terça-feira, 25 de abril de 2017

Militante do MST-MG é executado no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais

Na última terça-feira(23), o dirigente Silvino Nunes Gouveia foi assassinado, na região do Vale do Rio Doce em Minas Gerais, em uma área de conflito entre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra e os latifundiários.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra de Minas Gerais (MST MG), vem denunciar mais um assassinato na luta pela terra. Desta vez não foi Assentamento Liberdade, município de Periquito. Por volta das 20 horas, o companheiro Silvino Nunes Gouveia, de 51 anos, dirigente regional do MST, foi brutalmente assassinado com dez tiros. De acordo com relatos de vizinhos, Silvino estava em sua casa quando alguém chamou, ele saiu com uma lanterna e foi recebido com os disparos.

Não Vale do Rio Doce conflitos em terra tem sido intensificado por falta de medidas que agilizem o assentamento das famílias acampadas. Nessa região é mais de 1.200 famílias em cinco acampamentos.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra de Minas Gerais (MST MG), vem denunciar mais um assassinato na luta pela terra.
Desta vez não foi Assentamento Liberdade, município de Periquito. Por volta das 20 horas, o companheiro Silvino Nunes Gouveia, de 51 anos, dirigente regional do MST, foi brutalmente assassinado com dez tiros. De acordo com relatos de vizinhos, Silvino estava em sua casa quando alguém chamou, ele saiu com uma lanterna e foi recebido com os disparos.
Não Vale do Rio Doce conflitos em terra tem sido intensificado por falta de medidas que agilizem o assentamento das famílias acampadas. Nessa região é mais de 1.200 famílias em cinco acampamentos.
Em julho de 2015, o acampamento do MST na fazenda Casa Branca, em Tumiritinga, sofreu vários ataques com tratores cegos e planos pelo proprietário Genil Mata da Cruz, que na época era prefeito de Central de Minas pelo Partido Progressista (PP). Nesse ataque o avião caiu causando uma morte do mesmo e de mais um tripulante. Após o acidente, uma família de Genil fez várias ameaças às lideranças locais, entre elas Gouveia.
Pedra Corrida, supostamente propriedade da CENIBRA, uma área com mais de 10.000 hectares com forte suspeita de grilagem. Atualmente, mais de 600 famílias estão ocupando essa fazenda, no município de Periquito.
Foto: MST-MGFoto: MST-MG
Minas Gerais tem um extenso histórico de conflitos agrários. Em 2004, não Vale do Jequitinhonha, cinco trabalhadores foram brutalmente assassinados pelo fazendeiro Adriano Chafick Luedy, réu confesso e condenado a mais de cem anos de prisão. Este, no entanto, continua em liberdade por decisão da justiça brasileira.
O clima em Minas Gerais é de muita tensão. No dia 9 de abril deste ano, no município de Capitão Enéas, Norte de Minas, jagunços eo grileiro Leonardo Andrade fez uma emboscada contra as famílias acampadas na América do Norte, ferindo um bala três pessoas.
A existência de quarenta e sete acampamentos com cerca de sete mil famílias acampadas do MST, em nove regiões do estado. A solução para conflitos é tão útil com medidas concretas do Estado: assinar nossas famílias e punir os responsáveis ​​por estas atrocidades. A impunidade é uma das principais causas destes crimes, por isso exige uma imediata prisão e prisão dos criminosos.
Trabalhadores e trabalhadores do MST trancaram esta manhã a BR 381 em Minas Gerais em protesto contra este assassinato, provando que uma luta pela terra é urgente e precisa.
Fonte: Mídia Ninja

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