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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Petroleiros vendem gás de cozinha a R$40 e conquistam apoio da população de Belém

Mobilização nacional já dura 14 dias, paralisando 108 unidades do sistema Petrobras e envolvendo 20 mil trabalhadores
Eram cinco horas da manhã e uma fila já se formava na rodovia Arthur Bernardes, em Belém do Pará, garantir a compra de gás de cozinha a R$ 40. A iniciativa foi realizada nesta sexta-feira (14), para reforçar a adesão do Sindicato dos Petroleiros do Pará, Amazonas, Maranhão e Amapá à greve nacional -- e também para fazer um convite ao povo paraense e brasileiro para refletir sobre a política de preços dos combustíveis e o papel social da Petrobras 
Eram cinco horas da manhã e uma fila já se formava na rodovia Arthur Bernardes, em Belém do Pará, garantir a compra de gás de cozinha a R$ 40. A iniciativa foi realizada nesta sexta-feira (14), para reforçar a adesão do Sindicato dos Petroleiros do Pará, Amazonas, Maranhão e Amapá à greve nacional -- e também para fazer um convite ao povo paraense e brasileiro para refletir sobre a política de preços dos combustíveis e o papel social da Petrobras.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

"Eu deveria ter dado um tiro no meio da cara dele", diz policial

Vaza áudio de mulher que humilhou trabalhadores: "O meu descontrole foi pouco. Eu deveria ter dado um tiro no meio da cara dele". Policiais são afastados após vídeo viralizar nas redesO policial civil Mitri Guedes Paranhos e a investigadora Luciana Maria de Souza foram afastados de suas atividades depois de serem flagrados em um vídeo agredindo e humilhando um funcionário dos Correios do Espírito Santo, que estava trabalhando.O vídeo, que viralizou na internet e recebeu milhares de críticas, foi gravado na última segunda-feira (25/11) durante manifestação de policiais civis por “melhores salários e condições de trabalho”.
O policial civil Mitri Guedes Paranhos e a investigadora Luciana Maria de Souza foram afastados de suas atividades depois de serem flagrados em um vídeo agredindo e humilhando um funcionário dos Correios do Espírito Santo, que estava trabalhando (relembre aqui).

terça-feira, 29 de maio de 2018

Emílio Dalçóquio, ligado a Bolsonaro, e dono de 600 caminhões é um dos radicais do movimento dos caminhoneiros

Dalçóquio faz um discurso incendiário no sentido literal da palavra, autorizando a plateia a botar fogo nos caminhões da sua transportadora que estivessem circulando e furando a greve.

Hoje, líderes que negociaram a interrupção da greve dos caminhoneiros denunciaram que algumas lideranças estão fazendo uso político da mobilização dos caminhoneiros tanto para tentar ter vantagem eleitoral quanto para difundir ideias a favor da intervenção militar.

Os nomes desses personagens seriam entregues ao Cade e ao governo, segundo José Fonseca Lopes, da Associação Brasileira dos Caminhoneiros.
Dalçóquio faz um discurso incendiário no sentido literal da palavra, autorizando a plateia a botar fogo nos caminhões da sua transportadora que estivessem circulando e furando a greve.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Em dia de greve, manifestantes são detidos e sindicato é invadido pela PM

Em diversas cidades houve repressão policial; em São Paulo, polícia tomou celular de manifestantes e as encaminhou ao DPAs mobilizações nacionais em defesa de direitos e contra as reformas de Michel Temer (PMDB) registram casos de violência contra manifestantes e um sindicato. Nesta sexta-feira (30), houve repressão policial em alguns atos e militantes foram detidos em São Paulo, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, já um sindicato no Rio de Janeiro foi invadido por policiais.
As mobilizações nacionais em defesa de direitos e contra as reformas de Michel Temer (PMDB) registram casos de violência contra manifestantes e um sindicato.

sábado, 8 de outubro de 2016

Sobre canalhas e greve geral

Comissão da Câmara acaba de aprovar a projeto do senador Serra que altera as regras do pré-sal. Retira a obrigatoriedade de participação da Petrobrás, o que ao fim e ao cabo entregará fabulosa riqueza às companhias petrolíferas internacionais. Não há uma razão plausível para isso. Pura, simples e vil traição aos interesses nacionais. As ações da Petrobras são muito bem negociadas nos EUA (o que significa que é forte e tem credibilidade) e ela tem a mesma possibilidade de investir e, se necessário, captar recursos que qualquer grande companhia petrolífera do mundo.
“Canalha, canalha, canalha!”
Tancredo Neves no momento em que Auro de Moura Andrade, presidente do Senado, declarou vaga a presidência da República quando João Goulart estava em território nacional; apud Roberto Requião na sessão do Senado que votou o impeachment da presidente constitucional.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Mídia oculta a maior greve dos bancários

Nesta terça-feira (20), os bancários completaram 15 dias de paralisação. Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhares do Ramo Financeiro (Contraf), esta já é a maior greve da história da categoria em termos de abrangência. Balanço parcial indica que 13.071 agências estão fechadas – o que representa 56% do total de estabelecimentos em todo o país. Apesar desta prova de unidade e combatividade, a mídia rentista – que lucra fortunas com os anúncios publicitários dos bancos – evita dar maior destaque à mobilização. O registro é meramente formal, sem manchetes ou matérias mais aprofundadas. Alguns “calunistas”, como Carlos Alberto Sardenberg, da TV Globo, até preferem afirmar que “a greve é política”.
Nesta terça-feira (20), os bancários completaram 15 dias de paralisação. Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhares do Ramo Financeiro (Contraf), esta já é a maior greve da história da categoria em termos de abrangência. Balanço parcial indica que 13.071 agências estão fechadas – o que representa 56% do total de estabelecimentos em todo o país.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

“Movimentos sociais e sindicais precisam de unidade para combater a truculência do governo paulista”

Para dirigente da CUT-SP, criação de fórum unitário no estado de São Paulo irá contribuir nos debates sobre políticas públicas, além de promover ações unitárias. Cerca de 50 organizações estão reunidas na iniciativa que será lançada nesta quarta-feira (13).Para as organizações, ao avaliar políticas de transporte público, água e violência, os anos de gestão do governo do PSDB em São Paulo não responderam a melhorias à população.
“No maior estado do país, não há nenhuma política pública estadual de referência [no Brasil] em todo o espectro das responsabilidades públicas”, apontam as entidades, em documento.

Além disso, a crise hídrica da cidade se agrava a cada dia. O Comitê da Crise Hídrica de São Paulo, criado pelo governador Geraldo Alckmin em fevereiro, cogita a possibilidade de um rodízio de cinco dias sem água por dois com água nas zonas abastecidas pelo Sistema Cantareira, caso obras emergenciais e a reserva de água do sistema não aumente.
Cerca de 50 entidades irão lançar o Fórum dos Movimentos Sociais do Estado de São Paulo, nesta quarta-feira (13). A atividade terá início às 17 horas na Quadra dos Bancários, e vai debater temas econômicos, políticos e sociais relacionados estado paulista, além de propor a construção de mobilizações em tornos de pautas unitárias.
Para as organizações, ao avaliar políticas de transporte público, água e violência, os anos de gestão do governo do PSDB em São Paulo não responderam a melhorias à população.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Dia 29 de maio o Brasil vai parar em defesa dos direitos e da democracia

Representantes das centrais sindicais CTB, CUT, UGT, NCST, CSP Conlutas e Intersindical se reuniram na sede da CTB nacional, em São Paulo, nesta quarta-feira (6) para definir o eixo social e político das ações do dia 29 de maio, que darão continuidade à mobilização das centrais, sindicatos e movimentos sociais, como MST, MTST, entre outros, em um grande ato pela democracia e defesa dos direitos.

sábado, 2 de maio de 2015

Lembranças dos professores do Paraná a quem tira selfies com PMs.

O secretário de segurança pública, o deputado Fernando Francischini, do Solidariedade, ex-delegado da PF, é um sujeito que apareceu num programa de TV com um revólver na cintura, superando o padrão Bolsonaro. Você precisa ser muito ingênuo para achar que não havia uma orientação superior para a PM reagir como reagiu. Um cinegrafista da Band filmou o ataque de um pitbull a ele mesmo. O bicho só largou sua coxa quando o policial puxou a coleira. Ele foi atendido no local por outros jornalistas. Essa é a corporação que posa para fotografias com incautos que pedem o fim da ditadura bolivariana.
Uma boa frase está repercutindo no Twitter: “Em protesto pela intervenção militar você é tratado com educação. Em protesto pela educação você é tratado com intervenção militar.”

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Trabalhados Correios de SP organizam greve geral para 2ªfeira

A greve é motivada pelas precárias condições de trabalho a que são submetidos diariamente os trabalhadores. A falta de concurso público e, consequentemente, a contratação de funcionários; excesso de trabalho e dobras; pressão das chefias e assédio moral; falta de equipamentos; unidades em prédios sem ventilação, espaço e iluminação, com banheiros e refeitórios inadequados; estão entre as principais queixas da categoria.
Os trabalhadores dos Correios de São Paulo estão mobilizados para deflagrar a greve da categoria para a próxima segunda-feira (20), por melhores condições de trabalho.
As paralisações foram aprovadas em assembleias realizadas na sexta-feira (17), Zona Norte, Guarulhos e parte da Zona Leste já haviam parado no dia 20 de março. O objetivo paralisar as atividades na capital e interior paulista.

quarta-feira, 25 de março de 2015

"Quero ver nossa greve na Globo"

Nossa greve não tem a devida cobertura na maior rede de televisão do país. Por isso, a presidenta da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, encaminhou carta ao diretor de jornalismo da emissora (cópia anexa), pedindo coerência na cobertura do nosso movimento, em respeito aos milhares de professores que estão na luta. Você também pode ajudar: Envie a seguinte mensagem para os endereços de e-mail que apresentamos a seguir. Faça sua voz ser ouvida também. Ao enviar o email, copie também para os endereços
Nossa greve não tem a devida cobertura na maior rede de televisão do país. Por isso, a presidenta da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, encaminhou carta ao diretor de jornalismo da emissora (cópia anexa), pedindo coerência na cobertura do nosso movimento, em respeito aos milhares de professores que estão na luta.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

PSDB não aceita processo democrático e nuvens ameaçadoras permanecem sobre o céu de Curitiba

No início da tarde da última quinta-feira (12), logo após as 14 horas, nuvens escuras começaram a se formar em todos os quadrantes (norte, sul, leste e oeste) do céu de Curitiba. Já perto das 15 horas, uma nuvem carregada se formou bem em cima do Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná. Quem de longe acompanhava a formação destas nuvens imaginava uma tempestade sobre Curitiba. Neste exato momento, milhares de pessoas, de todas as idades, se concentravam, desde cedo, no Centro Cívico, em frente ao Palácio Iguaçu e à Assembleia Legislativa. Era o quarto dia de concentração e manifestação. Os que na praça estavam, além de acompanhar o movimento das nuvens, acompanhavam também o movimento da tropa de choque da Polícia Militar. Sobre os manifestantes se armavam duas tempestades, uma vinda do céu e outra, da terra: a repressão.
No início da tarde da última quinta-feira (12), logo após as 14 horas, nuvens escuras começaram a se formar em todos os quadrantes (norte, sul, leste e oeste) do céu de Curitiba. Já perto das 15 horas, uma nuvem carregada se formou bem em cima do Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná.
Quem de longe acompanhava a formação destas nuvens imaginava uma tempestade sobre Curitiba. Neste exato momento, milhares de pessoas, de todas as idades, se concentravam, desde cedo, no Centro Cívico, em frente ao Palácio Iguaçu e à Assembleia Legislativa. Era o quarto dia de concentração e manifestação.
Os que na praça estavam, além de acompanhar o movimento das nuvens, acompanhavam também o movimento da tropa de choque da Polícia Militar.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Metalúrgicos da Volks entram em greve contra 800 demissões

Os metalúrgicos da Volkswagen de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, decidiram entrar em greve por tempo indeterminado na manhã da última terça-feira (06), em protesto contra a demissão de 800 trabalhadores da planta. A decisão foi aprovada por cerca de 7 mil trabalhadores e abrange os 13 mil metalúrgicos dos três turnos na fábrica. 
Os trabalhadores souberam de sua demissão por meio de cartas que falavam para não retornarem aos seus postos de trabalho após o fim das férias coletivas. A correspondência começou a ser enviada pela empresa dia 30 de dezembro e já chegou a 800 funcionários. Além deles, a ameaça de demissão existe para outros 1300 trabalhadores, já que a Volks anunciou publicamente sua avaliação de que existem 2100 excedentes na fábrica do ABC. No entanto, um acordo assinado com a Volks em 2012 previa estabilidade de empregos até 2016.
Os metalúrgicos da Volkswagen de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, decidiram entrar em greve por tempo indeterminado na manhã da última terça-feira (06), em protesto contra a demissão de 800 trabalhadores da planta. A decisão foi aprovada por cerca de 7 mil trabalhadores e abrange os 13 mil metalúrgicos dos três turnos na fábrica.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Em assembleia, metroviários de São Paulo decidem continuar a greve

Completa cinco dias nesta segunda-feira (09), a greve dos metroviários de São Paulo. A categoria, que deflagrou a paralisação na última quinta-feira (05), decidiu em assembleia realizada na noite deste domingo pela manutenção do movimento paredista.
Em assembleia, metroviários de São Paulo decidem continuar a greve
A decisão foi tomada após um julgamento rigoroso do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região, que decidiu pelo cumprimento à risca da oferta do Metrô aos trabalhadores (8,7%), pela abusividade da greve e pelo desconto dos dias parados, além de não garantir estabilidade aos grevistas.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Derrogar lei privatizadora será palavra de ordem na greve geral do Paraguai

Derrogar lei privatizadora será palavra de ordem na greve geral do Paraguai
A derrogação da chamada Lei de Aliança Público-Privada (APP), instrumento para a privatização das empresas estatais, se converteu em uma das principais consignas da greve geral convocada pelos sindicatos e organizações camponesas e sociais no Paraguai. 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Bancos privados encerram greve, mas Caixa e BNB mantêm mobilização

Terminou na última sexta-feira (11) a greve dos bancários das instituições privadas. Em assembleias realizadas por todo o país, os trabalhadores e trabalhadoras decidiram aceitar a contraproposta apresentada da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), após muita pressão e mobilização da categoria.  
Assembleia Votacao Greve Foto Manoel Porto
A aprovação das propostas pôs fim a uma longa greve, que teve início no dia 19 de setembro e durou 23 dias, chegando a paralisar 12.140 agências, configurando-se na maior greve dos últimos 20 anos.
A proposta dos bancos eleva para 8,0% (aumento real de 1,82%) o índice de reajuste sobre os salários e demais verbas, para 8,5% sobre o piso salarial (ganho real de 2,29%) e 10% sobre o valor fixo da regra básica e sobre o teto da parcela adicional da PLR (Participação nos Lucros e Resultados). Também aumenta de 2% para 2,2% o lucro líquido a ser distribuído linearmente na parcela adicional da PLR e avança em outras reivindicações econômicas e sociais.
Bancos públicos
Já os empregados da Caixa e do BNB em diversos estados votaram pela manutenção da paralisação. Desta forma, as agências dos dois bancos seguem fechadas.
De acordo com Emanuel de Souza, integrante do Comando dos Bancários e presidente da Feeb as instituições privadas deixaram a desejar. “As propostas complementares do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste são insuficientes. Nesses bancos, as pautas específicas como a isonomia, melhorias nas condições de trabalho e segurança e mecanismos de combate ao assédio não foram discutidas”, ressalta Emanuel de Souza que destaca o avanço em relação aos dias parados.
“Diante da dura resistência do Comando, em especial dos sindicalistas da CTB, os bancos recuaram da proposição inicial de compensar todos os dias de greve em 180 dias. Ficou acordado a compensação de no máximo uma hora extra diária, de segunda a sexta-feira, até 15 de dezembro. Isso foi uma evolução em relação à proposta do ano passado, de compensação de duas horas diárias. Compensaremos apenas 41 horas”, afirmou o dirigente cetebista.
Na avaliação do sindicalista, a paralisação de 2013 foi, sem dúvida alguma, uma das mais fortes dos últimos anos. No Estado, a cada dia, aumentava a adesão.
Nesta segunda-feira (14), bancários da Caixa, Banrisul e o BNB voltam a se reunir em assembleias para avaliar o movimento e definir os rumos a seguir.
Confira como ficou a quadro geral:
Rio de Janeiro - nova assembleia da Caixa na segunda
Bahia - continua greve na Caixa e BNB
Ceará - continua greve no BB, Caixa e BNB
Paraíba - continua greve no BNB
Sergipe - continua greve no BNB
Bahia - continua na Caixa e BNB
Mato Grosso - continua greve na Caixa
Alagoas - continua greve no BNB
Caxias do Sul - greve continua no Banrisul
Feira de Santana - continua BB, Caixa e BNB
Ilhéus - continua BB e BNB
Vitória da Conquista - continua BB, Caixa e BNB
Barreiras - continuam Caixa e BNB
Juazeiro - continuam Caixa e BNB
Camaçari - continuam BB e BNB
Passo Fundo - greve continua no Banrisul
Ijuí - greve continua no Banrisul
Alegrete - greve continua no Banrisul
Novo Hamburgo - greve continua no Banrisul
Horizontina - greve continua no Banrisul
Guaporé - greve continua no Banrisul
São Luiz Gonzaga - greve continua no Banrisul
Vacaria - greve continua no Banrisul
São Borja - greve continua no Banrisul
Santa Rosa - greve continua no Banrisul
Carazinho - greve continua no Banrisul
Livramento - greve continua no Banrisul
Bagé - continua Banrisul
Cachoeira do Sul - continua Banrisul
Camaquã - continua na Caixa
Frederico Westphalen - continua Banrisul
Concórdia - continua no BB e na Caixa
Chapecó - continua no BB e na Caixa
São Miguel do Oeste - continua BB e Caixa

Nos demais estados a greve foi encerrada nos bancos públicos e privados.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Bancários: Apesar dos lucros, bancos foram intransigentes, diz sindicato

GreveBancariosSET2013-2A greve dos bancários, deflagrada em todo o País na quinta-feira (19), fechou 6.145 agências e centros administrativos, segundo o sindicado, por melhores condições de trabalho e fim de demissões. A avaliação dos sindicatos é que mesmo com lucros altíssimos, bancos continuam fechando postos e piorando as condições de trabalho. Os bancários reivindicam 11,93% de reajuste, valorização do piso salarial, PLR maior, mais empregos e fim da rotatividade e das terceirizações, melhores condições de saúde e trabalho, mais segurança nas agências e igualdade de oportunidades.
Intransigência
"Os bancos empurraram os bancários para a greve com sua postura intransigente - e vão se surpreender. A forte paralisação, inclusive nos bancos privados, mostra a indignação da categoria com a recusa dos banqueiros em atender nossas reivindicações, propondo apenas 6,1% de reajuste, enquanto seus altos executivos chegam a receber até R$ 10 milhões por ano", afirma o coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro.
"Condições financeiras os bancos têm de sobra para atender às reivindicações dos bancários, uma vez que somente os seis maiores bancos tiveram lucro líquido de R$ 29,6 bilhões no primeiro semestre, alcançando a maior rentabilidade do sistema financeiro internacional, graças principalmente ao aumento da produtividade dos bancários. Não aceitamos a postura dos bancos, de negar aumento real para reduzir custos", acrescentou Cordeiro.
A greve nacional foi aprovada em assembleias por todo o País no dia 12. Além das reivindicações salariais e melhores condições de trabalho e segurança, os bancários pedem a contratação de pelo menos 20% de negros e negras pelos bancos.
Fonte: Site Caros Amigos

terça-feira, 23 de abril de 2013

Sinpro em Movimento


A proposta absurda apresentada pelo Sinep/MG na última reunião de negociação deixou os professores indignados. Em assembleia, realizada na sede do Sinpro Minas, nesse sábado (13/04), a proposta foi rejeitada pela categoria, e os professores decidiram realizar uma assembleia com paralisação, no dia 24 de abril, quarta-feira, às 10 horas no auditório da Associação Médica de Minas Gerais (Av. João Pinheiro, 161 – Centro).  

A proposta patronal prevê um reajuste de 6%, abaixo do índice acumulado do INPC, que foi de 7,22%, enquanto a reivindicação dos professores é um reajuste de 13,42%. O Sinep/MG também propõe a criação de pisos diferenciados para a educação infantil e convocação desses professores para quatro horas de reunião sem remuneração, precarizando ainda mais esse segmento. Além disso, quer a mudança na cláusula de garantia de salário de 1º de fevereiro para 1º de março e retirada das bolsas de professores que tenham filhos na educação infantil (0-3 anos).

“A proposta patronal incita a categoria a tomar decisões duras como a paralisação, pois a retirada de direitos significa uma afronta aos professores e um desrespeito aos quase três meses que estamos tentando negociar propostas concretas de valorização da categoria e de melhoria na educação”, afirmou o professor Gilson Reis, presidente do Sinpro Minas.

A professora Maria das Graças de Oliveira, diretora do Sinpro Minas, avaliou que a proposta de retirada de direitos como bolsas de estudo, como quer o patronal, será recebida como uma bomba pelos professores. “Há cada vez mais cobranças no nosso trabalho e, ao invés de valorização, ainda querem retirar direitos”, disse, indignada. O professor José Carlos Arêas, também diretor do Sinpro, lembrou que “os direitos só são garantidos com mobilização”.

A assembleia contou com a participação de professores aposentados como o sr. Manoel Paulo de Oliveira, que conclamou os demais a levarem mais colegas para a próxima assembleia. “Eu podia estar tranquilo em casa, mas a minha vida é de luta”, disse. Um professor universitário presente na assembleia também manifestou a sua insatisfação com proposta do patronal e com a falta de valorização dos professores do ensino infantil. “Eu, como pai de filhos menores, fico preocupado em deixar os meus filhos com um professor que ganha pouco mais de R$ 8,00 por hora”, afirmou.

Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Portal SINPRO MG

Professores da rede municipal de Uberaba vão aderir à greve nacional dos educadores que começa nesta terça


Os educadores da rede municipal de ensino de Uberaba, no Triângulo Mineiro, vão paralisar suas atividades nos dias 23, 24 e 25, em adesão à greve nacional da categoria. A paralisação faz parte da 14ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
Segundo o Sindicato dos Educadores do Município de Uberaba (Sindemu), a administração municipal não tem cumprido a Lei 11.738/08, que determina o pagamento do Piso Salarial Nacional à categoria - de R$ 1.567,00 para início  na carreira.
“Com salários baixos, muitos professores têm desistido das aulas. O resultado disso é a falta de professores em quase todas as escolas municipais. Os que ficam na escola trabalham em dois cargos (60 horas semanais) ou mais”, constata o presidente do Sindemu, Adislau Leite da Silva.
Segundo ele, nem mesmo o tempo para estudo, correção de provas e preparo das aulas é reconhecido pela prefeitura. “A lei determina 33% da jornada devem ser destinadas às atividades extraclasse, mas a prefeitura também não cumpre esta cláusula”, disse.
Adislau também denuncia que as salas de aulas de muitas escolas de Uberaba estão lotadas e que o excesso de burocracia e a violência têm prejudicado o trabalho dos professores na sala de aula. “Por conta disso, muitos educadores têm adoecido no trabalho”.
Além do pagamento do piso salarial nacional, os educadores reivindicam a implantação de 1/3 da jornada extraclasse; plano de carreira; 100% dos royalties do petróleo para a Educação; 10% do PIB para a Educação; além da valorização profissional e melhores condições de trabalho.
Fonte texto: Blog da CTB MG