Siga a gente aqui!

Mostrando postagens com marcador manifestação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador manifestação. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Antes mesmo de começar, ato contra aumento das tarifas em SP é reprimido pela PM

A PM de São Paulo atirou bombas de gás e spray de pimenta contra manifestantes que estavam sentados fazendo um jogral, antes mesmo do início do ato do MPL contra o aumento da tarifa nos transportes; jornalistas relatam violência contra a imprensa e detenções aleatórias
A Polícia Militar do Estado de São Paulo sequer deixou começar o ato convocado pelo Movimento Passe Livre (MPL) contra o aumento das tarifas nos transportes do estado na tarde desta quarta-feira (16). Em um efetivo desproporcional para o número de manifestantes, os policiais começaram a atirar bombas de gás e spray de pimenta contra as pessoas que estavam sentadas e participavam de um jogral, antes do início propriamente dito do ato, por volta das 18h, na Praça do Ciclista, avenida Paulista.
A Polícia Militar do Estado de São Paulo sequer deixou começar o ato convocado pelo Movimento Passe Livre (MPL) contra o aumento das tarifas nos transportes do estado na tarde desta quarta-feira (16).

domingo, 28 de maio de 2017

Um dia histórico no Rio de Janeiro: “Todo artista precisa ir onde o povo está”.

Por todo o dia, uma verdadeira onda humana cantou, embalada por artistas como Caetano e Milton Nascimento, e gritou a plenos pulmões a cada intervalo, pedindo “Diretas já”. Milton Nascimento, que reapareceu em atos políticos depois de algumas décadas, ainda nos lembrou que o papel do artista é estar ao lado do povo. “Todo artista precisa estar onde o povo está”. E o povo está nas ruas.
As mais de cem mil pessoas que compareceram a praia de Copacabana, neste Domingo frio e de rara neblina, reforçaram o sentimento de que o governo Temer acabou, e que apenas eleições diretas podem reestabelecer a vontade popular, e garantir legitimidade a um governo central.
Apenas assim o Brasil poderá construir uma saída real para a crise política e econômica.
Por todo o dia, uma verdadeira onda humana cantou, embalada por artistas como Caetano e Milton Nascimento, e gritou a plenos pulmões a cada intervalo, pedindo “Diretas já”. Milton Nascimento, que reapareceu em atos políticos depois de algumas décadas, ainda nos lembrou
As mais de cem mil pessoas que compareceram a praia de Copacabana, neste Domingo frio e de rara neblina, reforçaram o sentimento de que o governo Temer acabou, e que apenas eleições diretas podem reestabelecer a vontade popular, e garantir legitimidade a um governo central.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

domingo, 16 de outubro de 2016

sexta-feira, 18 de março de 2016

A Democracia - Especial Manifestação do dia 18 de março de 2016

Lula na Paulista: Precisamos reestabelecer a paz e a esperança

Esse também foi o tom do discurso do ex-presidente Lula - e agora ministro da Casa Civil - que chegou no local pouco depois das 19 horas acompanhado do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad e do presidente do PT, Rui Falcão. Para Lula, todos precisam respeitar a democracia.

Mais de trezentas e cinquenta mil pessoas participaram da manifestação em defesa de democracia e contra o golpe na tarde desta sexta-feira (18), na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato foi organizado por diversas entidades reunidas na Frente Brasil Popular. Diferentemente das manifestações do último domingo (13) que pregavam o ódio e a intolerância, o ato desta noite privilegiou a alegria, a diversidade e a paz.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Pobres desconfiam de protesto dos ricos

Entre os anos 2002 e 2014, a maioria “precisada” de brasileiros contrariou a doutrina Tim Maia, que, em toda sua simplicidade, contém um dos pensamentos mais desalentadores, porém mais verdadeiros do século XX: “Este país não pode dar certo.
Aqui, prostituta se apaixona, cafetão tem ciúme, traficante se vicia e pobre é de direita”.
A maioria pobre parou de votar na direita no período supracitado. E se deu bem. A renda do trabalhador disparou, o desempregou despencou, casa própria, carro e curso superior ficaram ao alcance de todos…

Rico também ganhou, mas não tanto quanto ganhava antes. E o que é pior, para a elite branca: parou de ganhar sozinha. E rico, como se sabe, não gosta de dividir espaços com pobres. Daí o ódio da classe média alta a Lula, a Dilma e ao PT.

Tudo isso durou entre 2003 e 2014. No ano passado, pela primeira vez após treze anos, a situação se inverteu. A renda e o nível de emprego caíram. A vida parou de melhorar.

A massa nunca foi e nunca será justa. Não adianta dizer a ela que ganhou durante 12 anos e perdeu em apenas um. Este Blog sempre avisou que no dia em que houvesse algum problema na economia estando um petista no poder, ele estaria frito.
Entre os anos 2002 e 2014, a maioria “precisada” de brasileiros contrariou a doutrina Tim Maia, que, em toda sua simplicidade, contém um dos pensamentos mais desalentadores, porém mais verdadeiros do século XX: “Este país não pode dar certo.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Silas Malafaia passa por constrangimento ao discursar em ato pró-impeachment


Escalado para encerrar o ato em Brasília neste domingo (13), o pastor Silas Malafaia foi brindado com vaias ao ter o nome anunciado no trio elétrico. Num pronunciamento de poucos minutos, ele disse que o “povo brasileiro não pode ser roubado por esses vagabundos” e vai “botar essa cambada fora”
Escalado para encerrar o ato em Brasília neste domingo (13), o pastor Silas Malafaia foi brindado com vaias ao ter o nome anunciado no trio elétrico.
Num pronunciamento de poucos minutos, ele disse que o “povo brasileiro não pode ser roubado por esses vagabundos” e vai “botar essa cambada fora”. Antes que as vaias aumentassem, o locutor anunciou a execução do Hino Nacional, dando em seguida o sinal para o encerramento da manifestação.
Malafaia chegou à Esplanada dos Ministérios com os deputados Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ), Osmar Terra (PMDB-RS), João Rodrigues (PSD-SC) e Jair Bolsonaro (PSC-RJ).
Acompanhado de suas famílias e vigiados por seguranças, os líderes foram saudados por apoiadores, tiraram fotos e puxaram gritos de “fora PT” enquanto estiveram na rua. “É o dever de qualquer cidadão minha gente, vamos lutar”, afirmou Malafaia antes de subir no trio elétrico.
Escalado para encerrar o ato em Brasília neste domingo (13), o pastor Silas Malafaia foi brindado com vaias ao ter o nome anunciado no trio elétrico.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

O pato é o povo quem paga

Irretocável artigo de Joana Monteleone e Adriano Diogo, hoje, no Painel Acadêmico, do Uol, para ver se alguns ingênuos ainda acham que há algo de moral e cívico nas manifestações golpistas. Como disse Brizola sobre 64:os militares serviram para amarrar a vaquinha para muita gente mamar…
Esse movimento não tem nada de ocasional. Da mesma maneira que o ato convocado para hoje, 13 de dezembro, rememora o Ato Institucional número 5 que prendeu, torturou e assassinou os que se opunham ao regime ditatorial, o Pato símbolo do impeachment lembra a todos o papel da Fiesp no golpe militar – um papel do qual a Fiesp, pode-se ver hoje, se orgulha, quando deveria envergonhar-se.

Da mesma maneira que em 1964 a Fiesp pagou para que os golpistas se organizassem  e derrubassem o presidente eleito João Goulart – comprando armas, alugando petroleiros, pagando viagens de oficiais das forças armadas –, hoje a Federação das Indústrias de São Paulo está aliada ao ainda presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na tentativa de derrubar a presidente Dilma Rousseff.

A Fiesp e a revolução dos patos

Hoje, na avenida Paulista, alguns poucos paulistanos carregavam um gigantesco pato de borracha. O Pato faz parte de uma campanha da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) contra a volta da CPMF sobre as transações financeiras.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Atos pela democracia e contra o golpe: confira as manifestações pelo país

Confira as manifestações que estão acontecendo em todo o país nesta quinta-feira (20) em defesa da democracia, dos direitos sociais e trabalhistas e contra o golpe. O ato também é realizado em pelo menos 31 cidades do país. Ao todo, mobilizações estão ocorrendo em 24 estados e no Distrito Federal.
Confira as manifestações que estão acontecendo em todo o país nesta quinta-feira (20) em defesa da democracia, dos direitos sociais e trabalhistas e contra o golpe.

domingo, 16 de agosto de 2015

No dia 20, o Brasil vai se unir contra o golpe e em defesa dos direitos e da democracia

Uma das pautas que vão marcar o grande ato do próximo dia 20, no Brasil, convocado pelos movimentos populares, é a defesa da saída de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), da presidência da Câmara dos Deputados.
 Acusado de ter recebido R$ 5 milhões em propina por um delator da Operação Lava Jato, o parlamentar responde a inquérito no Supremo Tribunal Federal.
Uma das pautas que vão marcar o grande ato do próximo dia 20, no Brasil, convocado pelos movimentos populares, é a defesa da saída de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), da presidência da Câmara dos Deputados.

Manifestações no dia 16/8



A manifestação contra a presidenta Dilma Rousseff e o PT atraiu cerca de 135 mil pessoas para a avenida Paulista, em São Paulo, segundo estimativas do Instituto Datafolha. Com isso, o protesto teria sido maior que o de 12 de abril, quando o instituto contabilizou 100 mil pessoas, mas menor que a manifestação de 15 de março, quando 210 mil saíram às ruas na capital paulista.
Um momento para os coxinhas se divertirem...

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Brasília recebe quinta edição da Marcha das Margaridas

Manifestação surgiu da articulação de mulheres de várias entidades e organizações feministas
Até sexta-feira (14) a Marcha das Margaridas está em Brasília para apresentar para a sociedade a luta das mulheres do campo, agricultoras, ribeirinhas, pescadoras, indígenas, quilombolas e todas que têm vínculo com o trabalho no campo e nas florestas.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Ex-Pantera Negra será colocado em liberdade após 43 anos na solitária

Juiz federal ordena libertação do ex-Pantera Negra Albert Woodfox, hoje com 68 anos, após 43 anos na solitária. Woodfox é o mais antigo prisioneiro norte-americano em um regime de confinamento Woodfox é o mais antigo prisioneiro norte-americano confinado em um regime de confinamento.
Após 43 anos confinado em uma solitária na prisão de segurança máxima em Louisiana, o ex-Pantera Negra Albert Woodfox, de 68 anos, recebeu, nesta segunda-feira (08/06), a ordem de um juiz federal para que ele seja colocado em liberdade.
Woodfox é o mais antigo prisioneiro norte-americano confinado em um regime de confinamento. O estado de Louisiana, no entanto, afirmou que recorrerá da decisão.
Woodfox, último dos detentos conhecido como “Três de Angola” a ser libertado, foi colocado, juntamente com Robert Hillary King e Herman Wallace no regime de isolamento em 18 de abril de 1972, acusado pela morte de um guarda em uma rebelião. King foi libertado em 2001 e Wallace morreu alguns dias após ser solto, em 1º de outubro de 2013.
Woodfox foi julgado e condenado duas vezes pela morte do guarda e teve ambas as acusações revogadas por tribunais de recurso, mesmo assim continuou preso.
Após 43 anos confinado em uma solitária na prisão de segurança máxima em Louisiana, o ex-Pantera Negra Albert Woodfox, de 68 anos, recebeu, nesta segunda-feira (08/06), a ordem de um juiz federal para que ele seja colocado em liberdade.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Dia 29 de maio o Brasil vai parar em defesa dos direitos e da democracia

Representantes das centrais sindicais CTB, CUT, UGT, NCST, CSP Conlutas e Intersindical se reuniram na sede da CTB nacional, em São Paulo, nesta quarta-feira (6) para definir o eixo social e político das ações do dia 29 de maio, que darão continuidade à mobilização das centrais, sindicatos e movimentos sociais, como MST, MTST, entre outros, em um grande ato pela democracia e defesa dos direitos.

sábado, 2 de maio de 2015

Lembranças dos professores do Paraná a quem tira selfies com PMs.

O secretário de segurança pública, o deputado Fernando Francischini, do Solidariedade, ex-delegado da PF, é um sujeito que apareceu num programa de TV com um revólver na cintura, superando o padrão Bolsonaro. Você precisa ser muito ingênuo para achar que não havia uma orientação superior para a PM reagir como reagiu. Um cinegrafista da Band filmou o ataque de um pitbull a ele mesmo. O bicho só largou sua coxa quando o policial puxou a coleira. Ele foi atendido no local por outros jornalistas. Essa é a corporação que posa para fotografias com incautos que pedem o fim da ditadura bolivariana.
Uma boa frase está repercutindo no Twitter: “Em protesto pela intervenção militar você é tratado com educação. Em protesto pela educação você é tratado com intervenção militar.”

domingo, 12 de abril de 2015

Manifestação de domingo é preparada pela Globo

É impressionante como se perdeu completamente qualquer limite na tentativa apear a presidenta Dilma do governo. Neste domingo, os que pedem impeachment vão às ruas de novo em diversas partes do país. 
A mobilização pelas redes está muito menor do que nas vésperas de 15 de março e tudo indica que ao menos os atos de São Paulo e do Rio de Janeiro serão bem menores. Mas para que eles não sejam um vexame, principalmente em São Paulo, um vergonhoso esquema foi preparado para impulsioná-lo.

terça-feira, 31 de março de 2015

A 'peladona' da manifestação é analfabeta política

Juliana Isen virou neocelebridade e conquistou o posto de "musa da direita" após tirar a roupa nas manifestações do dia 15/03. A empresária, que aceitou um convite para posar nua em uma revista masculina, conta que votou em Aécio Neves e diz que "ser de direita é não gostar do PT"
A empresária, que é sócia do ex-marido em uma revenda de suplementos para atletas, virou neocelebridade e conquistou o posto de musa dos atos anti-governo. E nas últimas duas semanas, diz ter visto sua vida mudar, com direito a pedidos de casamento pelo Facebook, cantadas de homens e mulheres e até convite (já aceito) para posar nua para uma revista masculina. No dia seguinte ao protesto, foi preciso contratar um assessor de imprensa e um empresário – Cacau Oliver, o mesmo da ex-vice-miss bumbum, Andressa Urach. Agora o sonho é ser apresentadora de TV.O ensaio da revista “Sexy” ainda é tratado com certo mistério. Juliana dá a entender que parte dele pode ser feito na próxima manifestação, marcada para 12 de abril. “Vai chocar a sociedade. Vai ser bafão. Minha revista vai chocar politicamente falando”, diz. A primeirão sessão de fotos foi feita na sexta-feira (27), mas a publicação deve chegar às bancas em maio ou junho.
Em entrevista ao iG, a empresária, que rechaça o título de socialite e se define como de direita por ser “contra o PT”, diz que aquela foi a segunda manifestação da qual participou. A primeira foi em junho de 2013, quando se juntou a outras milhares de pessoas também na avenida Paulista para pedir a revogação do aumento de R$ 0,20 nas tarifas de ônibus, metrô e trem de São Paulo.“Eu não pego ônibus, mas eu tenho uma secretária. Não é porque não pego ônibus que não vou lutar pelos direitos que eu acredito. Fui em nome do povo”, diz Juliana. Mas no último dia 15, diz ela, a motivação era também pessoal. “Eu fui [no dia] porque não só eu, como todo mundo, estamos insatisfeitos. Eu fui por mim, por todo mundo, dar um grito de misericórdia. Fui pela insatisfação de tudo que vem sucedendo no dia a dia, como por exemplo, o escândalo na Petrobras, criminalidade, essa roubalheira incrível que tem no nosso País, a falta de oportunidade, de escolas, de hospitais”, diz. Sobre a avaliação feita por alguns de que os manifestantes que saíram às ruas no dia 15 seriam da chamada “elite branca”, ela rebate: “As pessoas têm mania de dizer que o PT é o partido de pobre, que outros partidos são de rico, que as pessoas que estão contra a Dilma são os ricos. Acho que não. Tinha porteiro, tinha zelador, tinha taxista. Independente de classe, de grana, estava todo mundo unido contra o PT, contra a Dilma”.
No meio de milhares de pessoas, ao menos seis carros de som e diversos gritos de protesto contra o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), no último dia 15, na Avenida Paulista, região central de São Paulo, a empresária baiana Juliana Isen, de 36 anos, encontrou outra maneira de chamar a atenção de todos que estavam ao seu redor.