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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Juros do cheque especial dispara e vai para 312,6% ao ano

Não está fácil pagar os juros abusivos cobrados pelos bancos em atuação no Brasil. Quem caiu no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito pagou mais caro em dezembro. De acordo com o Banco Central, a taxa do cheque especial subiu 6,9% e chegou 312,6% ao ano. Já a do cartão de credito saltou para 285,4%.
Não está fácil pagar os juros abusivos cobrados pelos bancos em atuação no Brasil. Quem caiu no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito pagou mais caro em dezembro.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

SOB CRIVELLA, RIO FAZ CONVÊNIO COM BANCO DE EDIR MACEDO

A Secretaria Municipal de Fazenda do Rio de Janeiro publicou nesta quarta (6) em Diário Oficial o extrato de um contrato que permite ao Banco A.J. Renner S/A a realização de empréstimos consignados com desconto em folha de pagamento de todos os servidores ativos e inativos da prefeitura. A medida chama a atenção já que um dos acionistas da instituição financeira, que tem sede no Rio Grande do Sul, é a B.A Empreendimentos e Participações, holding do Grupo Record, que tem entre seus sócios Edir Macedo, tio de Marcelo Crivella e líder da Igreja Universal do Reino de Deus, da qual o prefeito é bispo licenciado.
A Secretaria Municipal de Fazenda do Rio de Janeiro publicou nesta quarta (6) em Diário Oficial o extrato de um contrato que permite ao Banco A.J. Renner S/A a realização de empréstimos consignados com desconto em folha de pagamento de todos os servidores ativos e inativos da prefeitura.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Mulheres vestidas de freiras tentam assaltar banco nos EUA

Caso ocorreu na Pensilvânia. FBI investiga.
Duas mulheres vestidas de freiras tentaram roubar um banco na cidade de Tannersville, no estado americano da Pensilvânia, segundo a polícia.
As autoridades afirmaram que as mulheres entraram no Citizens Bank na segunda-feira (28) e uma delas sacou uma arma, pedindo dinheiro a um dos caixas. Mas elas acabaram deixando o banco sem levar nada.
Duas mulheres vestidas de freiras tentaram roubar um banco na cidade de Tannersville, no estado americano da Pensilvânia, segundo a polícia.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Por que na Europa se combate crise com menos arrocho e aqui se faz o contrário?

O Banco Central EUROPEU Dobrou Como resistências da Alemanha - a "China" da Europa - e resolveu injetar Dinheiro na Economia estagnada Fazer continente, tal Como fizeram OS EUAs não há pós-crise.

domingo, 27 de julho de 2014

Temer cancela presença em evento do Santander

Temer cancela presença em evento do Santander
Banco espanhol sofre mais um prejuízo depois da lambança causada pelo envio de uma recomendação aos clientes contra a reeleição da presidente Dilma Rousseff; agora, o vice-presidente Michel Temer cancelou sua presença num evento que seria promovido pelo Santander no Rio de Janeiro; antes disso, prefeito de Osasco (SP), Jorge Lapas, cancelou convênio com o Santander; trapalhada motivou demissões internas no banco e um grande pedido de desculpas; ainda assim, clima com o Palácio do Planalto continua tenso.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

O modelo econômico da oposição


O que esta em jogo realmente na defesa fanática e ortodoxa de uma taxa Selic maior como instrumento para reduzir a inflação, um maior ou menor crescimento do PIB ou o modelo desenvolvimentista? Vejam, a campanha sistemática pela elevação de novo da Selic encerra uma contradição evidente, que expressa o absurdo do aumento dos juros: persiste, tanto com o baixo crescimento anual, como quando o PIB trimestral dobra de 0,3% para 0,6%.


Para nossos adversários é preciso mudar o modelo e não apenas subir os juros para reduzir a inflação. Até porque o dragão da maldade já dá sinais de recuo. Basta ler os editoriais dos jornais da direita conservadora. Não nos iludamos, o que está em jogo é nosso projeto politico de desenvolvimento nacional e não apenas uma questão de política monetária e/ou da autoridade e autonomia do Banco Central (BC).

A oposição, no sentido amplo que damos a palavra, não tem limites. Vive de campanhas. Primeiro foi a campanha do apagão. Depois, a da Petrobras arruinada, uma mistificação. Na sequência, as do apagão logístico, uma mentira, e a do impostômetro, uma farsa. E agora, mais recentemente, na esteira de boatos fabricados, a campanha contra o Bolsa Família.

Fracassam em suas campanhas, mas deflagram outras

Nesta campanha permanente que fazem, de torcida por uma inflação fora do controle, a versão mais recente teve como símbolo do ridículo o tomate. E como a oposição conta com apoio da mídia de direita monopólica, ela cria expectativas. Como as expectativas que a oposição faz de tudo para criar no exterior contra a imagem do país buscando afugentar os investidores.

Pior, neste caso até conseguiram. Os atores e agentes do mercado, e depois o próprio BC foram capturados pela criminosa campanha do descontrole inflacionário e da necessidade absurda de aumentar os juros com a economia desaquecida, e com o consumo, o comércio, e a inflação em queda.

O que isso significa realmente? Significa que estamos travando uma luta política, de versões, de captura do imaginário, numa batalha que se trava pelos meios de comunicação. Uma luta com a qual os adversários, a partir de problemas reais como o da inflação buscam nos obrigar a abandonar nosso rumo e o programa de governo aprovado pelo povo nas urnas três vezes, em 2002, 2006 e 2010.

Querem apagar o crescimento

O discurso e a proposta da oposição não têm a mínima lógica. Eles oferecem ao nosso povo a opção de perder o valor de seu salário sempre, ou pela desvalorização do dólar ou pelo aumento dos juros e corte dos gastos. Pelo desemprego e pela recessão.


Não se pode voltar à ortodoxia religiosa do tripé juros, câmbio e superávit, como se os dez últimos anos não existissem, apagando o crescimento sustentável do país nesse período, o emprego e da renda, do salário mínimo, dos benefícios da previdência, do Bolsa Família e dos demais programas sociais.

Querem apagar o aumento extraordinário do crédito e a ascensão de dezenas de milhões de brasileiros à cidadania, a redução da pobreza, a política industrial e o papel dos bancos públicos, a política de inovação e educacional, o ProUni, o Fies, as escolas técnicas, a expansão das universidades, a política externa e a integração sul-americana, o PAC e o Minha Casa Minha Vida, o aumento do investimento público em energia, petróleo e gás, o pré-sal e o novo marco regulatório.

Não se pode propor que abramos mão de nosso maior recurso, o mercado interno e a distribuição de renda, o papel do Estado e dos bancos públicos, o aumento do crédito e as políticas anticíclicas, a defesa de nossa indústria e da economia popular, da soberania que o Brasil conquistou ao não depender mais do FMI, de ordens do capital financeiro, ao ocupar seu lugar no mundo.

Nossa oposição diz que o crescimento não se pode dar a partir do consumo e do mercado interno, do crédito e dos gastos públicos, e sim do investimento e clama contra o custo Brasil, mas quando o nosso governo reduz os juros – o custo maior de nossa economia, basta ver nosso serviço da dívida interna e os spreads cobrados pelos bancos – o custo da energia e reduz os impostos a produção, investimentos, exportação, quando nosso governo aprova políticas de defesa comercial e cambial, de estimulo ao conteúdo nacional e a inovação, dizem que não basta. Quando não se opõem, como fizeram com a redução da tarifa de energia.

Defendem a recessão

Gritam que é preciso investir mais, mas na prática propõem reduzir os investimentos públicos e privados e mesmo a demanda, ao defender sempre e em quaisquer circunstâncias subir os juros, com os resultados que conhecemos em todo mundo: recessão e desemprego.

Mesmo a alegação correta de que os custos do trabalho e de logística nos tiram competitividade esconde a verdadeira questão no mundo hoje: a desvalorização administrada do câmbio pelos nossos competidores e o real valorizado. Isso sem falar do nosso maior custo, o financeiro, os juros que querem porque querem subir e subir para domar a inflação já em queda e dentro da meta mais a banda.

Todos os países do mundo reduziram os juros. As exceções são o Brasil, o Egito e Gana. Há uma queda do crescimento em praticamente todos países, começando pela China, Rússia, Índia e mesmo a área da Ásia-Pacifico. Desconhecer essa realidade e o impacto da recessão europeia, da queda do comercio mundial, da guerra cambial em nossa economia, o impacto da queda de nosso comércio com a Argentina só pode ter uma finalidade: escamotear os problemas que enfrentam nosso país e nosso governo com fins políticos.

Não há solução em curto prazo para nossos problemas de infraestrutura e inovação, e o governo vem fazendo a lição de casa nessas áreas. Jamais se investiu tanto na infraestrutura do país. E agora com a retomada dos leilões de petróleo e gás, com o programa de concessões e com o apoio cada vez maior à inovação, demos um passo importante para exatamente aumentar os investimentos e a produtividade.

Não há solução mágica para aumentar os investimentos e eles vêm crescendo – tanto os públicos como os privados. Sem falar no aumento ano a ano do Investimento Direito Estrangeiro. Mas propor resolver essas questões abandonando o rumo e o modelo que mudou o Brasil nesses últimos dez anos é um suicídio e uma volta a um passado que a maioria dos brasileiros seguramente rejeitará e repudiará.

Ao contrário do que propõem nossos adversários, a direita conservadora que sempre governou ou os que sempre ditaram regras aos governos, começando pelos barões da mídia, precisamos consolidar o modelo de desenvolvimento nacional que por três vezes nosso povo apoiou nas urnas, única forma de enfrentar a crise que o mundo atravessa e não cair no mesmo abismo que a Europa vive de desemprego e recessão sem resolver os problemas da dívida pública e dos déficits fiscais.


Fonte texto: Blog do Miro.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Dilma volta a criticar os bancos


A presidenta disse que bancos privados devem reduzir as taxas de juros cobradas em empréstimos, cartões de crédito e no cheque especial. Foto: ©AFP / Pedro Ladeira
Brasília – No pronunciamento transmitido em rede de rádio e televisão para comemorar ao Dia do Trabalho (1º de maio), a presidenta Dilma Rousseff cobrou dos bancos privados mais esforços para reduzir as taxas de juros cobradas em empréstimos, cartões de crédito e no cheque especial. E aconselhou o brasileiro a procurar os bancos que ofereçam as taxas mais baixas.
“É inadmissível que o Brasil, que tem um dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos, continue com um dos juros mais altos do mundo. Esses valores não podem continuar tão altos. O Brasil de hoje não justifica isso. Os bancos não podem continuar cobrando os mesmos juros para empresas e para o consumidor, enquanto a taxa básica Selic cai, a economia se mantém estável e a maioria esmagadora dos brasileiros honra com presteza e honestidade os seus compromissos”, disse Dilma no discurso veiculado na noite de segunda 30.
Para a presidenta, com a queda da taxa básica de juros e inflação estável, os bancos privados estão sem argumento para explicar a manutenção dos altos juros cobrados dos clientes. “O setor financeiro, portanto, não tem como explicar essa lógica perversa aos brasileiros. A Selic baixa, a inflação permanece estável, mas os juros do cheque especial, das prestações ou do cartão de crédito não diminuem.”
Para pressionar os bancos privados, a presidenta espera contar com a pressão dos próprios clientes, que podem estimular a competição entre os bancos. “É bom, também que você consumidor, faça prevalecer os seus direitos escolhendo as empresas que lhe ofereçam melhores condições”, disse.
Dilma Rousseff espera que os bancos privados sigam os mesmos passos dos bancos públicos, que reduziram as taxas das linhas de crédito voltadas ao consumo e do cheque especial. “A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil escolheram o caminho do bom exemplo e da saudável concorrência de mercado, provando que é possível baixar os juros cobrados dos seus clientes em empréstimos, cartões, cheque especial, inclusive no crédito consignado.”
De acordo com a presidenta, somente quando os juros nacionais chegarem ao patamar das taxas internacionais, a economia brasileira “será plenamente competitiva”, saudável e moderna.
Para fortalecer a economia do país e estimular a abertura de vagas de trabalho. Dilma disse, ainda que no governo dela retirou impostos incidentes sobre a folha de pagamento, “dando mais alívio ao empregador e mais segurança ao empregado”. E defendeu a necessidade de se investir em educação de qualidade “em todos os níveis” e, também, na qualificação e treinamento dos trabalhadores.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte Texto: Portal A Carta Capital.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Taxas de Juros


Parece que está no ar um consensozinho das Garças. Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú-Unibanco, e Teresa Ter-Minassian, do FMI, defendem superávit estrutural como “saída” para o Brasil. Saída para quê? Nenhuma palavra sobre desenvolvimento e investimento.
O setor financeiro privado não quer saber nada de investimento no desenvolvimento. Fala ainda em elevar a poupança, não o crédito para o investimento. Nenhuma palavra sobre os spreads bancários privados. Nada sobre o câmbio ou superávite em conta corrente. Enfim, o país deles é eterno candidato a se desenvolver com poupança externa.
Está acostumado a financiar a dívida pública, garantida exatamente pelo superávit. Antes, tinham o argumento da inflação, o regime de metas. Com a pressão cadente da inflação, não lhe sobra nada para argumentar, apenas o cinismo de quem quer garantir sua condição de peixe de aquário, ou seja, cevado garantidamente pelo pagamento de juros da dívida pública. Nem as carpas no Jardim Japonês do Ibirapuera em São Paulo têm tanto.
Aécio Neves, o neo-oposicionista, vai ao ponto, sem pudor: “a perda de competitividade no Brasil está ligada ao crescimento excessivo do gasto público”. Fecha-se o círculo.
Um “consenso” bem pobre esse.
***
Mais um recibo de operação blindagem de Marconi Perillo. Antes, fora na Folha e no JN-Globo. Agora, no Estadão: o governador é tratado candidamente, e como cândido ele exerce um pré-direito de defesa que já equivale a um julgamento com auto-declarada inocência.
Em meio a tantos casos do mesmo tipo, mas de sinal inverso – ou seja, gente do governo –, chega a ser escandaloso o papel da mídia em conluio com a oposição. Só não se aventaram a defender Demóstenes. Pudera: o senador desmoralizou até a desonestidade!


Fonte texto: Blog do Sorrentino

domingo, 22 de janeiro de 2012

Líder do Banco de Israel mira presidência do país, diz mídia

Stanley Fischer, chefe do Banco de Israel, pode ser o próximo presidente do país. Foto: AFP

O chefe do Banco de Israel, Stanley Fischer, está a caminho de substituir Shimon Peres como presidente quando os dois mandatos terminarem em 2014, noticiou neste domingo a imprensa local. O jornal financeiroCalcalist afirmou que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu está pressionando para a nomeação de Fischer como presidente e está discutindo o assunto com grandes nomes do partido Likud. Já o Globesnoticiou que Fischer falou do assunto com seus amigos no Banco de Israel e com políticos.
Um porta-voz do Banco de Israel se pronunciou sobre a matéria do Calcalist. "Não sei nada sobre isso", declarou. E sobre a do Glodes disse: "É completamente sem fundamento". O gabinete do primeiro-ministro se negou a comentar as reportagens.
Fischer, 68 anos, começou em 2010 um segundo e último mandato no Banco de Israel e foi muito elogiado por ter feito a economia israelense passar pela crise financeira mundial com poucos danos. Ele tentou substituir Dominique Strauss-Kahn como diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) em 2011, mas não teve autorização para se candidatar porque tem mais de 65 anos. O Calcalist disse que Fischer pode ter dificuldades em virar presidente porque se mudou para Israel em 2005 e é visto como norte-americano.
Fonte texto: Terra Notícias