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domingo, 13 de novembro de 2016

Jornalistas internacionais pedem ao primeiro-ministro timorense que desista da queixa-crime contra jornalistas

Jornalistas espalhados pelo mundo estão a pedir que o primeiro-ministro de Timor-Leste (PM), Rui Maria de Araújo, desista de uma queixa-crime que levantada contra dois jornalistas do jornal Timor-Post. A Federação Internacional de Jornalistas (IFJ) criou uma petição online para ajudar a demover o PM das suas intenções.

Raimundos Oki e Lourenço Martins enfrentam um processo de difamação por terem publicado uma notícia alegando que o PM estaria envolvido num caso de corrupção, enquanto funcionário no Governo anterior. Caso sejam considerados culpados, os dois jornalistas timorenses podem ser condenados a três anos de prisão ou ao pagamento de uma multa.
Jornalistas espalhados pelo mundo estão a pedir que o primeiro-ministro de Timor-Leste (PM), Rui Maria de Araújo, desista de uma queixa-crime que levantada contra dois jornalistas do jornal Timor-Post.

sábado, 12 de novembro de 2016

O engano do deputado Cabo Júlio (PMDB-MG) representa o pior das redes sociais

O político foi a plenário xingar a deputada Maria do Rosário de 

vaca” por uma publicação que ela teria feito no Facebook. Só que era falsa...


O deputado estadual Cabo Júlio (PMDB-MG) ofendeu a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), xingando-a de “vaca” três vezes durante sessão plenária na Assembleia Legislativa de Minas Gerais na última quarta-feira (9).

Com o smartphone na mão, o Cabo Júlio leu o que seria um comentário publicado no Facebook da deputada a respeito da reação de um PM a um assalto enquanto ele dirigia um Uber. A ação terminou com a morte dos três bandidos e o  PM foi excluído do Uber. Segundo o Cabo Júlio, Maria do Rosário teria dito o seguinte sobre o caso: “Hoje temos três famílias chorando em razão desse PM opressor. Caso ele não tivesse reagido, apenas uma família choraria. Assim o prejuízo seria melhor para a sociedade”.
O deputado estadual Cabo Júlio (PMDB-MG) ofendeu a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), xingando-a de “vaca” três vezes durante sessão plenária na Assembleia Legislativa de Minas Gerais na última quarta-feira (9).

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Papa diz que 'comunistas pensam como os cristãos' e evita falar de Trump

Pontífice afirmou que de políticos só lhe interessa "sofrimentos que sua maneira de proceder podem causar aos pobres e aos excluídos"

O papa Francisco afirmou que
O papa Francisco afirmou que "são os comunistas os que pensam como os cristãos", ao responder sobre se gostaria de uma sociedade de inspiração marxista, em entrevista publicada nesta sexta-feira (11/11) no jornal italiano La Repubblica.

Fudeu!!! Mémórias...


A escravização de africanos

Mas por que os escravos eram sempre africanos? Uma possível resposta baseia-se nos diferentes valores das sociedades do mundo atlântico e, mais particularmente, no modo como os grupos de pessoas envolvidas na criação de uma comunidade transatlântica viam a si próprios em relação aos outros — em suma, como eles definiam a sua identidade.
A tecnologia de navegação marítima dos europeus colocou-os em contato próximo e constantes com povos que diferiam mais deles, cultural e fisicamente, do que qualquer outro povo com o qual eles tinham interagido no milênio anterior. Inicialmente — excetuando-se, em parte, a Angola ocidental — os europeus não conseguiam controlar territórios nem na África nem na Ásia. Como os africanos tinham capacidade de resistir aos europeus, as plantations de açúcar foram estabelecidas nas Américas e não na África. Mas se os africanos, com a ajuda de agentes patogênicos tropicais, eram capazes de resistir aos invasores potenciais, alguns deles estavam dispostos a vender escravos para os europeus utilizarem nas Américas. A dominação europeia dos ameríndios havia sido completa — aliás, do ponto de vista europeu, completa até demais. O impacto epidemiológico do Velho Mundo destruiu não só as sociedades nativas americanas como também toda uma fonte potencial de mão de obra
Mas por que os escravos eram sempre africanos? Uma possível resposta baseia-se nos diferentes valores das sociedades do mundo atlântico e, mais particularmente, no modo como os grupos de pessoas envolvidas na criação de uma comunidade transatlântica viam a si próprios em relação aos outros — em suma, como eles definiam a sua identidade.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

PEC 241: um teto para a despesa, sem limites para a desigualdade

 Visão parte do princípio de que o ajuste das finanças públicas deve se dar sempre e tão somente pelo corte de despesas e, em especial, redução de benefícios sociais
O governo interino de Michel Temer colocou no centro de sua ação uma proposta de redução do tamanho do Estado, ainda que não explicite essa intenção. O objetivo de sua política econômica é a diminuição das despesas públicas como forma de conquistar a confiança do mercado, assegurando a solvência do Estado para viabilizar o pagamento da dívida pública.
O principal instrumento dessa política é a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 241/2016, apresentada no último dia 15 de junho. É fundamental analisá-la para que se entendam suas consequências sobre o financiamento das políticas públicas e para evidenciar que há outros caminhos para superar a crise fiscal pela qual passa o Estado brasileiro.
A PEC propõe, por um prazo de 20 anos, um limite máximo de despesas primárias para cada um dos poderes da União igual às despesas primárias executadas em 2016, atualizadas anualmente pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o índice oficial de medida da inflação). Seriam excluídos dessa regra as transferências constitucionais a Estados e municípios e os recursos federais destinados à complementação do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).
Os gastos federais com saúde e educação, que atualmen
O governo interino de Michel Temer colocou no centro de sua ação uma proposta de redução do tamanho do Estado, ainda que não explicite essa intenção. O objetivo de sua política econômica é a diminuição das despesas públicas como forma de conquistar a confiança do mercado, assegurando a solvência do Estado para viabilizar o pagamento da dívida pública.

Os discursos de Hillary e Obama que Aécio deveria assistir

Pronunciamentos de Hillary Clinton e Barack Obama após a vitória de Donald Trump são lição de responsabilidade. Discursos deveriam ser assistidos por Aécio Neves como exemplo de como se comportar diante de uma derrota eleitoral


O presidente Barack Obama e Hillary Clinton, candidata democrata à presidência dos Estados Unidos, deram uma lição de como chefes de estado e lideranças políticas devem se comportar diante de derrotas político-eleitorais (vídeo abaixo).
Em pronunciamento, Obama afirmou que “não é segredo” que ele e Trump têm diferenças significativas, mas que o felicitou e o convidou para uma reunião na Casa Branca.
A chefe da campanha de Trump, Kellyanne Conway, tinha dito mais cedo que Obama telefonou para Trump na madrugada da quarta, quando ele estava em um evento com partidários em Nova York. Ele respondeu à chamada logo depois de descer do palco.
O presidente Barack Obama e Hillary Clinton, candidata democrata à presidência dos Estados Unidos, deram uma lição de como chefes de estado e lideranças políticas devem se comportar diante de derrotas político-eleitorais (vídeo abaixo).

A estadista e os golpistas: a reação de Merkel e a da dupla Temer & Serra à vitória de Trump.

Quer saber a diferença entre uma estadista e um político ordinário?

Compare as declarações de Angela Merkel às de Temer e Serra a respeito da vitória de Donald Trump.

Michel, na quarta à tardinha, veio com suas platitudes, numa mistura de medo e poltronice como só ele é capaz de proporcionar.

“Quando alguém assume o poder, o novo presidente terá que levar em conta aspirações de todo o povo”, falou à rádio Itatiaia. “Tenho certeza de que as coisas lá irão muito bem”.

Para a Jovem Pan, conseguiu lembrar que “o Brasil só pode tirar o chapéu e cumprimentar”.
Quer saber a diferença entre uma estadista e um político ordinário?
Compare as declarações de Angela Merkel às de Temer e Serra a respeito da vitória de Donald Trump.
Michel, na quarta à tardinha, veio com suas platitudes, numa mistura de medo e poltronice como só ele é capaz de proporcionar.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Com Trump, perdemos todos

Como previsto, a civilização perdeu com o resultado da eleição norte-americana
A vitória de Trump é um tapa na cara de quem espera um mínimo de respeito ao outro na democracia. É mais um episódio desses terríveis anos 2010, que parecem prontos a destruir os avanços conquistados a partir dos anos 1990 por liberais (nos Estados Unidos) e social-democratas (na Europa), em especial no respeito às minorias, na vida cotidiana e política. Essa era a grande bandeira da esquerda não revolucionária e quase não reformista, porque a contrapartida dessa política tolerada pela direita era a submissão ao neoliberalismo na economia e ao conformismo na vida política em geral.
Para a América Latina, que viu Chávez, Mujica, Kirchner e Lula, mas também Evo Morales, Bachelet e Rafael Correa, reverterem, ainda que timidamente, uma hisória de exclusão econômica e preconceitos contra pobres, negros, índios e mulheres, a conquista de Trump é mais um sinal de que o desastre caminha a passos largos, na velocidade da fibra ótica e das redes de invasão de privacidade e deformação de opinião da internet e dos comunicadores instantâneos.
A vitória de Trump é um tapa na cara de quem espera um mínimo de respeito ao outro na democracia.

PEC 55 e a máquina brasileira de produzir desigualdade

A PEC 55 (antiga 241) é insustentável. Cedo ou tarde amplos setores da sociedade devem se unir aos milhares de estudantes que ocupam escolas e universidades por todo o país para barrar a agenda que ela propõe:
manter um Estado que tira riqueza de quem não tem para financiar quem não precisa. Se ainda não o fizeram é porque existe um debate interditado no Brasil sobre as verdadeiras causas do déficit público e de quem deve pagar a conta pelo ajuste.
O diagnóstico é de Tânia Bacelar, 73 anos, professora aposentada da Universidade Federal de Pernambuco e uma das mais importantes economistas e pesquisadoras do Brasil. Você não vai vê-la na tela da Globonews analisando a conjuntura num programa de William Waack. Tânia não fala pra quem não sabe ouvir. Ela está onde sempre esteve: confrontando o pensamento econômico hegemônico no Brasil que só enxerga números e estatísticas e não vê gente.
A PEC 55 (antiga 241) é insustentável. Cedo ou tarde amplos setores da sociedade devem se unir aos milhares de estudantes que ocupam escolas e universidades por todo o país para barrar a agenda que ela propõe:

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Fudeu!!! Democracia Enem(É não - Trocadilho infame)


Documentos da Cruz Vermelha revelam massacre de indígenas na ditadura

Trabalhos forçados, miséria e doenças levaram povos “à beira do extermínio” na década de 1970, registram informes confidenciais do Comitê Internacional da entidade


Num estado de saúde deplorável, aniquilados por doenças, uma miséria profunda e trabalhando como escravos para fazendeiros, povos indígenas inteiros estiveram próximos de desaparecer no final dos anos 60 e início da década de 70.
Isso é o que revelam informes confidenciais preparados pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha e que estiveram guardados por quase meio século de forma sigilosa em Genebra. Alguns povos passaram a praticar abortos diante da constatação de famílias de que não teriam como garantir a sobrevivência da nova geração.
Num estado de saúde deplorável, aniquilados por doenças, uma miséria profunda e trabalhando como escravos para fazendeiros, povos indígenas inteiros estiveram próximos de desaparecer no final dos anos 60 e início da década de 70.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Estudante que pagou 180 mil pra fraudar o ENEM pediu “Fora, Dilma” contra a corrupção


Quadrilha que fraudava Enem foi alvo de operação da PF em MG, CE e BA.
Candidatos usavam ponto e central telefônica para receber as respostas.


O delegado Marcelo Freitas explicou que, de um hotel em Montes Claros (MG) a quadrilha enviava o gabarito para os candidatos, que usavam um microponto colocado no ouvido e uma central telefônica acoplada no peito ou braço.

domingo, 6 de novembro de 2016

Preconceito, agressividade e desconfiança: como é ser ateu no Brasil

Passava das 22h30 do último dia 2 de outubro quando o então candidato a verador por São Paulo Edmar Luz (PPS-SP) publicou em seu perfil no Facebook uma nota de agradecimento aos 709 eleitores que votaram nele.

Pró-Esia - Fábrica de Versos...11 FILMES GENIAIS SOBRE MANIPULAÇÃO MIDIÁTICA

Esses filmes são verdadeiras obras-primas conscientizadoras sobre a máquina manipulativa que são as mídias, eles mostram de forma crua e bastante didática o poder de persuasão delas sobre as massas. Em vários países as mídias derrubam governos, formam opiniões, ditam modas, criam ídolos, símbolos e mitos. Vemos o seu poder manipulativo principalmente em países onde o índice educacional é baixo, onde governos trabalham em prol da corrupção e onde as grandes mídias são economicamente dependentes do governo, tipo no Brasil por exemplo
Esses filmes são verdadeiras obras-primas conscientizadoras sobre a máquina manipulativa que são as mídias, eles mostram de forma crua e bastante didática o poder de persuasão delas sobre as massas.