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segunda-feira, 9 de março de 2020

A CADA UM O SEU?

De acordo com especialistas, o álbum foi confeccionado com pele humana de uma das milhares de vítimas do Holocausto e as investigações apontam para as vítimas de Buchenwald, no leste europeu — o primeiro campo de concentração instalado por Hitler
Numa feirinha de antiguidades, um álbum de fotografia estava sendo comercializado. Dentro, imagens de paisagens diversas. Mas o material do álbum gerou incômodo e levantou suspeitas.

Resumindo: de acordo com especialistas, o álbum foi confeccionado com pele humana de uma das milhares de vítimas do Holocausto e as investigações apontam para as vítimas de Buchenwald, no leste europeu — o primeiro campo de concentração instalado por Hitler.
Um dia depois de um grupo de estudantes do Colégio Santa Maria, do Recife, postar no Instagram uma foto de uma saudação nazista feita por eles mesmos em sala de aula — cena considerada gravíssima por milhares de pessoas ou “apenas uma brincadeira de jovens” por outro tanto —, jornais ingleses noticiaram um achado ocorrido na Polônia.

Fudeu! Dia internacional da mulher

Hoje é dia internacional da mulher! Separei tiras especiais, com vocês, as Deusas do buteco!

sexta-feira, 6 de março de 2020

Racismo estrutural no Big Brother Brasil 2020

Da mesma forma que o machismo se faz evidente nesta última edição, o racismo está cem por cento presente, mas assim como acontece em todos os lugares, é menos evidenciado. Isso porque mulheres brancas sofrem machismo, mas não racismo, como sofrem homens e mulheres negras. E as mulheres negras passam pelo cruzamento das duas opressões.
O Big Brother Brasil fala com milhões de pessoas, quer você goste ou não. Por isso mesmo, ele fura a bolha. E nessa bolha furada, não para de jorrar na cara da sociedade, o machismo e o racismo estruturais criados nela. Oportunidade única de discutir, refletir e se conscientizar em grande escala, sobre temas de máxima importância social.

O lado pobre da Faria Lima, coração do PIB de São Paulo

Três garotos passam voando de patinete na contramão. Desviam de carros e pedestres como se estivessem em uma corrida. Um movimento mal feito, um segundo a mais ou a menos, e esse parágrafo poderia virar a descrição de uma tragédia. Mas nada acontece além de uma olhadinha que um deles dá para trás, rindo e desafiando seus rivais de todos os dias: o grupo de guardiões de patinetes e bicicletas alugadas na avenida Brigadeiro Faria Lima, coração financeiro de São Paulo.
Mas na base dessa pirâmide existe também um enorme contingente de pessoas comuns que lutam para sobreviver trabalhando no asfalto: são os marmiteiros, entregadores de comida, engraxates, mecânicos de bicicletas, manobristas, pedintes, panfleteiros, crianças vendendo balas, catadores de recicláveis, vendedores de panos de prato e compradores de ouro.
Esse pequeno conflito ocorre várias vezes ao dia diante dos prédios que funcionam como sedes de bancos de investimento e empresas de tecnologia. Crianças e adolescentes pobres são seguidas por um grupo de ex-detentos contratados para organizar os equipamentos de mobilidade ao longo da avenida que virou símbolo do dinheiro paulistano.

Basta eleger mulheres?

Ano eleitoral e a gente sabe que tem pouca mulher ocupando cargo político. Qual a solução pra isso? Basta eleger mulheres? Que mulheres?

quinta-feira, 5 de março de 2020

Gabriel Monteiro, PM do MBL, perde porte de arma e vai ser expulso da corporação - Menos um imbecil armado

Pró-Esia - Fábrica de Versos... Alike - Curta Metragem de animação

Após tortura e morte de professor, sete pessoas são indiciadas por homofobia

"O professor sofreu discriminação em virtude de sua orientação sexual manifestada naquele momento. A vítima foi subjugada, humilhada e torturada nos limites da imaginação humana. Parece um filme de terror, mas um filme de terror em pleno século 21”, diz a investigaçãoOs três primeiros esperam pelo julgamento na cadeia, enquanto a jovem responde em liberdade. Tito Livio Barichello, delegado responsável pela investigação, chegou a pedir a prisão preventiva de Gabriela, mas a Justiça não autorizou.O professor Ronaldo Pescador nas imagens da esquerda. À direita, dois dos seus assassinos: Gabriela e Guilherme

O professor de geografia Ronaldo Pescador, de 40 anos, foi assassinado no dia 30 de novembro de 2019 em Curitiba (PR). No final de fevereiro de 2020, a Polícia Civil indiciou sete pessoas pelo crime.

terça-feira, 3 de março de 2020

Revolução sexual de Maio de 68 “nunca aconteceu”, dizem especialistas

Movimento foi marcado pelo conflito entre gerações no país: jovens não encontravam um lugar na sociedade
“Um clichê que se tornou nostálgico e mesmo conservador”. A frase, do antropólogo, sociólogo e especialista em sexualidade na França, Michel Bozon, desmistifica a “revolução sexual”, que supostamente teria eclodido junto com Maio de 68. Para ele, assim como para a historiadora Michelle Zancarini-Fournel, a liberação sexual nunca foi uma das pautas principais do movimento que completa 50 anos.
“Um clichê que se tornou nostálgico e mesmo conservador”. A frase, do antropólogo, sociólogo e especialista em sexualidade na França, Michel Bozon, desmistifica a “revolução sexual”, que supostamente teria eclodido junto com Maio de 68. Para ele, assim como para a historiadora Michelle Zancarini-Fournel, a liberação sexual nunca foi uma das pautas principais do movimento que completa 50 anos.

História - Minha produção de conhecimento histórico é contaminada pela condição de mulher negra e quilombola

Escolhi parafrasear no título do presente guest post a escritora brasileira, Conceição Evaristo, que constrói contos e poemas reveladores da condição da população negra no país. A intelectual operaciona a categoria de “escrevivência”, através de uma escrita que narra o cotidiano, as lembranças e as experiências do outro, mas sobretudo, a sua própria, propagando os sentimentos, as lutas, as alegrias e resistências de um povo cujas vozes são silenciadas.


Recusar a suposta neutralidade epistemológica é algo presente em discursos de intelectuais negras que compreendem a importância da intersecção entre militância e conhecimento científico. Davis³, destacou que a partir dessa relação é possível pensar em um novo modelo de sociedade menos hierarquizada e excludente.

segunda-feira, 2 de março de 2020

Cientistas demonstram comunicação direta cérebro a cérebro em humanos

Uma nova pesquisa da Universidade de Washington e da Universidade Carnegie Mellon (EUA) desenvolveu uma tecnologia que substitui a linguagem como forma de comunicação, ligando diretamente os cérebros de três pessoas.

A atividade elétrica do cérebro de duas delas serviu como sinal para uma terceira completar uma tarefa, sem que elas tivessem contato umas com as outras.
Uma nova pesquisa da Universidade de Washington e da Universidade Carnegie Mellon (EUA) desenvolveu uma tecnologia que substitui a linguagem como forma de comunicação, ligando diretamente os cérebros de três pessoas.
A atividade elétrica do cérebro de duas delas serviu como sinal para uma terceira completar uma tarefa, sem que elas tivessem contato umas com as outras.

Cidade do futuro que o Google está construindo enfrenta série de denúncias

Brilhante ou apavorante? Durante séculos, a humanidade quis construir cidades utópicas para realizar seus maiores desejos. Mas o que ocorre quando a criação de uma cidade precisa responder a uma necessidade forçosa, e não a um sonho de identidade no meio do nada?

Durante séculos, a humanidade quis construir cidades utópicas para realizar seus maiores desejos. Foi o caso de Chandigarh, a metrópole que Corbusier esboçou para acompanhar a nova Índia de Jawaharlal Nehru, que punha fim ao colonialismo britânico. Ou o laboratório ecoarquitetônico que o italiano Paolo Soleri e sua mulher, Corolyn Woods, construíram em 1970 no meio do deserto do Arizona sob o nome de Arcosanti.
Durante séculos, a humanidade quis construir cidades utópicas para realizar seus maiores desejos. Foi o caso de Chandigarh, a metrópole que Corbusier esboçou para acompanhar a nova Índia de Jawaharlal Nehru, que punha fim ao colonialismo britânico. Ou o laboratório ecoarquitetônico que o italiano Paolo Soleri e sua mulher, Corolyn Woods, construíram em 1970 no meio do deserto do Arizona sob o nome de Arcosanti.

“Mancha de dendê não sai"

Dendezeiro é símbolo de religiosidade, força e resistência negra africana no Brasil

Podemos dizer que o dendê é uma das marcas da culinária baiana. Difícil encontrar quem não goste de uma moqueca ou um acarajé quentinho. Em Salvador, nas sextas-feiras, é possível sentir de longe o aroma do “azeite de cheiro” que tempera e colore a ‘comida baiana’ nos restaurantes. Mas qual a origem do dendezeiro,  “Elaeis guineensis” ou Igi Ope em iorubá, e do azeite de dendê?
Podemos dizer que o dendê é uma das marcas da culinária baiana. Difícil encontrar quem não goste de uma moqueca ou um acarajé quentinho. Em Salvador, nas sextas-feiras, é possível sentir de longe o aroma do “azeite de cheiro” que tempera e colore a ‘comida baiana’ nos restaurantes. Mas qual a origem do dendezeiro,  “Elaeis guineensis” ou Igi Ope em iorubá, e do azeite de dendê?

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

“Não nos calarão”, dizem organizadores de festival de rock alvo de Moro

Os integrantes do festival de rock Facada Fest foram intimados a comparecer a Polícia Federal para prestar depoimento. Em despacho assinado pelo Ministro da Justiça, Sergio Moro, e pelo Procurador Geral da República, Augusto Aras, a organização do festival é acusada de
O evento de Rock Facada Fest promovido em Belém - PA, foi atacado pelo Ministro Sergio Moro. 
Abaixo segue nota da organização do evento.

História - Teotihuacán, a Cidade dos Deuses no México

História de um velho palácio ilumina a luta de classes que levou a urbe multiétnica ao colapso há quase 1500 anos

Durante décadas, a arqueóloga Linda Manzanilla perseguiu o declínio de Teotihuacán, o momento do fim da Cidade dos Deuses, o grande incêndio que, como pensava há muito tempo, determinou seu declínio. Foi se aproximando pouco a pouco, como quem entalha em obsidiana os segredos do passado, até que os resultados da pesquisa no palácio de Xalla, um enorme complexo não muito distante da Pirâmide do Sol, chegaram às suas mãos. Teotihuacán caiu em grande parte pelo fogo, ela não tem dúvida alguma. Os testes de carbono 14 e de arqueomagnetismo datam o grande incêndio em torno do ano de 575. “Os edifícios da Calçada dos Mortos, os espaços da elite –como Xalla– foram incendiados”, explica a pesquisadora.