domingo, 13 de dezembro de 2015

O comovente esforço da mídia para “encher” as marchas do impeachment

Na maior parte das cidade, poucas centenas de pessoas.

Em Brasília, subsede do “coxismo”, a imagem aérea da Globonews mostra, com muito boa vontade, umas duas mil pessoas.

Aliás, seus repórteres, um pouco constrangidos, repetem as mesmas fases “clichê”, sobre “famílias inteiras”, etc, etc…

Certamente São Paulo, a capital do golpe, será maior.

Tem bandinha e “pato” da Fiesp para ajudar.

No Rio, a imagem que reproduzo ilustra o tom patético de cerca de mil pessoas.

Pode, claro, enganar meia-dúzia de trouxas, mas não os “espertos” que contam com massas agitadas para pressionar pelo impeachment.
Acompanhando pela TV e nos sites as primeiras manifestações dos grupos pró-impeachment, já é possível fazer uma ideia da falta de adesão, muito mais significativa depois do bombardeio que, após o ato de vingança de Eduardo Cunha, multiplicou-se na mídia.
Na maior parte das cidade, poucas centenas de pessoas.
Em Brasília, subsede do “coxismo”, a imagem aérea da Globonews mostra, com muito boa vontade, umas duas mil pessoas.
Aliás, seus repórteres, um pouco constrangidos, repetem as mesmas fases “clichê”, sobre “famílias inteiras”, etc, etc…
Certamente São Paulo, a capital do golpe, será maior.
Tem bandinha e “pato” da Fiesp para ajudar.
No Rio, a imagem que reproduzo ilustra o tom patético de cerca de mil pessoas.
Pode, claro, enganar meia-dúzia de trouxas, mas não os “espertos” que contam com massas agitadas para pressionar pelo impeachment.
Eles sabem que Eduardo Cunha é um estigma repugnante neste movimento.
Não é à toa que O Globo, ontem, e a Folha, hoje, exigem a saída de Cunha.
Não pelas mesmas razões que as pessoas honradas, claro.
Mas porque apostam que,”limpando” dele o impeachment, terão mais chances de fazê-lo.
É hora de livrar-se da cobra, ela já injetou seu veneno.

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