O Palácio do Planalto se recusou a repassar à Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia informações sobre a agenda do presidente Jair Bolsonaro no Distrito Federal desde o dia 1º de março de 2020, quando o coronavírus passou a se alastrar pelo Brasil. O pedido era para que o gabinete presidencial informasse em quais ocasiões o presidente circulou pelo comércio de Brasília e do entorno a cidade, o que pode servir para mostrar como Bolsonaro promoveu aglomerações em plena pandemia de covid-19. Mas, em um ofício enviado ao colegiado, o chefe do gabinete pessoal do Presidente, Célio Faria Júnior, afirmou que não havia nenhum compromisso oficial do mandatário aos moldes do solicitado pelo requerimento assinado pelo senador bolsonarista Eduardo Girão (Podemos-CE). “Informo à vossa excelência que eventuais deslocamentos do senhor presidente da República, no período indicado, realizados em caráter privado, não fazem parte de sua agenda oficial”, diz o assessor.
- Bairro Morro da Cruz / São Sebastião-DF:
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) April 10, 2021
- Conversa com venezuelanos que saíram de seu país.
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Como o requerimento inicial da CPI tratava de dados referentes aos passeios de Bolsonaro por Brasília, o levantamento feito pelo EL PAÍS nas redes do presidente não leva em conta os atos públicos em que ele promoveu aglomerações ou a “motociata” no dia 23 de maio, no Rio de Janeiro, da qual participaram cerca de 2.000 motociclistas, entre eles o ex-ministro da Saúde e general da ativa do Exército, Eduardo Pazuello. O militar discursou sem máscara no evento, poucos dias após depor na CPI e pedir desculpas por não usar a proteção facial em um shopping de Manaus. A participação de Pazuello no ato pró-Governo, aliás, resultou na sua reconvocação para a CPI, o depoimento deve ocorrer ao longo do mês de junho. “A nova convocação do Pazuello tem um caráter pedagógico fundamental, se não ocorresse ela soaria, na prática, como um desrespeito ao trabalho desta comissão”, disse o relator Calheiros.








![“Eu quero esclarecer que, há quase cinco anos, eu não participo da gestão das mesmas [Lojas Zema]. Segundo: a maioria dessas lojas, pelo que eu sei, são correspondentes bancários que recebem conta, e assim são tratadas. E terceiro: elas operam com e-commerce e têm o trabalho de retirada de mercadoria dentro delas”, explicou Romeu Zema em stories publicados no Instagram.](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOAi5misra03pkHTQCUktf4qv9qPpaKC6iyWGgD9RzZ4gepYy5W07SkuhbAPXGxLFiAK3CnNaiwaW6DzNwLn0q-h4ewt-1AoI7yZs_-tHuSwAMucFhg5_Y28z-EMlPDfIcUUZElTGQt9bP/w540-h302/2.jpg)










![médica Margareth Dalcolmo, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e uma das pneumologistas mais experientes do Brasil, considera promissores estudos em curso para desenvolver uma vacina contra o novo coronavírus. Ela acredita que o país conseguirá controlar a epidemia em médio prazo, mas alerta que essas vacinas, mesmo que tenham comprovação prática, não serão para esta pandemia. “Nós hoje já podemos conjecturar que as vacinas não são para esta epidemia. Isso que está acontecendo agora não vai ser resolvido com essas vacinas. [Elas são] para uma eventual segunda onda”, afirmou em entrevista para o EL PAÍS nesta quinta-feira.](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpbH9jT04Eg3GjSSarfzlSKWY3GpAAPNQk3L9v393S0361LplQR0pIEnYcRuQ49BZe-9N7Nd-3cUsFwoNM2pjaIG6l1J7XudL7NDss97639NcRTPW0uOkVVPH2fwBgH4ZgAKCSOo4zA9X8/s640/coronavirus-5.jpg)




