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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Treta da Direita desajeitada.


Fórmula para reajuste do piso regional do Rio Grande do Sul é apresentada por parlamentar

Enquanto centrais sindicais e federações empresariais estão na expectativa por uma definição quanto ao índice de reajuste do salário-mínimo regional, que ainda não teve o projeto de lei enviado à Assembleia pelo governador José Ivo Sartori (PMDB) e pode voltar ao debate entre as partes, a deputada estadual Any Ortiz (PPS) procurou o chefe do Executivo para sugerir uma alternativa ao impasse.
Enquanto centrais sindicais e federações empresariais estão na expectativa por uma definição quanto ao índice de reajuste do salário-mínimo regional, que ainda não teve o projeto de lei enviado à Assembleia pelo governador José Ivo Sartori (PMDB) e pode voltar ao debate entre as partes, a deputada estadual Any Ortiz (PPS) procurou o chefe do Executivo para sugerir uma alternativa ao impasse.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Na manchete, delator Cerveró “liga Lula a contrato”; lá embaixo, “fala em propina sob FHC”, que hoje equivale a R$ 650 mi

O ex-diretor da área Internacional da Petrobras e um dos primeiros delatores da Operação Lava Jato, Nestor Cerveró, disse que uma das negociações envolveu uma propina de US$ 100 milhões ao governo tucano de Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), ou 650 milhões em reais atualizados.
As informações são parte de um resumo do depoimento que Cerveró prestou ao MPF antes de fechar seu acordo de delação premiada. Só vieram à tona com o mandado de busca e apreensão no gabinete do senador Delcídio Amaral (PT-MS), no dia 25 de novembro — entre os documentos, estava esse resumo.
O vazamento só ocorre após busca em gabinete do senador petista Delcídio Amaral, onde documentos citando o ex-presidente tucano foram apreendidos. Cerveró ainda cita o envolvimento do ex-presidente argentino Carlos Menem
O ex-diretor da área Internacional da Petrobras e um dos primeiros delatores da Operação Lava Jato, Nestor Cerveró, disse que uma das negociações envolveu uma propina de US$ 100 milhões ao governo tucano de Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), ou 650 milhões em reais atualizados.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

domingo, 10 de janeiro de 2016

A História pula fogueiras

Luís Fernando Veríssimo, em sua coluna dominical em O Globo, faz um registro muito bom para a turma que anda querendo a volta de um regime autoritário saber o que é a “liberdade de imprensa” desta turma.
O nome de Brizola foi omitido de uma geração – a minha – e, entretanto, ele pulou a fogueira das liberdades e do tempo, como a foto genial do Guina Ramos – leia sobre ela aqui – registra nem tão metaforicamente.

Mas prevaleceu o que Brizola sempre amou e reverenciou: a memória popular.

Era o “fio da História”, como se referia sempre ele ao tratar da tesoura com que a direita mais autoritária tentava fazer cortar a caminhada inevitável  de um país que tem destino próprio e  de um povo que deseja justiça.
Luís Fernando Veríssimo, em sua coluna dominical em O Globo, faz um registro muito bom para a turma que anda querendo a volta de um regime autoritário saber o que é a “liberdade de imprensa” desta turma.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Comediante denuncia estupro e agressões do ex-namorado

Comediante denuncia estupro e agressões cometidas pelo ex-namorado em corajoso post no Instagram. Na publicação, mulher revela momentos que passou e o que sentiu, para que outras vítimas com o mesmo problema não guardem mais isso para si
Acostumada a fazer graça de sua vida em seus shows de stand up, a comediante norte-americana Beth Stelling não estava sendo totalmente honesta sobre a sua vida pessoal. Por medo do que as pessoas iriam pensar, ela vinha escondendo que, durante um tempo, esteve em um relacionamento abusivo.

E não foi só isso! Ela não conseguia dar um basta e continuou nesse namoro por dois meses mais após ser estuprada, sofrer agressões físicas e verbais de seu abusador. Agora não mais!
Acostumada a fazer graça de sua vida em seus shows de stand up, a comediante norte-americana Beth Stelling não estava sendo totalmente honesta sobre a sua vida pessoal.

O nem tão sutil homoerotismo dos filmes de gladiador e das lutas de MMA

Groucho estava de gozação, mas sem dúvida seu olhar antecipou uma tendência. Sobretudo a partir da década de 1970, a percepção comum de que os homossexuais eram todos “afeminados” foi suplantada pela realidade de que gays também podem ser ultra-masculinos. E os corpos supertrabalhados na academia passaram a ser associados muito mais à homossexualidade do que à heterossexualidade. Costumo brincar que a marchinha de Carnaval “olha a cabeleira do Zezé, será que ele é” soa agora tão politicamente incorreta quanto datada. Hoje em dia seria muito mais “olha o peitoral do Zezé”.
A ultra-virilidade aparenta ser a antítese da homossexualidade, mas no final das contas se encontra com o homoerotismo.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Cultura Viralata? 9 gringos cantando músicas brasileiras no ‘The Voice’

O programa televisivo The Voice conta com edições em diversos países. E não é só na atração brasileira que as músicas nacionais são sucesso. Elas também fazem os gringos vibrarem.

Desde hits dançantes como Tchê Tchê Rere até clássicos do naipe de Garota de Ipanemaestão entre as músicas encolhidas pelos participantes estrangeiros para tentar garantir uma vaga nas etapas da competição. Confira abaixo nove estrangeiros cantando músicas tupiniquins nas versões internacionais do programa:
O programa televisivo The Voice conta com edições em diversos países.

A farsa da montagem que diz que brasileiros são sujos e americanos civilizados

Montagem que compara praia de Miami à de Copacabana após a festa de Réveillon tenta induzir internautas a acreditarem que brasileiros são sujos e americanos civilizados. No entanto, publicação não diz que a foto estadunidense retrata uma praia particular fora da época
Vem circulando pelas redes sociais, desde o último dia 1º, uma montagem comparando a quantidade de lixo deixado em uma praia de Miami (EUA) e na praia de Copacabana (RJ) após a festa de Ano Novo. O intuito da postagem, que foi compartilhada por centenas de internautas, era o de depreciar o brasileiro diante do cidadão estadunidense, conforme sugeriu o próprio autor da montagem na legenda.
“A primeira foto abaixo é Copacabana no dia 1º de 2016. A segunda foto abaixo é de Miami no 1º dia de 2016. Acho que este país merece o governo que tem… Porcos! Lamentável! Complexo de vira-lata? Não! É a realidade”, escreveu.
Vem circulando pelas redes sociais, desde o último dia 1º, uma montagem comparando a quantidade de lixo deixado em uma praia de Miami (EUA) e na praia de Copacabana (RJ) após a festa de Ano Novo.

A política de vazamentos da Lava Jato

Ontem, a ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) soltou uma nota curiosa. O mote da nota é o vazamento de informações visando comprometer o senador Randolfo Rodrigues (Rede-AP).

“No que se refere a denúncias sobre senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e um suposto recebimento de dinheiro ilícito, já foi esclarecido pela Procuradoria Geral da República que as informações colhidas não são suficientes para indicar a autoria de crimes”.

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Na verdade, a nota é um protesto contra alguém (não se sabe quem) que atribuiu o vazamento aos procuradores da Lava Jato.
Ontem, a ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) soltou uma nota curiosa.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Aumentar juros seria um erro de estratégia, afirma professor da PUC-SP

O Banco Central tem dado sinais de que deve retomar a trajetória de alta na taxa básica de juros na próxima reunião do Copom, que acontece em 19 e 20 de janeiro. Para o professor de Economia da PUC-SP, Antonio Corrêa de Lacerda, uma decisão nesse sentido seria uma “grande incoerência” e um “erro de estratégia”. Segundo ele, com a economia em queda e sem a pressão dos preços administrados, a inflação deve cair em 2016, abrindo espaço inclusive para baixar a Selic.

De acordo com o economista, há grande pressão do mercado financeiro para uma elevação da taxa de juros, que parece encontrar respaldo dentro do Banco Central. Mas subir a Selic, diz, não resolverá o problema da inflação passada e, para o professor, a inflação futura aponta para índices bem mais comportados. 

“Não adianta mais olhar no retrovisor. A inflação que tivemos em 2015 é decorrente do câmbio – o real se valorizou 40%, 50% em relação ao dólar – e das tarifas públicas, como energia, combustíveis e transporte. São fatores que não se repetem, ao menos não na mesma grandeza, em 2016”, opina, prevendo que a inflação irá “se acalmar” este ano.
De acordo com o economista, há grande pressão do mercado financeiro para uma elevação da taxa de juros, que parece encontrar respaldo dentro do Banco Central.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Ranking da Veja dá nota máxima para São Paulo e Paraná em “Educação” e “Segurança”

O estudo divulgado pela revista exalta os dois estados – governados pelos tucanos Geraldo Alckmin e Beto Richa respectivamente – que protagonizaram, em 2015, escândalos ligados à violência e à repressão contra professores e estudantes
Quais estados brasileiros oferecem as melhores condições para fazer negócios? Quem são os administradores públicos capazes de melhorar, de fato, as condições de vida da população? Esse é o questionamento sugerido pela revista Veja, no dia 31 de dezembro, ao anunciar o “Ranking de Competitividade dos Estados”.

O estudo divulgado pelo veículo compara as unidades da Federação em diferentes áreas e traz São Paulo e Paraná – governados pelos tucanos Geraldo Alckmin e Beto Richa respectivamente – no topo da lista. Os dois aparecem nos primeiros lugares em segmentos como Educação e Segurança Pública.

A revista ressalta que o ranking funciona, para os eleitores, como “uma maneira de aferir a administração pública”. O que chama a atenção é a avaliação positiva de dois estados que protagonizaram, em 2015, escândalos ligados à violência e à repressão contra professores e estudantes.
Quais estados brasileiros oferecem as melhores condições para fazer negócios?

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

O rapaz da Folha descobriu o mal dos juros altos

Não me recordo de que o rapaz tenha escrito “Papai FH”, ou “Vovô Sarney”, ou “Tio Itamar” ou ainda o “Primo Collor” terem feito isto, em escala muitíssimo maior.

Nem que o Brasil tivesse pago juros altos por uma “voraz expansão estatal” quando o Estado brasileiro estava sendo desmantelado, com privatizações a rodo, vendendo a Vale, as elétricas, a telefonia, os bancos públicos e parte importante das ações da Petrobras?

Mas, engraçado, quando isso ocorreu, a dívida pública do Brasil- aquela que Mota chama que “constituem obrigações intertemporais do mais amplo conjunto da população, que paga os impostos, com uma parcela menor e mais rica de poupadores”- cresceu de forma explosiva. Dobrou no período FHC, em relação ao PIB.

Culpe-se Dilma por não ter rompido esta situação, em que o capital exige do Estado que o remunere assim, à custa do povo, mas não porque ela não  tenha tentado e estejam aí boa parte das raízes do “fracasso econômico” que se lhe atribui.

Pois basta que Mota consulte o site de empresa em que trabalha, em 2012,  e na qual dá seus palpites econômicos:
O secretário de Redação da Folha, Vinicius Mota, publica hoje artigo – “Uma mãe para os ricos” – com o qual se candidata a Premio Nobel de Economia, publicando coisas até agora desconhecidas, como o fato de  que “o Tesouro Nacional está tomando dinheiro na praça com a promessa firme de pagar juros fabulosos, e por períodos longos, aos emprestadores”.
Uau! Vocês sabiam desta novidade?

domingo, 3 de janeiro de 2016

Tensão entre Arábia Saudita e Irã aumenta em meio a protestos por execução de clérigo xiita

Aiatolá Ali Khamenei declarou que sauditas irão enfrentar 'vingança divina' por execução de Nimr al-Nimr enquanto multidão voltou se reunir diante de embaixada saudita em Teerã, incendiada nesta madrugada
A execução do clérigo xiita Nimr al-Nimr pela Arábia Saudita neste sábado (02/01) tem provocado uma série de repercussões e protestos em diversos países do Oriente Médio, especialmente no Irã, país de maioria xiita rival regional do governo sunita saudita.
Embaixada saudita em Teerã foi incendiada por manifestantes nesta madrugada, segundo a polícia
A Arábia Saudita anunciou no sábado a execução de 47 pessoas condenadas à morte após terem sido consideradas culpadas pelo crime de terrorismo no país. Entre elas estava Nimr, crítico da família real saudita e apoiador dos protestos contra o governo do país por parte da minoria xiita realizados em 2011. O líder religioso xiita era considerado um dos mais proeminentes militantes pela democracia no reino e segundo sua família e seus seguidores promovia a resistência pacífica ao governo saudita. Sua execução provocou revolta em vários países do Oriente Médio. Diversos líderes condenaram a execução e manifestantes foram às ruas em diversas cidades contra a Arábia Saudita
A execução do clérigo xiita Nimr al-Nimr pela Arábia Saudita neste sábado (02/01) tem provocado uma série de repercussões e protestos em diversos países do Oriente Médio, especialmente no Irã, país de maioria xiita rival regional do governo sunita saudita.

sábado, 2 de janeiro de 2016

“Não é possível viver bem se só os brancos definem o rumo do país”, afirma coordenadora do Odara

O Instituto Odara faz parte das organizações que lutam em prol da defesa da promoção da igualdade racial e que se localizam no bairro Dois de Julho.
Segundo Valdecir Nascimento, coordenadora executiva do Instituto, a região favorece a instalação dessas instituições. “Desde a década de 80, é tradição os militantes, os artistas, os intelectuais se reunirem no lugar. Como há outros espaços de luta no bairro, um movimento se apoia no outro. Não é por acaso. O bairro é um espaço político”, afirma. Na localidade, há o Bahia Street, o Instituto Mídia Étnica (IME), a Associação de Capoeira Angola Navio Negreiro (Acanne), e o Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO), órgãos também que debatem a questão racial.
Bairro Dois de Julho é espaço de militância: a coordenadora executiva do Instituto Odara Valdecir Nascimento conversou com o portal Correio Nagô
O Instituto Odara faz parte das organizações que lutam em prol da defesa da promoção da igualdade racial e que se localizam no bairro Dois de Julho.