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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Fachada da Globo é pichada em protesto contra nova minissérie

Grupo realiza “escracho” contra a Rede Globo por conta da série “Sexo e as Nêga”. “As mulheres negras têm outro destino que não só a sexualização do seu corpo”, diz ativista

Na noite da última terça-feira (16), um grupo de mulheres e homens negros realizaram um protesto em frente aos estúdios da Rede Globo. Indignados com a nova série global “O Sexo e as Nêga”, os militantes aproveitaram a data de estreia do programa para realizar o que chamam de “escracho”, registrado em vídeo e publicado no Youtube. Uma representante do grupo, ativista do Levante Popular da Juventude de São Paulo, explica as motivações do protesto, que tem como objetivo denunciar o racismo reproduzido pela rede de televisão. “A gente veio dizer que ‘Sexo e as Nêga’ não nos representa. Não representa porque as mulheres negras têm outro destino que não só a sexualização do seu corpo; e que as mulheres negras se organizam e dizem não para uma tentativa machista e racista da Rede Globo de mais uma vez contribuir com um estereótipo que é dado à mulher negra no Brasil”. A militante ainda afirma que é necessário debater a respeito da democratização da mídia. Em suas palavras, “a mídia, da maneira como ela está, só atende aos interesses de quem quer fazer manutenção do racismo brasileiro”
Na noite da última terça-feira (16), um grupo de mulheres e homens negros realizaram um protesto em frente aos estúdios da Rede Globo. Indignados com a nova série global “O Sexo e as Nêga”, os militantes aproveitaram a data de estreia do programa para realizar o que chamam de “escracho”, registrado em vídeo e publicado no Youtube.
Uma representante do grupo, ativista do Levante Popular da Juventude de São Paulo, explica as motivações do protesto, que tem como objetivo denunciar o racismo reproduzido pela rede de televisão. “A gente veio dizer que ‘Sexo e as Nêga’ não nos representa. Não representa porque as mulheres negras têm outro destino que não só a sexualização do seu corpo; e que as mulheres negras se organizam e dizem não para uma tentativa machista e racista da Rede Globo de mais uma vez contribuir com um estereótipo que é dado à mulher negra no Brasil”.
A militante ainda afirma que é necessário debater a respeito da democratização da mídia. Em suas palavras, “a mídia, da maneira como ela está, só atende aos interesses de quem quer fazer manutenção do racismo brasileiro”
Fonte: Pragmatismo Político

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