terça-feira, 14 de março de 2017

Trabalhadores do Metrô ignoram ameaças de Alckmin e Justiça e confirmam greve de 24 horas nesta quarta

Em assembleia realizada há pouco, o Sindicato dos Metroviários resolveu aderir integralmente às paralisações contra a reforma da previdência nesta quarta-feira e, com o ato, dizem não à imposição de multa da Justiça a pedido do governador Geraldo Alckmin (PSDB)
O Sindicato dos Metroviários de São Paulo reuniu, na noite desta terça-feira (14), centenas de trabalhadores para definir os rumos da categoria nas mobilizações marcadas para esta quarta-feira (15).No encontro, além dos metroviários, estiveram presentes representantes de entidades sindicais de diversas categorias, servidores e funcionários públicos
O Sindicato dos Metroviários de São Paulo reuniu, na noite desta terça-feira (14), centenas de trabalhadores para definir os rumos da categoria nas mobilizações marcadas para esta quarta-feira (15).
No encontro, além dos metroviários, estiveram presentes representantes de entidades sindicais de diversas categorias, servidores e funcionários públicos.
Em meio aos discursos inflamados, gritos de “Fora, Temer” e críticas às mudanças trabalhistas propostas pelo atual governo, os metroviários decidiram aderir a outros setores, como o da educação e dos bancários, e confirmar a greve nesta quarta-feira (15). A decisão se deu em meio a indignação diante da liminar do Tribunal Regional do Trabalho, fruto de uma ação do governador Geraldo Alckmin, que proíbe a paralisação total da categoria. A decisão da Justiça obriga o sindicato a manter efetivo de 100% da frota nos horários de pico, das 6h às 9h e das 16h às 19h, e de 70% nos demais horários, sob pena de aplicação de multa de R$ 100 mil por dia.Na assembleia, entre as propostas de greve parcial de 12 horas e uma greve mais prolongada de 24 horas,venceu a 2ª proposta,de paralisação a partir da zero hora deste dia 15/03.
Fonte: Revista Forum

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