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sexta-feira, 13 de março de 2015

Globonews mente: mesmo com chuva forte já são 60 mil na Av. Paulista

Quem está acompanhando pela Globonews as notícias sobre a passeata pela democracia pensa que a av. Paulista não está cheia. A TV só mostra imagens por ângulos que "esvaziam" a manifestação. No entanto, no momento em que esta nota é escrita, 60 mil pessoas já ocupam a avenida cantando: “pode chover, pode molhar, mas o golpe não vai passar”. Vejam estas fotos e o vídeo da TV Vermelho e comprovem.
 


O helicóptero da emissora, tão ativo em algumas ocasiões, fez uma tomada rápida da avenida e imediatamente mudou de ângulo. A Globonews também não dá a dimensão nacional do movimento, repercutindo quase que exclusivamente Rio e São Paulo, sempre tentando esvaziar uma forte manifestação que reúne dezenas de milhares de brasileiros por todo o território nacional e está sendo um grande sucesso político. O povo está dando o recado: o golpe não passará! 

Fonte: Portal Vermelho

sexta-feira, 13 de junho de 2014

VAIAS CONTRA DILMA PARTIRAM DE ÁREA VIP

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Admirado no mundo, Mujica enfrenta críticas e contradições no Uruguai

Presidente uruguaio é hábil com oposição, mas tem dificuldades na base governista
Na última Assembleia Geral da ONU, em setembro, o uruguaio José “Pepe” Mujica foi um dos presidentes mais aplaudidos e comentados, com um discurso criticando o consumismo e a desumanização da sociedade. Não foi o seu primeiro sucesso internacional – na Cúpula Rio + 20, em junho de 2012, também causou comoção sua intervenção falando sobre o uso irresponsável dos recursos naturais do planeta.

Palavras de efeito, que somadas ao fato dele ter se tornado símbolo de um estilo de vida sem excesso, transformaram Pepe num astro das redes sociais, exemplo de político honesto e sincero.

Porém, dentro do Uruguai, essa imagem não é tão favorável quanto o que se vê fora do país. Segundo a última pesquisa do Instituto Cifra, publicada em agosto, a imagem pessoal de Mujica é bem avaliada por 49% dos uruguaios, e sua gestão de governo é vista como positiva por 45%. A aprovação ainda é maior que a rejeição, que chegou a 33% em ambos os casos.

A contradição sobre a popularidade de Mujica tem a ver, sobretudo, com a sua capacidade de gestão, segundo o cientista político Daniel Buquet, da Universidade da República do Uruguai. “A razão pela qual ele é admirado no mundo é a mesma que o levou a ser eleito presidente pelos uruguaios, a imagem de homem simples, que funcionava muito quando ele era legislador, mas que ficou abalada quando surgiu a imagem do Mujica gestor”, comenta.

A carreira política de Mujica começou em 1995, quando o ex-guerrilheiro tupamaro foi eleito deputado, cargo que exerceu até 2000, antes de ser senador. Em 2005, sendo um dos políticos mais populares do país, Mujica chegou ao poder executivo, como ministro do primeiro governo da Frente Ampla (coalizão de centro-esquerda), liderado por Tabaré Vázquez.

Assumiu o Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca, mas sua gestão foi considerada errática, com algumas de principais medidas favorecendo associações ruralistas – como o perdão da dívida dos produtores e a defesa de uma política de dólar mais caro, que favorecesse os importadores –, o que lhe rendeu muitas críticas da esquerda no país.

A avaliação de Mujica como ministro, porém, não afetou sua popularidade e, em 2009, foi eleito presidente com 52% dos votos. Desde então tem mantido as políticas iniciadas no governo de Vázquez, mesclando pragmatismo econômico com redistribuição de renda.

Bom de diálogo, mal de coesão

Segundo o cientista político Daniel Buquet, Mujica tem grande mérito na sua forma de fazer política, ao dialogar com a oposição e fazer acordos, o que garante maior facilidade em aprovar projetos.

O acadêmico cita o fato de o presidente uruguaio ter permitido a indicação de políticos opositores como diretores de empresas estatais como exemplo da forma de negociar de Mujica. “Ele sabe lidar com as diferenças e conseguir acordos favoráveis para ambos os lados, é um de seus melhores atributos”, define.
Mas essa qualidade contrasta com outro problema relacionado com o seu governo, que é a falta de coesão interna. Buquet cita, como exemplo, a má relação entre Mujica e Vázquez, e sua ainda pior relação com Danilo Astori, que é vice-presidente. “Mujica tem mais problemas com as outras facções da Frente Ampla que com a oposição, isso gera uma sensação estranha, de um político que não consegue impor sua liderança”, acredita Buquet.

Temas polêmicos

Além da imagem de simplicidade, outro fator que tem rendido crédito a Mujica, principalmente pela esquerda de fora do Uruguai, são as conquistas da agenda de direitos civis que o país tem apresentado, com a legalização da maconha, do aborto e do matrimônio civil homossexual.

Agência Efe
Mujica em sua agenda de personalidade internacional

As leis do aborto e do matrimônio gay, no entanto, nasceram de iniciativas de parlamentares da Frente Ampla, e não contaram com apoio do Poder Executivo até estarem a ponto de serem aprovados.

“Mujica nunca defendeu com força esse projeto, com exceção do projeto da maconha, que ele apoia efusivamente. Quando alguma novidade sobre o tema parece trazer os holofotes para o país e para sua imagem, tenta postergar a aprovação para não confrontar a oposição”, opina Daniel Buquet.
Fonte: Opera Mundi

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O PL 21/2011, TIRADENTES E O EX-PRESIDENTE ITAMAR FRANCO



Imagem de 'Aos mestres da educação'
O Projeto de Lei 21/2011, de autoria do deputado federal Delegado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP), que transforma o crime de corrupção na esfera pública em hediondo, determina também que o judiciário aprecie prioritariamente processos relativos a esses crimes. Está aberta uma campanha nacional para que seja aprovado pelo Congresso Nacional. Suas proposições traduzem sentimentos nacionais inequívocos.

Inclusive, carrega em si um apelo forte, já que seu número - PL 21 - evoca o herói nacional Tiradentes. E é sempre bom lembrar que a liberdade preconizada pelo alferes Joaquim José da Silva Xavier era mais que apenas a independência do jugo colonialista, mas a criação de uma pátria onde o respeito recíproco e a honestidade fossem imperantes, entre mais.

Acredito firmemente que aprovado o projeto, tendo o judiciário instrumental e convicção para executá-lo, com a necessária participação das polícias e Ministério Público, poderemos vivenciar drástica redução nos níveis de corrupção no país, levando à punição efetiva dos envolvidos e determinando-se a devolução aos cofres públicos de valores desviados, promovendo-se a alteração de uma cultura existente e nova perspectiva de educação no país.

Durante o governo do presidente Itamar Franco vimos isso ocorrer em relação à inflação, reduzida a níveis baixíssimos em pouco tempo. É claro que a população e os segmentos e instituições efetivamente democráticos da nação terão de estar em vigília, exigindo sua aplicação. Afinal, o preço da liberdade é a eterna vigilância. E uma nova cultura, de novos tempos, poderá surgir, moldando o sentimento e a prática nacionais noutros paradigmas. Junto com isso, o controle público do orçamento. Por quê não?


Fonte texto:Blog Luiz do Mosaico

segunda-feira, 1 de julho de 2013

2º Encontro da Juventude da CTB define Coletivo Nacional e apresenta propostas para unir a juventude que trabalha e estuda na luta sindica

Superar o desafio de incorporar a energia transformadora da juventude que trabalha e estuda ao movimento dos trabalhadores e trabalhadoras e intensificar a luta para que o Brasil avance mais rapidamente, incluindo a juventude da cidade e do campo no projeto nacional desenvolvimento. Estas são algumas das propostas contidas na carta “Unir a juventude que trabalha e estuda na luta sindical”, aprovada no encerramento do 2º Encontro Nacional da Juventude da CTB, neste domingo (30), em Belo Horizonte.
A carta, que será encaminhada à direção nacional da Central como contribuição para os debates do 3º Congresso da CTB, que ocorrerá em agosto, também aponta uma série pontos para organizar a juventude trabalhadora da CTB, como: criação de secretarias de juventude em todas as CTBs estaduais e diretorias de entidades filiadas; garantia de previsão orçamentária para a Secretaria de Juventude; ampliação da organização da Juventude da CTB nos ramos onde a Central está presente; criação da escola nacional da CTB com garantia de participação dos jovens; e realização de festivais da juventude do campo e da cidade, entre outros.
Coletivo
No final do encontro, que teve início na sexta-feira (28), também foram definidos os membros do Coletivo Nacional de Juventude da CTB, que integra
homens e mulheres do campo e da cidade, de diversos ramos e de estados de quatro regiões do País. São eles: Vitor Espinoza (CTB-RS), Igor Pereira (CTB-RS), Juliana Matias (CTB Minas), Wallace Melo (Sinpro-PE), Alfredo Santiago (CTB-BA), Rose Santos (Sindicato dos Bancários de Sergipe), Maria Alves (Fetaemg), Dorenice Flor (Contag), Renato Pires (CTB-MS), Robson Porto (Sindicato dos Metalúrgicos de Betim - MG), Wellington Guilherme (Sindicato dos Metalúrgicos de Jaguariúna - SP), Luciane Severo (Sindicato dos Sapateiros Campo Bom - RS) e Kleiton Alder (Sindicato dos Metalúrgicos da Camaçari - BA).
“O Coletivo Nacional que sai deste encontro é muito representativo, composto por entidades fortes de grandes ramos e de estados onde a CTB está organizada. Não é pouca coisa conseguir o compromisso destas entidades com a luta sindical nacional da juventude da CTB. Damos um salto e nos armamos para, na próxima gestão da CTB e da Secretaria da Juventude, poder realizar um trabalho mais coletivo, mais organizado e mais forte, dialogando com as preocupações da juventude e do Brasil”, disse o secretário nacional de Juventude da CTB, Paulo Vinícius.
Participação
A grande representatividade dos delegados e a participação de lideranças nacionais no encontro também foram ressaltadas pelo secretário de Juventude. “Tivemos neste um encontro mais de 30 entidades, que representam centenas de categorias e milhares de trabalhadores, e a presença de importantes lideranças, como a presidenta da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Manuela Braga; a presidenta  Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), Luana Bonone; e o dirigente nacional da CTB Adilson Araújo, que veio para ouvir, dar sugestões e firmou compromissos que sinalizam apoio à juventude”.
Sobre as manifestações realizadas no Brasil nas últimas semanas e a tentativa da direita em disputar a juventude, Paulo Vinícius disse que as reflexões realizadas durante o encontro contribuíram para que a juventude da CTB se posicione nesta batalha com mais força, defendendo a pauta de reivindicações da classe trabalhadora.
O coordenador do Coletivo Nacional de Juventude da CTB, Vítor Espinoza, elogiou o encontro. “Foi excelente, pois conseguimos realizar um amplo debate sobre diversos temas de interesse da juventude trabalhadora, como os problemas enfrentados pela juventude trabalhadora urbana e rural, a precarização do trabalho, a questão do estágio e as recentes manifestações”.
Segundo Vítor, a juventude trabalhadora da CTB tem que ir para as ruas participar das manifestações e defender pautas como a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução do salário, o fim do fator previdenciário, a destinação de 10% do PIB e de 100% dos royalties do pré-sal para a Educação e a democratização da mídia.
Opiniões
Confira a opinião de outras lideranças que participaram do 2º Encontro Nacional da Juventude da CTB:
Maria Alves de Souza (Fetaemg): “O encontro garantiu o fortalecimento e a criação de novas estratégias para contribuir com o processo construção política da CTB e dos sindicatos, federações e confederações filiados a ela. Saímos do encontro com a possibilidade de uma maior participação e visibilidade da juventude no 3º Congresso da CTB e em espaços estratégicos de decisões políticas da sociedade como um todo. Valeu a pena participar deste encontro porque garantiu a qualificação e formação política dos jovens que aqui estiveram, que servirão de multiplicadores em suas bases, nos seus sindicatos e por onde quer que passem no processo de participação social”.
Alfredo Santiago de Jesus Junior (Sindicato dos Comerciários de Salvador -BA): “O encontro foi um espaço de debates que abriu novos horizontes frente aos acontecimentos no País, nos orientando como proceder e caminhar neste novo momento de junção da luta social com a luta sindical para que os trabalhadores também tenham sua pauta de reivindicações atendidas e, com isso, avançar na qualidade de vida tanto enquanto trabalhador(a) e cidadão(ã) deste País. O debate também nos proporcionou como construir de fato um elo mais próximo do contato com os trabalhadores no seu local de trabalho. Tivemos a oportunidade de expressar o que os trabalhadores estão sentindo e passando, o que costuma ficar nos bastidores e o movimento sindical nem sempre consegue visualizar”.
Lucas Nascimento da Silva (CTB Maranhão): “Vim para este encontro com o objetivo de absorver o maior número de informações possíveis. Aqui, abri muito a minha visão política e tive a oportunidade de discutir com jovens de todo o País, de maneira eficiente e forte, diversas questões sofridas pelos trabalhadores. Aprendi que a juventude tem que se unir e se organizar para ampliarmos nossa participação nos sindicatos e na própria CTB. Considero que a construção do Coletivo Nacional de Juventude da CTB foi muito importante, porque vai nos aproximar da direção nacional e das esferas governamentais, podendo, assim, defender o jovem trabalhador. Saio deste encontro com a convicção de que devemos nos unir, trabalhar e mostrar para o Brasil que o jovem trabalhador e o jovem sindicalista têm que ser ouvido e respeitado”.
Juliana Matias (CTB Minas): O encontro aqui em Minas foi muito propulsor. Fortalece a CTB na ação, crescimento e valorização da classe trabalhadora, principalmente aos trabalhadores que trabalham e estudam e os rurais. O Coletivo Nacional de Juventude certamente proporcionará um diálogo ainda maior com a Central e com os próprios trabalhadores e trabalhadoras”.
Carta
Leia a íntegra da carta do 2º Encontro da Juventude da CTB:
Unir a juventude que trabalha e estuda na luta sindical
A luta dos trabalhadores e trabalhadoras e da juventude nunca dormiu. Em 2013, o povo na rua nas maiores marchas desde o Fora Collor dá uma outra força para avançar nas mudanças e mudar a fase do projeto iniciado com a vitória de Lula em 2003. Queremos mais direitos e desenvolvimento. E precisamos lutar por isso, pois a crise mundial do capitalismo só tem a oferecer miséria, precarização do trabalho, guerras e degradação do meio ambiente. No Brasil, a direita neoliberal liderada pela mídia golpista fará de tudo para interromper o ciclo de vitórias conquistado pela juventude e os trabalhadores.
Expressar a liberdade nas ruas e nas redes, a juventude quer seu lugar no Projeto Nacional de Desenvolvimento. As marchas expressam a luta pela mobilidade e o direito a cidade, melhores serviços na área da saúde e educação, profunda transformação na política, que não representa o povo, mesmo com os avanços que tivemos. Contra isso haverá a resistência e as manipulações das velhas elites. É preciso evidenciar que a mobilidade urbana, os serviços de saúde e educação não vão melhorar enquanto os gastos com banqueiros e especuladores tomarem quase metade do orçamento do Brasil, inviabilizando o desenvolvimento e o lugar da juventude.
A origem da corrupção é o peso do dinheiro na eleição dos representantes. Basta de eleger somente quem os banqueiros, os latifundiários e empresários financiam. Queremos o lugar das mulheres, da juventude, dos negros, da classe trabalhadora. Política não é mercadoria. Reforma política já, com financiamento público e exclusivo de campanha.
A mídia continuará tentando manipular o povo e criminalizar os movimentos sociais enquanto houver o monopólio dos meios de comunicação. A juventude e os trabalhadores(as) estão nas ruas para expressar a liberdade que não encontram na telinha e nos jornalões. É preciso uma nova lei que desconcentre os meios de comunicação, garantindo liberdade, pluralidade e diversidade. Por uma nova lei da mídia democrática já!
Posicionar a juventude trabalhadora nas lutas
Nesse cenário a juventude da CTB realiza em Belo Horizonte o seu 2º Encontro Nacional. Depende de nós o desafio de incorporar a energia transformadora da juventude que trabalha e que trabalha e estuda ao movimento dos trabalhadores e trabalhadoras. Somos mais de 60% da população economicamente ativa, sofremos na pele a dificuldade de conciliar trabalho e estudo, a precarização do trabalho, o desemprego. Lutamos por um Brasil desenvolvido no campo e na cidade, que respeite nossa voz e diversidade, sem preconceitos por nossa idade, orientação sexual, cor da nossa pele, convicções políticas. Queremos mais direitos, e só com unidade da classe trabalhadora em luta que conseguiremos vitórias.
Para isso, a juventude da CTB dialoga com o 3º Congresso dessa vitoriosa central que já reúne cerca de 10% o sindicalismo em apenas cinco anos. Estamos convencidos da importância de nosso diálogo com a juventude trabalhadora a serviço de nossa central.  O povo unido jamais será vencido, e acreditamos muito na união dos jovens trabalhadores, estudantes e mulheres para impulsionar o fortalecimento da luta dos trabalhadores. Com esse bloco podemos acelerar as mudanças, botar o pé no acelerador e trocar de marcha.
É preciso traçar alguns pontos para organizar esse time da juventude trabalhadora da CTB:
- 40 horas semanais já! Fim do fator previdenciário;
- Nenhuma direção da CTB ou sindicato da CTB sem secretaria da juventude! Queremos oportunidade de contribuir para as decisões da luta dos trabalhadores(as);
- Garantir na previsão orçamentária da CTB orçamento próprio da Secretaria de Juventude para as ações e atividades desta;
- Intensificar a luta pela educação. 10% do PIB para educação de qualidade, com creches para o povo, educação pública para a cidadania e o mundo do trabalho em todos os níveis no campo e na cidade com valorização dos trabalhadores da educação;
- Lutar por oportunidades de permanência da juventude no campo, garantindo a sucessão rural, fortalecendo a educação do campo;
- Lutar por reforma agrária garantindo assentamento dos jovens trabalhadores (as) rurais;
- Lutar pelo empoderamento das mulheres em todos os espaços, com equidade salarial de gênero;
- Fora Feliciano! Contra a homofobia;
- Levar o debate do estágio e ingresso no mundo do trabalho para as entidades representativas dos estudantes (grêmios, partidos e movimentos estudantis);
- Fortalecer o relacionamento da juventude da CTB com as centrais da América do Sul e em especial do cone sul Venezuela e Cuba;
- Criar condições para a conciliação do trabalho e estudo;
- Combater o assédio moral e sexual;
- Apoiar o projeto de lei de iniciativa popular que regulamente e democratize a mídia;
- Ampliar e melhorar a comunicação dos nossos sindicatos, aumentando a produção e divulgação de materiais em áudio e vídeo, disponibilizando o compartilhamento desses arquivos na internet;
- Mais transparência no sistema “S” contemplando: inclusão da formação voltada á agricultura de pequena e média escala e a ao empreendedorismo rural;
- Participar dos encontros de estudantes técnicos com campo e cidade;
- Lutar para garantir a qualidade do ambiente de trabalho, e combater a exploração da mão de obra juvenil cobrando que o Ministério do Trabalho tenha uma posição em defesa dos trabalhadores(as);
- Realizar festivais da juventude do campo e da cidade;
- Realizar reuniões do Coletivo Nacional para o ano com a CTB;
- Ampliar a organização da Juventude da CTB nos ramos onde estamos mais organizados;
- Criar uma escola nacional da CTB com garantia de participação dos jovens.
A juventude trabalhadora do campo e da cidade protagonista das mudanças que o Brasil necessita, fortalecendo as ações da juventude brasileira com as nossas bandeiras.
Belo Horizonte, 30 de junho de 2013
Fonte texto: Blog CTB MG

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Foz de Iguaçu : XXI Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba reúne cerca de 400 apoiadores


Os mais de 400 delegados de grupos de solidariedade e associações José Martí de todo o território do Brasil participaram da XXI Convenção Brasileira de Solidariedade a Cuba  na cidade de Foz de Iguaçu. No dia 14, os participantes ouviram  conferência oferecida pelo doutor Angel Mauro Alfonso Fernández, que falou sobre o programa de atendimento primário de saúde e a cooperação internacional neste ramo.

Os desafios do processo de integração latino-americano e as experiências dos movimentos de solidariedade foram outros temas a serem discutidos no encontro, realizado na fronteira com a Argentina e o Paraguai.

Durante o evento, Socorro Gomes, do Centro Brasileiro de Solidariedade com os Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz), exigiu a retirada das tropas norte-americanas da base de Guantánamo, território cubano ocupado ilegalmente pelos Estados Unidos. Exigiu nesse sentido a necessidade de construir a unidade latino-americana para exigir com mais força a entrega dese pedaço de solo cubano ao seu povo e a suspensão da política hostil da Casa Branca contra a maior das Antilhas.

Apesar do bloqueio econômico e financeiro imposto pela Casa Branca há mais de 50 anos contra Cuba, essa nação é um país soberano que conta com o melhor sistema sanitário do mundo, assegurou.

Uma das convidadas a esse encontro, Adriana Pérez, esposa de Gerardo Hernández, um dos cinco antiterroristas cubanos presos nos Estados Unidos em 1998, solicitou apoio para conseguir a libertação desses lutadores.

Pérez denunciou as violações dos direitos humanos cometidas pela administração estadunidense, que negou a possibilidade de visitar seu marido ao negar-lhe o visto todas as 12 vezes nas quais foi solicitado.

Gerardo Hernández foi condenado a duas condenações perpétuas mais 15 anos de prisão e ainda permanece preso, da mesma forma que outros três de seus companheiros de causa: Ramón Labañino, Antonio Guerrero y Fernando González, apesar da forte pressão internacional para que o governo estadunidense os libere.
O outro antiterrorista, René González, saiu da prisão em liberdade condicional está em Havana, após renunciar a sua cidadania estadunidense.

Os Cinco, como são conhecidos a nível internacional, monitoravam os planos das organizações terroristas financiadas pelos Estados Unidos e sediadas no sul da Flórida.

A XXI Convenção brasileira encerrou com  com a aprovação de um documento chamado Carta de Foz do Iguaçu, na qual serão expostas as medidas e ações para impulsionar durante os próximos 12 meses a defensa de Cuba.

No sábado, dia 15 de junho, os participantes fizeram manifestação de apoio a Cuba na Ponte da Amizade, divisa entre Brasil e Paraguai
Fonte texto: Blog da ACJM MG

terça-feira, 29 de maio de 2012

Dia Nacional do Trabalhador Rural: CTB presta homenagem e exige avanços


Neste dia 25 de maio comemora-se o Dia Nacional do Trabalhador Rural, uma data ainda pouco conhecida, mas que marca o dia dedicado à classe dos trabalhadores rurais brasileiros.
Para a CTB, esta data é de extrema importância, pois é por meio do trabalho e esforço dos trabalhadores e trabalhadoras rurais que o País tem avançado nos últimos anos, se tornando a sexta economia mundial. “É importante ressaltar que o trabalho exercido pelos trabalhadores e trabalhadoras rurais ajuda na sustentação dos povos”, declarou Wagner Gomes, presidente nacional da CTB.
Mas é preciso ressaltar também que ainda há muito em que avançar, para que a classe trabalhadora rural possa usufruir das riquezas que ajuda a produzir. “O governo precisa reconhecer as necessidades desses companheiros e companheiras rurais, para lhes proporcionar melhores condições de vida”, afirmou o presidente da CTB.
Para o secretário de Políticas Agrícolas e Agrárias da CTB, Sérgio de Miranda, mesmo a data não fazendo parte do calendário oficial de mobilizações, é importante que se faça uma retrospectiva neste dia. “O Dia do Trabalhador Rural é importante para celebrar as conquistas que foram alcançadas no decorrer dos anos, mas é necessário também refletir sobre os desafios que ainda norteiam a classe trabalhadora rural e garantir que esses trabalhadores possam realmente ter melhores condições de vida”, ressalta.
Como no próximo dia 30 de maio acontece a 18ª edição do Grito da Terra Brasil, o dirigente da CTB aproveita para conclamar os trabalhadores e trabalhadoras rurais a se mobilizarem nessa data importante. “O Grito da Terra Brasil é o momento dos trabalhadores rurais levantarem suas bandeiras de lutas, pressionando para que o governo sinta a obrigação de atender a demanda dos trabalhadores rurais”, finaliza Sérgio de Miranda.
Fonte texto: Blog da CTB MG

quarta-feira, 11 de abril de 2012

ANJ vai proteger o Robert(o) Civita?


Por Paulo Henrique Amorim, no blogConversa Afiada:

Segundo a Agência Brasil, saiu a CPI Mista do Demóstenes-Cachoeira-Perillo e do…

Segundo o Blog do Nassif, o deputado Fernando Ferro, do PT de Pernambuco, aquele que cunhou a expressão PiG, em homenagem a artigo de Ali Kamel, vai convocar o Robert (o) Civita.

(Esqueçam o Policarpo, sugeriu o Nassif: quem manda no detrito de maré baixa é o Robert (o) Civita).

(Quantos passaportes tem o senhor Civita?, perguntava-se o sempre pioneiro engenheiro Leonel),

E, agora, a Associação Nacional dos Jornais vai defender o Robert (o) Civita ?

A CPI do Cachoeira é uma ameaça à liberdade de imprensa dos donos do PiG?

A CPI vai chamar o Ernani de Paula, aquele que, na TV Record, melou o mensalão?

Não seria o caso de chamar o Roberto Jeferson para depor?

Ou a CPI vai fechar a lente no Cachoeira e deixar o… escapar por baixo das pernas?

Onde está o inesquecível Senador Heráclito Fortes, que melou o depoimento de Daniel Dantas na CPI dos Correios?

Onde está o senador Delcidio Amaral, que fecharia a CPI dos Correios sem pedir a incriminação de Daniel Dantas, não fosse a intervenção da senadora Ideli Salvatti?

Onde estarão Heráclito e Delcidio na hora em que Robert (o) Civita aparecer para depor?

Quem Robert (o) Civita contratará como advogado?

Com os de sempre, ele está perdido: perde todas.

Na Argentina, mandaram os Civita para correr.

Está na hora de copiá-la – pelo menos nisso.



Fonte texto: Blog do Miro

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Trabalhador que não contribuiu também poderá se aposentar, diz Previdência Social


O trabalhador que teve vínculo empregatício, mas não recolheu as contribuições mensais à Previdência Social, deve ter o seu tempo de serviço reconhecido normalmente, para efeito de aposentadoria, segundo entendimento do presidente do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS), Manuel Rodrigues.
O presidente disse que para o reconhecimento do direito basta que o empregado apresente, quando for se aposentar, a Carteira Profissional, com a anotação do contrato de trabalho, com a data de entrada e de saída do emprego.
Outra prova importante que justifica o tempo de serviço do trabalhador para ser beneficiário da Previdência Social é a apresentação da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) que todo ano os empregadores têm que encaminhar ao Ministério do Trabalho e Emprego.
Como a Rais só passou a existir a partir de 1976 e os dados são informados pelas Delegacias Regionais do Trabalho e inseridos no Cadastro Nacional de Informações Sociais, quem trabalhou antes disso só terá como prova a Carteira Profissional.
Em reunião na semana passada no CNPS, Manuel Dantas destacou que “há uma cultura do trabalhador brasileiro de recorrer à Justiça quando tem qualquer problema com o Instituto Nacional do Seguro Social”.
Ele disse que a Previdência Social é o foro apropriado para resolver as questões com o INSS. Segundo ele, recorrer ao Judiciário envolve demora nas soluções e alto custo para a União. De todos os precatórios pagos anualmente pelo governo, 85% envolvem ganhos de causa dos trabalhadores contra a Previdência Social.
O presidente do CNPS disse que vai lutar para melhorar a estrutura da área de recursos da Previdência, para agilizar a solução para o estoque de recursos que estão em tramitação. “Os trabalhadores pensam logo de saída em ir para a Justiça, porque não estão bem informados sobre as possibilidades de solução, no âmbito administrativo da Previdência Social”.
Dantas disse que conta com o apoio do ministro Garibaldi Alves Filho para ampliar a estrutura do conselho de recursos. Ele lembrou que existem no país mais de 6 milhões de empregados domésticas que não têm carteira assinada.
“Quando chegar a idade de aposentadoria, não terão como provar que trabalharam”. Por isso chama a atenção para a importância de as donas de casa assinarem as carteiras de seus empregados domésticas, para que no futuro tenham proteção previdenciária.
Fonte texto: Portal CTB MG.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O Som da Hora...

Plebe Rude
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Plebe Rude é uma banda brasileira de rock, formada em Brasília. Banda formada nos anos 80 por Philippe Seabra, Gutje, André X e Jander Bilaphra. Em Brasília, fizeram parte da turma da Colina, integrada por outras bandas como Os Paralamas do Sucesso e Aborto Elétrico (que posteriormente deu origem Capital Inicial e Legião Urbana). O estilo da banda, repleto de críticas sociais e políticas, reflete toda a cultura punk da época, porém com uma preocupação maior nas composições e elaboração dos arranjos e melodias. Por estes fatores, é considerado uma mistura do punk rock com a influência post punk inglesa e sua invasão oitentista do new wave.

Plebe Rude era umas das mais famosas bandas de Brasília, uma marco importante foi quando.A Plebe Rude e a Legião Urbana fizeram um show num festival de rock em Patos de Minas em 05 de Setembro 1982, primeiro show da recém formada Legião Urbana, abrindo para a Plebe Rude. Após as apresentações, acabaram sendo presos por causa de suas letras, Plebe Rude por uma música chamada "Voto em Branco" e Legião Urbana pela "Música Urbana 2", mas todos acabaram soltos após a polícia local ser informada por eles mesmos que eram de Brasília, temendo que fossem filhos de políticos.

Plebe Rude chamava muita atenção por onde passava. Tocaram em todas as danceterias importantes do eixo-Rio São Paulo e ainda no legendário Circo Voador. E numa destas apresentações no Circo Voador conheceram Herbert Viana, que haviam “homenageado” na música “Minha Renda”. No principio, o encontro entre os plebeus e o paralama foi tenso, mas logo Herbert sacou todo o inteligente sarcasmo da Plebe Rude e a partir daquele momento tornou-se um dos que mais ajudaram a Plebe a estourar nacionalmente.
Em 2003, Gutje e Jander Bilaphra deixam a banda. Plebe Rude volta na forma definitiva com Clemente, que também integra a banda Inocentes, e Txotxa, que já havia integrado a banda Maskavo Roots. Marca a banda mais madura e que é ainda umas das grandes banda do rock nacional. Em 2006, com esta nova formação, lançaram o álbum independente intitulado R ao contrário, lançado pela revista OutraCoisa do Lobão. Com destaque para as músicas "O que se Faz", "R ao Contrario" e "Vote em Branco",música que alis foi tocada pela banda no show de Patos de Minas em 1982 junto a Legião Urbana.
Em 2009, a banda gravou de forma independente o CD e DVD Rachando Concreto - 30 Anos Ao Vivo.Mostra que banda continua com letras críticas e atuais com sua relevância e atitude.Concorre a Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock Brasileiro. Em 2010, a banda assina com a gravadora Coqueiro Verde e confirma o lançamento do projeto no primeiro trimestre de 2011. Ainda em 2010, a faixa "The Wake" é destaque na trilha sonora do filme "Federal", com Selton Mello, Michael Madsen e Carlos Alberto Riccelli no elenco e direção de Erik de Castro.
Em 2011, após o lançamento do DVD Rachando Concreto, o baterista Txotxa, deixou a banda para ir tocar no Natiruts. Em seu lugar, entrou o baterista Marcelo Capucci.

Integrantes

Formação atual

  • Philippe Seabra (guitarra e voz)
  • Clemente (guitarra e voz)
  • André X (baixo)
  • Marcelo Capucci (bateria)

Ex-integrantes

  • Gutje
  • Jander Bilaphra
  • Txotxa

Discografia

Álbuns de Estúdio

  • 1985 - O Concreto Já Rachou (EMI)
  • 1987 - Nunca Fomos Tão Brasileiros (EMI)
  • 1988 - Plebe Rude III (EMI)
  • 1993 - Mais Raiva Do Que Medo (Natasha Records/Sony Music)
  • 2006 - R ao Contrário (Independente/OutraCoisa)

Álbuns Ao Vivo

  • 2000 - Enquanto a Trégua Não Vem (EMI)
  • 2011 - Rachando Concreto: Ao Vivo em Brasília (Coqueiro Verde)

Vídeo sobre a matéria:

Fonte texto: Wikipédia.