domingo, 22 de maio de 2016

Posso andar na rua? 3 penquenas histórias da política na "República das Bananas".

Dilma e a multidão, em Belo Horizonte
No final do post, o segundo vídeo que completa a ideia mostrada na publicação anterior, com as imagens que a mídia comercial não vai mostrar.
Como não vai mostrar a imagem acima, do lado de fora do hotel onde se realiza o Encontro de Blogueiros, em Belo Horizonte, onde estarei daqui a pouco, no momento em que Dilma Rousseff chegava para o ato de abertura.
É verdade que o Governo Dilma se desgastou e perdeu popularidade. Mas é igualmente verdade que ela, pessoalmente, e o rito democrático do “Presidente, só com eleição” que o brasileiro preza a fazem merecer a recepção que teve.
Que Temer não teve e não terá sequer num daqueles atos da direita na avenida paulista.
É possível num país como o nosso um presidente durar sem que possa andar na rua? Talvez e Sarney o conseguiu. Apenas, porém, para se tornar um molambo que precisou deixar o Maranhão para conseguir no Amapá, com métodos que você pode imaginar, o mandato de senador que o manteve vivo como uma múmia na política.
É isso o que ainda detém, por alguns dias, a máquina de maldades do golpe.
Vai piorar, porém.
Porque, mesmo com medo do que vai acontecer, eles farão o que vieram para fazer.

Caetano e a multidão: Odeio você, Temer!
Governante democrático tem de poder andar na rua.
Publico dois vídeos de ontem à noite.
Este é o primeiro.
Caetano, no improviso da ocupação do antigo prédio do MEC – que está em obras, cheio de tapumes, senão teria mais gente ainda – canta seu “Odeio você”.
O outro, se você não viu na capa do site, está aqui.
Quem não pode andar na rua pode unir um país?
Só se for contra…
Temer manda fazer “bunker” em sua casa em SP
Do Estadão, agora há pouco:
Temendo uma manifestação contra o governo marcada para esse domingo, a segurança do presidente interino Michel Temer fechou todas as vias de acesso à rua onde ele mora, no bairro Alto Pinheiros, em São Paulo. Segundo soldados da PM, o local foi transformado em “área de segurança presidencial”.
Já tinha mandado instalar barreiras extras em Brasília.
Agora no Alto Pinheiros.
O homem capaz de unir o Brasil precisa de um “bunker”?
Dima, a “odiada pela população” foi tranquilamente a Porto Alegre, no final de semana passado.
Temer “começa” como Sarney terminou.
Não pode ir a lugar nenhum.
Acho que nem mesmo se a direita convocasse outra daquelas “festas da família brasileira” da Avenida Paulista, Temer poderia ir.
A “corrida” que Aécio e Alckmin levaram, perto da que levaria, seria pinto. Ou pato, como é mais propício aos ativistas da Fiesp.

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