quinta-feira, 14 de abril de 2016

Acampamento nacional contra o golpe já reúne 2 mil pessoas em Brasília

Localizado no Ginásio Nilson Nelson, o Acampamento Nacional pela Democracia e Contra o Golpe, que iniciou no dia 10 de abril, já reúne 2 mil pessoas de diversos estados do país.

A palavra de ordem “Não Vai Ter Golpe, Vai Ter Luta”, que se tornou um hino para os que lutam em defesa da democracia, também será o grande mote do Acampamento. Durante a semana, acontece um calendário de lutas contra o golpe, com atividades culturais e formações políticas sobre as grandes questões da conjuntura econômica, política e social do país.

“Está em curso no Brasil uma ofensiva da classe dominante, por meio de seus braços no Congresso Nacional, no Poder Judiciário (articulado com Ministério Público e Polícia Federal) e nos grandes meios de comunicação para dar um golpe contra a democracia brasileira, afastar a presidenta Dilma Rousseff e impor um programa de retrocessos políticos, sociais e econômicos no nosso país. Esse momento de luta pela democracia é de muita importância porque até hoje, o povo brasileiro e as organizações políticas da classe trabalhadora têm a cicatriz da repressão, mortes e torturas dos tempos da ditadura militar, instaurada com o golpe de 1964, e lutará com todas as forças para impedir um novo golpe no Brasil”, destaca Marco Antônio Baratto, membro da Coordenação Nacional do MST, uma das organizações que integra a Frente Brasil Popular.
Mobilizados em todo o país, movimentos populares, centrais sindicais, entidades estudantis, coletivos de cultura e comunicação, decidiram montar um acampamento em Brasília para acompanhar o processo de discussão do impeachment no Congresso Nacional.
Localizado no Ginásio Nilson Nelson, o Acampamento Nacional pela Democracia e Contra o Golpe, que iniciou no dia 10 de abril, já reúne 2 mil pessoas de diversos estados do país.
A palavra de ordem “Não Vai Ter Golpe, Vai Ter Luta”, que se tornou um hino para os que lutam em defesa da democracia, também será o grande mote do Acampamento. Durante a semana, acontece um calendário de lutas contra o golpe, com atividades culturais e formações políticas sobre as grandes questões da conjuntura econômica, política e social do país.
“Está em curso no Brasil uma ofensiva da classe dominante, por meio de seus braços no Congresso Nacional, no Poder Judiciário (articulado com Ministério Público e Polícia Federal) e nos grandes meios de comunicação para dar um golpe contra a democracia brasileira, afastar a presidenta Dilma Rousseff e impor um programa de retrocessos políticos, sociais e econômicos no nosso país. Esse momento de luta pela democracia é de muita importância porque até hoje, o povo brasileiro e as organizações políticas da classe trabalhadora têm a cicatriz da repressão, mortes e torturas dos tempos da ditadura militar, instaurada com o golpe de 1964, e lutará com todas as forças para impedir um novo golpe no Brasil”, destaca Marco Antônio Baratto, membro da Coordenação Nacional do MST, uma das organizações que integra a Frente Brasil Popular.
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Entre as agendas que serão acompanhadas pelos acampados, está o Ato Político-cultural Cultura pela Democracia, que acontece na quinta-feira, dia 14. Na sexta-feira, dia 15, acontece a Jornada Nacional de Mobilização. Os atos no Congresso Nacional de acompanhamento da votação do impeachment terão concentração na quinta e na sexta, a partir das 16 horas no Teatro Nacional. No domingo, dia 17, acontece a Vigília pela Democracia, em todas as capitais do país e com grande concentração em Brasília.
O Acampamento é símbolo do clima de solidariedade à luta pela democracia na sociedade. As pessoas interessadas em contribuir com a estrutura do Acampamento podem participar da Campanha de Solidariedade ao Acampamento pela Democracia e fazer doações de alimentos, utensílios de cozinha, material de limpeza, barracas, colchões. Além de doações, cada segmento, categoria e coletivo, formado por artistas, advogados, médicos, comunicadores podem se organizar em coletivos e ajudar com o acampamento.
Organizado pela Frente Brasil Popular, a expectativa é que até o dia 17, dia da votação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, cerca de 200 mil pessoas estejam acampadas.
O Acampamento Nacional pela Democracia e Contra o Golpe também é realizado em memória a todos os lutadores e lutadoras do povo que morreram na luta em defesa da democracia, da libertação do povo brasileiro e das grandes reformas, tendo como símbolo os 21 companheiros que morreram no Massacre de Eldorado de Carajás, que completa 20 anos no dia 17 de abril. (Flávia Quirino).
Fonte: Portal CTB

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