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domingo, 7 de agosto de 2016

Pró-Esia - Fábrica de Versos...WYDR, o Tinder da arte

Um novo aplicativo que permite comprar e vender obras online conta com mais de 30.000 usuários
Um deslizar do dedo para a esquerda: isso é tudo o que é preciso para descartar um possível par quando se usa o Tinder, o aplicativo para celular que ajuda a conseguir encontros. Beira a frivolidade, sem dúvida, mas conta com mais de 50 milhões de usuários e ultrapassa 10 milhões de visitantes por dia. O WYDR, um novo aplicativo de compra e venda de arte online, é um dos muitos programas que se inspiraram em seu formato, que sacudiu o universo digital.

Disponível tanto na Internet como em celulares, esse Tinder da arte foi engendrado por dois estudantes suíços da Universidade de Sant Gallen (Suíça) há pouco menos de três anos. Graças a uma disciplina de seu mestrado em Administração de Negócios, que era voltada para a inovação e o empreendimento, Matthias Dörner e Timo Hahn se uniram para criar o WYDR. Apaixonados pela arte, dedicaram seis meses a um estudo de mercado e, em janeiro, lançaram o aplicativo. Desde então não parou de crescer.
Um deslizar do dedo para a esquerda: isso é tudo o que é preciso para descartar um possível par quando se usa o Tinder, o aplicativo para celular que ajuda a conseguir encontros.

CTB debate defesa da Educação, dos direitos e da democracia em conselho de entidades da CNTE

O núcleo de Educação da CTB participou da reunião do Conselho Nacional de Entidades da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Educação), que ocorreu de 1º a 5 de agosto, em Brasília. O evento, que teve a presença de 37 organizações, debateu o 33º Congresso da confederação, que ocorrerá de 12 a 15 de janeiro de 2017, na capital federal, a atual conjuntura do País, assuntos relacionados aos profissionais da área, além do calendário de mobilização da categoria.

No último dia do encontro os dirigentes da central que compõem a base da CNTE realizaram um seminário para debater o atual momento político, a atuação e perspectivas da CTB para o setor educacional, bem como organização e mobilização para o congresso. A reunião teve a presença de Augusto Madeira, presidente do PCdoB no DF, que falou sobre a necessidade de união da categoria contra o golpe e o processo que surge, caso o impeachment se concretize.
O núcleo de Educação da CTB participou da reunião do Conselho Nacional de Entidades da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Educação), que ocorreu de 1º a 5 de agosto, em Brasília.

sábado, 6 de agosto de 2016

As vaias a Temer mostraram quanto os brasileiros desprezam quem trai.

Mais do que a impopularidade extrema de Temer, o que se destacou ontem na abertura das Olimpíadas foi sua covardia pusilânime.

Temer fugiu, assustado, melhor, aterrado, das vaias — mas mesmo assim foi alcançado por elas num momento sublime da cerimônia.

A primeira medalha de ouro brasileira foram as vaias a Temer diante não apenas do Maracanã lotado, não apenas dos brasileiros — mas do mundo.

As vaias mostraram, melhor que o espetáculo de abertura, o caráter do brasileiro. Somos um povo que despreza quem trai, quem apunhala pelas costas enquanto sorri, quem usurpa, quem toma pela conspiração sórdida algo que não é seu.

O brasileiro despreza, ainda, a paúra. O jornalista Leandro Fortes lembrou, nas redes sociais, que Dilma suportou estoica insultos de imbecis na Copa do Mundo. Temer se portou como um homem sem fibra e sem caráter, um antiexemplo para os brasileiros.

As manobras para livrá-lo do confronto com a realidade começaram cedo no Maracanã. O protocolo foi quebrado logo no início e seu nome não anunciado.

Depois, quando era inevitável que ele declarasse abertos os jogos, uma fala de oito segundos foi o artifício para tentar escapar de ser notado e vaiado. Um falastrão reduzido a oito segundos por medo da reação.

Não adiantou.
Mais do que a impopularidade extrema de Temer, o que se destacou ontem na abertura das Olimpíadas foi sua covardia pusilânime.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Fudeu!!! Oooohhh, Temer frouxo!


Temer é vaiado durante abertura da Olimpíada no Rio

Presidente em exercício disse frase que abriu oficialmente os jogos.No início da cerimônia, a presença de Temer não foi anunciada. 
No início do evento, ele não havia sido anunciado. Pelo protocolo, o nome do presidente do país-sede é anunciado junto com o do presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), mas apenas Thomas Bach foi anunciado antes do hino nacional.
A assessoria de Temer afirmou que o presidente em exercício não pediu à organização para não ser anunciado, e que todo o formato da cerimônia foi definido pelo COI. Inicialmente, havia a informação de que Temer tinha pedido para não ter o nome anunciado.
O presidente em exercício, Michel Temer, foi vaiado durante a cerimônia de abertura da Olimpíada, na noite desta sexta-feira (5), no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. 

África em Conto: 'As testemunhas da Binin', por N´deyonghunfã Ká

Bissau - Mesmo ao colo, já me tornei numa moeda de troca. Por mim, o futuro marido investe na família para garantir o meu casamento. Eu cresci e recebi o carinho dos meus pais, mas nunca me entendi o acordo arrumado entre eles com o meu futuro esposo. 

Aos doze anos eu nem queria que os meus seios, nádegas e o corpo inteiro se transformassem em mulher. Muitas meninas da minha idade já foram dadas ao casamento forçosamente, porque os pais lhes qualificavam pelas mudanças biológicas que viam nelas. 

Os meus pais viviam a custa do famoso comerciante da nossa tabanca. Desde os primeiros dias que eu nasci, a aliança já tinha afirmada entre duas famílias.Eu cresci sem saber que sou a ponte que liga as duas famílias. 

Agora percebi porque Malam me chamou de mãe a caminho de bolanha (pântano para o cultivo de arroz). Malam é o sexto filho de Mamadú e primogênito de Mariama. Três anos maior que eu. Filho da terceira mulher do famoso comerciante. Um amigo de bicia (cuidar de arroz) na bolanha.
Bissau - Mesmo ao colo, já me tornei numa moeda de troca. Por mim, o futuro marido investe na família para garantir o meu casamento.

Wadih Damous desconcerta Moro: Não reconheço em ninguém o poder de oráculo no combate à corrupção; assista ao vídeo

Fonte: Viomundo

Atiradores matam ao menos 13 em mercado na Índia; governo responsabiliza grupo separatista

Tiroteio ocorreu no distrito de Kokrajhar, no estado de Assam, local de tensão entre vários grupos étnicos e religiosos


Pelo menos 13 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas nesta sexta-feira (05/08) em um ataque contra os frequentadores de um mercado localizado em uma área comercial movimentada no nordeste da Índia.
O tiroteio aconteceu por volta das 11h (horário local, 2h30 de Brasília) em um mercado do distrito de Kokrajhar (localizada a 220 quilômetros de Guwahati, capital comercial do estado de Assam), onde há vários grupos insurgentes ativos, segundo o subcomissário da Administração regional, P.K. Bhagawati.
Três homens armados e vestidos com uniformes militares dispararam contra os frequentadores e lançaram granadas de mão no mercado lotado.
O chefe de polícia de Assam, Mukesh Sahay, informou a jornalistas que um dos agressores foi morto, e forças de segurança estavam em busca de pelo menos três outros na área.
O episódio ocorre em meio a um clima de tensão entre vários grupos étnicos e religiosos que habitam a região e que já se enfrentaram em ocasiões anteriores.
Pelo menos 13 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas nesta sexta-feira (05/08) em um ataque contra os frequentadores de um mercado localizado em uma área comercial movimentada no nordeste da Índia.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Gravação revela jovem pedindo ajuda contra Feliciano: "Fez coisas à força"

Áudio divulgado revela jovem que denunciou agressão e tentativa de estupro de Marco Feliciano pedindo ajuda contra as investidas do pastor: “Ele não me deixou sair, fez coisas à força [...]”. Assessores do deputado pediram que a mulher colocasse “uma pedra em cima” do assunto; foi o que ela tentou, mas já era tarde. Confira as gravações
Novas revelações sobre o caso envolvendo Marco Feliciano e uma jovem de 22 anos militante do PSC indicam que a garota foi ameaçada e orientada a abafar o assunto após o vazamento e a repercussão das acusações.
Primeiro, uma reportagem de Leandro Mazinni, do portal UOL, revelou que a jovem Patrícia Lélis foi vítima de violência grave e assédio sexual do deputado federal Marco Feliciano. A matéria expôs uma série de prints de conversas entre ambos.
Depois que a denúncia se espalhou, Patrícia gravou dois vídeos para tentar desmentir a matéria do UOL: “Blogs e sites que não são confiáveis colocaram a nossa foto juntos… A todos esses jornalistas que me ameaçaram dizendo que eu tinha que contar a verdade, tô aqui falando a verdade. A verdade é que vocês estão mentindo, tá em época de eleição… O pastor Marco Feliciano é uma pessoa íntegra com a qual eu tenho um contato muito bom, sempre muito bom respeitoso, muito amigável. Então, não propaguem mentiras“, disse a jovem.
Novas revelações sobre o caso envolvendo Marco Feliciano e uma jovem de 22 anos militante do PSC indicam que a garota foi ameaçada e orientada a abafar o assunto após o vazamento e a repercussão das acusações.

Sou racista, mas estou pronto para mudar

"Sou branco, casado com uma loira de olhos verdes e tenho dois filhos de olhos azuis. Cresci em uma família sólida, tive oportunidades e sempre contei com o benefício da dúvida". Homem que sempre se sentiu à vontade com as desigualdades raciais explica por que (e como) decidiu mudar
Aprendi a tratar a todos igualmente, independentemente de raça ou qualquer outro identificador demográfico. E, embora minha cidade fosse predominantemente branca, certamente não cresci isolado de outras raças e culturas.
Mesmo com a educação e a exposição com que fui abençoado, provavelmente sou racista. Não quero dizer racista como um fanático cheio de ódio que desumaniza e menospreza a vida alheia com base na cor da pele. Quero dizer que estou distante e me sinto pouco à vontade com as desigualdades raciais que existem no meu país.
É OK para mim admitir isso. Não quer dizer que eu seja má pessoa. Só que estou pronto para mudar. Admitir exigiu duas coisas: pesquisa e honestidade. Ao longo dos últimos anos, li, assisti, ouvi e participei de inúmeras discussões sobre o tema, vindas de várias fontes diferentes. Por meio desse processo, fui capaz de perceber as realidades que mencionei acima. O que é ótimo para mim, mas, para os fins deste post, vamos analisá-las um pouco mais a fundo.
Me sinto pouco à vontade com as desigualdades raciais que existem no meu país.
Raramente sou forçado a confrontar essas realidades. Certamente a mídia, social e tradicional, destaca a questão, mas não é isso o que quero dizer. Lendo um post poderoso num blog ou um tweet inspirador não significa confrontar nada. O que quero dizer é que quando a polícia me para, quando vou às compras, quando faço uma entrevista de emprego, conheço alguém etc… espero ser julgado por quem sou.
Sim, tenho tatuagens e barba, e com certeza às vezes fazem generalizações sobre mim, mas não me preocupo com isso porque sei que esses julgamentos serão esquecidos uma vez que a pessoa me conhecer. E pressuponho que isso vá acabar acontecendo, porque, mesmo com os julgamentos, terei o benefício da dúvida. Vivo minha vida me aproveitando das paredes de vidro dos outros. Isso simplesmente não é verdade para as pessoas de cor. Elas são forçadas a confrontar julgamentos todos os dias. Talvez não de maneira abertamente intolerante e odiosa (embora tenha certeza de que isso também aconteça). Mas elas têm o “déficit da dúvida”.
Eu sou um branco americano. Sou casado com uma linda loira de olhos verdes e tenho dois filhos loiros de olhos azuis.

Cardozo questiona ausência de áudios de Jucá no relatório da Comissão do Impeachment

Advogado de defesa também ironizou a falta de debate sobre desvio de poder do senador Anastasia, que faz oposição ao PTO advogado de defesa de Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo, levantou inconsistências no relatório apresentado pelo senador Antônio Anastasia (PSDB-MG) na Comissão Especial do Impeachment (CEI), durante a discussão sobre o documento, nesta quarta (3), em Brasília (DF).

“Nós juntamos várias provas depois da liminar de Teori Zavaski [em maio]. Vossa Excelência justificou sua decisão pela liminar, que não era nem o julgamento definitivo, não comentou os áudios dos senadores [Romero Jucá e Renan Calheiros] dizendo que ‘havia uma sangria’, não comentou outras falas de senadores que foram mencionados que diziam que as provas não precisavam ser produzidas
O advogado de defesa de Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo, levantou inconsistências no relatório apresentado pelo senador Antônio Anastasia (PSDB-MG) na Comissão Especial do Impeachment (CEI), durante a discussão sobre o documento, nesta quarta (3), em Brasília (DF).

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Bombeira estuprada no Parque Olímpico se diz envergonhada e está abalada

Bombeira de 22 anos estuprada no parque olímpico pelo supervisor de segurança se diz abalada, conta que sente vergonha e não quer mais voltar ao trabalho. Agressor costuma posar para fotos portando armas de fogo
O supervisor de segurança Genival Ferreira Mendes foi preso em flagrante no último domingo (31) por estupro dentro do Velódromo, no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.
Segundo o delegado Marcus Vinícius Braga, Genival se aproveitou do momento de descanso da vítima, uma bombeira civil de 22 anos, para cometer o abuso.
Em seu perfil no Facebook, Genival, que é de São Paulo, costuma posar para fotos com revólveres.
Mãe

A vítima é mãe de dois filhos e teve o seu nome preservado pela polícia. O boletim de ocorrência relata que o acusado deveria estar monitorando a área do Parque na hora em que abusou da moça.
Segundo a ocorrência registrada, “o soldado da força nacional e testemunha do caso, Francisco Victor Calvet, achou estranho Genival ter deixado seu posto e ido para o quarto de descanso, já que ele mesmo salientara que os turnos são de 12 horas ininterruptos, e ele ainda não o havia cumprido integralmente”.
A versão foi confirmada pela vítima, que denunciou a tentativa de estupro ao soldado, que deu voz de prisão ao supervisor de segurança.
O supervisor de segurança Genival Ferreira Mendes foi preso em flagrante no último domingo (31) por estupro dentro do Velódromo, no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

A ameaça autoritária que paira no Mercosul

O impedimento da posse da Venezuela na presidência pro tempore do Mercosul é um golpe à democracia do Mercosul, porque significa a ruptura das regras previstas nos instrumentos jurídicos e legais do bloco. É um golpe à democracia comunitária que tem o objetivo estratégico de sabotar e debilitar o Mercosul para satisfazer os interesses de Washington.

O desrespeito dos governos da Argentina, Brasil e Paraguai à Constituição e à Lei básica do Mercosul - o Tratado de Assunção e o Protocolo de Ouro Preto - é uma evidência assombrosa da ameaça autoritária com viés fascista que transborda da dinâmica interna dos países para o plano regional e continental.

O autoritarismo ultrapassa as fronteiras nacionais, e assume a personalidade de um bloco histórico supra-nacional, que se identifica e se articula organicamente na convergência das políticas de restauração neoliberal pretendidas por estes governos de direita.

A idéia que legitima esta ofensiva fascista é uma só: a de que simples maiorias ocasionais se convertem em instância de Poder, situadas acima da Lei e acima da Constituição. Por este princípio fascista, não é necessário respeitar-se as leis e as regras estabelecidas; não há mais previsibilidade e estabilidade jurídico-institucional, porque basta a imposição das vontades e dos desejos momentâneos de maiorias circunstanciais.
O impedimento da posse da Venezuela na presidência pro tempore do Mercosul é um golpe à democracia do Mercosul, porque significa a ruptura das regras previstas nos instrumentos jurídicos e legais do bloco.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

PL do pré-sal: entreguismo ou fôlego financeiro para a Petrobras?

Entenda os argumentos a favor e contra o projeto que desobriga a estatal de participar da exploração do pré-salOs deputados federais retornaram ao trabalho em Brasília na segunda-feira 1º com uma pauta que agrada especialmente ao governo interino e seus aliados. Dentre as matérias a serem apreciadas está o Projeto de Lei 4567/16, ou PL do pré-sal, que nasceu no Senado e ganhou regime de urgência na Câmara dos Deputados em uma das últimas votações plenárias antes do recesso parlamentar, em meados de julho. Com esse status, a matéria fura a fila dos demais e encabeça a pauta dos deputados. Antes disso, no início de julho, o PL já havia sido aprovado pela Comissão Especial da Petrobras e Exploração do Pré-Sal, também na Câmara.

O que é o PL 4567/16?

O PL, de autoria do senador licenciado e atual ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB-SP), altera as regras para a exploração de petróleo e gás natural do pré-sal, extinguindo a atuação obrigatória da Petrobras em todos os consórcios formados para a produção nessas áreas.

O que diz a lei atual?
Os deputados federais retornaram ao trabalho em Brasília na segunda-feira 1º com uma pauta que agrada especialmente ao governo interino e seus aliados. Dentre as matérias a serem apreciadas está o Projeto de Lei 4567/16, ou PL do pré-sal, que nasceu no Senado e ganhou regime de urgência na Câmara dos Deputados em uma das últimas votações plenárias antes do recesso parlamentar, em meados de julho.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Pautas difusas, da monarquia ao “Escola sem Partido”, marcam ato pró-golpe no DF

Na capital federal, protesto reuniu cerca de 5 mil pessoas; ação foi convocada pelo Vem Pra Rua pelas redes sociaisEm Brasília, o protesto pelo impeachment deste domingo (31) ocorreu no final da manhã e reuniu representantes de diversos grupos de direita nas imediações do Congresso Nacional. Apesar da variedade de organizações presentes, o ato não teve adesão da população, diferentemente dos demais protestos ocorridos nos últimos meses.
Enquanto o movimento “Vem pra Rua” falava em cerca de 6 mil pessoas, a Polícia Militar afirmava que havia cerca de 5 mil manifestantes passando pela Esplanada ao longo do ato, o que se viu era um grupo bem menor do que os números projetados. No evento do Facebook que convocava nacionalmente o ato, 1,5 milhão tinham sido convidadas e 114 mil disserem que compareceriam.

Nos cartazes, nas faixas, camisas e palavras de ordem, as pautas colocadas pelos manifestantes eram muitas: desde a defesa do projeto de lei que institui o programa “Escola sem Partido” até a morte da presidenta afastada Dilma Rousseff, passando por manifestações em defesa de uma CPI da UNE, da CUT e do MST; da intervenção militar; da autonomia financeira da Polícia Federal; e até mesmo da volta da monarquia.
Em Brasília, o protesto pelo impeachment deste domingo (31) ocorreu no final da manhã e reuniu representantes de diversos grupos de direita nas imediações do Congresso Nacional. Apesar da variedade de organizações presentes, o ato não teve adesão da população, diferentemente dos demais protestos ocorridos nos últimos meses.