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quarta-feira, 1 de julho de 2020

História - O QUE FORAM O PRIMEIRO E SEGUNDO REICHS?

Ao escolher o nome de seu Governo, Adolf Hitler queria resgatar um sentimento de nação forte
Sempre ouvimos falar do Terceiro Reich alemão. Mas e os outros dois primeiros? Essa história de reich, ou império, começou com o chanceler Otto von Bismarck, que, em 1870, declarou o Deutsches Reich (Império Alemão) após a unificação dos estados germânicos.
Sempre ouvimos falar do Terceiro Reich alemão. Mas e os outros dois primeiros? Essa história de reich, ou império, começou com o chanceler Otto von Bismarck, que, em 1870, declarou o Deutsches Reich (Império Alemão) após a unificação dos estados germânicos.

segunda-feira, 9 de março de 2020

A CADA UM O SEU?

De acordo com especialistas, o álbum foi confeccionado com pele humana de uma das milhares de vítimas do Holocausto e as investigações apontam para as vítimas de Buchenwald, no leste europeu — o primeiro campo de concentração instalado por Hitler
Numa feirinha de antiguidades, um álbum de fotografia estava sendo comercializado. Dentro, imagens de paisagens diversas. Mas o material do álbum gerou incômodo e levantou suspeitas.

Resumindo: de acordo com especialistas, o álbum foi confeccionado com pele humana de uma das milhares de vítimas do Holocausto e as investigações apontam para as vítimas de Buchenwald, no leste europeu — o primeiro campo de concentração instalado por Hitler.
Um dia depois de um grupo de estudantes do Colégio Santa Maria, do Recife, postar no Instagram uma foto de uma saudação nazista feita por eles mesmos em sala de aula — cena considerada gravíssima por milhares de pessoas ou “apenas uma brincadeira de jovens” por outro tanto —, jornais ingleses noticiaram um achado ocorrido na Polônia.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

História - CLARA STAUFFER: A MULHER QUE AJUDOU 800 NAZISTAS A FUGIREM DA JUSTIÇA PÓS SEGUNDA GUERRA

Espanhola de família alemã, integrada à Falange desde a Guerra Civil, Stauffer trabalhou em nome das boas relações entre Hitler e Franco — ajudando os nazistas depois da Guerra
Ela foi a única mulher presente na lista pedida pelo Conselho de Controle Aliado, em 1947, que contava com 104 pessoas que deveriam ser entregues para serem julgadas. Porém, Clara, assim como outros presentes na lista, conseguiu proteção pelo regime do ditador Francisco Franco.

Stauffer era uma das defensoras do nazismo desde sua juventude. Em seu escritório, retratos de Hitler, Mussolini, Francisco Franco e José Antonio Primo de Rivera enfeitavam as paredes da sala.
Clara Stauffer, mais conhecida como Clarita, foi uma atleta espanhola, de origem alemã, que ajudou cerca de 800 nazistas a fugirem da Justiça internacional após o fim da Segunda Guerra. Como esportista, competiu em torneios de natação e de xadrez.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

O pixador da periferia de São Paulo que pixou o Muro de Berlim, prédios nazistas e museus.

Entenda o que foi esse rolê na Europa e como foi cada ataque ao Muro de Berlim, nas lojas da Vivienne Westwoode no Museu Moco


Bruno Rodrigues é hoje um dos pixadores de maior representatividade dentro da pixação, e nós colamos no point dos pixadores no Centro de São Paulo para descolar como foi a trip europeia do Bruno. “Fui convidado para uma série de atividades na Europa, passei pela Suiça, Alemanha, Holanda e França, nesses países apresentamos o filme “Olhar Instigado” participando de debates em universidade, galeria de arte e locais de ativismo” afirma o artista.
Bruno Rodrigues é hoje um dos pixadores de maior representatividade dentro da pixação, e nós colamos no point dos pixadores no Centro de São Paulo para descolar como foi a trip europeia do Bruno. “Fui convidado para uma série de atividades na Europa, passei pela Suiça, Alemanha, Holanda e França, nesses países apresentamos o filme “Olhar Instigado” participando de debates em universidade, galeria de arte e locais de ativismo” afirma o artista.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Skinhead que enforcou morador de rua na Savassi consegue liberdade após 6 meses

O skinhead assumido Antônio Donato Baudson Peret, conhecido como Donato Di Mauro, de 25 anos, que ficou conhecido depois de postar uma foto no Facebook em que enforcava um morador de rua, na Savassi, deve deixar a Penitenciária de Segurança Máxima Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH, a qualquer momento.
O skinhead assumido Antônio Donato Baudson Peret, conhecido como Donato Di Mauro, de 25 anos, que ficou conhecido depois de postar uma foto no Facebook em que enforcava um morador de rua, na Savassi, deve deixar a Penitenciária de Segurança Máxima Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH, a qualquer momento.

domingo, 10 de setembro de 2017

História - Quem é o fundador do Partido Nazista americano e que continua influente 50 anos após sua morte

Sem esconder suas visões racistas e homofóbicas, mas ironicamente batizado em homenagem a George Washington e Abraham Lincoln, dois dos mais liberais presidentes dos Estados Unidos, George Lincoln Rockwell é um nome controverso na história americana.
Em 1959, o ex-comandante da Marinha Americana tentou organizar uma marcha em Nova York para celebrar o aniversário de Adolf Hitler - sim, o mesmo inimigo que os americanos haviam ajudado a derrotar cerca de 15 anos antes.
Mas apesar de o fundador do Partido Nazista Americano ter sido assassinado por um de seus seguidores, em 1967, e de o partido ter caído no esquecimento, sua retórica sobrevive.Em 1959, o ex-comandante da Marinha Americana tentou organizar uma marcha em Nova York para celebrar o aniversário de Adolf Hitler - sim, o mesmo inimigo que os americanos haviam ajudado a derrotar cerca de 15 anos antes.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

O dia em que conversei com um verdadeiro nazista

O fascismo não tem aparência do mal, não é um demônio horrendo, pelo contrário, é sútil, caminha na escuridão do inconsciente e grassa em tempos sombrios. O fascismo não se apresenta hoje como fascista. Uma senhora distinta ou um velhinho com rosto amigável podem compactuar com noções fascistas e, ao mesmo tempo, não ter nada que nos assuste
Esse artigo é diferente de todos os demais que tenho escrito até o momento: nele pretendo contribuir para a reflexão da atual conjuntura a partir de uma história que vivi e de uma experiência que só me fez sentido seis anos depois. Experiência que sem nenhuma jocosidade alcunhei de minha conversa com um nazista genuíno. O objetivo desse texto é chamar atenção para a inconsciência do ódio político que atinge, não apenas o Brasil, mas grande parte dos países ocidentais com os desdobramentos da crise econômica de 2008/2009. Se ao fim dele, o leitor tiver a sensação de que o fascismo é inconsciente e independente de aparência ou autodesignação, esse artigo terá, então, atingido sua meta:
Esse artigo é diferente de todos os demais que tenho escrito até o momento: nele pretendo contribuir para a reflexão da atual conjuntura a partir de uma história que vivi e de uma experiência que só me fez sentido seis anos depois.