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segunda-feira, 25 de maio de 2020

Zambelli: Moro tinha 'predileção' em investigar o PT e protegia o PSDB.

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) disse em entrevista concedida hoje ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha, do Rio Grande do Sul, que, na época em que era juiz, o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro tinha
A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) disse em entrevista concedida hoje ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha, do Rio Grande do Sul, que, na época em que era juiz, o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro tinha "predileção" por investigar o PT e protegia judicialmente o PSDB. 

sábado, 4 de abril de 2020

Procuradoria eleitoral aceita processo para extinguir o PT

Vice-procurador-geral eleitoral deu parecer favorável a um processo que pede o cancelamento do registro do PT com base em depoimentos da Lava JatoDe acordo com a coluna de Fausto Macedo, do Estadão, a ação tem como base depoimentos colhidos pela operação Lava Jato contra o partido que dariam conta de que a legenda recebeu recursos ilícitos de origem estrangeira, o que violaria o inciso I do art. 28 da Lei dos Partidos Políticos
O vice-procurador-geral eleitoral Renato Brill de Goés deu parecer favorável a um processo que pede o cancelamento do registro do Partido dos Trabalhadores – isto é, a extinção do PT.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Em prática ilegal, empresas bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp, diz Folha

Reportagem da Folha de S.Paulo revela que empresas estão comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparam uma grande operação para a próxima semana, que antecede o segundo turno. A prática é considerada ilegal, pois caracteriza doação de campanha por empresas, proibida pela legislação eleitoral, e não declarada. Segundo a reportagem, cada contrato chega a R$ 12 milhões e entre as empresas compradoras está a Havan, cujo dono faz campanha aberta em favor de Jair Bolsonaro (PSL). Ele nega, porém, que tenha feito esse tipo de contratação. Os contratos são para disparos de centenas de milhões de mensagens.
Reportagem da Folha de S.Paulo revela que empresas estão comprando pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparam uma grande operação para a próxima semana, que antecede o segundo turno.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Ex-ministro Guido Mantega é preso pela Operação Lava Jato

Mantega foi preso na 34ª fase da operação enquanto acompanhava a esposa em uma cirurgia no hospital Albert Einstein
Na manhã desta quinta-feira (22), o ex-ministro da Fazenda e do Planejamento, Guido Mantega, foi preso na 34ª fase da operação Lava Jato, da Polícia Federal. Mantega estava no hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, acompanhando a esposa em cirurgia quando foi preso.

Ao todo, a fase, intitulada “Arquivo X”, cumpre 49 ordens judiciais, divididas em 33 mandados de busca e apreensão, oito de condução coercitiva e oito de prisão temporária. Guido Mantega deve ficar preso temporariamente por cinco dias, passíveis de prorrogação por igual período.
Na manhã desta quinta-feira (22), o ex-ministro da Fazenda e do Planejamento, Guido Mantega, foi preso na 34ª fase da operação Lava Jato, da Polícia Federal.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Escândalo: o grampo foi na sala da presidenta Dilma e não no fone de Lula

É muito tarde para eu baixar o áudio aqui e os méritos são todos da minha amiga Cynara Menezes.

Ela acaba de divulgar no seu blogue, Socialista Morena, o grampo da PF que levou ao vazamento da conversa entre Lula e Dilma.dilmatelefone

Fica absolutamente claro que não era o telefone do segurança de Lula que estava grampeado, o tal Moraes, mas o de Dilma.

Mais do que isso, não dá para ter certeza se o grampo era no fone da presidenta ou na sala da presidência, o que ainda será mais grave.
É muito tarde para eu baixar o áudio aqui e os méritos são todos da minha amiga Cynara Menezes.
Ela acaba de divulgar no seu blogue, Socialista Morena, o grampo da PF que levou ao vazamento da conversa entre Lula e Dilma.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

A regra é clara: Marta Suplicy tem que perder o mandato

O PT de São Paulo, por meio de uma decisão unânime da Executiva Estadual, vai pedir que Marta Tereza Suplicy seja destituída do cargo de senadora. Marta havia formalizado o pedido de desfiliação do PT em uma carta entregue no final de abril. 
O que acontece quando alguém, eleito por um partido, desfilia-se e, depois, troca de legenda? De quem é o mandato? 
O mandato é do partido e do candidato. Em uma eleição, ambos estão unidos como num casamento. Quando alguém decide se separar, ou isso é feito de forma amigável ou é a Justiça Eleitoral quem resolve o litígio. Marta Suplicy, embora entenda bem de casamento e separação, acha que o mandato é dela e ninguém tasca. As pessoas votaram nela por causa de seus belos olhos azuis, ora bolas! Se Marta não estivesse filiada ao PT naquelas eleições de 2010, será que realmente teria sido eleita? Por que partido? Em que coligação? Com que estrutura de campanha e tempo de rádio e televisão? Com que apoios contaria? Teria ela conseguido mais votos que Netinho de Paula, do PC do B, que ficou em terceiro lugar, muito próximo de ultrapassá-la? Difícil saber. Marta finge ter certeza.
O PT de São Paulo, por meio de uma decisão unânime da Executiva Estadual, vai pedir que Marta Tereza Suplicy seja destituída do cargo de senadora. Marta havia formalizado o pedido de desfiliação do PT em uma carta entregue no final de abril. 

sábado, 18 de abril de 2015

Blogueiro antipetista recebe R$ 70 mil/mês do governo de SP

Odeio falar mal de blogueiro, mesmo quando são adversários da direita. Também não gosto de julgar ninguém. Sobretudo, sou contra linchamentos. Acho que temos de culpar a precariedade das nossas instituições e da nossa democracia, jamais o indivíduo. Mas informação é informação. E a disparidade das situações é bizarra. Para uns tudo, para outros nada. A blogosfera “suja” é acusada diuturnamente, inclusive pelo candidato Aécio Neves, que lançou acusações durante debate eleitoral, de receber dinheiro do governo federal para falar mal do PSDB.
Odeio falar mal de blogueiro, mesmo quando são adversários da direita. Também não gosto de julgar ninguém.
Sobretudo, sou contra linchamentos. Acho que temos de culpar a precariedade das nossas instituições e da nossa democracia, jamais o indivíduo.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Depois de um show de intolerância, para Dilma ouvir as ruas tem de aceitar a guilhotina

O pacto político que permitiu a Lula governar a partir 2002, se ainda não tinha morrido, foi pisoteado hoje por 200 mil pessoas na avenida Paulista — e algumas centenas de milhares em outros pontos do Brasil. Por conta da crise econômica, o jogo do ganha-ganha acabou. Trata-se agora de decidir quem paga a conta. Hoje ficou claro que o andar de cima não pretende fazê-lo. Seria temerário para o governo Dilma imaginar, no entanto, que o descontentamento se concentra apenas na classe média bombardeada pelos noticiários do Ali Kamel e leitora da revista Veja. Como já escrevemos anteriormente, Dilma e o PT perderam a batalha da comunicação. Uma derrota espetacular num campo estratégico. Por falta de planejamento, de competência e de instrumentos, não há recuperação à vista. Quando publicamos esta opinião, fomos taxados de “sombrios”.
O pacto político que permitiu a Lula governar a partir 2002, se ainda não tinha morrido, foi pisoteado hoje por 200 mil pessoas na avenida Paulista — e algumas centenas de milhares em outros pontos do Brasil. Por conta da crise econômica, o jogo do ganha-ganha acabou. Trata-se agora de decidir quem paga a conta. Hoje ficou claro que o andar de cima não pretende fazê-lo.

terça-feira, 10 de março de 2015

O PT ainda não entendeu o "antipetismo"?

Para professor da USP, autor de "A história do PT", o partido erra ao se comparar com os governos anteriores e demonizar a classe média
Dez anos depois de ter seus principais líderes envolvidos no“mensalão”, o Partido dos Trabalhadores vê mais dirigentes serem diretamente acusados na Operação Lava Jato. Apesar de a polêmica desgastar ainda mais a imagem do partido, para Lincoln Secco, professor de História da Universidade de São Paulo e autor do livro A história do PT, o grande problema do partido é a base cada vez maior do antipetismo, crescente principalmente entre as classes médias. “[Esse sentimento está] traduzido pelo discurso anticorrupção, ‘antiaparelhismo’ do Estado, por mais que sejam noções que se aplicam também a governo anteriores. Mas não basta o PT dizer isso porque o partido já está no poder há 13 anos”. 
Em entrevista a CartaCapital, Secco explica como o modelo de gestão petista, baseado no pacto de conciliação de classes, “deixou uma margem de manobra crítica para os setores médios”. “O erro do PT é esse. O partido jamais quis acirrar a luta de classes, mas o modelo de governo que ele constituiu, que elevou uma parte das classes pobres socialmente, acirraria inevitavelmente a luta de classes”.
Dez anos depois de ter seus principais líderes envolvidos no“mensalão”, o Partido dos Trabalhadores vê mais dirigentes serem diretamente acusados na Operação Lava Jato.

sábado, 15 de novembro de 2014

A Operação Lava Jato e o futuro do financiamento político

Não se sabe ainda quais jogadas políticas se escondem por trás da Operação Lava Jato. Se for seletiva em relação a partidos políticos, desmoraliza. O vazamento de depoimentos na véspera das eleições é uma mancha na operação.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Passeata de FHC teve gritos de "viva a PM" e xingamentos contra Chico Buarque

Tentativa tucana de reeditar protestos de junho de 2013 fracassa. Ato pró-Aécio atraiu cinco mil pessoas em São Paulo, entre os quais o filho de Jair Bolsonaro e a cantora Wanessa Camargo [que cantou o hino nacional]

Intitulado “Vem pra Rua” – uma referência aos protestos de junho de 2013 –, o ato convocado por lideranças do PSDB para a candidatura de Aécio Neves só conseguiu mobilizar cinco mil pessoas [projeção da PM] em São Paulo. Aos gritos de “Adeus PT”, “Fora Dilma” e “muda Brasil”, militantes se juntaram no Largo da Batata, em Pinheiros, e se dispersaram na avenida Faria Lima. Jornalistas do portal UOL, Guilherme Balza e Márcio Neves estiveram no ato e descreveram o que testemunharam. Leia a seguir: Com Ronaldo e FHC, ato pró-Aécio tem “viva a PM” e “Dilma terrorista” A quatro dias do segundo turno das eleições 2014, simpatizantes do candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) realizaram uma passeata na avenida Brigadeiro Faria Lima, zona oeste de São Paulo, na noite desta quarta-feira (22). De cima do carro de som, o deputado federal Paulinho da Força (SD), que apoiou candidatos petistas em eleições anteriores, puxava os gritos de “fora, PT”. Ao lado dele estavam o ex-jogador Ronaldo, a cantora Wanessa Camargo, o humorista Juca Chaves e o vereador Floriano Pesaro (PSDB), única liderança tucana em cima do carro de som ao longo do percurso. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso apareceu durante a concentração, no largo da Batata, mas não continuou no ato. Segundo estimativa da Polícia Militar, cerca de 1.000 pessoas participaram do ato, que começou por volta das 18h. Alguns policiais que acompanharam o evento na rua falaram em 5.000 participantes.
Já Milton Flávio, presidente do PSDB paulistano, disse acreditar que cerca de 20 mil militantes estiveram no evento, que, segundo ele, não foi organizado pelo partido. “Um ato convocado pela sociedade civil, que não tem ligação com nenhum partido, mas que reuniu todos aqueles que clamam por uma mudança e pedem que o Brasil volte a ser o que era.” Marcha anticomunista O repertório de xingamentos a Dilma Rousseff (PT), ao PT e a símbolos da esquerda foi vasto. “Dilma terrorista!” / “Ei, ebola, leva a Dilma embora” / “Ai que maravilha, a Dilma vai pra Cuba e o Aécio pra Brasília”. Sobrou também para o compositor Chico Buarque, apoiador da candidata petista. “Chico Buarque, vai cantar Geni na m*”. A preocupação com o comunismo permeou todo o ato: “A nossa bandeira jamais será vermelha”, gritavam os mais exaltados. Um cartaz com os dizeres “Viva a liberdade! Fora o comunismo!” foi afixado na frente do carro de som que levava as celebridades. Os simpatizantes do tucano também fizeram uma versão de “Pra não dizer que não falei de flores”, de Geraldo Vandré, hino da resistência à ditadura militar. “Dilma vai embora que o Brasil não quer você / aproveita e leva embora os vagabundos do PT.
Intitulado “Vem pra Rua” – uma referência aos protestos de junho de 2013 –, o ato convocado por lideranças do PSDB para a candidatura de Aécio Neves só conseguiu mobilizar cinco mil pessoas [projeção da PM] em São Paulo.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Globo desmente Aécio sobre o irmão de Dilma

No debate de ontem, Aécio fez alguns rodeios retóricos, quase constrangidos, para falar mal do irmão de Dilma Rousseff. Ele sabia que estava dizendo uma mentira grotesca. Eu nem lembrava que Dilma tinha um irmão, então até levei um susto. Aécio tentava, desesperadamente, justificar seu nepotismo descarado. Empregou primos, tios e a irmã no governo de Minas. Perdão, a irmã não. A irmã fazia trabalho voluntário… Controlava centenas de milhões de reais, dando dinheiro apenas para rádios e jornais amigos, inclusive para a própria rádio dela e do irmão. Mas era voluntário… (risos na platéia) Voltando ao irmão da Dilma, o tucano acusou de ter sido assessor de Fernando Pimentel e nunca ter trabalhado. Mentira.
Aécio Neves parte para a baixaria e depois vem chorar dizendo que está sendo atacado. O mesmo vitimismo hipócrita de uma outra candidata que passou.
No debate de ontem, Aécio fez alguns rodeios retóricos, quase constrangidos, para falar mal do irmão de Dilma Rousseff.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Lula mira mídia e PSB em 2015

Ganhe quem ganhe a eleição, ex-presidente exercerá liderança e será perspectiva de poder desde o início do próximo governo
Lula mira mídia e PSB em 2015
O país ainda tinha ilusões com a seleção na Copa e talvez por isso não se tenha dado muito atenção a uma entrevista que o ex-presidente Lula concedeu no fim de junho ao SBT.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Protesto contra Lula e PT reúne 20 pessoas na avenida Paulista





Uma manifestação contra o ex-presidente Lula e o PT reuniu 20 pessoas na avenida Paulista, em frente ao Masp (Museu de Arte de São Paulo), na tarde deste domingo (13) em São Paulo.
O encontro, marcado via redes sociais, tinha como um dos lemas "Mexeu com o Brasil, mexeu comigo. Por um Brasil sem LULA/PT" e associava Lula ao processo do mensalão.
Os manifestantes entoavam gritos e seguravam faixas contra o partido e o ex-presidente Lula.
O professor Antonio da Silva Ortega, 60, dizia ter nojo do PT. "Estou aqui porque não quero que o Brasil vire uma Venezuela ou Cuba, mas não sou de nenhum partido."
A professora aposentada Miriam Tebet veio de Ribeirão Preto para a manifestação. Descrevendo-se como "PTfóbica", afirmava no início do evento que mais pessoas poderiam comparecer. "Mas não esqueço o país em que vivo", completou.
Cerca de 1.800 pessoas haviam confirmado presença no protesto no Facebook. A "OCC - Organização de Combate à Corrupção" foi uma das principais organizadoras do evento.
A psicóloga Marta Abdo, 55, passava pelo local e disse estranhar a "timidez" dos manifestantes. "Parece meia dúzia de pessoas paradas, sem organização alguma."
A auxiliar de almoxarifado Ângela Pires da Silva, 25, afirmou que "achava engraçado aquele pessoal parado".
Já o aposentado Carim Facuri, 61, disse que via no protesto "uma bela surpresa a favor da honestidade".
O vendedor de artesanato Antonio José da Silva, 48, dizia acreditar que o protesto fora organizado por algum partido antiPT.

Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: A Folha de São Paulo.