Siga a gente aqui!

Mostrando postagens com marcador Palestina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Palestina. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Pró-Esia - Fábrica de Versos...Pink Floyd juntos cinco anos depois em nome da Palestina

Não é segredo que o mentor e líder daquela que é uma das mais importantes bandas dos últimos 50 anos sempre foi um apoiante dos palestinianos, acusando em inúmeras ocasiões o Estado israelita de cometer atrocidades num território ocupado que não é o seu. Depois de sinalizar no Twitter um novo ataque das Forças Armadas de Israel contra um grupo que apoia os palestinianos, Roger Waters anunciou uma reunião com David Gilmour e Nick Mason, cinco anos depois do último concerto dos Pink Floyd. Poderá tratar-se de um concerto?
Roger Waters, David Gilmour e Nick Mason são os membros ainda vivos e em relativa actividade dos Pink Floyd. A última vez que tocaram juntos foi em 2011, na O2 Arena de Londres. Cinco anos depois, poderemos estar prestes a vê-los de novo. E porquê? Pela causa palestiniana.

A história começou há pouco menos de um mês, a 14 de setembro, quando uma flotilha composta por mulheres zarpou de Barcelona, em Espanha, rumo à Faixa de Gaza, em mais uma iniciativa da Coligação Internacional da Flotilha da Liberdade.

A campanha “Mulheres Rumo a Gaza” procurava – como outras já o tentarem com resultados trágicos – levar ajuda humanitária aos palestinianos e romper o bloqueio israelita à Faixa de Gaza de há mais de uma década. A bordo estavam 13 mulheres, incluindo a Nobel da Paz Mairead Maguire, quando esta quarta-feira foram interceptadas pela Marinha de Israel.
Roger Waters, David Gilmour e Nick Mason são os membros ainda vivos e em relativa actividade dos Pink Floyd.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Em meio à onda de violência, palestinos de Gaza derrubam cerca na fronteira e entram em Israel

Ao menos dois palestinos foram mortos hoje e três esfaqueamentos foram registrados nas últimas horas; neste mês, 30 morreram por conta de confrontosDezenas de palestinos quebraram uma cerca na divisa entre a Faixa de Gaza e Israel e entraram no território israelense nesta segunda-feira (12/10). De acordo com testemunhas, por volta de 40 palestinos se encontravam no local e atravessaram a cerca após derrubá-la.
Para conter a entrada de palestinos, as forças de segurança de Israel responderam com tiros para o alto e bombas de gás lacrimogêneo. Os palestinos que haviam entrado permaneceram em solo israelense por aproximadamente uma hora e meia. Dois foram detidos pela polícia israelense.
Dezenas de palestinos quebraram uma cerca na divisa entre a Faixa de Gaza e Israel e entraram no território israelense nesta segunda-feira (12/10).

terça-feira, 30 de junho de 2015

Governo israelense quer alimentar à força prisioneiros palestinos em greve de fome

Para ministro de Segurança Publica, greve de fome é "atentado suicida" contra Israel; "não permitiremos que os prisioneiros morram em nossas cadeias", disse
Israel quer permitir que autoridades penitenciárias alimentem à força prisioneiros em greve de fome.

sábado, 28 de março de 2015

Presidente do Iêmen diz que houthis são ‘marionetes do Irã’ e pede prosseguimento de ofensiva árabe no país

O mandatário, que fugiu de barco do país na última quarta-feira, pediu a iemenitas que 'resistam com coragem e saiam às ruas para expressarem sua vontade livremente'
O presidente iemenita, Abdo Rabbo Mansour Hadi, disse neste sábado (28 de março) que os houthis, grupo xiita que tomou o poder do país em fevereiro, são “marionetes do Irã” e pediu que os ataques da coalizão árabe no país continuem até que eles se rendam. Hadi fez as declarações durante discurso na cúpula da Liga Árabe realizada em Cairo, no Egito, que está sendo realizada entre hoje e amanhã (29 de março) e cujo foco está sendo a situação no país. O presidente declarou que os houthis
O presidente iemenita, Abdo Rabbo Mansour Hadi, disse neste sábado (28 de março) que os houthis, grupo xiita que tomou o poder do país em fevereiro, são “marionetes do Irã” e pediu que os ataques da coalizão árabe no país continuem até que eles se rendam.

terça-feira, 17 de março de 2015

Em dia de eleições gerais, campanha incentiva que israelenses doem votos para palestinos

ONG localiza cidadãos de Israel dispostos a abrir mão do direito político e entrega decisão a pessoa palestina, que escolhe qual será o nome depositado na urnaNa medida em que cidadãos israelenses vão às urnas nesta terça-feira (17/02), colonos judeus de Jerusalém Oriental e de outras partes da Cisjordânia ocupada também irão votar — ao contrário de seus vizinhos palestinos que moram até mesmo na rua ao lado.
Na contramão desse sistema semelhante ao apartheid, dezenas de israelenses anunciaram nos últimos dias que irão doar seus votos para a população que vive nos territórios palestinos sob ocupação israelense.
Na medida em que cidadãos israelenses vão às urnas nesta terça-feira (17/02), colonos judeus de Jerusalém Oriental e de outras partes da Cisjordânia ocupada também irão votar — ao contrário de seus vizinhos palestinos que moram até mesmo na rua ao lado.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Ban Ki-moon aconselha israelenses e palestinos a se afastarem do precipício

Secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon aconselhou hoje (24) israelenses e palestinos a “se afastarem do precipício” e regressarem à mesa de negociações, antes que seja tarde demais. “Os povos israelenses e palestinos partilham um destino comum em terra comum. Está fora de questão suprimir uns ou outros”, ressaltou Ban Ki-moon em discurso para um comitê da ONU sobre direitos dos palestinos.
Ele apelou a “todas as partes para que se afastem do precipício e encontrem o caminho da paz, antes que faltem esperança e tempo”. As afirmações são uma tentativa de conter o aumento da violência nas últimas semanas, principalmente em Jerusalém-Leste.
A ausência de perspetivas para a paz e a continuação da colonização por parte de Israel reduzem as esperanças de uma solução da ONU, na qual Israel e um novo Estado palestino poderiam coexistir.
Secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon aconselhou hoje (24) israelenses e palestinos a “se afastarem do precipício” e regressarem à mesa de negociações, antes que seja tarde demais.

sábado, 27 de setembro de 2014

Imprensa mentiu sobre guerra ao terrorismo

Na longa entrevista que deu aos blogueiros, na tarde desta sexta-feira, a presidenta Dilma fez uma observação que me deixou intrigado.
Ao acusar a imprensa de ter distorcido integralmente o seu discurso na ONU, ela explicou que não defendeu, obviamente, nenhum “diálogo” com nenhuma organização terrorista. Em seu pronunciamento, Dilma disse o óbvio: mais bombardeios não resolverão nada.
Na entrevista, a presidenta alertou que a mídia brasileira divulgou uma mentira. A mídia deu a entender que Dilma estava se posicionando contra a decisão do Conselho de Segurança da ONU, e que este havia aprovado ataques aéreos às bases do Isis, sigla do Estado Islâmico.
Na longa entrevista que deu aos blogueiros, na tarde desta sexta-feira, a presidenta Dilma fez uma observação que me deixou intrigado.
Ao acusar a imprensa de ter distorcido integralmente o seu discurso na ONU, ela explicou que não defendeu, obviamente, nenhum “diálogo” com nenhuma organização terrorista.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

De insanidade, basta a dos terroristas do “Estado Islâmico”

Qualquer pessoa de bom senso sabe que não é por falta de bomba que Afeganistão, Iraque, Líbia, Síria, Líbano, Iêmem e uma série de nações árabes estão mergulhadas em conflitos sectários.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Ataques de EUA e aliados contra Estado Islâmico deixam pelo menos 50 mortos na Síria

Aviões da coalizão internacional liderada por Washington atingiram mais de 40 posições dos jihadistas; Damasco foi informado da ação previamentePelo menos cinquenta pessoas morreram nesta terça-feira (23/09) após serem atingidas pelos bombardeios da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos na Síria. Os ataques direcionados contra posições do EI (Estado Islâmico) aconteceram nas províncias de Al Raqqah - local de maior concentracão dos jihadistas -, Deir ez Zor, Al Hasaka e Aleppo, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos. De acordo com informações da Agência Efe, as vítimas são em sua maioria membros da Frente al Nusra, braço da Al Qaeda na Síria. Os EUA, no entanto, anunciaram que a ofensiva internacional teria como alvo apenas o EI, sem nomear a Frente al Nusra. O governo sírio foi informado com antecedência sobre a operação. Damasco confirmou hoje que apoia e
Pelo menos cinquenta pessoas morreram nesta terça-feira (23/09) após serem atingidas pelos bombardeios da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos na Síria. Os ataques direcionados contra posições do EI (Estado Islâmico) aconteceram nas províncias de Al Raqqah - local de maior concentracão dos jihadistas -, Deir ez Zor, Al Hasaka e Aleppo, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

terça-feira, 12 de agosto de 2014

EUA financiaram Estado Islâmico e agora querem dizimá-los

EUA financiaram Estado Islâmico e agora querem dizimá-los

Documentos vazados do Wikileaks revelam que EUA armaram grupos radicais islâmicos. Bashar al-Assad tentou se aproximar de Washington em 2010 para conter a Al-Qaeda e o ISIS, mas Obama continuou financiando seus opositores

Os Estados Unidos se recusaram a ajudar o governo da Síria a combater grupos radicais islâmicos como a Al-Qaeda e o ISIS (Exército Islâmico do Iraque e da Síria, que recentemente mudou de nomepara Estado Islâmico).

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Roger Waters, ex-Pink Floyd, não toca em Israel — e não quer que ninguém mais toque lá

Roger Waters, ex-Pink Floyd, não toca em Israel — e não quer que ninguém mais toque lá
Roger Waters, o ex-baixista do Pink Floyd, é hoje o último roqueiro ativista importante numa turma dominada por gatos gordos ex-alcoólatras com implantes de cabelo fazendo turnês para sustentar filhos ilegítimos. 

terça-feira, 29 de julho de 2014

Javier Bardem escreve carta contra a covardia de Israel

Javier Bardem escreve carta contra a covardia de Israel

“É vergonhosa a postura ocidental de permitir o genocídio em Gaza. É uma guerra de extermínio contra um povo sem meios”. Leia abaixo a íntegra da carta publicada pelo ator Javier Bardem, vencedor do Oscar por “Onde os fracos não têm vez”

domingo, 27 de julho de 2014

Veja defende o assassino e condena o Itamaraty

Veja adota posições cada vez mais extremistas e se alinha abertamente ao assassino. Revista sai em defesa do carniceiro Benjamin Netanyahu, que foi responsável pela morte de mais de mil pessoas nos últimos dias e capaz de bombardear até um hospital e uma escola das Nações Unidas

Veja defende o assassino e condena o Itamaraty
Responsável pelo primeiro voto, em 1947, pela criação de Israel, o Brasil sempre foi um aliado da causa judaica. No entanto, a política externa do Itamaraty também sempre foi pautada pela defesa dos direitos humanos.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

ONU condena demolições de casas palestinas por Israel na véspera de natal

Notícia foi revelada no mesmo dia que "canal secreto" de comunicação entre Netanyahu e Abbas foi descoberto

Cerca de 68 pessoas perderam suas casas na véspera de natal

A ONU (Organização das Nações Unidas) condenou a demolição de habitações palestinas na Cisjordânia por Israel na noite de natal, pedindo a suspensão imediata das atividades. Cerca de 68 pessoas perderam suas residências.

"A UNRWA (A agência da ONU de ajuda aos refugiados palestinos) condena as últimas demolições na Cisjordânia, as mais recentes na véspera do Natal", afirmou em um comunicado, Chris Gunness, porta-voz da entidade. Até agora, pelo menos 1.103 palestinos foram desalojados em 2013 por estas demolições, "que violam o direito internacional", de 663 construções, entre elas, 250 casas, na Cisjordânia e Jerusalém oriental", afirma a ONU em nota oficial.

Como consequência, a UNRWA "pede a Israel que ponha fim, imediatamente, as demolições administrativas", informa o comunicado.

Canal secreto entre Israel e Palestina

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente palestino, Mahmoud Abbas, têm há anos um canal secreto de diálogo por meio de um empresário palestino que reside em Londres.

Esta via alternativa de comunicação foi estabelecida quando Netanyahu chegou ao poder em 2009, informou nesta quinta-feira (26/12) o jornal israelense Yedioth Ahronoth, ressaltando que perdeu força desde que as partes começaram a falar diretamente, em julho passado, ao redor da mesa de negociações.
Segundo o jornal, nos últimos anos o assessor e homem de confiança de Netanyahu, o advogado Itzjak Moljo, costumava viajar de vez em quando a Londres para abordar questões de interesse mútuo com um interlocutor palestino e homem de confiança do presidente Abbas.

Este tipo de canal informal de diálogo - conhecido no jargão diplomático como "backchannel"- serviu para resolver problemas que preocupavam ambas partes e teve grande importância na legislatura anterior de Netanyahu.

"Tinha três objetivos: resolver problemas diários no terreno, abrir caminho para um possível acordo político, e convencer a outra parte do interesse em retomar as negociações de paz", segundo o "Yedioth".

(*) Com informações da Agência EFE, AFP e RT
Fonte: Opera Mundi

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Manobras, boicote e falsificação no Fórum Social Mundial Palestina Livre


Com o clima de resistência em cada olhar, apoiadores da causa palestina de todo o mundo participaram do Fórum Social Mundial Palestina Livre (FSMPL) entre os dias 28 de novembro e 1º de dezembro. Os militantes da Esquerda Marxista (corrente do PT e seção brasileira da Corrente Marxista Internacional –www.marxist.com) intervieram no evento junto com a União Democrática das Entidades Palestinas do Brasil (UDEP) e o Movimento Palestina para Todos (Mopat).
O Fórum foi aberto com a marcha dos movimentos sociais, que reuniu milhares de pessoas nas ruas do Centro de Porto Alegre. Cerca de 300 debates aconteceram espalhados pela cidade. A logística desagregava ao invés de integrar os participantes.
A realização do Fórum enfrentou várias dificuldades, segundo um dos membros da comissão organizadora, Abdel Howas, que é da Sociedade Palestina de Santa Maria e da UDEP. “A discussão sobre a liberdade da Palestina não aconteceu da forma como era para ser”, explica. Em outubro o embaixador de Israel, Rafael Eldad, e o presidente da Federação Israelita (FIRS), Jarbas Milititsky, vieram ao Brasil para pressionar o cancelamento do evento.
Abdel relata que também houve problemas internos ao comitê organizador. “Tínhamos mais de 100 palestrantes para trazer do mundo. Mas a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal) articularam para esvaziar este fórum e a vinda dessas pessoas.” Ele afirma que, quando essas organizações não conseguiram passar suas posições sobre o que fazer, começaram a boicotar a própria realização do FSM. “O resultado foi um evento desorganizado, pulverizado e que desfavorece o debate democrático”.
A Esquerda Marxista participou com delegações de Recife, São Paulo, Joinville e Florianópolis. Na oportunidade, foi lançada a brochura “Palestina Livre”. A faixa estendida pelos marxistas na entrada do Gasômetro explicava sua posição: “Por um Estado único, laico e democrático sobre toda a Palestina histórica! Pelo Direito de Retorno de todos os Refugiados Palestinos”. Esta proposta para o conflito rivalizou com a tese da criação de um Estado da Palestina ao lado do Estado de Israel defendida pela Fepal e setores da CUT.
Na mesa do debate, que reuniu dois temas, “Um Estado democrático" e "O desrespeito ao direito internacional na questão palestina”, os palestrantes Ramadan Ali e Serge Goulart (este último, dirigente da Esquerda Marxista) contextualizaram os conflitos na região com o desenvolvimento do sionismo. Afirmaram que o inimigo dos palestinos é o Estado sionista de Israel e não os judeus.
“A criação de dois Estados não é possível, pois o sionismo continuará em Israel”, disse Serge Goulart ao público, “mas isso não quer dizer que não possa haver um Estado fantoche. Ele servirá apenas para os sionistas ganharem tempo enquanto continuam o massacre.”
O debate de fato no Fórum era este: De um lado, a UDEP e várias entidades palestinas, junto com o MST, sindicatos e organizações de esquerda, como a Esquerda Marxista, defendiam a posição histórica contra a existência do Estado de Israel e o direito de retorno de todos os 6 milhões de refugiados palestinos. De outro lado, representantes do Governo Brasileiro, da Autoridade Palestina, setores da CUT e a FEPAL (leia-se, PCdoB) defendiam “Estado Palestino Já!”, que na prática significa reconhecer como legítimo o Estado Sionista de Israel e estabelecer um Estado Palestino títere ao seu lado, completamente submisso política e militarmente, ocupando apenas 18% do território histórico da Palestina. Ou seja: não resolve nenhum dos problemas dos palestinos, além de inviabilizar completamente o retorno dos refugiados às suas casas, das quais foram expulsos desde 1948.
Na Assembleia Geral dos Movimentos Sociais que encerrou o Fórum, manobras por parte de dirigentes da CUT, da FEPAL e do Governo Brasileiro, levaram o MST e outras entidades a se retirar (leia abaixo carta-denúncia do MST). Em nome do Mopat, o camarada Caio Dezorzi, da Esquerda Marxista, teve 2 minutos para falar: “Se este Fórum Social Mundial Palestina Livre quer fazer jus ao nome que leva, se de fato quer uma Palestina Livre, então deve expressar em sua declaração final, de maneira clara e objetiva, que repudia a existência do Estado de Israel. E para ser coerente com isso, não pode reivindicar um ‘Estado Palestino Já’ aceitando que o Estado religioso-sionista de Israel permaneça. Só um Estado único, laico e democrático sobre todo o território histórico da Palestina permitirá que todos possam conviver com direitos iguais, independente de sua religião ou origem. Só um Estado como esse garantirá o direito de retorno de todos os palestinos refugiados.”
Apesar desta fala expor claramente a falta de consenso entre os membros participantes do Fórum, os setores que detinham o controle econômico do Fórum manobraram para que aparecesse como “posição consensual” a política defendida por eles, que é a linha defendida por setores do Imperialismo e do Sionismo, de dois Estados.
Ao final do evento um golpe
Abaixo segue a nota do MST que denuncia um golpe dado contra os palestinos por setores da CUT e CTB, governo e outros órgãos que romperam o acordo realizado para a elaboração da declaração final do FSM Palestina Livre e divulgaram um documento que não corresponde ao que havia sido produzido em acordo com os organizadores do evento.
Uma vez mais a política de conciliação de classes confirma-se como nociva e desagregadora. Esta acaba por dar sustentação à defesa incondicional do governo Dilma e à sua política internacional de colaboração com o imperialismo, que está na origem do golpe ao que seria a declaração final do evento.
Repudiamos e condenamos esse golpe, nossa solidariedade aos camaradas palestinos! Por um único estado laico e democrático em todo o território histórico da Palestina
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Blog Esquerda Marxista