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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Alckmin esconde até os cadáveres

os assassinatos cometidos por policiais militares em agosto e setembro deste ano em São Paulo desapareceram das estatísticas oficiais divulgadas pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB). Justamente nesses dois meses ocorreu uma série de mortes atribuídas a policiais militares – na capital e na Grande São Paulo–, entre chacinas e assassinatos de suspeitos já rendidos. Cerca de 30 policiais militares foram presos sob a suspeita de participação em pelo menos 31 mortes no período – entre elas as 23 vítimas das chacinas de Osasco e Barueri, em agosto. Há ainda na lista de excluídos os quatro adolescentes mortos ao lado de uma pizzaria em Carapicuíba, em setembro.
O governador Geraldo Alckmin, que realizou cultos da seita fascista Opus Dei em pleno Palácio dos Bandeirantes, não gosta da transparência pública.

sábado, 9 de maio de 2015

Chance de caos social por falta d'água mobiliza exército

Painel organizado pelo Comando Militar do Sudeste tratou possibilidade de a capital paulista ficar sem água
Durante mais de três horas de debate, destinado a oficiais, soldados e alguns professores universitários e simpatizantes dos militares que lotaram o auditório da sede do comando em São Paulo, foi se delineando o real motivo do alto generalato brasileiro estar preocupado com um assunto que aparentemente está fora dos padrões de atuação militar. A senha foi dada pelo diretor da Sabesp, Paulo Massato, que ao lado de Anicia Pio, da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), e do professor de engenharia da Unicamp, Antonio Carlos Zuffo, traçaram um panorama sobre como a crise hídrica está impactando o Estado paulista.
Por que o Comando Militar do Sudeste (CMSE) está interessado na crise da falta de água em São Paulo?
A resposta veio na tarde da última terça-feira, 28 de abril, durante o painel organizado pelo Exército, que ocorreu dentro de seu quartel-general no Ibirapuera, zona sul da capital paulista.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Em assembleia, metroviários de São Paulo decidem continuar a greve

Completa cinco dias nesta segunda-feira (09), a greve dos metroviários de São Paulo. A categoria, que deflagrou a paralisação na última quinta-feira (05), decidiu em assembleia realizada na noite deste domingo pela manutenção do movimento paredista.
Em assembleia, metroviários de São Paulo decidem continuar a greve
A decisão foi tomada após um julgamento rigoroso do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região, que decidiu pelo cumprimento à risca da oferta do Metrô aos trabalhadores (8,7%), pela abusividade da greve e pelo desconto dos dias parados, além de não garantir estabilidade aos grevistas.