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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Juros do cheque especial dispara e vai para 312,6% ao ano

Não está fácil pagar os juros abusivos cobrados pelos bancos em atuação no Brasil. Quem caiu no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito pagou mais caro em dezembro. De acordo com o Banco Central, a taxa do cheque especial subiu 6,9% e chegou 312,6% ao ano. Já a do cartão de credito saltou para 285,4%.
Não está fácil pagar os juros abusivos cobrados pelos bancos em atuação no Brasil. Quem caiu no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito pagou mais caro em dezembro.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Copom reduz juros pela primeira vez em quatro anos: qual o contexto e significado

Taxa Selic vai a 14% ao ano, mas mercado espera mais cortes nos próximos meses. Entenda o papel do Banco Central e da Selic no combate à inflação
O Banco Central confirmou as expectativas e reduziu a taxa básica de juros pela primeira vez desde outubro de 2012. Agora a Selic vai de 14,25% para 14% ao ano - naquela ocasião chegou a apenas 7,25%, e desde então só subiu.

A expectativa pela redução de juros vinha de empresários e do mercado financeiro, mas também de dentro do próprio governo.  No domingo (16), o ministro das Relações Exteriores, José Serra, disse na Índia que o Banco Central tinha as “condições” para fazer o corte. Nem o comentário incomum - já que o Copom tem autonomia operacional do governo para decidir a taxa - impediu a redução.

A tarefa principal do Banco Central brasileiro é controlar a inflação, e o instrumento ao seu dispor para fazer isso é a taxa de juros. Aumentando (ou mantendo alta) a Selic, a inflação tende a cair e vice-versa. Esse papel do banco de guardião do valor da moeda se tornou oficial desde a implantação do sistema de metas de inflação, em 1999, que dá autonomia a seus diretores para a decisão sobre os juros
O Banco Central confirmou as expectativas e reduziu a taxa básica de juros pela primeira vez desde outubro de 2012. Agora a Selic vai de 14,25% para 14% ao ano - naquela ocasião chegou a apenas 7,25%, e desde então só subiu.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

CTB e centrais prometem mobilizar milhares por mais salários e menos juros

BANNER-CTB-300X250PXEm reunião nesta sexta-feira (22) na capital paulista, representantes das centrais sindicais brasileiras definiram o ato que ocorre na terça-feira (26) em frente ao Banco Central, em Brasília. “A concentração começa às 10h e o ato político está marcado para começar às 11h”, declara Paschoal Carneiro, secretário de Previdência, Aposentados e Pensionistas da CTB. 
Foi definido o slogan Menos Juros, Mais Salários, denunciando a política desenvolvida pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, com sucessivas altas dos juros, o que acarreta perdas irreparáveis para a classe trabalhadora, prejudica a produção e favorece o setor financeiro, que não gera empregos. “Todas as centrais confirmaram presença e terão direito a dois oradores e cada central poderá escolher um parlamentar para discursar também”, explica Paschoal.
A expectativa dos organizadores do ato é da presença de pelo menos 5 mil pessoas em Brasília no dia 26 para mostrar a força da classe trabalhadora unida para mudar a economia do país rumo ao desenvolvimento independetne do mercado internacional e para isso contam com a mobilização das estaduais das centrais, assim como dos sindicatos, porque “interessa a todos os trabalhadores reduzir os juros e aumentar os salários”, define o dirigente da CTB.
A taxa Selic está em 9,5% atualmente e pode ultrapassar os dois dígitos em breve a continuar nesse ritmo. Por isso, a mobilização das centrais sindicais em mais esse ato unificado. A CTB empreende todos os esforços para enviar milhares de militantes nos eventos mais importantes para empoderar a classe trabalhadora na luta contra os interesses do capital (saiba mais aqui). A CTB sempre na luta com os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil.
Fonte: Portal CTB

terça-feira, 1 de maio de 2012

Dilma volta a criticar os bancos


A presidenta disse que bancos privados devem reduzir as taxas de juros cobradas em empréstimos, cartões de crédito e no cheque especial. Foto: ©AFP / Pedro Ladeira
Brasília – No pronunciamento transmitido em rede de rádio e televisão para comemorar ao Dia do Trabalho (1º de maio), a presidenta Dilma Rousseff cobrou dos bancos privados mais esforços para reduzir as taxas de juros cobradas em empréstimos, cartões de crédito e no cheque especial. E aconselhou o brasileiro a procurar os bancos que ofereçam as taxas mais baixas.
“É inadmissível que o Brasil, que tem um dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos, continue com um dos juros mais altos do mundo. Esses valores não podem continuar tão altos. O Brasil de hoje não justifica isso. Os bancos não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor, enquanto a taxa básica Selic cai, a economia se mantém estável e a maioria esmagadora dos brasileiros honra com presteza e honestidade os seus compromissos”, disse Dilma no discurso veiculado na noite de segunda 30.
Para a presidenta, com a queda da taxa básica de juros e inflação estável, os bancos privados estão sem argumento para explicar a manutenção dos altos juros cobrados dos clientes. “O setor financeiro, portanto, não tem como explicar essa lógica perversa aos brasileiros. A Selic baixa, a inflação permanece estável, mas os juros do cheque especial, das prestações ou do cartão de crédito não diminuem.”
Para pressionar os bancos privados, a presidenta espera contar com a pressão dos próprios clientes, que podem estimular a competição entre os bancos. “É bom, também que você consumidor, faça prevalecer os seus direitos escolhendo as empresas que lhe ofereçam melhores condições”, disse.
Dilma Rousseff espera que os bancos privados sigam os mesmos passos dos bancos públicos, que reduziram as taxas das linhas de crédito voltadas ao consumo e do cheque especial. “A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil escolheram o caminho do bom exemplo e da saudável concorrência de mercado, provando que é possível baixar os juros cobrados dos seus clientes em empréstimos, cartões, cheque especial, inclusive no crédito consignado.”
De acordo com a presidenta, somente quando os juros nacionais chegarem ao patamar das taxas internacionais, a economia brasileira “será plenamente competitiva”, saudável e moderna.
Para fortalecer a economia do país e estimular a abertura de vagas de trabalho. Dilma disse, ainda que no governo dela retirou impostos incidentes sobre a folha de pagamento, “dando mais alívio ao empregador e mais segurança ao empregado”. E defendeu a necessidade de se investir em educação de qualidade “em todos os níveis” e, também, na qualificação e treinamento dos trabalhadores.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte Texto: Portal A Carta Capital.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Reduzir juros para Minas e o Brasil avançarem


Desde dezembro do ano passado, a taxa básica de juros da economia, a Selic, foi reduzida pelo Banco Central em 11,3%, para um patamar de 9,75% em março. Entretanto, o corte é insuficiente para colocar a economia do país nas condições que a sociedade exige. Mesmo com a redução realizada no último período, o Brasil continua praticando uma das maiores taxas de juros do mundo. Além disso, essa redução não foi repassada na mesma proporção pelas instituições financeiras ao consumidor final.

De acordo com estudo divulgado pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), entre dezembro e março, os bancos reduziram a taxa média para pessoa física em apenas 5,2%, para 108,8% ao ano em março, e em 5,3% para pessoa jurídica, que atingiu 54,6% ao ano no mês passado.

São dados como esses que incentivam a sociedade brasileira, os empresários e os trabalhadores a pressionarem o Banco Central e o setor bancário a reduzirem a taxa básica de juros e o spread bancário. Na semana passada, o Banco do Brasil anunciou corte de taxas, e a Caixa Econômica Federal fez o mesmo.

O estudo também mostra, por exemplo, que taxas do cartão de crédito e do cheque especial, serviços bastante utilizados pelos brasileiros, permanecem nos mesmos patamares de dezembro. No rotativo do cartão, a taxa média é exatamente a mesma: 238,3% ao ano. No caso do cheque especial, caiu apenas 0,58%, para 161,5% ao ano.

É importante ressaltar que a redução da taxa de juros significa a queda do custo do capital, criando oportunidades para mais investimentos e, consequentemente, mais geração de empregos e diminuição das desigualdades sociais.

Diante das necessidades dos trabalhadores e do setor produtivo mineiro e brasileiro que realizamos essa manifestação pública em frente ao Banco Central, para exigir a redução drástica da taxa básica de juros pelo governo federal, com o objetivo de garantir à sociedade brasileira o pleno desenvolvimento econômico e social com valorização do trabalho.

Fonte texto: Blog do Gilson Reis