Siga a gente aqui!

Mostrando postagens com marcador petroleo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador petroleo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Petroleiros vendem gás de cozinha a R$40 e conquistam apoio da população de Belém

Mobilização nacional já dura 14 dias, paralisando 108 unidades do sistema Petrobras e envolvendo 20 mil trabalhadores
Eram cinco horas da manhã e uma fila já se formava na rodovia Arthur Bernardes, em Belém do Pará, garantir a compra de gás de cozinha a R$ 40. A iniciativa foi realizada nesta sexta-feira (14), para reforçar a adesão do Sindicato dos Petroleiros do Pará, Amazonas, Maranhão e Amapá à greve nacional -- e também para fazer um convite ao povo paraense e brasileiro para refletir sobre a política de preços dos combustíveis e o papel social da Petrobras 
Eram cinco horas da manhã e uma fila já se formava na rodovia Arthur Bernardes, em Belém do Pará, garantir a compra de gás de cozinha a R$ 40. A iniciativa foi realizada nesta sexta-feira (14), para reforçar a adesão do Sindicato dos Petroleiros do Pará, Amazonas, Maranhão e Amapá à greve nacional -- e também para fazer um convite ao povo paraense e brasileiro para refletir sobre a política de preços dos combustíveis e o papel social da Petrobras.

sexta-feira, 4 de março de 2016

FUP responde à Época

Comentário do blog: A Globo é bem espertinha. Quer fazer o serviço completo. Detonar o governo, os sindicatos e os movimentos sociais.
Daí dominar sozinha o debate político no país. A Globo parece vilão de filme do James Bond.

***

A FUP foi procurada pela Época para responder a uma reportagem para a próxima edição que, segundo a revista, tratará de questões sobre a relação da Petrobras com os sindicatos. A entidade enviou à Época o link das respostas, que foram postadas em sua página na internet, junto com a íntegra das perguntas
Comentário do blog: A Globo é bem espertinha. Quer fazer o serviço completo. Detonar o governo, os sindicatos e os movimentos sociais.

sábado, 15 de agosto de 2015

'É preciso tirar a Petrobras das mãos dos abutres internos e externos'

O desenvolvimento não é um caso de polícia, mas de política: a investigação deve atingir as pessoas físicas, não as instituições, que são essenciais país.
Segundo o jornal Valor Econômico, o Brasil deve ter uma perda imediata de R$ 100 bilhões ou 2% do PIB por causa da Lava-Jato. É o mesmo número que tem estimado diversas consultorias e bancos. Segundo o artigo, as perdas seriam ainda de 1,3 milhões de empregos e R$ 15,6 bilhões em massa salarial, ou seja, é muito menos em dinheiro para a sobrevivência das famílias trabalhadoras.
A corrupção existiu em todas as sociedades humanas. A história é pródiga em exemplos. Não há país ou instituição livre desse mal.
 
Por mais que se combata, não é possível dizer que ela será eliminada completamente. Mas combatê-la é nosso dever, como cidadãos, como profissionais e como homens públicos.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

“Não há espaço nesse país para negativismo”, afirma Lula

Durante a plenária da Federação Única dos Petroleiros, ex-presidente rechaçou ofensas à Dilma e apontou o caminho para sair da crise: “tem que botar o pé na estrada, ir pra rua”
O ex-presidente voltou a defender a Petrobras e realizou duras críticas ao Projeto de Lei 131, do Senado, encabeçado por José Serra, que pretende modificar o marco regulatório de exploração do pré-sal, retirando a obrigatoriedade de participação mínima de 30% da Petrobras nas licitações.
Na tarde desta sexta-feira (03), o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva participou da 5ª Plenária Nacional da Federação Única dos Petroleiros (FUP), que reuniu centenas de sindicalistas na Escola Nacional Florestan Fernandes, em Guararema (SP).

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Equador amplia fronteira petroleira

Desde 1989, com a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), as populações indígenas têm um respaldo internacional que lhes garante o direito de serem consultadas “por meio de procedimentos adequados e, em particular, de suas instituições representativas” (Artigo 6o), em caso de medidas que possam afetá-los diretamente, como ocorre com a exploração dos recursos naturais em seus territórios.
O país se depara com a bifurcação entre o proclamado “plurinacionalismo” e a manutenção de uma economia extrativista 
O “PREÇO” da Revolução Cidadã do presidente equatoriano Rafael Correa é bastante caro e algumas nacionalidades in- dígenas amazônicas já afirmaram que não estão dispostas a pagá-lo.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

O mercado volta a sorrir para a Petrobras

Há diversas técnicas de análise dos movimentos de bolsa. A mais técnica é a chamada análise fundamentalista, que se concentra nos fundamentos objetivos das companhias e dos mercados. Há diversas outras técnicas visando captar os chamados movimentos de manada. Algumas valem-se de teses matemáticas avançadas, supondo que os movimentos, mesmo irracionais, seguem alguma lógica identificada por fórmulas padrão. 
No fundo, as regras são simples:
Há diversas técnicas de análise dos movimentos de bolsa.
A mais técnica é a chamada análise fundamentalista, que se concentra nos fundamentos objetivos das companhias e dos mercados. Há diversas outras técnicas visando captar os chamados movimentos de manada.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

As novas mentiras da mídia sobre Pasadena

As novas mentiras da mídia sobre Pasadena
Vocês sabem que eu já publiquei dezenas de textos sobre a refinaria de Pasadena. Tanto que até me cansei do assunto.  Se você buscar Pasadena no google, o Cafezinho estará entre as primeiras fontes mostradas.  
Fiquei também decepcionado com a Petrobrás, que podia ter se defendido com mais galhardia. Bastava oferecer mais informações sobre a refinaria.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Petrobras já recuperou R$ 24,4 bi de valor em apenas 5 dias; opção sobe 435%

Desde que bateram seu menor patamar em quase 9 anos, ações da petrolífera já subiram por cinco dias, acumulando ganhos de mais de 15% no período; queda no ano ainda supera os 10%
Petrobras já recuperou R$ 24,4 bi de valor em apenas 5 dias; opção sobe 435%

Dizer que a Petrobras (PETR3, PETR4) não tem vivido bons momentos na Bovespa não chega a ser novidade para ninguém: em meio ao endividamento cada vez mais preocupante, ao impasse do reajuste no preço dos combustíveis e às polêmicas compras realizadas pela

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Dilma lança a P-62. Petrobras bate recorde de novas plataformas e mira salto na produção

p62
Enquanto os bobalhões da mídia se dedicam a reproduzir factóides – como o da maquininha virtual que foi transformada em “consultoria americana” para prever a falência da Petrobras, a piada do ano – a petroleira brasileira vai preparando a base para o maior salto já registrado de aumento de produção na indústria petrolífera.
Amanhã, a presidenta Dilma Roussef participa, no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, da cerimônia de conclusão da P-62, um navio plataforma capaz de processar 180 mil barris de petróleo por dia, e que vai operar no campo de Roncador, na Bacia de Campos, o  mesmo da pior cena já vivida pela atividade petroleira no Brasil: o afundamento da P-36, no governo FHC.
É a nona plataforma construída apenas neste ano de 2013.
Juntas, elas tem uma capacidade de produção de quase 1,5 milhão de barris por dia. Ou 70% de tudo o que a Petrobras produz hoje.
Plataformas, entretanto, não são como comprar um carro na concessionária e sair dirigindo. É preciso tempo para contectá-las aos poços, iniciar o comissionamento de carga nas suas instalações lentamente, ajustar e apurar o funcionamento destas imensas bombas de óleo em pleno oceano.
Nada pode ser feitos às pressas, de qualquer maneira.
A entrada em produção plena leva meses e, em casos onde há poços produzindo próximos a outros em perfuração, até anos, enquanto funcionam com carga parcial.
Lentamente, de agora até 2020, nossa produção vai subir até cerca de 5 milhões de barris – em petróleo e em gás – o que significa simplesmente dobrar a produção atual.
Em 2014, mais 11 plataformas serão licitadas.
Reproduzo, aí embaixo, o filme publicitário que a empresa lançou no final de semana.
Que desperta amor ou ódio, na medida em que se ame ou odeie a ideia de um Brasil livre e rico, para seu povo.
Fonte: Blog O Tijolaço

segunda-feira, 10 de junho de 2013

CTB assina manifesto em contrariedade aos leilões do Pré-Sal

A CTB subscreveu um Manifesto elaborado pelo Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-Sal, cujo texto expõe a inconformidade de várias entidades em relação aos leilões de petróleo marcados para o próximo mês de outubro. 

plataforma-petroleo

O governo federal separou a chamada área de Libra, a maior reserva de petróleo já descoberta no Brasil, para leiloar na primeira rodada de licitações de direitos de exploração na camada pré-sal. O leilão, que ocorrerá sob o regime de partilha de produção, ocorrerá um mês antes do previsto, na segunda quinzena de outubro. E o de blocos de gás em terra, a 12ª rodada de licitações, está previsto para novembro.

“O importante é garantir a propriedade do petróleo pela União, pela exploração através da Petrobras, para permitir que o aproveitamento dessa riqueza seja por todos os brasileiros através de sua aplicação em programas que visem o desenvolvimento sustentado social, ambiental e tecnológico do país”, diz o texto do Manifesto.

Confira abaixo a íntegra:

COMITÊ GAÚCHO EM DEFESA DO PRÉ-SAL
Manifesta sua inconformidade com a continuidade de leilões de petróleo

As forças vivas da sociedade brasileira já se posicionaram de maneira firme contra o predatório marco regulatório de 1997, por ser, indiscutivelmente, lesivo ao interesse da Nação, apoiando o novo marco proposto pelo Presidente Lula. E mais, a mobilização se materializou, na aprovação da nova distribuição dos royalties, que representa apenas de 10 a 15% dessa riqueza, em favor de todo o povo brasileiro, onde a indignação ganhou a maioria absoluta do Congresso Nacional.

O petróleo é um recurso estratégico para o desenvolvimento de todas as nações do mundo, por ser presentemente o fator energético mais importante e eficiente de todos. Portanto, sua exploração deve estar subordinada a um projeto de emancipação nacional, visando exclusivamente o bem estar da população.

A tendência na maioria dos países que detém grandes reservas é o controle estatal absoluto do petróleo (hoje, cerca de 90% delas). Por outro lado, os que exploraram o seu petróleo a “toque de caixa”, colhem os frutos amargos dessa insensatez, pois em pouco tempo essas reservas estarão esgotadas. Só que o vendem a preços muito inferiores àqueles que pagarão quando retornarem à condição de importador, pois o petróleo é finito, por se tratar de uma commodity que vai se esgotar a passos largos, mas sua necessidade será sempre maior, sendo seu preço, portanto, sempre crescente, como acontece com toda a commodity que rareia.

O que justificaria a necessidade de novos leilões? 

a) A geração de emprego e renda regional;
b) O desenvolvimento tecnológico da empresa nacional;
c) O aumento das reservas de petróleo.

A expectativa de geração de emprego e renda regional trata-se da maior falácia que poderia ser argüida, pois é sabido que, esta atividade exige mão de obra altamente qualificada, mas que, mesmo quando disponível no país, temos visto que as petroleiras internacionais usam a sua própria mão de obra remanejada de outros países. Isso pode ser visto em suas próprias plataformas, inclusive com o uso de trabalhador estrangeiro sem sequer legalizar sua situação junto a Nação. 

O desenvolvimento tecnológico é simplesmente outro discurso que na prática não se sustenta. O grande consumidor e fomentador da empresa nacional (micro, pequena e média empresa) é exclusivamente a Petrobrás, pois as demais preferem arcar com as pequenas multas previstas em contrato, a usar a nossa capacidade de produção, que eles ignoram e utilizam como subconsumo. Os números falam alto, somente a Petrobras está desenvolvendo este mercado e criando reais e efetivas múltiplas oportunidades. Portanto a justificativa, não fica de pé. 

A justificativa de aumento das reservas de petróleo chega a ser ridícula, pois, a 11ª. Rodada se deu sob o estigma da entreguista Lei 9478/97, que garante a propriedade total do petróleo extraído durante 35 anos ao seu explorador, não agregando, portanto, nenhuma gota de petróleo às nossas reservas. Ademais, se já foram descobertos no Pré-Sal mais de 50 bilhões de barris de reservas, que somados aos 14,2 bi existentes anteriormente, nos assegura uma autossuficiência superior a 50 anos. Isso já permite abastecer o País e ainda exportar uma parte da produção para investir no nosso desenvolvimento sustentado. Portanto, para que mais leilões? Para que correr e acabar com nossas reservas e o Pré-Sal precocemente? Porque entregar a riqueza do povo brasileiro? Não se pode esquecer que o petróleo é um bem finito e com demanda crescente no tempo, portanto em permanente valorização do que não for extraído, pois nele se apoia o nosso processo civilizatório, em que saem de sua industrialização mais de 3.000 produtos, dos quais os combustíveis são os menos nobres. 

A desconsideração e o desapreço das petroleiras internacionais com os interesses de sustentabilidade social, ambiental e tecnológica dos países onde atuam, são evidentes, recorrentes e abundantes em todo o mundo ao longo do tempo, inclusive conseguindo privilégios e benefícios que nem as empresas nacionais obtém. Os recentes acidentes da BP em Macondo, México, e da Chevron no campo de Frade, Brasil, são exemplos recentes da busca irresponsável pelo lucro em detrimento da segurança e do meio ambiente.

No recente episódio da Chevron, esta escondeu da própria ANP o desastre que ocorreu em alto mar, e somente se pronunciou depois que foi descoberta a imensa mancha que a sua irresponsabilidade produziu. E pior, foi condenada e a ANP acabou aliviando as sanções e voltou atrás na condição de expulsá-la do país. E porque a nossa mídia somente veiculou o assunto depois que a ANP se envolveu? Coincidência? E veja-se como a Petrobras, estatal genuìnamente brasileira, é tratada em eventuais ocorrências muito menores.

No desenvolvimento tecnológico e assunção de riscos exploratórios elas estão mais interessadas em que outros o façam, do que em fazê-lo, desde que garantam seus privilégios. A região onde se localiza o Pré-Sal esteve por 13 anos com empresas estrangeiras durante os contratos de risco. Elas não o pesquisaram nem investiram na área. A Esso tem blocos na área do Pré-Sal próximo aos blocos descobridores da Petrobras, mas esperou a Petrobras perfurar para então iniciar sua exploração. Ou seja, não fosse a Petrobrás o Pré-Sal não teria sido descoberto. Elas não correm riscos econômicos, e os outros não os afetam, somente a nós. 

Outro agravante são os pesados ônus que recaem tão somente sobre a Petrobras, por ter que bancar a estrutura para exploração do Pré-Sal e, em favor da nação brasileira, arcar também, há vários anos, com o ônus da contenção do preço dos combustíveis para segurar o processo inflacionário, fazendo com que neste momento, ela, esteja com pouca capacidade de investimento. Podemos dizer que, face a estas condições injustamente impostas somente sobre a Petrobras, este leilão é oportunista ao favorecer as petroleiras internacionais, alijando-a de concorrer plenamente. 

A Petrobrás é a única empresa que prestigia, investe em desenvolver novos fornecedores nacionais em toda extensão da cadeia produtiva do petróleo, e maximiza a compra de materiais e equipamentos no País, propiciando o desenvolvimento tecnológico e gerando empregos de qualidade. As estrangeiras não fazem isto, pois vão preferir valorizar os recursos de seu país de origem. 
Os leilões acarretam contratos de exploração por 35 anos, em que nos de concessão a totalidade do petróleo produzido passa para a propriedade do extrator privado, e nos de partilha fica com a União uma parcela relativamente pequena.

Mas o pior é que não encontramos um só argumento que sustente e deixe de pé esta medida anti-patriótica, pois qual sentido em prospectar novas jazidas para tão somente entregar as petroleiras internacionais, principalmente sob a égide da predatória Lei 9478/97 que transfere a propriedade total do petróleo para quem o extrair, ficando com o país míseros 10% de royalties e a participação especial em campos de grande produção?

Isso é agravado quando a presidenta da ANP – Agência Nacional do Petróleo considera que foi um sucesso a 11ª. Rodada para o leilão de absurdos de 155 mil km2 do território nacional para conceder o monopólio de extração privada de uma riqueza do país, em virtude do recebimento de menos de US$ 1,4,bilhões como bônus de assinatura dos contratos. Se for alcançada somente a metade da produção de 30 bilhões de barris, prevista pela própria ANP, estará sendo entregue uma fortuna de US$ 1,5 trilhões, pertencente ao povo brasileiro, para entidades privadas, e ainda mais em petróleo (o bem mais cobiçado no planeta) ficando para o Brasil míseros 10% disso, e em moeda emitida pelos países dominantes.

A humanidade está no limiar do pico da produção de petróleo, que irá elevar seu preço permanentemente. Em pouco tempo, os países que controlarem suas reservas serão donos de um tesouro fantástico. Assim, leiloar o nosso petróleo é o mesmo que vender um bilhete premiado, que irá render pelos próximos 35 anos para quem o detiver. 

O importante é garantir a propriedade do petróleo pela União, pela exploração através da Petrobras, para permitir que o aproveitamento dessa riqueza seja por todos os brasileiros através de sua aplicação em programas que visem o desenvolvimento sustentado social, ambiental e tecnológico do país. 

Em face disso o Comitê Gaúcho de Defesa do Pré-Sal vem de público MANIFESTAR sua INDIGNAÇÃO com essa 11ª. Rodada de Leilões de blocos petrolíferos realizada, por não haver qualquer justificativa para essa transferência de propriedade de uma riqueza do país para interesses privados. Além disso queremos ALERTAR que maior crime ainda está se gestando com leilões de blocos na área do Pré-Sal, inclusive de campos em que o petróleo já foi descoberto, com todos os custos de prospecção e risco já assumidos pela Petrobras. Seria risível se não fosse tão trágico, pois trata-se de pura e simples entrega de uma riqueza de todos nós. Inaceitável tamanho absurdo