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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Contra mudança climática religiosos são difusores de mensagens pelo meio ambiente

Metas e medidas para proteger a natureza das ações destrutivas do homem e amenizar os impactos das mudanças climáticas, como reduzir a emissão de gases de efeito estufa, estão sendo preparadas por vários países para contribuírem com a Convenção das Nações Unidas sobre o Clima (COP21), que acontece entre o fim de novembro e início de dezembro deste ano, em Paris [França].
Uma dessas contribuições foi firmada no último dia 25 de agosto, na cidade do Rio de Janeiro, quando lideranças de 12 comunidades religiosas nacionais e internacionais assinaram a Declaração Fé no Clima. Este é um documento informal do segmento religioso brasileiro para a COP21. O evento foi promovido pelo Instituto de Estudos da Religião (Iser).
Metas e medidas para proteger a natureza das ações destrutivas do homem e amenizar os impactos das mudanças climáticas, como reduzir a emissão de gases de efeito estufa, estão sendo preparadas por vários países para contribuírem com a Convenção das Nações Unidas sobre o Clima (COP21), que acontece entre o fim de novembro e início de dezembro deste ano, em Paris [França].

Como gerar mais energia sem afetar o ambiente?

Um dos maiores desafios do Brasil é a equação entre maia energia, crescimento econômico e sustentabilidade. CartaCapital debate o tema nesta segunda-feira
O gás terá também presença crescente. A produção poderá dobrar para 180 milhões de metros cúbicos por dia no início da próxima década, por causa do pré-sal, apontam algumas estimativas. Na Bacia de Campos, nos melhores casos fora do pré-sal, são produzidos 80 metros cúbicos de gás para cada metro cúbico de petróleo
Brasil atravessa um período de transição da sua matriz de energia baseada nas hidrelétricas, que deverão gradualmente perder participação na geração nos próximos anos.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Reconhecimento de direitos indígenas diminui desmatamento e narcotráfico na América Central

Estudo mapeou experiências de sucesso na região; 'queremos que governos contem conosco quando tratam de estratégias de segurança', diz líder indígena


De acordo com Andrew Davis, um dos autores do estudo, um dos pontos cruciais é o monitoramento das zonas de risco. “A mais direitos correspondem mais organização, e a mais organização, uma melhor rede de vigilância comunitária. E se esta rede funciona, evita-se que entrem estranhos para fins ilícitos ou, se conseguem entrar, são detidos ou as autoridades são informadas imediatamente para que tomem medidas.” Um dos exemplos mais espetaculares ocorreu em Talamanca (Costa Rica), onde os sistemas de vigilância e monitoramento comunitário alertaram para uma rede de helicópteros que trabalhava para o narcotráfico.Entretanto, se os indígenas não são donos legalmente de suas terras ou não têm senso de comunidade, como acontecia há alguns anos na zona da Mosquitia ou na “terra de ninguém” do Petén guatemalteco, eles permanecem muito mais vulneráveis. Leia também: Após serem demitidas, tailandesas criam cooperativa para fugir de exploração na indústria têxtil O estudo do Prisma aponta exemplos de sucesso. No México, em municípios como Cherán (em Michoacán, no centro do país) ou em Tecpan de Galeana (na costa de Guerrero, no Pacífico) as ações comunais contra o narcotráfico resultaram no reflorestamento de mais de 1.000 hectares e na criação de um viveiro que conta com 1,4 milhão de plantas. Além disso, em ambos os lugares caiu o número de homicídios. Diante de situações tensas, os padrões de atuação têm sido distintos. Nicarágua e Guatemala puseram em ação os chamados “batalhões ecológicos”, unidades pertencentes ao Exército que atuam em coordenação com as comunidades. Em outros casos, como na comunidade garifuna (grupo étnico cafuso) de Vallecito (norte de Honduras), ou os purépechas de Cherán, os próprios indígenas optaram pelo confronto direto (apesar da disparidade de forças), mas sua coragem e insistência fizeram com que pouco a pouco conquistassem parte de seus objetivos, embora ao custo de ações violentas. Leia também: National Geographic redesenha Ártico para refletir mudanças climáticas dos últimos 30 anos Muitos governos ainda se mostram reticentes em contar com as comunidades para elaborar estratégias de segurança, e os planos hemisféricos liderados pelos EUA oferecem principalmente ajuda militar. No entanto, o fortalecimento de redes de base, como demonstram os estudos citados, não só contribuiriam para um maior e melhor desenvolvimento dos povos nativos das florestas latino-americanas, mas também preservariam um dos pulmões do planeta e dificultariam a ação dos narcotraficantes. Outro exemplo, ausente dos estudos, é reconhecido por funcionários do governo do México, ainda que em voz baixa: é caso de um dos grupos indígenas mais organizados do continente, nos territórios que conquistaram autonomia depois do levante do Exército Zapatista de Libertação Nacional, no sudeste de Chiapas. “Onde estão os zapatistas, não há narcotráfico, por isso nós os toleramos.”
“Estamos defendendo nossas florestas até com as unhas.” Cándido Mezúa, líder do Congresso Geral dos Povos Emberá Wounaan, do Panamá, é contundente. Sabe que pela América Central passa 80% da cocaína que chega aos EUA (segundo dados do Departamento de Estado norte-americano).

terça-feira, 12 de junho de 2012

Do Amazonas ao Caribe, de canoa. O legado da revolução cubana por um mundo mais sustentável

A Associação Cultural Jose Marti de MG, Associação Cultural Jose Marti do RJ, Casa da América Latina, Clube de Engenharia, Espaços Cultural Diálogos do Sul, Fórum Social Mineiro, MST  convidam para as seguintes atividades durante a realização da Cupula dos Povos, no Rio de Janeiro



DIA 18 DE JUNHO - 18h30m
Clube de Engenharia -auditório do 25º andar  à Av. Rio Branco, 124- Centro- RJ

Por uma cultura da natureza e do ser humano - A Expedição do Amazonas ao Caribe, de canoa

Apresentação de documentário de 30 minutos sobre as principais contribuições para a ciência e o meio ambiente resultantes da expedição e debate com o sr. Angel Graña, da Fundação Antonio Nunez Jimenez, de Cuba, e vice-presidente da Federação Latinoamericana de Espeleologia.

Para a nossa atividade sobre a Cultura da Natureza e do Ser Humano, o sr. Angel Graña, que esteve ano lado do capitão do exército rebelde  Antonio Núñez Jiménez  na expedição  tombada pela Unesco como Patrimônio da Humanidade, do Amazonas ao Caribe, vai falar dos resultados obtidos nesta epopéia latinoamericana.


Participou como Geógrafo na histórica expedicão  En Canoa del Amazonas al Caribe juntamente com três dezenas de homens e mulheres de países como o Brasil, Colombia, Equador, Peru que navegaram cara ao sol durante várias semanas, com o objetivo de descobrir por via da ciência a insondável riqueza que guarda esta terra verde levando a bandeira da solidariedade latinoamericana,  e da cultura da natureza e do ser humano.

O sr. Graña trouxe com ele um vasto material que  e peço a todos que estimulem uma agenda durante o período de 15 a 23 de junho para que ele possa divulgar ao máximo mais este legado da revolução cubana.

DIA 19 DE JUNHO - 18h30m
Clube de Engenharia -auditório do 25º andar  à Av. Rio Branco, 124- Centro- RJ

As três questões centrais do problema ambiental 
Apresentação do engenheiro civil Luiz Carlos dos Santos que participou da Conferencia Mundial de los Pueblos sobre el Cambio Climático y los Derechos de la Madre Tierra em Cochabamba, Bolívia
Capitalismo e Sustentabilidade, incompatibilidade de gênios O enfoque está na dignidade e na salvação do Homem.  Apresentados os três únicos vetores do problema ambiental e como eles vêm se agravando. Em seguida apresentamos os quatros principais dificuldades para o tratamento do problema.

A partir do conceito de Pegada Ecológica, definimos uma grandeza que nos permite estabelecer a equação da relação do Homem com a Terra.
Da relação estabelecida, o objetivo é apresentar uma alternativa para alcançar um desenvolvimento menos agressivo ao meio ambiente.
Para realizar essa análise são apresentadas algumas evidências sobre renda, população e pegada ecológica para, posteriormente discutir como uma redistribuição de renda afeta a relação do homem com a terra.
Luiz Carlos F. Santos, empresário e ex-Secretário de Obras e Serviços Públicos e de Urbanismo da Cidade do Rio de Janeiro.

Fonte texto: Blog da Associação Cultural Jose Martí