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domingo, 22 de novembro de 2015

Argentina: Primeiros resultados oficiais colocam Macri à frente; boca de urna dá vitória à oposição

Pesquisas feitas por comitês de ambos os candidatos dão vitória ao candidato do Cambiemos, opositor da presidente Cristina KirchnerNão existem pesquisas divulgadas por institutos após o fechamento das urnas, como acontece no Brasil, por exemplo. Cada campanha faz seu próprio levantamento.
Caso o resultado se confirme, as forças de oposição ao kirchnerismo controlarão a capital (com Horacio Larreta), a província de Buenos Aires (com María Eugénia Vidal) - os dois lugares mais populosos da Argentina - e o governo do país.
Os primeiros resultados oficiais, divulgados às 20h30 (19h30 em Buenos Aires), mostram o candidato do Cambiemos, Mauricio Macri, à frente de Daniel Scioli (Fpv), candidato da presidente Cristina Kirchner.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Como gerar mais energia sem afetar o ambiente?

Um dos maiores desafios do Brasil é a equação entre maia energia, crescimento econômico e sustentabilidade. CartaCapital debate o tema nesta segunda-feira
O gás terá também presença crescente. A produção poderá dobrar para 180 milhões de metros cúbicos por dia no início da próxima década, por causa do pré-sal, apontam algumas estimativas. Na Bacia de Campos, nos melhores casos fora do pré-sal, são produzidos 80 metros cúbicos de gás para cada metro cúbico de petróleo
Brasil atravessa um período de transição da sua matriz de energia baseada nas hidrelétricas, que deverão gradualmente perder participação na geração nos próximos anos.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Equador amplia fronteira petroleira

Desde 1989, com a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), as populações indígenas têm um respaldo internacional que lhes garante o direito de serem consultadas “por meio de procedimentos adequados e, em particular, de suas instituições representativas” (Artigo 6o), em caso de medidas que possam afetá-los diretamente, como ocorre com a exploração dos recursos naturais em seus territórios.
O país se depara com a bifurcação entre o proclamado “plurinacionalismo” e a manutenção de uma economia extrativista 
O “PREÇO” da Revolução Cidadã do presidente equatoriano Rafael Correa é bastante caro e algumas nacionalidades in- dígenas amazônicas já afirmaram que não estão dispostas a pagá-lo.