Durante décadas, a arqueóloga Linda
Manzanilla perseguiu o declínio de Teotihuacán, o
momento do fim da Cidade dos Deuses, o grande incêndio que, como pensava há
muito tempo, determinou seu declínio. Foi se aproximando pouco a pouco, como
quem entalha em obsidiana os segredos do passado, até que os resultados da
pesquisa no palácio de Xalla, um enorme complexo não muito distante da Pirâmide do
Sol, chegaram às suas mãos. Teotihuacán caiu em grande parte pelo
fogo, ela não tem dúvida alguma. Os testes de carbono 14 e de arqueomagnetismo
datam o grande incêndio em torno do ano de 575. “Os edifícios da Calçada dos
Mortos, os espaços da elite –como Xalla– foram incendiados”, explica a
pesquisadora.
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020
História - Teotihuacán, a Cidade dos Deuses no México
História de um velho palácio ilumina a luta de classes que levou a urbe multiétnica ao colapso há quase 1500 anos
quarta-feira, 5 de julho de 2017
Pró-Esia - Fábrica de Versos... A inesperada descoberta sobre a 'torre dos crânios' dos astecas no México
Ao longo dos últimos séculos, ela era conhecida no México, onde era passada de geração a geração: a história sobre uma "torre de crânios" que espalhava medo e pavor entre nos conquistadores espanhóis.
Relatos diziam que a estrutura era composta de milhares de cabeças de guerreiros decapitados.
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