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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Ciro Gomes: Senadores do PDT traíram partido ao votar pela PEC 55

Em nota, o ex-ministro afirmou que a bancada da legenda no Senado votou a favor de uma criminosa emenda, que joga “nas costas do povo mais sofrido a responsabilidade de arcar com a tragédia pela qual passa nossa economia e satisfaz unicamente os interesses daqueles que lucram com os abusivos juros brasileiros”


O ex-ministro do governo Lula e provável pré-candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, divulgou nota nesta quarta-feira, 14, onde afirma que a bancada de seu partido “traiu a confiança e orientação” da legenda ao votar a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que congela gastos públicos pelos próximos 20 anos. Ele afirmou ainda acreditar na confiança no presidente Carlos Lupi e na executiva nacional do partido, “que deliberará em breve sobre como reagir a esta posição da bancada”.
O ex-ministro do governo Lula e provável pré-candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, divulgou nota nesta quarta-feira, 14, onde afirma que a bancada de seu partido “traiu a confiança e orientação” da legenda ao votar a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que congela gastos públicos pelos próximos 20 anos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

PEC 55 e a máquina brasileira de produzir desigualdade

A PEC 55 (antiga 241) é insustentável. Cedo ou tarde amplos setores da sociedade devem se unir aos milhares de estudantes que ocupam escolas e universidades por todo o país para barrar a agenda que ela propõe:
manter um Estado que tira riqueza de quem não tem para financiar quem não precisa. Se ainda não o fizeram é porque existe um debate interditado no Brasil sobre as verdadeiras causas do déficit público e de quem deve pagar a conta pelo ajuste.
O diagnóstico é de Tânia Bacelar, 73 anos, professora aposentada da Universidade Federal de Pernambuco e uma das mais importantes economistas e pesquisadoras do Brasil. Você não vai vê-la na tela da Globonews analisando a conjuntura num programa de William Waack. Tânia não fala pra quem não sabe ouvir. Ela está onde sempre esteve: confrontando o pensamento econômico hegemônico no Brasil que só enxerga números e estatísticas e não vê gente.
A PEC 55 (antiga 241) é insustentável. Cedo ou tarde amplos setores da sociedade devem se unir aos milhares de estudantes que ocupam escolas e universidades por todo o país para barrar a agenda que ela propõe: