quinta-feira, 23 de junho de 2016

Temer: contra as urnas e contra a democracia

Duas entrevistas apresentadas essa semana por grandes veículos de comunicação, contrapõe, de forma transparente, o campo golpista e o campo democrático que tem defendido a democracia e para isso, a realização de um plebiscito.

Foi exibida nesta terça (22) no canal de TV paga, Globo News, trechos de entrevista que o presidente ilegítimo, Michel Temer (PMDB), concedeu ao jornalista Roberto D’Ávila.

Na mesma entrevista Temer tentou argumentar, com o intuito de desconstruir a proposta de plebiscito, para que caso seja aprovado nas urnas, aconteça nova eleição para presidência. O governo ilegítimo afirmou que o plebiscito “não é útil porque, se vai voltar (Dilma) para depois convocar eleições, então é porque não quer governar”.

Não chega a ser surpreendente que Temer, está desferindo o maior ataque contra nossa democracia desde o golpe de 64, não consiga respeitar e enxergar a importância das urnas. Além de não respeitar, vale dizer que Temer, atualmente, está inelegível por 8 anos. Ou seja, não poderia nem sequer concorrer as eleições.
Duas entrevistas apresentadas essa semana por grandes veículos de comunicação, contrapõe, de forma transparente, o campo golpista e o campo democrático que tem defendido a democracia e para isso, a realização de um plebiscito.
Foi exibida nesta terça (22) no canal de TV paga, Globo News, trechos de entrevista que o presidente ilegítimo, Michel Temer (PMDB), concedeu ao jornalista Roberto D’Ávila.
Na mesma entrevista Temer tentou argumentar, com o intuito de desconstruir a proposta de plebiscito, para que caso seja aprovado nas urnas, aconteça nova eleição para presidência. O governo ilegítimo afirmou que o plebiscito “não é útil porque, se vai voltar (Dilma) para depois convocar eleições, então é porque não quer governar”.
Não chega a ser surpreendente que Temer, está desferindo o maior ataque contra nossa democracia desde o golpe de 64, não consiga respeitar e enxergar a importância das urnas. Além de não respeitar, vale dizer que Temer, atualmente, está inelegível por 8 anos. Ou seja, não poderia nem sequer concorrer as eleições.
A presidenta Dilma e demais setores progressistas defendem o plebiscito, proposto pelo PCdoB, para buscar uma saída democrática. Como o ex-ministro da Defesa, Aldo Rebelo (PCdoB), afirmou essa semana em entrevista ao Valo Econômico, “a proposta do plebiscito tem o objetivo de resgatar os dois elementos decisivos para a governabilidade, que são a legalidade e legitimidade”.
Aldo destacou ainda que “a autoridade original que é o voto do eleitor constitui a única solução não só possível como duradoura” para devolver a legitimidade ao governo e a nossa jovem democracia.
Sendo essa uma forma de repactuação com o equilíbrio encontrado através da Constituição de 1988, e que foi quebrado pela sanha golpista da oposição.
Temer durante sua entrevista se preocupou em destilar altas doses de arrogância e cinismo (ou ato falho), como no momento em que afirmou, sobre a utilização do avião presidencial por Dilma Rousseff, “e ademais disso, pelo que sei, a senhora presidente utiliza o avião, ou utilizaria, para fazer campanha denunciando o golpe”. Como podemos ver, Temer reconhece o que o levou para o governo. Golpe!
Ainda teve tempo também de defender seu grande parceiro na articulação golpista, Eduardo Cunha (PMDB), a quem colocou como “batalhador no campo político e no campo jurídico”.
Já o comunista Aldo Rebelo fez menção a tríade de sustentação do movimento golpista, sendo eles o judiciário, a mídia e o grande capital, “que buscam protagonismo sobre o destino e a tragédia”. E reforçou que fora da política “é difícil encontrar quem possa conciliar os antagonismos da sociedade”.
Podemos concluir que fica cada mais vez mais clara insustentabilidade do golpe e o medo que os golpistas apresentam da vontade do povo, manifestada através das urnas.
Fonte: Site da UJS

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