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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Menino resgatado de barril era torturado há 7 anos e viu réveillon 'por buraco'

Menino era alimentado com cascas de banana, chegou a comer fezes e era 'banhado' com água sanitária misturada em água gelada. Torturas já aconteciam há 7 anos. Conselho Tutelar admite que houve falha no caso. Enfermeira chorou ao ouvir relato da criança

O menino de 11 anos que era mantido acorrentado em um barril em Campinas (SP) era alimentado com casca de banana e fubá cru. As informações são de policiais que participaram do resgate da criança.

O menino de 11 anos que era mantido acorrentado em um barril em Campinas (SP) era alimentado com casca de banana e fubá cru. As informações são de policiais que participaram do resgate da criança.

Ainda segundo a polícia, a criança foi obrigada a comer fezes em momentos de desespero. O Conselho Tutelar já acompanhava o caso há, pelo menos, um ano e vai apurar se houve falha.

Os policiais chegaram no local após denúncia de vizinhos. O menino estava nu, dentro de um barril de metal fechado com uma peça pesada de mármore.

O vídeo do momento em que ele é encontrado mostra que a criança mal conseguia se mexer quando foi encontrada. Ele tinha a cintura, pés e mãos acorrentados. O menino estava há quase cinco dias sem comer, segundo a polícia.

De acordo com a Polícia Civil, o pai disse em depoimento que o filho é muito agitado, agressivo e fugia de casa. Ele alegou que fez isso para educar o menino.

A corporação diz que foi acionada após moradores da região perceberam que o garoto havia deixado de ir para a escola e de brincar com outras crianças do bairro.

No barril, o menino ficava impossibilitado de sentar ou agachar e, com isso, também apresentava pernas inchadas. Os policiais usaram um corta-fios para remover as correntes.
Três pessoas foram presas: o pai do menino, a namorada dele e a filha desta mulher. A princípio, o homem responderá pelo crime de tortura e as mulheres serão responsabilizadas apenas pela omissão. As penas podem variar de dois a oito anos de prisão.

Conselho tutelar

A polícia apurou que o garoto era mantido em situações similares há pelo menos sete anos, quando foi adotado pela família. A mãe biológica afirmava que o homem era o pai biológico do garoto. Um teste foi feito na época, constatando que não era verdade. Mesmo assim, a mãe abandonou o menino com este homem, e ele foi adotado pelas vias oficiais.

Em entrevista coletiva na tarde deste domingo (31), o conselheiro tutelar Moisés Sesion afirmou que houve uma falha no acompanhamento do menino.

Ele, que se disse chocado com o caso, explicou que, assim que o Conselho recebe uma informação de que uma família está em situação de vulnerabilidade, encaminha o caso para órgãos responsáveis.

No caso do menino, ele é acompanhado por profissionais ligados ao Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS) e o Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (Caps-IJ), para a avaliação de uma possível doença psiquiátrica.

Réveillon por ‘buraco da parede’

Em relato feito à equipe de enfermagem do Hospital Ouro Verde, onde segue internado com quadro de desidratação severa, o menino disse que viu o réveillon por um buraco na parede que foi aberto para que ele pudesse respirar.

“Ele disse que viu os fogos de artifício da virada do ano pela fresta que ele tinha acesso, mas dentro do barril.”

“O garoto disse que o pai jogava água sanitária e água fria para dar banho nele. Aquilo me fez chorar”, relatou uma integrante da equipe de saúde.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Após 25 dias, o que se sabe sobre o desaparecimento de 3 meninos no Rio de Janeiro

O desaparecimento de três meninos de Belford Roxo, cidade de 500 mil habitantes na Baixada Fluminense, continua sem solução 25 dias após o sumiço dos garotos.

Os meninos teriam saído por volta das 10h30 para brincar juntos em um campo de futebol perto do condomínio onde eles vivem, mas nunca retornaram para casa. A demora na resolução do caso pela polícia levou moradores e familiares a realizarem protestos cobrando respostas

Lucas Matheus, de 8 anos, o primo dele Alexandre da Silva, 10, e Fernando Henrique, 11, foram vistos pela última vez no dia 27 de dezembro do ano passado, no Morro do Castelar, em Belford Roxo.

Os meninos teriam saído por volta das 10h30 para brincar juntos em um campo de futebol perto do condomínio onde eles vivem, mas nunca retornaram para casa. A demora na resolução do caso pela polícia levou moradores e familiares a realizarem protestos cobrando respostas.

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga o caso. Em nota à BBC News Brasil, a Polícia Civil do Rio de Janeiro afirmou que agentes “continuam a realizar diligências em busca de informações que ajudem a localizar as crianças e esclarecer o caso”.

Quase um mês depois, o caso tem mais perguntas do que respostas. Nos dias seguintes, familiares receberam uma série de pistas falsas sobre o sumiço — até agora nenhuma informação levou ao paradeiro dos garotos.

Uma das dicas relatava que as crianças foram vistas comprando comida para passarinhos na Feira de Areia Branca, em uma praça de Belford Roxo, mas a polícia afirma que não há confirmação de que isso tenha ocorrido.

Em entrevista ao jornal O Globo, Silvia Regina da Silva, avó de Lucas e Alexandre, contou que recebeu outra informação: “[…] Veio a história de que o Fernando Henrique foi roubar um passarinho e o mataram a pauladas. Lucas e Alexandre teriam corrido e levado tiros pelas costas. Em seguida, jogaram os corpos num rio. Passo tudo para o delegado”, afirmou Silvia ao jornal carioca.

Outra história investigada informava que os garotos teriam sido vistos em São João de Meriti, outro município da Baixada Fluminense, dias depois do sumiço. Buscas foram feitas na região, mas os meninos não foram encontrados, segundo a polícia.

Suspeitas

No dia 11 de janeiro, moradores do Morro do Castelar levaram um homem à delegacia de homicídios, acusando-o de envolvimento com o desaparecimento. Ele mora no mesmo condomínio dos garotos.
Na delegacia, o homem afirmou que havia sido torturado por moradores da região para confessar o crime, e negou ter qualquer relação com o caso.

Depois, a polícia afirmou que não há indícios de que o rapaz esteja envolvido. Porém, o homem permaneceu preso, pois em seu celular foi encontrado material com pornografia infantil.
No último dia 14, a Polícia Civil informou que investigava a participação de traficantes de drogas do Morro do Castelar no desaparecimento dos meninos.

Para Allan Turnowski, secretário da Polícia Civil, os indícios viriam do fato de que “traficantes torturaram” o homem que havia sido preso três dias antes para que ele confessasse envolvimento com o sumiço.

Segundo ele, esse fato e também a queima de um ônibus a poucos metros da delegacia de homicídios “fizeram a polícia acreditar” que traficantes têm relação com o desaparecimento das crianças.
“Após a descoberta de que traficantes sequestraram um homem, amarraram e apresentaram para as famílias dos garotos desaparecidos como sendo o responsável pelo desaparecimento das crianças, assim como o fato de a manifestação com um ônibus queimado ter tido incitação de pessoas ligadas ao tráfico de drogas, a Polícia Civil colocou como principal linha de investigação a participação de traficantes no desaparecimento dos meninos”, disse Turnowski ao jornal Extra no último dia 14.

Na manhã desta quarta-feira (20/01), a Polícia Civil enviou uma nota à BBC News Brasil sobre o caso.
Informou que policiais vão colher “material genético das mães dos meninos”. A ideia é checar se o DNA delas é compatível com roupas encontradas na casa do homem apontado por moradores como suspeito — o mesmo homem que disse ter sido torturado para confessar o crime.

O governador em exercício do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PSC), falou sobre o caso no último dia 6, quando anunciou um reforço na equipe que investiga o sumiço. “Como pai, imagino o quão difícil é este momento. Fiquem atentos às crianças na rua. Ajude-nos a localizar Lucas, Alexandre e Fernando”, disse Castro, na ocasião.

Fonte:Geledes

terça-feira, 8 de setembro de 2020

No dia mundial da alfabetização, escritora lança projeto de doação de livros infantis

No dia mundial da alfabetização, escritora lança projeto de doação de livros infantis

No dia 08 de Setembro, dia em que se comemora o dia mundial da alfabetização, a escritora reforça o lançamento da campanha Super Dindes. ‘Super Dindes’, nome que remete a ideia de padrinhos e madrinhas que possibilita que crianças de comunidades carentes tenham acesso aos livros, foi criada em junho deste ano, a partir da importância da literatura infantil no momento de pandemia. O objetivo é distribuir 1500 exemplares do livro O Black Power de Akin para crianças em situação de vulnerabilidade social em todas as regiões do Brasil.

O ano de 2020, mesmo com todos os problemas mundialmente conhecidos, está a todo vapor para a escritora e doutora em educação Kiusam de Oliveira. Se reinventar, inovar, pensar, criar e agir está presente na rotina da autora dos livros O mundo no Black Power de Tayó ( Editora Peirópolis, 2017) e o recém-lançado O Black Power de Akin (Editora de Cultura, 2020).

No dia 08 de Setembro, dia em que se comemora o dia mundial da alfabetização, a escritora reforça o lançamento da campanha Super Dindes. ‘Super Dindes’, nome que remete a ideia de padrinhos e madrinhas que possibilita que crianças de comunidades carentes tenham acesso aos livros, foi criada em junho deste ano, a partir da importância da literatura infantil no momento de pandemia. O objetivo é distribuir 1500 exemplares do livro O Black Power de Akin para crianças em situação de vulnerabilidade social em todas as regiões do Brasil.

O projeto tem como primeira parceira a multinacional Amdocs, fundada em Israel e atualmente sediada nos Estados Unidos, que realizou a entrega para 46 famílias da comunidade de Paraisópolis, situada em São Paulo.

A ‘Super Dindes’ conta também com o apoio da brasileira Terezinha Ribeiro, contadora de histórias que mora em Atlanta, nos Estados Unidos há mais de dez anos e que enviou um lote de vinte livros para a comunidade de Alvinlândia, interior de SP. O projeto ainda terá participações de seis instituições com trabalho sólido e acolhedor. Foram escolhidas organizações que atuam com mediação de leitura para realizar a distribuição dos acervos. São elas: Associação Vaga Lume, estabelece o propósito de empoderar crianças de comunidades rurais da Amazônia a partir da promoção da leitura e da gestão de bibliotecas comunitárias como espaço para compartilhar saberes. Ateliê Escola Acaia, é uma escola experimental que atende em sua maioria crianças e adolescentes da Favela do Nove, da Favela da Linha e do Conjunto Habitacional Cingapura Madeirite, em SP. Coletiva Fiandeiras, é um grupo de mulheres líderes comunitárias e ativistas sociais da comunidade do Real Parque (SP), que se reuniram com o propósito de desenvolver projetos para educação, cultura e literatura.

O projeto ainda conta com apoio do Instituto Fazenda História, que tem como objetivo colaborar com o desenvolvimento e acolhimento de crianças e adolescentes. Rede Cultural Beija Flor (ABC), promove um ambiente seguro e sociável por meio de programas com cunho preventivo para crianças e adolescentes, moradores de áreas de risco social e a Rede Nacional de Bibliotecas (RNBC), movimento que luta pela democratização do acesso ao livro, à leitura, à literatura e às bibliotecas sob a perspectiva da leitura como direito humano.

“Costumamos dizer que Akin é cura e essa iniciativa mobiliza toda a população para este processo”, ressalta Kiusam.

A doutora em educação destaca ainda que a obra “O Black Power de Akin” é importante para todas as crianças brasileiras, sobretudo crianças negras, uma vez que o livro foi escrito por uma mulher preta e fortalece a autoestima dos que sofrem diariamente com o racismo estrutural enraizado no país.
A distribuição será realizada em todo o território nacional. Foram enviados livros para os estados do Ceará, Espírito Santo, Tocantins, Pará, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso Sul, entre outros. Um dos maiores desafios do projeto é incluir às comunidades indígenas e quilombolas da Amazônia.

Além da circulação no Brasil, a editora fará o envio dos exemplares para outros países, mediante o interesse recém manifestado por dindos e dindas dos Estados Unidos, Portugal e Angola.

Como participar:

O projeto funciona da seguinte maneira: o dindo (a) pode ser pessoa física, escola, empresa ou instituição em geral. Ele pode adquirir entre dois e cinquenta exemplares e direcioná-lo para uma escola, instituição ou criança de sua vontade ou deixar para a nossa lista de instituições credenciadas para o recebimento e mediação dos livros.

A editora abre mão de percentuais e o escritório arca com as custas dos envios e entrega. Em contrapartida, a Editora de Cultura oferece diversas atividades de formação para educadores, pais e mães, funcionários das empresas, escolas e contações de histórias para crianças, conforme o dindo escolher, sem remuneração, e Kiusam (autora do livro) abre mão de seus cachês nas atividades.
“A editora cedeu para que os livros circulem e criem uma atmosfera em prol da difusão dos valores e da temática que a obra traz (respeito a diversidade, empoderamento das crianças negras e luta contra o racismo)”, finaliza Kiusam de Oliveira.

Como doar:

As doações serão feitas apenas pelo site: mskiusam.lojavirtualnuvem.com.br

Fonte: Mídia Ninja

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Babá diz que homem "dava risadas" ao matar criança de 5 anos

Criança de 5 anos foi esfaqueada no meio da rua a caminho da escola. "Ele dava facada nela e ria", relata a babá. Populares tentaram linchar o agressor antes de ele ser preso
Moabe Edon Pinto Nogueira Souto, de 25 anos, cometeu um crime bárbaro na manhã desta quarta-feira (30). Ele esfaqueou uma menina de apenas 5 anos que estava a caminho da escola em Betim, na grande Belo Horizonte (MG).

“Ele só dava facada e risada”, afirmou a babá Brenda Souza de Andrade, 23 anos, que levava a menina para a escola. A garota morreu no local com perfurações na nuca, pescoço e tórax, segundo informações da Polícia Militar.
Moabe Edon Pinto Nogueira Souto, de 25 anos, cometeu um crime bárbaro na manhã desta quarta-feira (30). Ele esfaqueou uma menina de apenas 5 anos que estava a caminho da escola em Betim, na grande Belo Horizonte (MG).

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Uma em cada cinco crianças vive na pobreza em países ricos; uma em cada oito passa fome

“Onde é que o socialismo funcionou?” é a pergunta mais frequente dita pela direita nas redes sociais, como se o capitalismo tivesse “funcionado” em alguma parte do planeta. Um relatório do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) mostra que uma em cada cinco crianças em 41 países ricos vive na pobreza. Uma em cada oito crianças passa fome nestes países. Se isso é “funcionar”, imaginem se não funcionasse.
O relatório aborda a situação de meninos, meninas e jovens em 41 nações de alta renda e o cumprimento dos principais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS) associados ao bem-estar infanto-juvenil. A Dinamarca tem os melhores resultados em relação à pobreza relativa, mas mesmo ali 9,2% das crianças vivem na miséria. Taxa similar têm a Islândia e a Noruega, e o número sobe para 30% em Israel e na Romênia, que possuem os piores resultados em termos de pobreza relativa entre os países ricos.
“Onde é que o socialismo funcionou?” é a pergunta mais frequente dita pela direita nas redes sociais, como se o capitalismo tivesse “funcionado” em alguma parte do planeta.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Vítima de racismo em escola, menina é obrigada a pedir desculpas aos agressores

No mesmo dia em que Camila recebeu a ligação, Lorena havia procurado a direção para reclamar dos ataques. Mas, segundo Camila, a escola só tomou medidas para identificar quem estava por trás dos atques duas semanas depois. Quando os outros alunos souberam que Lorena teve que nomear os agressores, acabou sendo confrontada, como conta o post da página Preta e Acadêmica:
No espaço da escola, seus “colegas” começaram a questionar sobre o ocorrido, e como ela pode ter os dedurado, iniciando uma gritaria contra a criança, que correu para os braços da diretora do colégio. A diretora, que “já está de saco cheio dessa história” (palavras da própria), resolveu fazer uma acareação. O resultado? Lorena teve que pedir desculpas para seus agressores.
Desde que Camila dos Santos Reis consegue lembrar, a filha Lorena, de 12 anos, sempre foi uma menina doce, que gosta de correr pelo Parque Ibirapuera, em São Paulo, e assistir desenhos da Disney.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Nota pública: Movimento de Adolescentes e Crianças contra a redução da maioridade penal

O Movimento de Adolescentes e Crianças (MAC) é contra a Redução da Maioridade Penal e a favor de 100% do Cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente. A História de conquista dos direitos das Crianças e Adolescentes foi escrita com muito esforço e dedicação, na década de 80 graças à organização e participação popular na luta por garantias de direitos. Um amplo movimento popular surgiu em favor das Crianças e Adolescentes que desencadeou num processo de reinvindicação de garantias dos direitos para as crianças e os adolescentes
O Movimento de Adolescentes e Crianças (MAC) é contra a Redução da Maioridade Penal e a favor de 100% do Cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Menina achada em bueiro na Argentina deixa UTI

Bebê de um ano e oito meses foi encontrada ao lado do corpo da mãe, Paola Acosta, em caso que gerou repercussão no país.

A menina argentina Martina, encontrada dentro de um bueiro ao lado do cadáver da mãe, Paola Acosta, de 36 anos, saiu da Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital de Niños de Córdoba, informou a imprensa local.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Pai mata filho por não aceitar que menino gostasse de lavar louça

Menino teve fígado dilacerado pelo pai, que não admitia que criança gostasse de lavar louça. Alex, de 8 anos, foi espancado repetidas vezes até a morte para aprender a ‘andar como homem’

Alex beija a barriga da mãe, Digna, que foi ameaçada por Conselho Tutelar por não matricular menino na escola (Reprodução)

Com apenas 8 anos, o menino Alex foi espancado pelo pai Alex André Moraes Soeiro, de 34 anos, até a morte, na Vila Kennedy, zona oeste do Rio, no dia 17 de fevereiro.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Menino de 11 anos tenta suicídio após bullying homofóbico

Após bullying homofóbico, garoto de 11 anos tenta se matar e comove os EUA. Por gostar de um personagem cor de rosa, Michael Morones era cotidianamente humilhado na escola


Michael Morones, 11, tentou se matar depois de sofrer bullying homofóbico na escola.