias (e/ou a ausência delas) e as políticas sociais para os imigrantes no Brasil do século XXI”.
Em 12 de abril o Memorial da América Latina, em São Paulo, receberá mais um evento sobre a temática migratória, o seminário “Migrações Internacionais, Refúgio e Políticas”.

domingo, 16 de agosto de 2015

Kelly Osbourne: "Quem limparia as privadas se não fossem os latinos?"

O milionário empresário está concorrendo ao posto de candidato à Presidência dos Estados Unidos pelo Partido Republicano, e há algum tempo deu declarações que desagradaram (e muito) o povo latino que vive no país.

Em uma atitude daquelas que é difícil de explicar e entender, Kelly Osbourne disse que “se você chutar todos os latinos para fora do país, quem irá limpar as privadas, Donald Trump?”
Kelly Osbourne, filha de Ozzy Osbourne, deu uma bola fora daquelas.
A moça estava participando do tradicional programa de TV norte americano “The View”, quando o assunto chegou a Donald Trump.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Jovens em greve de fome pedem a renúncia do presidente de Honduras

Um grupo de jovens hondurenhos iniciou uma greve de fome no último dia 22 de junho, em frente à Casa Presidencial, em Tegucigalpa, capital de Honduras. O protesto reivindica a instalação da Comissão Internacional contra a Impunidade em Honduras (CICIH) e a renúncia do presidente Juan Orlando Hernández (JOH).

sábado, 11 de abril de 2015

América Latina avançou e mostrou que pode ir além, afirma Dilma

Em pronunciamento, durante I Sessão Plenária da Cúpula das Américas, na Cidade do Panamá, a presidente Dilma Roousseff enfatizou o empenho do governo em retomar o crescimento e voltou a salienta que, para "avançar em direção ao desenvolvimento", os países da América Latina têm na educação uma das maiores alavancas para conseguir dar "um passo adiante".

Em seu discurso, a mandatária lembrou que a América Latina está mais forte e preparada para avançar.

Dilma defendeu que há quatro temas fundamentais para discussão: segurança, educação, migrações e as mudanças climáticas.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Reconhecimento de direitos indígenas diminui desmatamento e narcotráfico na América Central

Estudo mapeou experiências de sucesso na região; 'queremos que governos contem conosco quando tratam de estratégias de segurança', diz líder indígena


De acordo com Andrew Davis, um dos autores do estudo, um dos pontos cruciais é o monitoramento das zonas de risco. “A mais direitos correspondem mais organização, e a mais organização, uma melhor rede de vigilância comunitária. E se esta rede funciona, evita-se que entrem estranhos para fins ilícitos ou, se conseguem entrar, são detidos ou as autoridades são informadas imediatamente para que tomem medidas.” Um dos exemplos mais espetaculares ocorreu em Talamanca (Costa Rica), onde os sistemas de vigilância e monitoramento comunitário alertaram para uma rede de helicópteros que trabalhava para o narcotráfico.Entretanto, se os indígenas não são donos legalmente de suas terras ou não têm senso de comunidade, como acontecia há alguns anos na zona da Mosquitia ou na “terra de ninguém” do Petén guatemalteco, eles permanecem muito mais vulneráveis. Leia também: Após serem demitidas, tailandesas criam cooperativa para fugir de exploração na indústria têxtil O estudo do Prisma aponta exemplos de sucesso. No México, em municípios como Cherán (em Michoacán, no centro do país) ou em Tecpan de Galeana (na costa de Guerrero, no Pacífico) as ações comunais contra o narcotráfico resultaram no reflorestamento de mais de 1.000 hectares e na criação de um viveiro que conta com 1,4 milhão de plantas. Além disso, em ambos os lugares caiu o número de homicídios. Diante de situações tensas, os padrões de atuação têm sido distintos. Nicarágua e Guatemala puseram em ação os chamados “batalhões ecológicos”, unidades pertencentes ao Exército que atuam em coordenação com as comunidades. Em outros casos, como na comunidade garifuna (grupo étnico cafuso) de Vallecito (norte de Honduras), ou os purépechas de Cherán, os próprios indígenas optaram pelo confronto direto (apesar da disparidade de forças), mas sua coragem e insistência fizeram com que pouco a pouco conquistassem parte de seus objetivos, embora ao custo de ações violentas. Leia também: National Geographic redesenha Ártico para refletir mudanças climáticas dos últimos 30 anos Muitos governos ainda se mostram reticentes em contar com as comunidades para elaborar estratégias de segurança, e os planos hemisféricos liderados pelos EUA oferecem principalmente ajuda militar. No entanto, o fortalecimento de redes de base, como demonstram os estudos citados, não só contribuiriam para um maior e melhor desenvolvimento dos povos nativos das florestas latino-americanas, mas também preservariam um dos pulmões do planeta e dificultariam a ação dos narcotraficantes. Outro exemplo, ausente dos estudos, é reconhecido por funcionários do governo do México, ainda que em voz baixa: é caso de um dos grupos indígenas mais organizados do continente, nos territórios que conquistaram autonomia depois do levante do Exército Zapatista de Libertação Nacional, no sudeste de Chiapas. “Onde estão os zapatistas, não há narcotráfico, por isso nós os toleramos.”
“Estamos defendendo nossas florestas até com as unhas.” Cándido Mezúa, líder do Congresso Geral dos Povos Emberá Wounaan, do Panamá, é contundente. Sabe que pela América Central passa 80% da cocaína que chega aos EUA (segundo dados do Departamento de Estado norte-americano).

terça-feira, 21 de outubro de 2014

América Latina e Caribe: região campeã em homicídios de menores de 25 anos

A região da América Latina e Caribe tem a proporção mais alta de vítimas de homicídio de menores de 25 anos, 25.400 em 2012. Estes e outros dados inéditos estão sendo apresentados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), aproveitando o Dia Internacional das Crianças, no último dia 12 de outubro. Em todo o mundo, o número de crianças e adolescentes menores de 20 anos que foram vítimas de homicídio chegou a 95.000, o que converteu esse delito na principal causa prevenível de lesões, feridas e morte de menores. Em sua imensa maioria, essas vítimas (85.000) viviam em países de rendas baixas e médios. Os três países com taxas mais elevadas de homicídio de crianças e adolescentes menores de 20 anos são El Salvador, Guatemala e República Bolivariana da Venezuela. Em todos esses países, o homicídio é a principalcausa de morte entre os rapazes adolescentes. O maior número de vítimas jovens de homicídio é registrado também na Nigéria, com quase 13.000 mortes em 2012, seguido pelo Brasil, com aproximadamente 11.000 mortes. No informe, são fornecidas provas de que a violência é uma constante nas vidas das crianças do mundo das mais diversos origens e das mais variadas circunstâncias. A violência interpessoal se manifesta de muitas formas distintas, física, sexual e emocional, que têm lugar nos entornos mais variados, como o lar, a escola, a comunidade e a Internet. De maneira similar, a violência contra as crianças provém de uma ampla gama de pessoas, entre elas os integrantes
A região da América Latina e Caribe tem a proporção mais alta de vítimas de homicídio de menores de 25 anos, 25.400 em 2012. Estes e outros dados inéditos estão sendo apresentados pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), aproveitando o Dia Internacional das Crianças, no último dia 12 de outubro.