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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Beto Richa renunciou? Foi cassado?

Também não dá para dizer que falta pauta para a cobertura jornalística das andanças do governador do PSDB. Depois do famoso massacre dos professores, em 29 de abril – que resultou em mais de 200 feridos –, outros escândalos afetaram a imagem do playboy tucano. No mais recente, o coronel da Polícia Militar, Chehade Elias Geha, revelou na semana passada que foi afastado do comando da tropa exatamente porque advertiu o governador sobre o “flagrante abuso de autoridade” na repressão à greve dos docentes. Beto Richa sempre jurou que não autorizou a violência e até exonerou o seu secretário de Segurança, o fascista Fernando Francischini (SD). Agora, porém, caiu a sua máscara.
Quem ainda acompanha a mídia “privada”, nos dois sentidos da palavra, deve estar se perguntando: Onde anda o governador Beto Richa?

sábado, 2 de maio de 2015

Lembranças dos professores do Paraná a quem tira selfies com PMs.

O secretário de segurança pública, o deputado Fernando Francischini, do Solidariedade, ex-delegado da PF, é um sujeito que apareceu num programa de TV com um revólver na cintura, superando o padrão Bolsonaro. Você precisa ser muito ingênuo para achar que não havia uma orientação superior para a PM reagir como reagiu. Um cinegrafista da Band filmou o ataque de um pitbull a ele mesmo. O bicho só largou sua coxa quando o policial puxou a coleira. Ele foi atendido no local por outros jornalistas. Essa é a corporação que posa para fotografias com incautos que pedem o fim da ditadura bolivariana.
Uma boa frase está repercutindo no Twitter: “Em protesto pela intervenção militar você é tratado com educação. Em protesto pela educação você é tratado com intervenção militar.”

sábado, 14 de fevereiro de 2015

PSDB não aceita processo democrático e nuvens ameaçadoras permanecem sobre o céu de Curitiba

No início da tarde da última quinta-feira (12), logo após as 14 horas, nuvens escuras começaram a se formar em todos os quadrantes (norte, sul, leste e oeste) do céu de Curitiba. Já perto das 15 horas, uma nuvem carregada se formou bem em cima do Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná. Quem de longe acompanhava a formação destas nuvens imaginava uma tempestade sobre Curitiba. Neste exato momento, milhares de pessoas, de todas as idades, se concentravam, desde cedo, no Centro Cívico, em frente ao Palácio Iguaçu e à Assembleia Legislativa. Era o quarto dia de concentração e manifestação. Os que na praça estavam, além de acompanhar o movimento das nuvens, acompanhavam também o movimento da tropa de choque da Polícia Militar. Sobre os manifestantes se armavam duas tempestades, uma vinda do céu e outra, da terra: a repressão.
No início da tarde da última quinta-feira (12), logo após as 14 horas, nuvens escuras começaram a se formar em todos os quadrantes (norte, sul, leste e oeste) do céu de Curitiba. Já perto das 15 horas, uma nuvem carregada se formou bem em cima do Palácio Iguaçu, sede do governo do Paraná.
Quem de longe acompanhava a formação destas nuvens imaginava uma tempestade sobre Curitiba. Neste exato momento, milhares de pessoas, de todas as idades, se concentravam, desde cedo, no Centro Cívico, em frente ao Palácio Iguaçu e à Assembleia Legislativa. Era o quarto dia de concentração e manifestação.
Os que na praça estavam, além de acompanhar o movimento das nuvens, acompanhavam também o movimento da tropa de choque da Polícia Militar.