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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Pró-esia - A Janela do Hospital.

Curta metragem Americano.

O diálogo de Mujica com o mendigo El César

Durante uma entrevista para a imprensa uruguaia no meio da rua, Mujica foi abordado por um mendigo que lhe pediu 'uma moeda para comer algo'. A reação do presidente uruguaio virou notícia internaciona

O presidente do Uruguai, José Mujica, era entrevistado por jornalistas das emissoras dos canais 12 e 5 quando foi abordado por um morador de rua conhecido como “El César” O homem pediu ao presidente “uma moeda para comer algo”. Mujica disse a “El César” que se ele continuasse a chorar, não iria dar coisa alguma.
El César continuou insistindo, e o presidente uruguaio pediu para que seu assessor ajudasse o homem. Não satisfeito, o morador de rua afirmou que só aceitaria uma moeda que saísse do bolso do próprio Mujica. “Uma moeda sua, Pepe”.
Quando Mujica, então, tirou do bolso a sua carteira, El César desabou em prantos. “Mas não chore, caral**”, disse o presidente, em tom descontraído, para em seguida entregar ao morador de rua uma nota de $ 100. Com o dinheiro em mãos, El César agradeceu: “Obrigado! Obrigado! Quero que sejas presidente para sempre”.
O presidente do Uruguai, José Mujica, era entrevistado por jornalistas das emissoras dos canais 12 e 5 quando foi abordado por um morador de rua conhecido como “El César” 

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Ferguson volta a ter protestos após absolvição de policial

Júri inocenta policial branco que matou o jovem negro desarmado Michael Brown. Decisão provocou revolta na população, com noite marcada por violência e confrontos
A polícia de Ferguson foi alvo de tiros de manifestantes revoltados com a decisão da justiça de não indiciar o policial branco que matou um jovem negro desarmado em agosto, informou o chefe de polícia de St. Louis. John Belmar descreveu uma noite de fúria e extrema violência, mas afirmou que ninguém foi morto. Doze prédios ainda estavam em chamas, horas depois do anúncio do promotor, e 29 pessoas foram detidas. A decisão, aguardada por centenas de pessoas nas ruas de Ferguson, provocou novos distúrbios na cidade, já sacudida por protestos em agosto passado. O policial Darren Wilson não será acusado judicialmente pela morte do jovem negro Michael Brown, que estava desarmado quando foi baleado em agosto na cidade de Ferguson, Missouri, anunciou na segunda-feira o promotor Robert McCulloch. O promotor foi o encarregado de anunciar a decisão de um grande júri, que deliberou durante três meses sobre a morte de Michael Brown, que recebeu seis tiros do policial Wilson.
“Darren Wilson não será acusado em conexão à morte de Michael Brown ocorrida em 9 de agosto em Ferguson”, afirmou McCulloch.
A polícia de Ferguson foi alvo de tiros de manifestantes revoltados com a decisão da justiça de não indiciar o policial branco que matou um jovem negro desarmado em agosto, informou o chefe de polícia de St. Louis.

Ban Ki-moon aconselha israelenses e palestinos a se afastarem do precipício

Secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon aconselhou hoje (24) israelenses e palestinos a “se afastarem do precipício” e regressarem à mesa de negociações, antes que seja tarde demais. “Os povos israelenses e palestinos partilham um destino comum em terra comum. Está fora de questão suprimir uns ou outros”, ressaltou Ban Ki-moon em discurso para um comitê da ONU sobre direitos dos palestinos.
Ele apelou a “todas as partes para que se afastem do precipício e encontrem o caminho da paz, antes que faltem esperança e tempo”. As afirmações são uma tentativa de conter o aumento da violência nas últimas semanas, principalmente em Jerusalém-Leste.
A ausência de perspetivas para a paz e a continuação da colonização por parte de Israel reduzem as esperanças de uma solução da ONU, na qual Israel e um novo Estado palestino poderiam coexistir.
Secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon aconselhou hoje (24) israelenses e palestinos a “se afastarem do precipício” e regressarem à mesa de negociações, antes que seja tarde demais.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Stonehenge | Arqueólogos revelam estrutura escondidas de 1,5 km de circunferência

O mapa digital foi criado a partir de técnicas de sensoriamento remoto e levantamentos geofísicos na área em que se localiza uma das mais famosas estruturas arqueológicas do mundo. Essas tecnologias foram combinadas para criar um mapa digital arqueológico detalhado da paisagem Stonehenge. Este é o mais perfeito mapeamento já produzido sobre a área. Nesse mapeamento descobriu-se novos 17 monumentos anteriormente desconhecidos que possuem a mesma data de construção do que a famosa estrutura circular feita em pedras gigantes que compõem a parte mais visível de Stonehenge. Este monumentos são túmulos, incluindo um particularmente interessante chamado Barrow, cuja data de construção é ainda anterior a datação de Stonehenge. Além dos túmulos encontrados perto da estrutura principal revelou-se também a existência no passado de uma grande construção em madeira. Nesse edifício, os pesquisadores acreditam, eram realizados processos rituais de mumificação dos corpos bem como um processo de “descarnamento”. Esse edifício esta atualmente coberto por um monte de terra, porém as técnicas de sondagem do terreno feitas pelo mapa digital revelou sua existência. Outra estrutura revelada por essas novas pesquisas é a Durrington Walls, um enorme circulo feitos em pedras atualmente soterradas que contorno toda a Stonehenge. Este imenso monumento, provavelmente o maior de seu tipo no mundo, tem uma circunferência de mais de 1,5 km. Leia mais em: http://ciencia.me/qJr
Pesquisadores que fazem parte do projeto  Stonehenge Oculto, da Universidade de Birmingham, criaram um mapa digital detalhado da topografia de Stonehenge.

O misterioso desaparecimento de Aécio Neves

Polícia Federal chega no ‘Doutor Freitas’ e Aécio Neves desaparece. Após depoimentos de executivos que fizeram acordos de delação premiada afirmando que existia um ‘clube’ de empreiteiras que fraudava licitações e pagava propinas, ex-presidenciável tucano some da mídia
Depois de muita enrolação, com direito a manchetes como “Doações de investigadas na Lava Jato priorizam PP, PMDB, PT e outros”, para não citar PSDB, apareceu o Doutor Freitas. Notinhas tímidas, em letras miúdas, no rodapé de páginas dos grandes jornais informam que o dono da UTC, Ricardo Pessoa, disse em depoimento à Polícia Federal que tinha contato mais próximo com o arrecadador de campanha do PSDB, o Doutor Freitas, Sérgio de Silva Freitas, ex-executivo do Itaú que atuou na arrecadação de campanhas tucanas em 2010 e 2014 e esteve com o empreiteiro na sede da UTC. Ainda de acordo com o depoimento, objetivo da visita do Doutor Freitas foi receber recursos para a campanha presidencial de Aécio.Dados da Justiça Eleitoral sobre as eleições de 2014 mostram que a UTC doou R$ 2,5 milhões ao comitê do PSDB para a campanha presidencial e mais R$ 4,1 milhões aos comitês do PSDB em São Paulo e em Minas Gerais, além de R$ 400 mil para outros candidatos tucanos. Depois dos depoimentos de dois executivos da Toyo Setal que fizeram acordos de delação premiada, e afirmaram que existia um “clube” de empreiteiras que fraudava licitações e pagava propinas, misteriosamente o tucano Aécio Neves sumiu da imprensa. Aécio é senador até 2018, mas também não é mais visto na casa. De 11 sessões, compareceu apenas a cinco. O ex-candidato tucano precisa aparecer para explicar a arrecadação junto à empreiteira, o que, para ele, sempre foi visto como “escândalo do PT”, e outras questões. Como se não bastassem antecedentes tucanos na Operação Castelo de Areia, como se não bastasse a infiltração de corruptos na Petrobras desde o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), como se não bastasse o inquérito que liga o doleiro Alberto Youssef à Cemig, basta observar o caso da construção do palácio de governo de Minas na gestão de Aécio quando foi governador.
Nas últimas entrevistas, o senador Aécio Neves (PSDB), apareceu tentando pautar desesperadamente a mídia na Operação Lava Jato para atacar o governo Dilma e afastar os holofotes dos tucanos. Parece que vai ser difícil agora.

sábado, 22 de novembro de 2014

Os invisíveis da 'maior democracia' do planeta

“A história da democracia estadunidense não é a história das coisas melhorando com o passar do tempo”. A afirmação é de Alexander Keyssar, professor da Universidade de Harvard que veio ao Brasil lançar seu livro O direito de voto: a controversa história da democracia nos Estados Unidos.
A imagem hegemônica é de que as restrições ficaram para trás: de início, o direito de voto era restrito a proprietários; depois, os negros não eram sujeitos de direitos democráticos; mulheres, antigamente, não podiam votar. Tudo isso passou? De acordo com Alexander, “essa história, na verdade, tem altos e baixos. Há expansões dos direitos democráticos e há contrações”, afirma.
O período atual, ainda segundo o professor, é de uma nova onda de encolhimento do direito de voto nos Estados Unidos. Como se dá esse encolhimento? Mais comumente da seguinte maneira: os estados exigem um documento com foto para votar num país que não oferece documentos nacionais. Os modelos mais frequentes de documento com foto norte-americanos são a carteira de motorista e o passaporte.
“A história da democracia estadunidense não é a história das coisas melhorando com o passar do tempo”. A afirmação é de Alexander Keyssar, professor da Universidade de Harvard que veio ao Brasil lançar seu livro O direito de voto: a controversa história da democracia nos Estados Unidos.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Medidas migratórias anunciadas por Obama evitarão a deportação de 5 mi de imigrantes

Fortemente criticado pelos republicanos, anúncio foi apoiado por grupos de defesa dos direitos civis e ativistas sobre a questão da imigração nos EUA
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou, nesta quinta-feira (20/11), ações executivas unilaterais que evitarão a deportação de cerca de cinco milhões de pessoas durante os próximos três anos.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

TST condena Seara em R$ 10 milhões por condições de trabalho em frigorífico

A JBS afirmou, em nota, que aguardará a publicação do acórdão para avaliar se entrará ou não com recurso para reverter a decisão do TST. E que a ação civil teve início em 2007, período em que a Seara Alimentos ainda não estava sob a gestão do grupo – o que veio a ocorrer, efetivamente, apenas em outubro de 2013. “Desde quando passou para a gestão da JBS, todas as unidades da Seara Alimentos receberam investimentos significativos, tendo sido implementada uma série de melhorias. Procedimentos de segurança foram adotados e todas as melhores práticas de gestão adotadas nas unidades da JBS foram também implantadas nas fábricas da Seara Alimentos'', informa a nota.
A decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região, que já havia condenado a empresa a pagar indenização por danos morais coletivos, cita uma “legião de trabalhadores afastados'', parte deles em “situação irreversível de incapacidade laboral, não tendo a empresa implementado qualquer medida preventiva a mudar este quadro”. Segundo o TRT, “restou sobejamente comprovada nos autos a conduta reprovável da ré que, ao longo de muitos anos, precariza o meio ambiente de trabalho e omite-se em adotar as normas de proteção à saúde dos trabalhadores, obtendo considerável vantagem financeira em decorrência de suas condutas, que poderiam até mesmo dar ensejo ao denominado dumping social”. De acordo com o Ministério Público do Trabalho, a ação (ACP 0183900-16-2007-5-12-0055) teve início quando trabalhadoras do frigorífico, não mais suportando o frio, buscaram se aquecer fora do posto de trabalho. A empresa teria demitido esse grupo por justa causa. A situação foi denunciada ao MPT que com o apoio do sindicato, iniciou uma investigação. Na ação movida pelo MPT, constam os seguintes depoimentos de trabalhadores: “…eles deveriam melhorar a temperatura, que está frio demais. Não é fácil para aguentar na sala de corte…” …aqui é frigorífico, mais nós não somos pinguins, pode botar três meias, mais o pé continua congelado e as mãos estão ficam dormente que não sente os dedos” …está muito frio, está um inferno…”
“Temos que reduzir o ritmo de trabalho, por que nós não somos robô, somos seres humanos.” …estou abaixo de remédio, já estou dopada de tanto tomar remédio para a dor, me ajudem” Estamos sendo torturados dentro da empresa….” …se você se sentir mal vai na enfermaria não tem médico tem que trabalhar doente, atestado de outro médico não aceita, é uma vergonha, se morrer trabalhando eles vão dizer que é psicológico também, só para não pagar os direitos para família.” Inicialmente, a sentença da 4ª Vara do Trabalho de Criciúma condenou a empresa a indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 14,6 milhões, valor aumentado pelo TRT da 12ª Região (Santa Catarina) para R$ 25 milhões. O Tribunal Superior do Trabalho reduziu a indenização para R$ 10 milhões, mantendo as obrigações sob pena de multa de R$ 100 mil reais por infração. “A decisão é um precedente importantíssimo do ponto de vista da defesa dos interesses difusos e coletivos, em nome da saúde e segurança dos trabalhadores da agroindústria. E demonstra a preocupação do Poder Judiciário trabalhista com as conhecidas más condições a que estão submetidos os empregados de frigoríficos'', afirma o procurador do trabalho Jean Voltolini, que ajuizou originalmente a ação.
A 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou, nesta quarta (19), o frigorífico Seara, hoje integrante do grupo JBS, em R$ 10 milhões por danos morais coletivos em razão do descumprimento de medidas de proteção à saúde dos trabalhadores na unidade de Forquilhinha, em Santa Catarina.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

terça-feira, 18 de novembro de 2014

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Itamaraty afirma que irá negar visto para suíço que assedia mulheres

Em nota, Itamaraty confirmou já ter elementos suficientes para negar o visto do suíço Julien Blanc, que viria ao Brasil em 2015 para palestras sobre ‘métodos de conquista’ considerados violentos e machistas. Confira o comunicado: O Ministério das Relações Exteriores instruiu suas representações diplomáticas e consulares no exterior a consultar Brasília sobre eventual pedido de visto do senhor Julian Blanc. Até o momento, não há registro de pedido de visto. Caso uma solicitação de visto seja recebida por qualquer Embaixada ou Consulado no exterior, já existem elementos suficientes que recomendam a denegação. Para tanto, o Itamaraty acompanha o assunto em coordenação com o Ministério da Justiça e a Secretaria de Políticas para as Mulheres. Um abaixo-assinado online reuniu mais de 280 mil pessoas para impedir a entrada do instrutor no Brasil. A petição denuncia os métodos divulgados por Blanc para conquistar mulheres, com uso de violência e intimidação. O curso estava agendado nas cidades de Florianópolis e Rio de Janeiro para o início do ano que vem, a um preço de R$ 2,5 mil.
Em nota, Itamaraty confirmou já ter elementos suficientes para negar o visto do suíço Julien Blanc, que viria ao Brasil em 2015 para palestras sobre ‘métodos de conquista’ considerados violentos e machistas. Confira o comunicado:

sábado, 15 de novembro de 2014

A Operação Lava Jato e o futuro do financiamento político

Não se sabe ainda quais jogadas políticas se escondem por trás da Operação Lava Jato. Se for seletiva em relação a partidos políticos, desmoraliza. O vazamento de depoimentos na véspera das eleições é uma mancha na operação.