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sábado, 5 de março de 2016

Milhares vão às ruas de Roma para pedir que projeto de lei preveja adoção por casais homossexuais

Após ter a cláusula sobre adoção retirada na aprovação no Senado, projeto de lei que regula união civil tramita na Câmara dos Deputados
Milhares de pessoas se concentraram neste sábado (05/03) no centro de Roma para protestar contra a remoção do direito à adoção por casais homossexuais do projeto de lei que está sendo apreciado pelo Parlamento italiano. Um acordo político no Senado aprovou a proposta na semana passada, mas retirou a cláusula que previa a possibilidade de adoção.
Estima-se que havia 10 mil pessoas no protesto, em sua maioria famílias e ativistas LGBT. Os manifestantes exibiram bandeiras do arco-íris e cartazes com frases como “nós queremos igualdade”. “A lei não é satisfatória. É um primeiro passo, mas não nos dá os direitos que são fundamentalmente nossos”, afirmou o manifestante Edoardo Messineo.
Milhares de pessoas se concentraram neste sábado (05/03) no centro de Roma para protestar contra a remoção do direito à adoção por casais homossexuais do projeto de lei que está sendo apreciado pelo Parlamento italiano.
Um acordo político no Senado aprovou a proposta na semana passada, mas retirou a cláusula que previa a possibilidade de adoção.
Estima-se que havia 10 mil pessoas no protesto, em sua maioria famílias e ativistas LGBT. Os manifestantes exibiram bandeiras do arco-íris e cartazes com frases como “nós queremos igualdade”. “A lei não é satisfatória. É um primeiro passo, mas não nos dá os direitos que são fundamentalmente nossos”, afirmou o manifestante Edoardo Messineo.
“Na Itália, em 2016, ainda temos que implorar por caridade, por migalhas, com relação a direitos. Nós queremos casamentos igualitários, adoções e direitos totais”, disse à agência de notíciasAFP Alessia Avellino, que participou da manifestação.
Após aprovação no Senado, o projeto de lei tramita agora na Câmara dos Deputados da Itália. Caso ele seja aprovado e entre em vigor, casais homossexuais precisarão entrar na Justiça para conseguir adotar. Os magistrados, então, terão de decidir caso a caso.

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