“As pessoas não estão morrendo pelo coronavírus. Muitos são vítimas desse tipo de tratamento negligente dado a pessoas pobres, e não da doença”, relata Nicole Sirotek
A enfermeira estadunidense Nicole Sirotek, que trabalha em um hospital de Nova York atendendo pacientes com covid-19, gravou um vídeo estarrecedor, denunciando o que, segundo ela, é uma regra “racista e xenófoba” por parte dos médicos que trabalham com ela.
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sábado, 9 de maio de 2020
sábado, 6 de junho de 2015
Mídia mira Marin em escândalo do futebol, mas abafa envolvimento da Globo
Querem uma aula de como funciona a manipulação da mídia? Vejam abaixo a reportagem do UOL “Marin dividiria propina de R$ 346 mi por direitos de TV da Copa América”
Uma rápida reflexão prévia:
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Diretor Geral da OIT: "A desaceleração econômica tem um impacto sobre o emprego na América Latina e no Caribe
Guy Ryder está participando da VII Cúpula das Américas no Panamá, onde levantou a necessidade de empreender um processo de transformação produtiva para gerar mais empregos. Em um cenário como este, advertiu, é necessário tomar medidas para evitar o aumento do desemprego.
Guy Ryder está participando da VII Cúpula das Américas no Panamá, onde levantou a necessidade de empreender um processo de transformação produtiva para gerar mais empregos. Em um cenário como este, advertiu, é necessário tomar medidas para evitar o aumento do desemprego.quarta-feira, 22 de abril de 2015
Para especialistas, política proibicionista agravou feminicídios relacionados ao narcotráfico no México
40% dos feminicídios da primeira década dos anos 2000 ocorreram após escalada da ofensiva do governo mexicano contra cartéis, em 2007; 'não há política que gere mais violência do que a da proibição', pontua pesquisadora

Uma mulher chega a uma delegacia de polícia no México. Sua filha saiu de casa e não voltou. A moça disse que voltaria, mas não se sabe nada sobre ela. “Ela deve ter fugido com o namorado”.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Direita dos EUA, para vencer, livrou-se de seus “coxinhas”. Já aqui….
Na Folha, ao comentar a vitória dos republicanos nas eleições intermediárias nos EUA – aliás, em boa parte explicada por uma recuperação econômica marcada pela exclusão e concentração de renda – os jornalistas Jeremy Peters e Carl Hulse, do The New York Times,
terça-feira, 21 de outubro de 2014
"O poder é ilegítimo até que se prove o contrário"
"O poder é ilegítimo até que se prove o contrário", o intelectual e crítico de Noam Chomsky, lembrando os primeiros anarquistas e definem-se como um, durante uma videoconferência realizada este sábado à noite, no âmbito da Feira Internacional do Livro no Zocalo, onde ele também disse que os problemas imediatos que estão atacando a constante ameaça de guerra nuclear e desastre ecológico que ameaça a raça humana.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Crise: nos EUA, migrantes latino-americanos não contam com representação legal e inserção social
Atualmente, cerca de 1,5 milhão de guatemaltecos, dentre mulheres, homens e crianças, vivem nos Estados Unidos e em outras partes do mundo. Economicamente, esse número representa em torno de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do país centro-americano, gerando uma lacuna na arrecadação.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Ex-líder da KKK teve relações com homem negro
Frazier Glenn Miller, de 73 anos, ex-líder da Ku Kux Klan e fundador do Partido Patriota Branco está sendo julgado pela morte de três pessoas que ele pensava serem judias no Kansas (EUA) no início de abril.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Celac reforça integração regional
Simón Bolivar, se vivo, estaria exultante com a próxima Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), que acontece em Havana (Cuba) nos dias 28 e 29 de janeiro. Os historiadores atribuem ao herói libertador as primeiras palavras sobre a necessidade da integração regional. Isto porque, há quase 200 anos, ele redigiu a Carta da Jamaica, um dos textos mais antigos que faz alusão à unidade do que, na época, chamava-se América Meridional.
Hoje, a Celac é o maior mecanismo regional de diálogo e consulta política da região, dedicado a fortalecer os vínculos de consolidação da soberania e a integração dos povos latino-americanos. É constituída por 33 países da América Latina e Caribe que somam cerca de 600 milhões de habitantes.
Hugo Chávez, quando impulsionou a criação desse organismo intergovernamental e, posteriormente, quando participou de sua fundação em Caracas (Venezuela), no dia 3 de dezembro de 2011, não só materializou o sonho de seu compatriota Bolívar, mas fez valer a luta de outros líderes históricos da região, como Francisco de Miranda e o cubano José Martí, que pregava a construção da Pátria Grande.
A 2ª Cúpula da Celac tem como responsabilidade encontrar o consenso em meio a tantas nações distintas para que a região possa seguir avançando nos temas de desenvolvimento social, educação, saúde, meio ambiente e economia. Como disse Chávez, durante a cerimônia de criação do grupo, “uma das grandezas da Celac é que apesar das diferenças, aqui estamos para debater e definir o rumo da verdadeira integração e solucionar nossos graves problemas”.
A Celac representa, portanto, a vontade política e a persistência dos líderes latino-americanos, que buscam constituir um espaço de intercâmbio. Nenhum outro organismo reuniu tantos países, o que pode ser visto como fruto do empenho das forças progressistas que governam a região e buscam conseguir mais autonomia.
Diante de um cenário no qual a interdependência mundial e o capitalismo desafiam o valor comunitário, a Celac mostra que um continente deve lutar unido contra as injustiças de um modelo civilizatório em decadência. Por isso, o bloco é uma “ameaça” àqueles que por tanto tempo dominaram a região com suas políticas intervencionistas e de exploração, como é o caso dos Estados Unidos, considerado o maior inimigo do processo de integração.
Não é novidade que Washington pressionou alguns governos latino-americanos para não participarem na reunião em Cuba, com o objetivo de minimizar a importância da 2ª Cúpula da Celac. No entanto, as mudanças que estão em curso na região indicam que é difícil que haja um retrocesso no processo de integração.
As tentativas de isolar Cuba fracassaram. O país caribenho preside a Celac e é o anfitrião do encontro, o que é uma prova definitiva do restabelecimento das relações com todas as nações da região. É importante lembrar que o governo da ilha foi o primeiro a incluir em sua Constituição o objetivo da integração. Também foi ideia dos cubanos declarar a América Latina como “zona de paz”, o que deve ser aprovado durante a Cúpula.
A 2ª Cúpula da Celac deve receber ainda o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza. É a primeira vez que uma autoridade dessa entidade visita Cuba depois de sua expulsão do organismo em 1962. Apesar da expectativa sobre a presença de Insulza, os representantes cubanos reiteraram que não há nenhuma possibilidade de que o país volte a integrar a OEA.
Já neste fim de semana estão sendo realizadas reuniões com coordenadores nacionais e, na segunda-feira (27), há um encontro de chanceleres. O que se espera para a concretização definitiva das aspirações daqueles que idealizaram a Nossa América é que, nos próximos dias, nossos novos líderes tenham sabedoria para conduzir acordos políticos a fim de realizar ações comuns em prol dos povos latino-americanos.
Fonte: Blog do Miro
Hoje, a Celac é o maior mecanismo regional de diálogo e consulta política da região, dedicado a fortalecer os vínculos de consolidação da soberania e a integração dos povos latino-americanos. É constituída por 33 países da América Latina e Caribe que somam cerca de 600 milhões de habitantes.
Hugo Chávez, quando impulsionou a criação desse organismo intergovernamental e, posteriormente, quando participou de sua fundação em Caracas (Venezuela), no dia 3 de dezembro de 2011, não só materializou o sonho de seu compatriota Bolívar, mas fez valer a luta de outros líderes históricos da região, como Francisco de Miranda e o cubano José Martí, que pregava a construção da Pátria Grande.
A 2ª Cúpula da Celac tem como responsabilidade encontrar o consenso em meio a tantas nações distintas para que a região possa seguir avançando nos temas de desenvolvimento social, educação, saúde, meio ambiente e economia. Como disse Chávez, durante a cerimônia de criação do grupo, “uma das grandezas da Celac é que apesar das diferenças, aqui estamos para debater e definir o rumo da verdadeira integração e solucionar nossos graves problemas”.
A Celac representa, portanto, a vontade política e a persistência dos líderes latino-americanos, que buscam constituir um espaço de intercâmbio. Nenhum outro organismo reuniu tantos países, o que pode ser visto como fruto do empenho das forças progressistas que governam a região e buscam conseguir mais autonomia.
Diante de um cenário no qual a interdependência mundial e o capitalismo desafiam o valor comunitário, a Celac mostra que um continente deve lutar unido contra as injustiças de um modelo civilizatório em decadência. Por isso, o bloco é uma “ameaça” àqueles que por tanto tempo dominaram a região com suas políticas intervencionistas e de exploração, como é o caso dos Estados Unidos, considerado o maior inimigo do processo de integração.
Não é novidade que Washington pressionou alguns governos latino-americanos para não participarem na reunião em Cuba, com o objetivo de minimizar a importância da 2ª Cúpula da Celac. No entanto, as mudanças que estão em curso na região indicam que é difícil que haja um retrocesso no processo de integração.
As tentativas de isolar Cuba fracassaram. O país caribenho preside a Celac e é o anfitrião do encontro, o que é uma prova definitiva do restabelecimento das relações com todas as nações da região. É importante lembrar que o governo da ilha foi o primeiro a incluir em sua Constituição o objetivo da integração. Também foi ideia dos cubanos declarar a América Latina como “zona de paz”, o que deve ser aprovado durante a Cúpula.
A 2ª Cúpula da Celac deve receber ainda o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza. É a primeira vez que uma autoridade dessa entidade visita Cuba depois de sua expulsão do organismo em 1962. Apesar da expectativa sobre a presença de Insulza, os representantes cubanos reiteraram que não há nenhuma possibilidade de que o país volte a integrar a OEA.
Já neste fim de semana estão sendo realizadas reuniões com coordenadores nacionais e, na segunda-feira (27), há um encontro de chanceleres. O que se espera para a concretização definitiva das aspirações daqueles que idealizaram a Nossa América é que, nos próximos dias, nossos novos líderes tenham sabedoria para conduzir acordos políticos a fim de realizar ações comuns em prol dos povos latino-americanos.
Fonte: Blog do Miro
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Cursos de formação da CTB Minas preparam sindicalistas para os desafios do dia-a-dia

A Secretaria de Formação da CTB Minas tem realizado cursos em todo o Estado voltados à preparação de dirigentes sindicais para as lutas do dia-a-dia. Os cursos, ministrados em parceria com o Centro de Estudantes Sindicais (CES), abordam temas que vão desde a história do movimento sindical no Brasil, origem e papel dos sindicatos, mudanças no mundo do trabalho, concepção sindical da CTB, concepções sindicais, conceitos básicos de economia política até sobre o sindicalismo na América Latina.
“O movimento sindical apresenta sempre novos desafios. Se o dirigente sindical não tem uma perspectiva classista, acaba se rendendo ao imediatismo, virando bombeiro, apagador de incêndio. Somente com uma formação consistente o dirigente sindical tem condições de se municiar das ferramentas necessárias para responder a esses desafios”, avalia o secretário de Formação da CTB Minas, Adelmo Rodrigues de Oliveira.
Nos dias 16 e 17 de junho, a Secretaria de Formação promoveu um curso no Sindicato dos Rodoviários de Contagem, que contou com a participação de toda a diretoria da entidade. No curso, com 12 horas de duração, foram abordados temas como as concepções, desafios e perspectivas do movimento sindical; elementos para se fazer análise de conjuntura; e projeto nacional de desenvolvimento.
Para o tesoureiro do Sindicato, Renato Corrêa dos Santos, que participou de um curso de formação ministrado pela CTB pela primeira vez, as aulas foram muito proveitosas. “Cursos como este são fundamentais para a nossa formação e preparação como dirigentes sindicais. Gostei muito dos palestrantes e dos temas apresentados, e pretendo participar de outros cursos, pois, sem conhecimento, não tem como se fazer o debate”.
Presidente do Sindicato dos Vigilantes do Norte de Minas, José Venâncio Pereira, já participou de diversos cursos de formação promovidos pela CTB Minas. “Os cursos são muitos construtivos, pois proporciona grande embasamento político e nos dá mais força nas negociações coletivas com os patrões”, disse.
Formação de formadores
No segundo semestre, a Secretaria de Formação realizará um curso sobre gestão sindical e negociação coletiva, no dia 14 julho, no Sindicato dos Ceramistas de Andradas; e outro no dia 21, em Uberlândia, com tema e local a serem definidos. Em agosto, está previsto um curso de gestão sindical e de negociação coletiva.
A CTB Minas também planeja realizar um grande curso de formadores para a criação de coletivos regionais de formação. “Por conta da grande extensão territorial do nosso Estado, existe a necessidade de ampliarmos o número de companheiros para o trabalho de formação. Portanto, desde já conclamamos os dirigentes de todas as entidades filiadas à CTB para participarem deste grande curso”, convida o secretário de Formação, Adelmo Rodrigues de Oliveira.
Os dirigentes sindicais interessados em levar os cursos da Secretaria de Formação da CTB Minas para sua entidade devem entrar em contato com a Secretaria de Comunicação pelos telefones: (31) 3272-5881 e 3271-6673.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Blog da CTB MG
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Galo é campeão invicto
No dia em que o Atlético conquistou o título invicto, a torcida compareceu em grande número, fazendo valer a previsão de que o Independência viraria um caldeirão quando o time for mandante. Além de comemorar, os alvinegros também aproveitaram para provocar o adversário e cobrar o presidente Alexandre Kalil gritando "Ei, Kalil, traz o Forlán". O atacante uruguaio pode ser o grande destaque do time para a disputa do Campeonato Brasileiro. Muitas famílias estiveram presentes e não esconderam a vontade de gritar "é campeão". "Seria ótimo comemorar esse título ao lado da família", contou a calígrafa Flávia Dolabela, antes do jogo, acompanhada do marido e dos dois filhos. O esposo mostrou alegria com a conquista e prudência com o futuro. "O título não pode esconder a necessidade de reforços", destacou Rodrigo Dolabela.
Mas o Coelho também foi representado nas arquibancadas. Moradora da rua Pitangui, a bióloga Virgínia Santana mal sabe explicar como se tornou americana. "Sou a única na família. Cresci com o time jogando do lado de casa. Tenho certeza de que vou ter uma felicidade muito grande", afirmou a torcedora, que acabou frustrada.
Depois de ver o time abrir 2 a 0, a torcida alvinegra fez a festa. Bruno Meneghel, que esperava para entrar logo ao lado dos atleticanos, viu muitos deles fazerem o sinal de "acabou", em menção ao gesto de Alessandro na semifinal contra o Cruzeiro. O sinal foi repetido por Mancini quando foi substituído na partida.
Mas o Coelho também foi representado nas arquibancadas. Moradora da rua Pitangui, a bióloga Virgínia Santana mal sabe explicar como se tornou americana. "Sou a única na família. Cresci com o time jogando do lado de casa. Tenho certeza de que vou ter uma felicidade muito grande", afirmou a torcedora, que acabou frustrada.
Depois de ver o time abrir 2 a 0, a torcida alvinegra fez a festa. Bruno Meneghel, que esperava para entrar logo ao lado dos atleticanos, viu muitos deles fazerem o sinal de "acabou", em menção ao gesto de Alessandro na semifinal contra o Cruzeiro. O sinal foi repetido por Mancini quando foi substituído na partida.
Comemoração ressabiada
No conhecido Bar do Salomão, localizado no bairro Serra, cerca de 200 torcedores atleticanos se concentraram para assistir e festejar o 41º título estadual do time alvinegro, conquistado na tarde de ontem. "É claro que qualquer conquista tem sua importância e esse título deve ser comemorado, mas é preciso repensar o quanto antes a maneira como o Atlético tem sido tratado por seus dirigentes. Ainda não nos esquecemos daquele estranho 6 a 1 contra o Cruzeiro", ponderou o professor de geografia Thiago Antunes, alguns instantes antes do apito final. Também ressabiado, o comerciante Ricardo Sales questionou a relevância do título. "No geral, esta foi uma edição muito fraca e previsível, principalmente pelo baixo investimento nos times do interior", lamentou o torcedor.
Vídeo sobre a matéria:
Fonte texto: Portal Super Noticias
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