Não é segredo que o mentor e líder daquela que é uma das mais importantes bandas dos últimos 50 anos sempre foi um apoiante dos palestinianos, acusando em inúmeras ocasiões o Estado israelita de cometer atrocidades num território ocupado que não é o seu. Depois de sinalizar no Twitter um novo ataque das Forças Armadas de Israel contra um grupo que apoia os palestinianos, Roger Waters anunciou uma reunião com David Gilmour e Nick Mason, cinco anos depois do último concerto dos Pink Floyd. Poderá tratar-se de um concerto?
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sexta-feira, 7 de outubro de 2016
terça-feira, 13 de outubro de 2015
terça-feira, 30 de junho de 2015
Governo israelense quer alimentar à força prisioneiros palestinos em greve de fome
sábado, 28 de março de 2015
Presidente do Iêmen diz que houthis são ‘marionetes do Irã’ e pede prosseguimento de ofensiva árabe no país
O mandatário, que fugiu de barco do país na última quarta-feira, pediu a iemenitas que 'resistam com coragem e saiam às ruas para expressarem sua vontade livremente'
O presidente iemenita, Abdo Rabbo Mansour Hadi, disse neste sábado (28 de março) que os houthis, grupo xiita que tomou o poder do país em fevereiro, são “marionetes do Irã” e pediu que os ataques da coalizão árabe no país continuem até que eles se rendam.
terça-feira, 17 de março de 2015
Em dia de eleições gerais, campanha incentiva que israelenses doem votos para palestinos
ONG localiza cidadãos de Israel dispostos a abrir mão do direito político e entrega decisão a pessoa palestina, que escolhe qual será o nome depositado na urna
Na medida em que cidadãos israelenses vão às urnas nesta terça-feira (17/02), colonos judeus de Jerusalém Oriental e de outras partes da Cisjordânia ocupada também irão votar — ao contrário de seus vizinhos palestinos que moram até mesmo na rua ao lado.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Ban Ki-moon aconselha israelenses e palestinos a se afastarem do precipício
Secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon aconselhou hoje (24) israelenses e palestinos a “se afastarem do precipício” e regressarem à mesa de negociações, antes que seja tarde demais.
sábado, 27 de setembro de 2014
Imprensa mentiu sobre guerra ao terrorismo
Na longa entrevista que deu aos blogueiros, na tarde desta sexta-feira, a presidenta Dilma fez uma observação que me deixou intrigado.
Ao acusar a imprensa de ter distorcido integralmente o seu discurso na ONU, ela explicou que não defendeu, obviamente, nenhum “diálogo” com nenhuma organização terrorista.
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
De insanidade, basta a dos terroristas do “Estado Islâmico”
Qualquer pessoa de bom senso sabe que não é por falta de bomba que Afeganistão, Iraque, Líbia, Síria, Líbano, Iêmem e uma série de nações árabes estão mergulhadas em conflitos sectários.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Ataques de EUA e aliados contra Estado Islâmico deixam pelo menos 50 mortos na Síria
Aviões da coalizão internacional liderada por Washington atingiram mais de 40 posições dos jihadistas; Damasco foi informado da ação previamente
Pelo menos cinquenta pessoas morreram nesta terça-feira (23/09) após serem atingidas pelos bombardeios da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos na Síria. Os ataques direcionados contra posições do EI (Estado Islâmico) aconteceram nas províncias de Al Raqqah - local de maior concentracão dos jihadistas -, Deir ez Zor, Al Hasaka e Aleppo, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Quem é o rapper britânico que virou jihadista e é suspeito de ter decapitado o jornalista americano
Um ex-rapper lutando com o Estado Islâmico na Síria é um dos jihadistas britânicos sob investigação após a decapitação de James Foley.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
EUA financiaram Estado Islâmico e agora querem dizimá-los
Documentos vazados do Wikileaks revelam que EUA armaram grupos radicais islâmicos. Bashar al-Assad tentou se aproximar de Washington em 2010 para conter a Al-Qaeda e o ISIS, mas Obama continuou financiando seus opositores
Os Estados Unidos se recusaram a ajudar o governo da Síria a combater grupos radicais islâmicos como a Al-Qaeda e o ISIS (Exército Islâmico do Iraque e da Síria, que recentemente mudou de nome para Estado Islâmico).
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Roger Waters, ex-Pink Floyd, não toca em Israel — e não quer que ninguém mais toque lá
Roger Waters, o ex-baixista do Pink Floyd, é hoje o último roqueiro ativista importante numa turma dominada por gatos gordos ex-alcoólatras com implantes de cabelo fazendo turnês para sustentar filhos ilegítimos.
terça-feira, 29 de julho de 2014
Javier Bardem escreve carta contra a covardia de Israel
“É vergonhosa a postura ocidental de permitir o genocídio em Gaza. É uma guerra de extermínio contra um povo sem meios”. Leia abaixo a íntegra da carta publicada pelo ator Javier Bardem, vencedor do Oscar por “Onde os fracos não têm vez”
domingo, 27 de julho de 2014
Veja defende o assassino e condena o Itamaraty
Veja adota posições cada vez mais extremistas e se alinha abertamente ao assassino. Revista sai em defesa do carniceiro Benjamin Netanyahu, que foi responsável pela morte de mais de mil pessoas nos últimos dias e capaz de bombardear até um hospital e uma escola das Nações Unidas
Responsável pelo primeiro voto, em 1947, pela criação de Israel, o Brasil sempre foi um aliado da causa judaica. No entanto, a política externa do Itamaraty também sempre foi pautada pela defesa dos direitos humanos.
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
ONU condena demolições de casas palestinas por Israel na véspera de natal
Notícia foi revelada no mesmo dia que "canal secreto" de comunicação entre Netanyahu e Abbas foi descoberto
Cerca de 68 pessoas perderam suas casas na véspera de natal
A ONU (Organização das Nações Unidas) condenou a demolição de habitações palestinas na Cisjordânia por Israel na noite de natal, pedindo a suspensão imediata das atividades. Cerca de 68 pessoas perderam suas residências.
"A UNRWA (A agência da ONU de ajuda aos refugiados palestinos) condena as últimas demolições na Cisjordânia, as mais recentes na véspera do Natal", afirmou em um comunicado, Chris Gunness, porta-voz da entidade. Até agora, pelo menos 1.103 palestinos foram desalojados em 2013 por estas demolições, "que violam o direito internacional", de 663 construções, entre elas, 250 casas, na Cisjordânia e Jerusalém oriental", afirma a ONU em nota oficial.
Como consequência, a UNRWA "pede a Israel que ponha fim, imediatamente, as demolições administrativas", informa o comunicado.
Canal secreto entre Israel e Palestina
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente palestino, Mahmoud Abbas, têm há anos um canal secreto de diálogo por meio de um empresário palestino que reside em Londres.
Esta via alternativa de comunicação foi estabelecida quando Netanyahu chegou ao poder em 2009, informou nesta quinta-feira (26/12) o jornal israelense Yedioth Ahronoth, ressaltando que perdeu força desde que as partes começaram a falar diretamente, em julho passado, ao redor da mesa de negociações.
Segundo o jornal, nos últimos anos o assessor e homem de confiança de Netanyahu, o advogado Itzjak Moljo, costumava viajar de vez em quando a Londres para abordar questões de interesse mútuo com um interlocutor palestino e homem de confiança do presidente Abbas.
Este tipo de canal informal de diálogo - conhecido no jargão diplomático como "backchannel"- serviu para resolver problemas que preocupavam ambas partes e teve grande importância na legislatura anterior de Netanyahu.
"Tinha três objetivos: resolver problemas diários no terreno, abrir caminho para um possível acordo político, e convencer a outra parte do interesse em retomar as negociações de paz", segundo o "Yedioth".
(*) Com informações da Agência EFE, AFP e RT
Fonte: Opera Mundi
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Manobras, boicote e falsificação no Fórum Social Mundial Palestina Livre
Com o clima de resistência em cada olhar, apoiadores da causa palestina de todo o mundo participaram do Fórum Social Mundial Palestina Livre (FSMPL) entre os dias 28 de novembro e 1º de dezembro. Os militantes da Esquerda Marxista (corrente do PT e seção brasileira da Corrente Marxista Internacional –www.marxist.com) intervieram no evento junto com a União Democrática das Entidades Palestinas do Brasil (UDEP) e o Movimento Palestina para Todos (Mopat).
O Fórum foi aberto com a marcha dos movimentos sociais, que reuniu milhares de pessoas nas ruas do Centro de Porto Alegre. Cerca de 300 debates aconteceram espalhados pela cidade. A logística desagregava ao invés de integrar os participantes.
A realização do Fórum enfrentou várias dificuldades, segundo um dos membros da comissão organizadora, Abdel Howas, que é da Sociedade Palestina de Santa Maria e da UDEP. “A discussão sobre a liberdade da Palestina não aconteceu da forma como era para ser”, explica. Em outubro o embaixador de Israel, Rafael Eldad, e o presidente da Federação Israelita (FIRS), Jarbas Milititsky, vieram ao Brasil para pressionar o cancelamento do evento.
Abdel relata que também houve problemas internos ao comitê organizador. “Tínhamos mais de 100 palestrantes para trazer do mundo. Mas a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal) articularam para esvaziar este fórum e a vinda dessas pessoas.” Ele afirma que, quando essas organizações não conseguiram passar suas posições sobre o que fazer, começaram a boicotar a própria realização do FSM. “O resultado foi um evento desorganizado, pulverizado e que desfavorece o debate democrático”.
A Esquerda Marxista participou com delegações de Recife, São Paulo, Joinville e Florianópolis. Na oportunidade, foi lançada a brochura “Palestina Livre”. A faixa estendida pelos marxistas na entrada do Gasômetro explicava sua posição: “Por um Estado único, laico e democrático sobre toda a Palestina histórica! Pelo Direito de Retorno de todos os Refugiados Palestinos”. Esta proposta para o conflito rivalizou com a tese da criação de um Estado da Palestina ao lado do Estado de Israel defendida pela Fepal e setores da CUT.
Na mesa do debate, que reuniu dois temas, “Um Estado democrático" e "O desrespeito ao direito internacional na questão palestina”, os palestrantes Ramadan Ali e Serge Goulart (este último, dirigente da Esquerda Marxista) contextualizaram os conflitos na região com o desenvolvimento do sionismo. Afirmaram que o inimigo dos palestinos é o Estado sionista de Israel e não os judeus.
“A criação de dois Estados não é possível, pois o sionismo continuará em Israel”, disse Serge Goulart ao público, “mas isso não quer dizer que não possa haver um Estado fantoche. Ele servirá apenas para os sionistas ganharem tempo enquanto continuam o massacre.”
O debate de fato no Fórum era este: De um lado, a UDEP e várias entidades palestinas, junto com o MST, sindicatos e organizações de esquerda, como a Esquerda Marxista, defendiam a posição histórica contra a existência do Estado de Israel e o direito de retorno de todos os 6 milhões de refugiados palestinos. De outro lado, representantes do Governo Brasileiro, da Autoridade Palestina, setores da CUT e a FEPAL (leia-se, PCdoB) defendiam “Estado Palestino Já!”, que na prática significa reconhecer como legítimo o Estado Sionista de Israel e estabelecer um Estado Palestino títere ao seu lado, completamente submisso política e militarmente, ocupando apenas 18% do território histórico da Palestina. Ou seja: não resolve nenhum dos problemas dos palestinos, além de inviabilizar completamente o retorno dos refugiados às suas casas, das quais foram expulsos desde 1948.
Na Assembleia Geral dos Movimentos Sociais que encerrou o Fórum, manobras por parte de dirigentes da CUT, da FEPAL e do Governo Brasileiro, levaram o MST e outras entidades a se retirar (leia abaixo carta-denúncia do MST). Em nome do Mopat, o camarada Caio Dezorzi, da Esquerda Marxista, teve 2 minutos para falar: “Se este Fórum Social Mundial Palestina Livre quer fazer jus ao nome que leva, se de fato quer uma Palestina Livre, então deve expressar em sua declaração final, de maneira clara e objetiva, que repudia a existência do Estado de Israel. E para ser coerente com isso, não pode reivindicar um ‘Estado Palestino Já’ aceitando que o Estado religioso-sionista de Israel permaneça. Só um Estado único, laico e democrático sobre todo o território histórico da Palestina permitirá que todos possam conviver com direitos iguais, independente de sua religião ou origem. Só um Estado como esse garantirá o direito de retorno de todos os palestinos refugiados.”
Apesar desta fala expor claramente a falta de consenso entre os membros participantes do Fórum, os setores que detinham o controle econômico do Fórum manobraram para que aparecesse como “posição consensual” a política defendida por eles, que é a linha defendida por setores do Imperialismo e do Sionismo, de dois Estados.
Ao final do evento um golpe
Abaixo segue a nota do MST que denuncia um golpe dado contra os palestinos por setores da CUT e CTB, governo e outros órgãos que romperam o acordo realizado para a elaboração da declaração final do FSM Palestina Livre e divulgaram um documento que não corresponde ao que havia sido produzido em acordo com os organizadores do evento.
Uma vez mais a política de conciliação de classes confirma-se como nociva e desagregadora. Esta acaba por dar sustentação à defesa incondicional do governo Dilma e à sua política internacional de colaboração com o imperialismo, que está na origem do golpe ao que seria a declaração final do evento.
Repudiamos e condenamos esse golpe, nossa solidariedade aos camaradas palestinos! Por um único estado laico e democrático em todo o território histórico da Palestina
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Blog Esquerda Marxista
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